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	<title>Has buscado sandbox - +COMUNIDAD</title>
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	<description>Periodismo de ciudades y soluciones. Una iniciativa impulsada por RIL (Red de Innovación Local).</description>
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	<title>Has buscado sandbox - +COMUNIDAD</title>
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		<title>Sandbox.Rio: da caixa de areia a políticas públicas com impacto econômico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2024, contamos como o Rio de Janeiro implementou uma inovação regulatória para testar drones, robôs e carros elétricos em plena cidade. Quase dois anos depois, esses "experimentos" começaram a se transformar em normas, em infraestrutura e até em uma ferramenta para levar a inovação às favelas. A história de como uma autorização temporária se converte em desenvolvimento econômico.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandboxe-rio-da-caixa-de-areia-a-politicas-publicas-com-impacto-economico/">Sandbox.Rio: da caixa de areia a políticas públicas com impacto econômico</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-ad7c27e5187a0ed9ba490bb7f411f220 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Sandbox Rio</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Existe uma versão em espanhol deste artigo <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandbox-rio-de-la-caja-de-arena-a-politicas-publicas-con-impacto-economico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto de 2024, o +COMUNIDAD publicou pela primeira vez <a href="https://mascomunidad.org.ar/?s=sandbox" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um especial sobre sandboxes regulatórios</a>: aqueles ambientes em que um governo permite testar, por um tempo e sob supervisão, inovações que nenhuma norma ainda contempla. Entre os casos em destaque estava o do Rio de Janeiro, a primeira capital brasileira a montar um a escala municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele momento, o <a href="https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sandbox.Rio</a> era sobretudo uma promessa com bons primeiros resultados. A equipe nos contava que a cidade já abrigava estações de recarga para carros elétricos, robôs de entrega circulando pelas calçadas, drones distribuindo bebidas e até os primeiros passos de um carro voador. Tudo isso acontecia sem que o Rio tivesse que reescrever sua normativa de antemão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase dois anos depois, voltamos a bater à porta. A pergunta principal era o que havia acontecido com tudo aquilo: ficou em experimento ou se transformou em algo mais? E, sobretudo, uma pergunta que organiza esta edição do Boletim Ideias &amp; Inspiração:<strong> como se traduz um &#8220;laboratório regulatório&#8221; em desenvolvimento econômico concreto para uma cidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As respostas foram dadas, como naquela ocasião, por <strong>Carina de Castro Quirino</strong>. Ela é a subsecretária de Regulação e Ambiente de Negócios da Prefeitura do Rio (<a href="https://desenvolvimento.prefeitura.rio/subsecretaria-de-regulacao-e-ambiente-de-negocios-subran/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUBRAN</a>), cuja área conduz o programa. E deixam ver uma mudança de etapa: o sandbox deixou de ser uma vitrine de pilotos para começar a produzir aquilo que mais custa a qualquer governo gerar diante da inovação: normas com base em evidência.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="694" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2.jpeg" alt="Sandbox.Rio" class="wp-image-9581" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-300x203.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-768x521.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-48x33.jpeg 48w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Drones de entrega, um dos primeiros testes realizados com o Sandbox.Rio. Imagem: Sandbox.Rio.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma caixa de areia, para quem chega pela primeira vez</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A metáfora que lhe dá nome vem do mundo do software. Quando uma pessoa dedicada à programação quer testar um código novo, não o libera direto no sistema: roda-o em um ambiente isolado, uma &#8220;caixa de areia&#8221;, onde pode falhar sem contaminar o resto. Em 2015, reguladores financeiros do Reino Unido tomaram a ideia emprestada para deixar que as fintechs testassem seus produtos em um espaço delimitado, sem exigir-lhes de entrada todas as regras pensadas para os bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um sandbox regulatório é isso: uma autorização delimitada no tempo, no território e em seu alcance, para testar algo novo na vida real.</strong> Não suspende os controles de segurança nem as proteções ao cidadão. Suspende, de forma temporária, normas menores que bloqueiam uma inovação que ainda ninguém regulou. O que o Rio mudou foi a escala. Uma coisa é um sandbox financeiro, com dois reguladores e um punhado de empresas. <strong>Outra muito distinta é uma cidade inteira, com ruas, vizinhos, trânsito e comércios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rio criou seu programa em 2022 por meio do Decreto Municipal 50.697. Qualquer empresa, startup ou instituto de pesquisa pode apresentar um projeto. Se a inovação não se encaixa na normativa vigente, o município a avalia e, se tiver mérito, lhe outorga uma autorização temporária para operar com usuários reais e sob monitoramento. Ao fechar o ciclo, a Prefeitura produz um relatório técnico. E aí começa o interessante.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-1024x683.jpg" alt="Sandbox.Rio" class="wp-image-9582" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-2000x1333.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Patinetes elétricos compartilhados estacionados em uma estação fixa no Rio. Imagem: Rio Scooter / Whoosh Project.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do experimento à norma: o caso das patinetes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se há um aprendizado que a equipe de Quirino resgata destes quase quatro anos, é que <strong>&#8220;uma regulação eficaz precisa de evidência, não de antecipação&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A subsecretária o apresenta como uma inversão da lógica habitual do Estado. &#8220;O poder público costuma regular novas tecnologias a partir de projeções e suposições&#8221;, explica. O sandbox propõe o caminho oposto: primeiro se testa em escala real, depois se regula a partir dos dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso que melhor completa essa trajetória é o do Projeto Patinete Rio, da empresa <a href="https://restofworld.org/2024/whoosh-escooter-russian-company-brazil/">Whoosh</a>. Ao longo de 19 meses de operação experimental, a Prefeitura mediu de forma contínua padrões de uso, perfil de usuários e impactos na mobilidade e no ambiente. <strong>Ao fechar o ciclo, os números eram contundentes: 2,9 milhões de viagens, 972 mil usuários ativos e cerca de 230 empregos diretos e indiretos gerados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse volume de dados foi decisivo para dois movimentos que tiveram que ocorrer em paralelo. Por um lado, a articulação com as áreas municipais, que passaram a conhecer os riscos reais —e não hipotéticos— das patinetes no espaço urbano. Por outro, o respaldo político para avançar rumo a uma regulação permanente. O resultado foi o Decreto Municipal 57.657, de 9 de março de 2026, que regula de forma definitiva as patinetes elétricas compartilhadas na cidade, após um processo que incluiu consulta pública, relatórios de monitoramento e diálogo com os órgãos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lição que Quirino deixa é direta: <strong>sem o sandbox, o debate regulatório teria travado em intuições e em comparações com outras cidades, sem prática própria. </strong>Com ele, discutiu-se sobre evidência recolhida em um ambiente controlado. &#8220;Dados que não deixavam margem para questionar a relevância do serviço para a cidade&#8221;, resume.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que se regula e o que não: o mecanismo por trás</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O caso das patinetes é o produto de um método. Ao final de cada ciclo, de cerca de doze meses, o Sandbox.Rio produz um relatório técnico consolidado que orienta a decisão entre três caminhos possíveis: regulação definitiva, continuidade experimental ou encerramento ordenado do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As patinetes já percorreram esse caminho completo. Outros estão em pleno trajeto. O mais avançado é o <a href="https://en.prefeitura.rio/noticias/rio-de-janeiro-e-a-primeira-cidade-do-brasil-a-inaugurar-eletroposto-em-area-publica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eletroposto Carioca</a>, a primeira estação de recarga de veículos elétricos do país, inaugurada em fevereiro de 2025 na Barra da Tijuca. Em seu primeiro ano registrou 21.179 sessões de recarga, consumiu 522.373 kWh e evitou 406 toneladas de dióxido de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dados, segundo a Prefeitura, já estão orientando uma decisão de política pública mais ampla. O Rio é a terceira cidade do Brasil em número de veículos elétricos emplacados, e a demanda cresce mais rápido que a oferta de infraestrutura: a frota eletrificada brasileira aumentou 28% somente no primeiro semestre de 2025, e as vendas cresceram 65,5% nos dois primeiros meses de 2026 frente ao mesmo período do ano anterior. O país tinha cerca de 21 mil estações de recarga em fevereiro de 2026, mas os condutores seguem apontando a falta de infraestrutura como o principal gargalo da eletromobilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso a cidade avança no desenho de um Plano Municipal de Eletromobilidade, que prevê somar 15 novas estações públicas de recarga até 2028. O sandbox foi o instrumento que permitiu acumular dados reais sobre demanda, perfis de uso, localização estratégica e viabilidade econômica. Dados que agora sustentam esse plano. Nas palavras de Quirino, &#8220;o programa não existe apenas para liberar inovação, mas para produzir o conhecimento que permite ao Estado agir com precisão&#8221;.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9583" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-2000x1333.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Bicicleta movida a água recolhendo resíduos na Lagoa Rodrigo de Freitas. Imagem: Projeto Biclean.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>A inovação também para as periferias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o caminho houve, contudo, um ponto sensível que a própria equipe detectou. Os dois primeiros ciclos haviam dado resultados sólidos, mas concentrados em zonas com melhor acesso à infraestrutura urbana: a Zona Sul e a Barra da Tijuca. A inovação chegava onde já existia, de certo modo, e não onde mais fazia falta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro ciclo, lançado em agosto de 2025, buscou corrigir esse viés. <strong>Pela primeira vez, os projetos voltados a comunidades cariocas e a áreas fora desse eixo recebem até dez pontos adicionais na seleção.</strong> A mudança se notou: 58 projetos inscritos, segundo a Prefeitura, um recorde para um sandbox municipal no Brasil, com participação inédita de iniciativas pensadas para territórios periféricos e um júri integrado por instituições como a <a href="https://www.firjan.com.br/espanol/firjan/default.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Firjan</a> e a <a href="https://ufrj.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFRJ</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dez projetos do ciclo, dois mostram com clareza essa virada. Um é o <strong>Biclean</strong>, uma bicicleta aquática que se testa na Lagoa Rodrigo de Freitas como veículo de recreação e turismo sustentável, com a particularidade de recolher resíduos enquanto circula. O outro, de maior alcance social, é um CEP Digital —um sistema de endereços digitais— para as comunidades da Mangueira e do Caju, desenvolvido pela logtech de impacto social naPorta junto à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e à Secretaria Municipal de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é simples, mas nem por isso menos poderosa. Em territórios onde o sistema postal tradicional não funciona, criam-se endereços digitais precisos para cada moradia. Isso permite, por exemplo, que os agentes comunitários de saúde localizem os moradores com exatidão, melhora o acompanhamento de pacientes, a cobertura de vacinação e a eficácia dos programas de atenção básica.A tecnologia de endereços digitais já vinha sendo aplicada em favelas cariocas desde o fim de 2024; o que o sandbox aporta é articulá-la com os serviços públicos de saúde do município. É o tipo de resultado, assinala Quirino,<strong> que converte o programa em um instrumento de redução da desigualdade urbana, e não apenas de fomento ao empreendedorismo.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="632" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas.jpg" alt="" class="wp-image-9584" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas.jpg 1000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-300x190.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-768x485.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-24x15.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-36x23.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-48x30.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>A Biclean, uma bicicleta aquática que está sendo testada na Lagoa Rodrigo de Freitas como veículo para recreação e turismo sustentável, tem a característica única de coletar resíduos enquanto se move. Imagem: 10viajes.com</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Limites e diálogo com outros níveis do Estado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência carioca também deixa ver onde estão as tensões. Um sandbox municipal só pode mexer em normas municipais, e os limites aparecem quando uma inovação toca competências de outros níveis do Estado. A própria equipe reconhece: pode dialogar com reguladores federais, como a agência de aviação que intervém no caso dos drones ou dos eVTOL, mas não modificar suas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse atrito de competências ficou visível em abril de 2026, quando a Prefeitura publicou um decreto mais amplo —distinto do das patinetes compartilhadas— para ordenar a circulação de toda a micromobilidade elétrica na cidade. O Ministério Público do Estado do Rio questionou parte dessa norma e <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/16/mprj-decreto-ciclomotores-prefeitura-do-rio.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pediu sua suspensão</a>, ao considerar que o município não pode modificar classificações de veículos já definidas pela legislação federal de trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto afetado, o número 57.823, não tem relação com o programa Sandbox.Rio (o decreto dos patinetes compartilhados é o número 57.657 e segue em vigor). O episódio, ainda em aberto, ilustra um aprendizado que vai além do Rio: experimentar no âmbito local é possível e fértil, mas transformar esses aprendizados em uma regulação duradoura exige coordenação com os demais níveis do Estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que outra cidade da região pode aprender</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para os governos locais que leem este Boletim, a pergunta prática é se tudo isso pode ser replicado. A recomendação de Quirino é não esperar ter o modelo perfeito. <strong>&#8220;O maior erro que uma cidade pode cometer é achar que precisa regular o futuro antes de entendê-lo&#8221;</strong>, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa carioca, lembra, não demandou recursos do erário nem uma estrutura complexa: precisou de vontade política, um instrumento jurídico claro e uma equipe disposta a aprender junto com as empresas. Apoia-se, além disso, em uma base normativa nacional —o Marco Legal das Startups, a lei complementar 182 de 2021— que habilita expressamente estados e municípios a criar esses ambientes de teste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na região, cidades como Porto Alegre, Goiânia, Maceió, Criciúma, Teresópolis e Volta Redonda, além do estado de São Paulo, já montaram seus próprios sandboxes. Na Argentina, a Cidade de Buenos Aires conta com uma lei desde 2021, e municípios como Escobar começaram a trilhar caminhos regulatórios semelhantes, inspirados em parte pela experiência do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto que deu origem ao Sandbox.Rio está disponível como modelo adaptável para qualquer município que queira começar. Porque o problema que resolve, diz Quirino, é universal: <strong>&#8220;Se a sua cidade enfrenta tecnologias que chegam mais rápido que a capacidade de regulá-las —e todas enfrentam— o sandbox não é uma opção sofisticada reservada às grandes metrópoles. É a resposta prática a um problema comum&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase dois anos depois daquela primeira matéria, a caixa de areia do Rio demonstrou algo que vai além dos drones e dos carros voadores que a tornaram famosa: que uma autorização temporária, bem desenhada, pode se converter em infraestrutura, em emprego, em serviços de saúde que chegam a uma favela. E, sobretudo, em uma forma distinta de o Estado se relacionar com aquilo que ainda não sabe regular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contato com Sandbox.Rio:</strong> <a href="https://www.sandboxrio.com.br/">https://www.sandboxrio.com.br/ </a></p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta matéria faz parte do Boletim Ideias &amp; Inspiração da Rede de Inovação Local (RIL), no qual a cada mês se destacam casos inovadores de diferentes temáticas em cidades de todo o mundo. Gostaria de receber, uma vez por mês, soluções locais como as desta matéria no seu e-mail? Você pode </em></strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>se inscrever </em></strong></a><strong><em>gratuitamente!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Redação +COMUNIDAD</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Imagem de capa: ilustração de RIL e +COMUNIDAD.</p>
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		<title>Sandbox.Rio: de la caja de arena a políticas públicas con impacto económico</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/sandbox-rio-de-la-caja-de-arena-a-politicas-publicas-con-impacto-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>En 2024 contamos cómo Río de Janeiro implementó una innovación regulatoria para probar drones, robots y autos eléctricos en plena ciudad. Casi dos años después, esos “experimentos” empezaron a transformarse en normas, en infraestructura e incluso en una herramienta para llevar la innovación a las favelas. La historia de cómo un permiso temporal se convierte en desarrollo económico.</p>
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<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-a7e4fc5f2b3d4f3fc82d18dd9b331f26 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Sandbox.Rio</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Existe una versión en portugués de este artículo <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandboxe-rio-da-caixa-de-areia-a-politicas-publicas-com-impacto-economico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aquí</a>.&nbsp;</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">En agosto de 2024, +COMUNIDAD publicó por primera vez <a href="https://mascomunidad.org.ar/?s=sandbox" target="_blank" rel="noreferrer noopener">un especial sobre sandboxes regulatorios</a>: esos entornos donde un gobierno permite probar, durante un tiempo y bajo supervisión, innovaciones que ninguna norma todavía contempla. Entre los casos destacados estaba el de Río de Janeiro, la primera capital brasileña en montar uno a escala municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En aquel momento, el <a href="https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/">Sandbox.Rio</a> era sobre todo una promesa con buenos primeros resultados. Su equipo nos contaba que la ciudad ya alojaba estaciones de recarga para autos eléctricos, robots de entrega circulando por las veredas, drones repartiendo bebidas y hasta los primeros pasos de un auto volador. Todo eso ocurría sin que la ciudad hubiera tenido que reescribir su normativa de antemano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casi dos años después, volvimos a tocar la puerta. La pregunta principal era qué había pasado con todo aquello: ¿quedó en experimento o se transformó en algo más? Y, sobre todo, una pregunta que ordena esta edición del Boletín Ideas &amp; Inspiración: <strong>¿cómo se traduce un “laboratorio regulatorio” en desarrollo económico concreto para una ciudad?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Las respuestas las dio, como aquella vez,<strong> Carina de Castro Quirino</strong>. Es la subsecretaria de Regulación y Ambiente de Negocios de la Prefeitura de Río (<a href="https://desenvolvimento.prefeitura.rio/subsecretaria-de-regulacao-e-ambiente-de-negocios-subran/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUBRAN</a>), cuya área conduce el programa. Y dejan ver un cambio de etapa: el sandbox dejó de ser una vitrina de pilotos para empezar a producir lo que más le cuesta generar a cualquier gobierno frente a la innovación: <strong>normas con base en evidencia.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="694" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1.jpeg" alt="" class="wp-image-9565" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-300x203.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-768x521.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-48x33.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Drones de entrega, una de las primeras pruebas realizadas con Sandbox.Rio. Imagen: Sandbox.Rio.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Una caja de arena, para quien llega por primera vez</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La metáfora que le da nombre viene del mundo del software. Cuando una persona dedicada a la programación quiere probar un código nuevo, no lo libera directo al sistema: lo corre en un entorno aislado, una &#8220;caja de arena&#8221;, donde puede fallar sin contaminar al resto. En 2015, reguladores financieros del Reino Unido tomaron prestada la idea para dejar que las <em>fintech </em>probaran sus productos en un espacio acotado, sin exigirles de entrada todas las reglas pensadas para los bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Un sandbox regulatorio es eso: un permiso acotado en el tiempo, en el territorio y en su alcance, para probar algo nuevo en la vida real.</strong> No suspende los controles de seguridad ni las protecciones al ciudadano. Suspende, de forma temporal, normas menores que bloquean una innovación que todavía nadie reguló. Lo que cambió Río fue la escala. Una cosa es un sandbox financiero, con dos reguladores y un puñado de empresas. <strong>Otra muy distinta es una ciudad entera, con calles, vecinos, tránsito y comercios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Río creó su programa en 2022 mediante el Decreto Municipal 50.697. Cualquier empresa, startup o instituto de investigación puede presentar un proyecto. Si la innovación no encaja en la normativa vigente, el municipio la evalúa y, si tiene mérito, le otorga una autorización temporal para operar con usuarios reales y bajo monitoreo. Al cerrar el ciclo, la Prefeitura produce un informe técnico. Y ahí empieza lo interesante.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9566" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-2000x1333.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Patinetes eléctricos compartidos aparcados en una estación fija en Río. Imagen: Patinete Rio / Proyecto Whoosh.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Del experimento a la norma: el caso de los patinetes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Si hay un aprendizaje que el equipo de Quirino rescata de estos casi cuatro años es que <strong>“una regulación eficaz necesita evidencia, no anticipación”.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">La subsecretaria lo plantea como una inversión de la lógica habitual del Estado. &#8220;El poder público suele regular nuevas tecnologías a partir de proyecciones y suposiciones&#8221;, explica. El sandbox propone el camino opuesto: primero se prueba en escala real, después se regula a partir de los datos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El caso que mejor completa esa trayectoria es el del Proyecto Patinete Rio, de la empresa <a href="https://restofworld.org/2024/whoosh-escooter-russian-company-brazil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Whoosh</a>. Durante 19 meses de operación experimental, la Prefeitura midió de forma continua patrones de uso, perfil de usuarios e impactos en la movilidad y el ambiente. <strong>Al cerrar el ciclo, los números eran contundentes: 2,9 millones de viajes, 972.000 usuarios activos y unos 230 empleos directos e indirectos generados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ese volumen de datos resultó decisivo para dos movimientos que tuvieron que ocurrir en paralelo. Por un lado, la articulación con las áreas municipales, que pasaron a conocer los riesgos reales —y no hipotéticos— de los patinetes en el espacio urbano. Por el otro, el respaldo político para avanzar hacia una regulación permanente. El resultado fue el Decreto Municipal 57.657, del 9 de marzo de 2026, que regula de forma definitiva los patinetes eléctricos compartidos en la ciudad, tras un proceso que incluyó consulta pública, informes de monitoreo y diálogo con los organismos involucrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La lección que deja Quirino es directa:<strong> sin el sandbox, el debate regulatorio se habría trabado en intuiciones y en comparaciones con otras ciudades, sin práctica propia. </strong>Con él, se discutió sobre evidencia recogida en un entorno controlado. <em>&#8220;</em>Datos que no dejaban margen para cuestionar la relevancia del servicio para la ciudad&#8221;, resume.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qué se regula y qué no: el mecanismo detrás</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">El caso de los patinetes es el producto de un método. Al final de cada ciclo, de unos doce meses, el Sandbox.Rio produce un informe técnico consolidado que orienta la decisión entre tres caminos posibles: regulación definitiva, continuidad experimental o cierre ordenado del proyecto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Los patinetes ya recorrieron ese camino completo. Otros están en pleno trayecto. El más avanzado es el <a href="https://en.prefeitura.rio/noticias/rio-de-janeiro-e-a-primeira-cidade-do-brasil-a-inaugurar-eletroposto-em-area-publica/">Eletroposto Carioca</a>, la primera estación de recarga de vehículos eléctricos del país, inaugurada en febrero de 2025 en Barra da Tijuca. En su primer año registró 21.179 sesiones de recarga, consumió 522.373 kWh y evitó 406 toneladas de dióxido de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esos datos, según la Prefeitura, ya están orientando una decisión de política pública más amplia. Río es la tercera ciudad de Brasil en cantidad de vehículos eléctricos patentados, y la demanda crece más rápido que la oferta de infraestructura: la flota electrificada brasileña aumentó 28% solo en el primer semestre de 2025, y las ventas crecieron 65,5% en los dos primeros meses de 2026 frente al mismo período del año anterior. El país tenía unas 21.000 estaciones de recarga en febrero de 2026, pero los conductores siguen señalando la falta de infraestructura como el principal cuello de botella de la electromovilidad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por eso la ciudad avanza en el diseño de un Plan Municipal de Electromovilidad, que prevé sumar 15 nuevas estaciones públicas de recarga hasta 2028. El sandbox fue el instrumento que permitió acumular datos reales sobre demanda, perfiles de uso, localización estratégica y viabilidad económica. Datos que ahora sostienen ese plan. En palabras de Quirino, “el programa no existe solo para liberar innovación, sino para producir el conocimiento que permite al Estado actuar con precisión”.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-9567" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-1024x683.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-1536x1024.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-2000x1333.jpeg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Bicicleta acuática recolectora de residuos en la Laguna Rodrigo de Freitas. Imagen: Proyectdo Biclean.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>La innovación también para las periferias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">En todo el camino hubo, sin embargo, un punto sensible que el propio equipo detectó. Los dos primeros ciclos habían dado resultados sólidos, pero concentrados en zonas con mejor acceso a infraestructura urbana: la Zona Sur y Barra da Tijuca. La innovación llegaba donde ya existía en cierto modo, no donde más falta hacía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El tercer ciclo, lanzado en agosto de 2025, buscó corregir ese sesgo. <strong>Por primera vez, los proyectos orientados a comunidades cariocas y a áreas fuera de ese eje reciben hasta diez puntos adicionales en la selección.</strong> El cambio se notó: 58 proyectos inscriptos, según la Prefeitura, un récord para un sandbox municipal en Brasil, con participación inédita de iniciativas pensadas para territorios periféricos y un jurado integrado por instituciones como la <a href="https://www.firjan.com.br/espanol/firjan/default.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Firjan</a> y la <a href="https://ufrj.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFRJ</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre los diez proyectos del ciclo, dos muestran con claridad ese giro. Uno es <strong>Biclean</strong>, una bicicleta acuática que se prueba en la Laguna Rodrigo de Freitas como vehículo de recreación y turismo sustentable, con la particularidad de recolectar residuos mientras circula. El otro, de mayor alcance social, es un CEP Digital —un sistema de direcciones digitales— para las comunidades de Mangueira y Caju, desarrollado por la logtech de impacto social naPorta junto a la Secretaría de Desarrollo Económico y la Secretaría Municipal de Salud.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La idea es sencilla, pero no por eso&nbsp; menos potente. En territorios donde el sistema postal tradicional no funciona, se crean direcciones digitales precisas para cada vivienda. Eso permite, por ejemplo, que los agentes comunitarios de salud localicen a los vecinos con exactitud, mejora el seguimiento de pacientes, la cobertura de vacunación y la eficacia de los programas de atención primaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La tecnología de direcciones digitales ya venía aplicándose en favelas cariocas desde fines de 2024; lo que aporta el sandbox es articularla con los servicios públicos de salud del municipio. Es el tipo de resultado, señala Quirino, <strong>que convierte al programa en un instrumento de reducción de desigualdad urbana, y no solo de fomento al emprendimiento.&nbsp;</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="632" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8.jpeg" alt="" class="wp-image-9570" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8.jpeg 1000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-300x190.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-768x485.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-24x15.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-36x23.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-48x30.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Biclean, una bicicleta acuática que se prueba en la Laguna Rodrigo de Freitas como vehículo de recreación y turismo sustentable, con la particularidad de recolectar residuos mientras circula. Imagen: </sup></em><a href="http://10viajes.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><sup><em>10viajes.com</em></sup></a><em><sup>&nbsp;</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Límites y diálogo con otros niveles del Estado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La experiencia carioca también deja ver dónde están las tensiones. Un sandbox municipal solamente puede mover normas municipales, y los límites aparecen cuando una innovación toca competencias de otros niveles del Estado. El propio equipo lo reconoce: puede dialogar con reguladores federales, como la agencia de aviación que interviene en el caso de los drones o los eVTOL, pero no modificar sus reglas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ese roce de competencias se hizo visible en abril de 2026, cuando la Prefeitura publicó un decreto más amplio —distinto del de los patinetes compartidos— para ordenar la circulación de toda la micromovilidad eléctrica en la ciudad. El Ministerio Público del Estado de Río cuestionó parte de esa norma y <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/16/mprj-decreto-ciclomotores-prefeitura-do-rio.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pidió su suspensión</a>, al considerar que el municipio no puede modificar clasificaciones de vehículos ya definidas por la legislación federal de tránsito.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El decreto afectado, el número 57.823, no tiene relación con el programa Sanbox.Rio (el de los patinetes compartidos es el número 57.657 y se encuentra vigente). El episodio, todavía abierto, ilustra un aprendizaje que excede a Río: experimentar en el ámbito local es posible y fértil, pero llevar esos aprendizajes a una regulación duradera exige coordinar con los demás niveles del Estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qué puede aprender otra ciudad de la región</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para los gobiernos locales que leen este Boletín, la pregunta práctica es si todo esto se puede replicar. La recomendación de Quirino es no esperar a tener el modelo perfecto.<strong> &#8220;El mayor error que puede cometer una ciudad es creer que necesita regular el futuro antes de entenderlo&#8221;</strong>, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El programa carioca, recuerda, no demandó recursos del erario ni una estructura compleja: necesitó voluntad política, un instrumento jurídico claro y un equipo dispuesto a aprender junto con las empresas. Se apoya, además, en una base normativa nacional —el Marco Legal de Startups, la ley complementaria 182 de 2021— que habilita expresamente a estados y municipios a crear estos entornos de prueba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En la región, ciudades como Porto Alegre, Goiânia, Maceió, Criciúma, Teresópolis y Volta Redonda, además del estado de São Paulo, ya armaron sus propios sandboxes. En la Argentina, la Ciudad de Buenos Aires cuenta con una ley desde 2021, y municipios como Escobar empezaron a transitar caminos regulatorios similares, inspirados en parte por la experiencia de Río.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El decreto que dio origen al Sandbox.Rio está disponible como modelo adaptable para cualquier municipio que quiera empezar. Porque el problema que resuelve, dice Quirino, es universal: <strong>&#8220;Si tu ciudad enfrenta tecnologías que llegan más rápido que la capacidad de regularlas —y todas las enfrentan— el sandbox no es una opción sofisticada reservada a las grandes metrópolis. Es la respuesta práctica a un problema común&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Casi dos años después de aquella primera nota, la caja de arena de Río demostró algo que va más allá de los drones y los autos voladores que la hicieron famosa: que un permiso temporal, bien diseñado, puede convertirse en infraestructura, en empleo, en servicios de salud que llegan a una favela. Y, sobre todo, en una forma distinta de que el Estado se relacione con lo que todavía no sabe regular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contacto con Sandbox.Rio:</strong> <a href="https://www.sandboxrio.com.br/">https://www.sandboxrio.com.br/ </a></p>



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		<title>Qué es el Pago por Resultados y cómo Bogotá lo llevó al corazón de su gestión pública</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/que-es-el-pago-por-resultados-y-como-bogota-lo-llevo-al-corazon-de-su-gestion-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:05:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Después de una década de pilotos, Colombia llevó el modelo de Pago por Resultados al corazón de la gestión municipal. Bogotá es la primera ciudad de América Latina en crear un Comité Distrital para institucionalizarlo: ya tiene cinco programas aprobados y un decreto que lo blinda frente al cambio de gobierno. Cómo funciona esta innovación financiera, qué condiciones lo hicieron posible y qué aprendizajes deja para otras ciudades.</p>
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<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-66cb2b684d63f0abe15c5c983c98d5e8 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Pago por resultados</p>



<p class="wp-block-paragraph">¿Qué pasaría si el Estado pagara solo cuando un programa social funciona? No por las capacitaciones que dio. No porque se cumplió un cronograma. Sino cuando una persona obtiene un empleo formal y un sistema independiente verifica que efectivamente lo consiguió.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ese es, en esencia, el modelo de Pago por Resultados que Colombia viene desarrollando desde hace una década y que Bogotá decidió convertir en política de gestión. Lo hizo mediante un decreto, su incorporación al Plan de Desarrollo Distrital 2024-2027 y la creación del Comité Distrital de Pago por Resultados, una instancia que articula áreas de gobierno, verifica metas y diseña nuevos esquemas. No se conoce un antecedente similar a nivel de ciudad ni en Colombia ni en el resto del mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En estos modelos, el Estado define una meta verificable —por ejemplo, empleo formal sostenido, calidad medida en educación inicial, acceso a financiamiento productivo— y vincula una porción del pago a los operadores al cumplimiento de esa meta. La novedad, en Bogotá, es haberla convertido en política institucional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuando no se sabe si el gasto funciona</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">El punto de partida es un problema viejo de la administración pública: presupuestos limitados, exigencia creciente sobre cómo se usan y la obligación de cumplir metas concretas frente a desafíos persistentes, como la empleabilidad de la población más vulnerable.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“El esquema tradicional tiende a pagar por procesos y actividades —que se contrate, que se ejecute, que se cumpla el cronograma— más que por lo que efectivamente se transforma en la vida de las personas. El modelo de Pago por Resultados busca corregir esa lógica: orientar el gasto hacia lo que de verdad se logra y hacer más eficiente cada peso gastado”, explicó a +COMUNIDAD <strong>María del Pilar López Uribe</strong>, secretaria de Desarrollo Económico de Bogotá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La observación no es nueva. Buena parte de las políticas sociales en la región se evalúan por insumos y actividades, no por transformaciones medibles. El Pago por Resultados invierte esa lógica: la unidad de pago deja de ser la capacitación y pasa a ser el resultado final que esa capacitación persigue.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pago por Resultados: 10 años de aprendizajes en Colombia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Colombia no parte de cero. Lleva un decenio desarrollando un ecosistema nacional de Pago por Resultados que la convirtió en referente regional. En 2017 lanzó <a href="https://socialdigital.iadb.org/es/node/16765" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Empleando Futuro</a>, el primer Bono de Impacto Social en un país de ingresos medios del mundo, implementado en Pereira, Cali y Bogotá.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El programa acompañó a 898 personas en situación de alta vulnerabilidad —el 74% mujeres, el 51% jóvenes de entre 18 y 24 años y el 39% víctimas del conflicto armado— con un esquema en el que los pagadores (el Departamento para la <a href="https://prosperidadsocial.gov.co/Noticias/primer-bono-de-impacto-social-presenta-resultados-obtenidos-en-empleo-inclusivo-para-poblacion-vulnerable/">Prosperidad Social</a> y BID Lab) sólo desembolsaban contra tres resultados específicos: <strong>colocación en empleo formal, retención a tres meses y retención a seis meses. </strong>La verificación estuvo a cargo de un tercero independiente, la firma auditora Deloitte, y participaron 643 empresas ofreciendo vacantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Los resultados fueron contundentes y, en buena medida, son los que después permitieron escalar el modelo.<strong> El bono superó en un 17% la meta de colocación (117% de cumplimiento) y, sobre todo, el 88% de las personas que consiguieron un empleo formal lo mantuvieron al menos tres meses.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos años después, el país fue el primero en América Latina en crear un Fondo de Pago por Resultados —llamado <a href="https://maspxr.com/iniciativa/fondo-logra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Logra</a>—, pensado como un vehículo financiero para escalar y dar sostenibilidad al modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El acumulado del ecosistema incluye cuatro bonos implementados, más de 20.000 millones de pesos colombianos movilizados (unos 5,5 millones de dólares) y más de 5.000 empleos formales generados para población vulnerable, con la participación de 14 inversionistas y 9 proveedores de servicios del sector privado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En septiembre de 2024, el Departamento Nacional de Planeación (DNP), junto con el BID a través de su laboratorio de innovación, la cooperación suiza (SECO) y Fundación Corona, formalizaron una <a href="https://www.dnp.gov.co/Prensa_/Noticias/Paginas/dnp-y-el-bid-unen-esfuerzos-para-implementar-la-estrategia-de-pagos-por-resultados.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estrategia Nacional de Pago por Resultados</a> que incluye, entre otras cosas, un sandbox regulatorio para identificar y remover las barreras legales que dificultan su implementación.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-9554" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4-1024x577.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4-300x169.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4-768x433.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4-24x14.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4-36x20.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4-48x27.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-4.jpg 1270w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Actores que formalizaron la Estrategia Nacional de Pago por Resultados. Imagen: Departamento Nacional de Planeación.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cómo se paga por resultados</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Detrás del nombre hay una arquitectura concreta. El Estado define una meta verificable —por ejemplo, 1.000 personas vulnerables empleadas y retenidas durante seis meses—. Operadores ejecutan el programa en territorio: capacitación, intermediación laboral, acompañamiento. Una instancia independiente verifica si el resultado se alcanzó. Y recién entonces se paga. Si la meta no se cumple, no hay desembolso o el desembolso es parcial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pagar por resultados es un modelo que nos permite, tanto al sector público como al privado, asegurarnos de que cada peso, cada centavo, cada dólar que estamos invirtiendo en nuestros programas y proyectos esté atado a la obtención de un resultado final que pueda medir y verificar. Nos asegura impacto, eficiencia y transparencia”, desarrolló<strong> María Paulina Gómez</strong>, directora del programa <a href="https://maspxr.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MÁS Pago por Resultados</a>, en declaraciones a Malditos Optimistas y la Red de Innovación Local (RIL).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hay dos formas principales en que los actores privados se vinculan a estos esquemas, y cada una configura una arquitectura financiera distinta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En la primera, inversionistas privados —organizaciones filantrópicas, fundaciones, capital de deuda— ponen el capital por adelantado y asumen el riesgo: si el resultado se alcanza, recuperan su inversión con un retorno. Si no, asumen la pérdida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En la segunda, no hay inversionistas externos: el Estado contrata operadores tradicionales y vincula parte sustancial de su pago al cumplimiento del resultado. El operador, en la práctica, se juega el cierre financiero del proyecto.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149-1024x577.png" alt="" class="wp-image-9555" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149-1024x577.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149-300x169.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149-768x432.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149-24x14.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149-48x27.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-125149.png 1174w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Entrevista a María Paulina Gómez en el programa Malditos Optimistas. Imagen: captura de pantalla.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Las condiciones que hicieron a Bogotá un terreno fértil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para que una ciudad pueda dar el salto del piloto a la política institucionalizada, hace falta más que voluntad. Hace falta una combinación específica de condiciones, según describe la dirección del programa que acompaña el proceso desde la cooperación internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hay una suma de lo que llamamos condiciones habilitantes. No es imposible, pero tenemos que trabajar para unir los puntos. Bogotá tenía capital catalítico, asistencia técnica y un marco de confianza para que los gobiernos aprendieran a utilizar este tipo de esquemas. Innovar con recursos públicos suele dar temor, es complejo, y estos actores pusieron unas condiciones al principio”, observa María Paulina Gómez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La otra condición habilitante es política. Sin tomadores de decisión dispuestos a probar un mecanismo nuevo, los puntos no se alinean. “Hubo una decisión concreta de utilizar este mecanismo, probarlo y lograr resultados verificados que apunten a las metas de desarrollo”, agrega la directora de MÁS Pago por Resultados.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="270" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-1024x270.png" alt="" class="wp-image-9556" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-1024x270.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-300x79.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-768x203.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-1536x405.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-24x6.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-36x10.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235-48x13.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-pantalla-2026-05-28-130235.png 1663w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Actores aliados. Imagen. Más Pago por Resultados.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>De experimento a política: la apuesta del Comité Distrital</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La novedad de Bogotá no es haber usado el Pago por Resultados —ya lo había hecho como ciudad participante de los bonos nacionales—. La novedad es la decisión de institucionalizarlo. Para eso, la Alcaldía lo incluyó en el Plan de Desarrollo Distrital 2024-2027 y lo respaldó con un decreto que regula su uso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">La pieza central de esa arquitectura es el Comité Distrital de Pago por Resultados, la instancia que articula a las áreas del gobierno, verifica los resultados y discute el diseño de cada esquema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sobre lo más innovador, no creo que sea un solo elemento, sino la apuesta por institucionalizar el mecanismo para que trascienda al gobierno de turno. Esto ayuda a blindar el mecanismo y evita que la iniciativa muera con el cambio de administración”, ahondó María del Pilar López Uribe.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="369" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2-1024x369.jpg" alt="" class="wp-image-9557" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2-1024x369.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2-300x108.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2-768x276.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2-24x9.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2-36x13.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2-48x17.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-2.jpg 1400w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Comité Distrital de Pago por Resultados de Bogotá.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Una adaptación técnica que destrabó el modelo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para que el esquema funcionara dentro del marco legal colombiano hubo que resolver una incompatibilidad concreta: la anualidad presupuestal. La regla establece que el gasto público se compromete año a año, pero los esquemas de Pago por Resultados pagan contra metas que se verifican en horizontes más largos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La solución a la que llegó la ciudad fue un arreglo fiduciario que permite extender esa anualidad para los sectores definidos por el mecanismo. Es un detalle técnico, pero es el tipo de adaptación que separa una idea atractiva en el papel de un modelo que efectivamente puede operar dentro de las reglas de juego de la administración pública. “Esa fue la adaptación concreta que hizo viable el modelo en nuestro marco legal”, resume López Uribe.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cinco programas aprobados, uno completado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">En poco más de un año desde la puesta en marcha del Comité, Bogotá tiene cinco esquemas aprobados en distintas etapas de su ciclo. Solo uno concluyó hasta ahora: el programa de <a href="https://www.integracionsocial.gov.co/index.php/noticias/93-noticias-infancia-y-adolescencia/7359-integracion-social-abre-convocatoria-para-entidades-sin-animo-de-lucro-operacion-de-jardines-infantiles-cofinanciados-en-bogota" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jardines Infantiles Cofinanciados</a>, que incluyó un componente de Pago por Resultados orientado a incentivar la asistencia, la permanencia y la medición de la calidad de la educación inicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Un segundo frente de éxito, y quizás el más valioso de cara al futuro, son los aprendizajes que ya están alimentando nuevas iteraciones”, precisó la secretaria de Desarrollo Económico de Bogotá. En Jardines Infantiles, una segunda implementación incorporó mejoras derivadas de la primera: la permanencia se consolidó como métrica de pago (la asistencia puntual pasó a ser una obligación contractual), se amplió el período de verificación de la calidad y se ajustaron los sistemas de información para que los pagos avancen al ritmo en que se verifican los resultados. En empleo ocurre algo parecido: la Secretaría está diseñando un nuevo esquema mientras el actual sigue en implementación.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="750" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-3.jpg" alt="" class="wp-image-9558" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-3.jpg 1000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-3-300x225.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-3-768x576.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-3-24x18.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-3-36x27.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Pago-por-Resultados-3-48x36.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Programa de Jardines Infantiles Cofinanciados. Imagen: Secretaría de Integración Social de Bogotá.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cali: cuando el resultado no es solo el empleo, sino la trayectoria</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de Bogotá, <a href="https://www.cali.gov.co/desarrolloeconomico/publicaciones/147437/bono-impacto-social/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cali</a> había llevado el modelo un paso más allá. En lugar de pagar solo por la colocación laboral, la ciudad incentivó financieramente que la persona se mantuviera en el empleo tres y seis meses. La lógica era distinta: ya no se trataba de generar ingresos puntuales, sino de medir un cambio sostenido en la trayectoria de la persona.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Empezamos a resolver otro tipo de problemática, que no es solo generación de ingresos, sino superación de la pobreza. Cuando una persona viene de la informalidad, pasa a empleo formal y lo retiene tres o seis meses, lo que vemos a través de nuestros estudios de impacto es que la trayectoria laboral cambia completamente”, aseguró María Paulina Gómez. “Las empresas quieren retener ese talento, la formalidad se mantiene, y la persona accede a otros servicios: créditos financieros, créditos para vivienda. Se genera un círculo más positivo”, añadió.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esa redefinición del resultado es –consideran– una innovación. Cambia lo que el Estado considera “éxito” y, en consecuencia, qué tipo de intervenciones tienen sentido financiar. Si el indicador es la colocación, basta con conectar a la persona con un empleador. Si el indicador es la retención, hay que trabajar las brechas que normalmente sacan a esa persona del mercado formal: cuidados para mujeres con hijos, auxilio de transporte, acompañamiento psicosocial, habilidades blandas, entre otros.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pago por Resultados: dos arquitecturas, una misma lógica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cali y Bogotá representan dos formas distintas de operar el Pago por Resultados, y la diferencia es relevante para cualquier ciudad que esté pensando en adoptar el modelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cali utilizó el esquema clásico</strong>, con inversionistas privados que asumen el riesgo: organizaciones filantrópicas y otras fuentes que pusieron capital privado por adelantado para desplegar el programa, y la Alcaldía como pagador final, condicionado a los resultados verificados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bogotá tomó otro camino:</strong> en sus esquemas distritales no hay inversores privados a riesgo. La ciudad trabaja con los operadores habituales de cada programa y les incorpora un componente de Pago por Resultados. El operador recibe un pago por actividades, pero el pago total depende del resultado.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="574" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-1024x574.png" alt="" class="wp-image-9559" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-1024x574.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-300x168.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-768x430.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-1536x860.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-2048x1147.png 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-2000x1120.png 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-24x13.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Gemini_Generated_Image_jy1u81jy1u81jy1u-48x27.png 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Pago por Resultados. Imagen ilustrativa generada con Open AI.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Calibrar el incentivo, la decisión más difícil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De todas las decisiones técnicas que implica diseñar un esquema de Pago por Resultados, hay una que sus impulsores señalan como la más compleja: cuánto del pago debe estar atado al resultado y cuánto a las actividades previas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Si el incentivo se pone muy alto, desincentiva el uso del esquema; si queda muy bajo, no agrega nada. Calibrarlo bien es una de las decisiones más difíciles del modelo”, indica la secretaria de Desarrollo Económico de Bogotá.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">La calibración define, en los hechos, qué tan “arriesgada” resulta la intervención para el operador. Y de eso depende el comportamiento que el modelo termina premiando. Un incentivo bajo hace que el componente de resultado sea una formalidad. Un incentivo demasiado alto puede llevar a los operadores a seleccionar solo a las personas con más probabilidades de éxito o, directamente, a no participar de los esquemas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qué aprende una ciudad que quiera intentarlo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Consultada por +COMUNIDAD sobre qué consejos le daría a otra ciudad que quiera seguir un camino parecido, López Uribe distingue varios niveles. El primero es político: empezar no por el instrumento, sino por un resultado que la ciudad de verdad quiera lograr y esté dispuesta a defender y sostener. Sin esa convicción, el resto del andamiaje no se sostiene.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre esa base, identifica un conjunto de condiciones prácticas: construir un marco normativo y de seguridad jurídica que dé confianza a quienes van a participar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Anclar el esfuerzo en lo institucional —plan de desarrollo, decreto o acto administrativo equivalente— para que sobreviva al cambio de gobierno.&nbsp;</li>



<li>Empezar pequeño y bien estructurado, antes que grande y débil en métricas-</li>



<li>No subestimar la verificación, porque sin medición creíble el modelo entero pierde sentido.</li>



<li>&nbsp;Calibrar con cuidado el incentivo, y apoyarse desde el inicio en pares, cooperación y aliados técnicos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">También menciona un aprendizaje menos visible: la articulación con sectores como Hacienda y Planeación, que tienen una mirada estratégica más distante del día a día de las áreas ejecutoras. “Construir la normativa exigió acercar esas dos miradas”, dice. Es el tipo de fricción que rara vez aparece en los manuales, pero define si un esquema termina implementándose o queda escrito.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Más allá del empleo: el horizonte del modelo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante una década, Colombia concentró sus esquemas de Pago por Resultados en empleabilidad para población vulnerable. Era el terreno donde había una problemática nítida, un indicador medible y fuentes públicas para verificarlo. Pero el modelo no se limita a ese campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todas las áreas de política pública tienen chance de utilizar este mecanismo. Requiere distintas condiciones. En Colombia exploramos educación, empleo, productividad, salud, mortalidad materna, economía circular, conservación de biodiversidad. Lo que necesitamos es un problema concreto buscando un resultado concreto, y a quiénes tenemos que incentivar financieramente para alcanzarlo, que sea medible y verificable dentro del tiempo de intervención”, insiste María Paulina Gómez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bogotá ya empezó a moverse en esa dirección. Sus cinco esquemas aprobados incluyen los frentes históricos —empleo, productividad, financiamiento empresarial—, pero también calidad de jardines infantiles, un terreno donde el resultado a medir y a pagar es la educación temprana, no la colocación laboral.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un cambio de pregunta</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Si el modelo se sostiene, lo que cambia no es sólo cuánto se gasta. Cambia la pregunta que se le hace al gasto público. La pregunta tradicional fue durante mucho tiempo: “¿el dinero se ejecutó?”. La pregunta del Pago por Resultados es otra: “¿el problema se resolvió?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Una década de pilotos, cuatro bonos de impacto, miles de empleos generados, una estrategia nacional, un decreto distrital y un comité que ya tiene su rutina de trabajo sugieren que la pregunta puede formularse y, en algunos casos, responderse. El siguiente paso, el que están explorando estas y otras ciudades, es averiguar hasta dónde llega.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><br><strong><em>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores de diferentes temáticas en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes&nbsp;<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suscribirte</a>&nbsp;de forma gratuita!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><br><strong>Redacción +COMUNIDAD<br></strong><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Con IA, Río de Janeiro reduce el papeleo manual en la gestión alimentaria de las escuelas </title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/inteligencia-artificial-gestion-educativa-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mascomunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 20:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educación]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[alimentación escolar]]></category>
		<category><![CDATA[automatización de procesos]]></category>
		<category><![CDATA[control de gastos]]></category>
		<category><![CDATA[eficiencia administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[gestión basada en datos]]></category>
		<category><![CDATA[gestión educativa]]></category>
		<category><![CDATA[gobierno digital]]></category>
		<category><![CDATA[innovación pública]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[modernización del Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[reasignación de recursos]]></category>
		<category><![CDATA[reducción de burocracia]]></category>
		<category><![CDATA[Río de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tecnología en educación]]></category>
		<category><![CDATA[transparencia]]></category>
		<category><![CDATA[validación de facturas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mascomunidad.org.ar/?p=8919</guid>

					<description><![CDATA[<p>La Secretaría de Educación implementó un desarrollo interno de IA de bajo costo para automatizar la validación de 80.000 documentos mensuales. El sistema elevó la precisión del control al 99% y permitió reasignar a 60 administrativos a tareas de monitoreo de calidad en los comedores, liberando a los directivos de la gestión burocrática.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Hasta hace poco tiempo, los directores de escuela en Río de Janeiro tenían una cita obligada que los alejaba de las aulas. Cada semana, debían interrumpir su labor pedagógica para revisar, firmar y transportar físicamente pilas de facturas de proveedores de alimentos. No era un trámite menor: cada comedor recibe decenas de entregas y cada una genera un comprobante fiscal (DANFEs) que debe validarse para que el proveedor cobre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esa rutina manual, multiplicada por todas las escuelas de la ciudad, generaba una montaña de <strong>80.000 documentos mensuales</strong>. Los directivos perdían horas en el tráfico llevando papeles a las oficinas regionales y, allí, un un equipo de 60 profesionales –en su mayoría docentes destinados al área administrativa– dedicaba su jornada completa a la revisión manual de cada documento. Una tarea repetitiva, de baja complejidad analítica, y, sobre todo, una barrera burocrática que consumía tiempo valioso para la educación de los estudiantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este método analógico presentaba altos índices de fallas.<strong> Un muestreo realizado sobre 500 facturas procesadas manualmente detectó que el 30% contenía algún tipo de inconsistencia, </strong>desde certificaciones incompletas hasta divergencias en la información. <strong>Antoine Lousao</strong>, subsecretario ejecutivo de la Secretaría Municipal de Educación de Río de Janeiro, desarrolla en diálogo con +COMUNIDAD las consecuencias de este esquema. &#8220;No era raro que el proceso sufriera retrasos, ocasionando demoras en el pago a los proveedores y riesgo de interrupción del suministro de alimentos&#8221;, ilustra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Además de los riesgos operativos, el sistema consumía recursos valiosos. Cuando se detectaba un error, las facturas debían devolverse físicamente a las escuelas para reiniciar el ciclo, lo que duplicaba el trabajo y aumentaba la carga sobre los directivos y el personal administrativo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="765" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-1024x765.png" alt="" class="wp-image-8921" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-1024x765.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-300x224.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-768x574.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-24x18.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-36x27.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-48x36.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Del papel a la automatización con IA. Foto: Secretaría Municipal de Educación de Río de Janeiro.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un desarrollo interno para escalar la solución</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La respuesta de la Secretaría no fue adquirir un software enlatado, sino aprovechar las capacidades instaladas. Identificaron que la validación de facturas era un candidato ideal para la <strong>automatización con inteligencia artificial (IA) </strong>debido a su carácter repetitivo y basado en reglas claras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se conformó un equipo pequeño con funcionarios de carrera y pasantes para crear una herramienta a medida. &#8220;Fue posible construir la solución de automatización a muy bajo costo y con un desarrollo 100% interno de la Alcaldía <em>(Prefeitura)</em>&#8220;, detalla Lousao.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El proyecto comenzó con una prueba piloto en 30 escuelas y, tras verificar su funcionamiento, se escaló a toda la red con el apoyo de <a href="https://iplanrio.prefeitura.rio/">IplanRIO</a>, el órgano tecnológico de la administración local. Esta compañía municipal colaboró en la arquitectura del sistema para soportar accesos simultáneos y gestionar las colas de procesamiento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>La premisa fue la accesibilidad.</strong> La herramienta permite que los directores carguen las facturas digitalizadas con un solo clic, eliminando la necesidad de viajes semanales y el trasiego de papeles.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-768x1024.png" alt="DANFEs, IA" class="wp-image-8922" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-768x1024.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-225x300.png 225w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-1152x1536.png 1152w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-18x24.png 18w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-27x36.png 27w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-36x48.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 768px) 90vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Del papel a la IA. Foto: Secretaría Municipal de Educación de Río de Janeiro.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dos capas de control automático</strong> con IA</h2>



<p class="wp-block-paragraph">El nuevo sistema transformó la lógica de control mediante dos niveles de intervención de IA que operan sin asistencia humana inmediata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La primera capa se enfoca en la validación formal. Según describe Lousao:<strong> &#8220;La primera capa de automatización verifica con un 99% de precisión la conformidad de las certificaciones en las facturas, una tasa de éxito muy superior al análisis humano&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, una segunda instancia analiza el contenido específico de la transacción. &#8220;La segunda capa de automatización verifica la conformidad de los ítems de la factura, evitando pagos de ítems o cantidades indebidas&#8221;, agrega el funcionario. <strong>Si el documento supera ambos filtros, se transmite directamente a la instancia regional para la instrucción del pago.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta precisión técnica tuvo una repercusión directa en la cultura de trabajo. La implementación incluyó una &#8220;operación asistida&#8221; donde el equipo técnico acompañó a las escuelas para recibir <em>feedback</em> y realizar ajustes rápidos, como la simplificación de términos en las certificaciones, lo que facilitó la lectura por parte del algoritmo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="742" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-1024x742.png" alt="Validación de DANFEs, IA. " class="wp-image-8923" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-1024x742.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-300x218.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-768x557.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-1536x1114.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-24x17.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-36x26.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-48x35.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24.png 1560w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Proceso de validación de DANFEs. Foto: Secretaría Municipal de Educación de Río de Janeiro.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto en el presupuesto y los recursos humanos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La incorporación de esta tecnología no buscó reducir la plantilla, sino cualificar la labor de los servidores públicos. Las 60 personas que anteriormente revisaban papeles en las oficinas regionales fueron liberadas de esa carga burocrática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este conjunto de automatizaciones permite la liberación y reasignación de 60 personas anteriormente dedicadas a tiempo exclusivo al tratamiento de DANFEs en las regionales, quienes pasan a dedicarse al seguimiento de la calidad del Programa de Alimentación en las escuelas o son reasignadas a otras funciones&#8221;, afirma Lousao.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>En términos económicos, la relación costo-beneficio resultó favorable para la administración. </strong>El gasto operativo de la herramienta se limita al consumo de <em>tokens</em> para el procesamiento de datos, lo cual representa una inversión mínima frente al valor del tiempo recuperado (“algunas centenas de reales por semana”). Lousao destaca que &#8220;la ganancia con la reasignación de esos profesionales se mide de forma permanente a lo largo del tiempo, <strong>constituyendo un ahorro de cientos de miles de reales todos los meses&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Actualmente, el equipo trabaja en una nueva fase del proyecto que apunta a digitalizar el 100% del ciclo, incluyendo la entrega de facturas por parte de los proveedores, para cerrar el circuito de manera integral.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="806" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-1024x806.png" alt="" class="wp-image-8920" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-1024x806.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-300x236.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-768x605.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-24x19.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-36x28.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-48x38.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transferibilidad del modelo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">El caso de Río de Janeiro demuestra que la innovación tecnológica en el sector público no depende exclusivamente de grandes presupuestos, sino de la identificación precisa de procesos automatizables.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para los municipios interesados en replicar esta experiencia, los requisitos de infraestructura física son bajos. &#8220;La solución es altamente replicable para cualquier proceso que involucre la validación de DANFEs y otros documentos que exijan análisis de bajo grado de complejidad&#8221;, asegura el subsecretario.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No obstante, advierte que el principal desafío reside en el capital humano: la clave está en &#8220;la adquisición de competencias por parte de los profesionales para la adaptación, el seguimiento del uso y el mantenimiento de la solución&#8221;.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores de diferentes temáticas en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes</em></strong><a href="https://forms.gle/fPLL1AWabbE2JYnn7"><strong><em>suscribirte</em></strong></a><strong><em> de forma gratuita!</em></strong></h5>



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<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</sup></em><br><strong>Redacción <a href="https://mascomunidad.org.ar/">+COMUNIDAD</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>De la burocracia a la IAcracia: la estrategia de Escobar para usar IA con reglas claras</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/burocracia-iacracia-escobar-inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 20:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atención Ciudadana]]></category>
		<category><![CDATA[Servicios Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mascomunidad.org.ar/?p=8614</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escobar diseñó el primer marco normativo municipal de Argentina para impulsar un uso ético y responsable de la inteligencia artificial. La estrategia combina programas de innovación, un sandbox de experimentación, un laboratorio público, un registro de algoritmos y proyectos piloto que abarcan atención ciudadana, salud, seguridad, transparencia y trazabilidad. Flora, su asistente estrella, es una de las iniciativas más visibles en un ecosistema que busca transformar la relación entre el Estado y la comunidad.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/burocracia-iacracia-escobar-inteligencia-artificial/">De la burocracia a la IAcracia: la estrategia de Escobar para usar IA con reglas claras</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">En el municipio bonaerense de Escobar, en Argentina, como en muchas localidades del país, hay una escena que se repite día a día: una persona abre WhatsApp para consultar un turno de salud, seguir un trámite o pedir información sobre su impuesto municipal. Lo que antes implicaba viajes, esperas o varios llamados hoy se resuelve en un intercambio cotidiano con <a href="https://www.escobar.gob.ar/la-municipalidad-de-escobar-presenta-a-flora-su-nuevo-chatbot-de-atencion-al-vecino/"><strong>Flora</strong></a><strong>, una asistente municipal basada en Inteligencia Artificial Generativa,</strong> <strong>que desde hace más de dos años es parte de la rutina local.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ese puente entre el gobierno local y la ciudadanía empezó a tenderse a partir de 2023, cuando el municipio comenzó a explorar nuevas formas de simplificar gestiones y reducir tiempos de atención de maneras más dinámicas, ágiles, sencillas y eficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La búsqueda no era únicamente tecnológica, sino también cultural. “Queríamos que la experiencia con el Estado fuera tan accesible como enviar un WhatsApp”, dice a +COMUNIDAD <a href="https://ar.linkedin.com/in/ana-carina-rodriguez"><strong>Ana Carina Rodríguez</strong></a>, subsecretaria de Innovación Pública de la <a href="https://www.escobar.gob.ar/"><strong>Municipalidad de Escobar</strong></a><strong>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esa experiencia cotidiana con Flora no es un hecho aislado, sino parte de una política más amplia. En paralelo al desarrollo de la asistente<strong>, Escobar avanzó en la construcción de una estrategia integral de inteligencia artificial que busca ordenar, regular y escalar todas las iniciativas tecnológicas del municipio.</strong> En 2025 creó el Programa Municipal de Innovación con IA y se convirtió en la primera ciudad argentina con un marco normativo específico para el uso ético y responsable de estas herramientas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El programa incluye un laboratorio de innovación pública, un <em>sandbox </em>para pruebas controladas, un registro de algoritmos y un comité de ética y gobernanza, además de convocatorias para proyectos piloto. Flora es uno de los casos más visibles dentro de un ecosistema que apunta a modernizar la gestión sin perder transparencia ni supervisión humana.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="lIPonII9Zi"><a href="https://mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/">“No podemos regular el futuro con reglas del pasado”: los sandboxes como oportunidades para el desarrollo</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;“No podemos regular el futuro con reglas del pasado”: los sandboxes como oportunidades para el desarrollo&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/embed/#?secret=G0zN6QwfXl#?secret=lIPonII9Zi" data-secret="lIPonII9Zi" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Flora dentro del ecosistema: evolución, capacidades y aprendizajes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Aunque forma parte de un ecosistema más amplio, Flora es un caso emblemático para entender la escala y el impacto de la estrategia IA municipal. Ana Carina Rodríguez cuenta que la historia de Flora comenzó a escribirse con un primer enfoque y objetivo: construir hábitos y lograr que vecinos y vecinas de Escobar interactúen mediante un chatbot informativo que ofrecía datos básicos y una lógica de menú.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“En 2024 avanzamos hacia una segunda etapa técnica, incorporando procesamiento de lenguaje natural, aunque aún bajo un esquema de menú fijo y predeterminado. Flora respondía preguntas y guiaba trámites simples, pero con una estructura rígida”, agrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El primer hito transaccional llegó ese mismo año, cuando se habilitó la posibilidad de realizar solicitudes de poda a través de este canal.<strong> Esta innovación marcó un crecimiento exponencial en el uso del bot y un cambio en la relación con la ciudadanía.</strong> “Fue la primera gestión que combinó información georreferenciada, foto del árbol en la vereda del vecino y la validación automática del estado de pago de tasas municipales”, explica la funcionaria, que además es comunicadora y especialista en innovación y gestión pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sobre ese aprendizaje construimos la evolución más profunda. <strong>En 2025 transformamos a Flora en un asistente municipal basado en IA generativa</strong>, completamente reentrenado con toda la información del municipio”, comenta. Y agrega: “Esto implicó recopilar, ordenar y alimentar al modelo con datos oficiales para que pudiera comprender lenguaje natural abierto, responder con precisión y acompañar procesos complejos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Con esa visión, el equipo consolidó una herramienta que hoy supera las 500.000 interacciones y cuenta con más de 257.000 personas usuarias registradas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-1024x682.jpeg" alt="Flora, Escobar. " class="wp-image-8616" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-1024x682.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-1536x1023.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-1.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Una persona utiliza FLORA. Imagen: Municipalidad de Escobar.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De los trámites básicos a una plataforma completa de atención ciudadana</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de la nueva arquitectura de la información, Flora permite realizar una amplia gama de trámites y consultas desde cualquier lugar. Se destacan servicios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Turnos de salud con validación de identidad y cobertura.</strong></li>



<li><strong>Pago de infracciones de tránsito dentro del propio chat.</strong></li>



<li><strong>Consulta y pago de tasas y servicios municipales.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">El hito más reciente de esta iniciativa fue <strong>la integración de la Oficina Virtual dentro de Flora. Esto permitió que áreas como Atención al Vecino, Contravencional, AMIP (tributos) y Defensa del Consumidor respondan directamente en WhatsApp. </strong>Cuando una consulta requiere intervención humana, los operadores se suman al chat en tiempo real. Así ofrecen opciones de conversación a través de videollamadas dentro de WhatsApp, ampliando las posibilidades de atención sin perder cercanía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El camino de Flora<a href="https://www.escobar.gob.ar/premio-a-flora-el-chatbot-de-la-municipalidad-premiado-por-la-sociedad-argentina-de-inteligencia-artificial/"> <strong>fue premiado en los Premios INARIA 2025</strong></a>, un evento organizado por el <a href="https://www.inaria.ar/"><strong>Instituto Argentino de Inteligencia Artificial</strong></a>, por la implementación del chatbot con tecnología de última generación para mejorar la gestión y la atención a la comunidad. La distinción fue otorgada por la<a href="https://saia.ar/"><strong> Sociedad Argentina de Inteligencia Artificial (SAIA)</strong></a>, en el marco de un evento que tuvo como lema principal:<em> </em><strong><em>“Un nuevo mundo entre inteligencia artificial y humana”.</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="723" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2-1024x723.jpeg" alt="Premio Inaria, Escobar. " class="wp-image-8615" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2-1024x723.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2-300x212.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2-768x543.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2-24x17.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2-36x25.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2-48x34.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-2.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Premio INARIA 2025. Imagen: Instituto Argentina de Inteligencia Artificial.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Una construcción transversal dentro del Estado municipal</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La evolución técnica de Flora estuvo acompañada por un trabajo transversal dentro de la Municipalidad de Escobar. Todas las áreas del gobierno local tuvieron un rol clave a la hora de recopilar, validar y entrenar al bot con información precisa para garantizar respuestas correctas y consistentes. Además de aportar contenido, muchas áreas participaron en el testeo de cada nueva funcionalidad antes de su lanzamiento. Por ejemplo, en el marco del primer hito transaccional del canal, <strong>Espacios Verdes </strong>integró su sistema para que la herramienta informara el estado del trámite de poda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El área de <strong>Salud </strong>también fue fundamental, ya que pasó de tener agendas en papel a integrarse vía API con el sistema de salud municipal. Así empezó a habilitar servicios como validación de identidad, verificación de cobertura, asignación de turnos médicos y entrega de resultados de estudios e informes de imágenes directamente en WhatsApp. Además, fueron claves <strong>Defensa del Consumidor, Contravencional </strong>y actualmente la <strong>Administración Municipal de Ingresos Públicos (AMIP)</strong>, con quienes se está trabajando para integrar consultas y pagos de tasas municipales.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El equipo de <strong>Atención al Vecino</strong> también jugó un rol clave al recoger demandas y priorizar funcionalidades según necesidades reales de la comunidad. Ana Carina, también referente de la <a href="https://ciiar.org/"><strong>Coalición de Ciudades por la Inteligencia Artificial de Argentina (CIIAR)</strong></a>, menciona que como partner tecnológico, el municipio trabaja con WISE, que acompaña la infraestructura vinculada a IA generativa y la integración con WhatsApp.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="UWoiiYvp8J"><a href="https://mascomunidad.org.ar/de-los-cimientos-digitales-al-futuro-inteligente-como-consolidar-las-bases-para-los-desafios-del-manana/">De los cimientos digitales al futuro inteligente: ¿cómo consolidar las bases para los desafíos del mañana?</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;De los cimientos digitales al futuro inteligente: ¿cómo consolidar las bases para los desafíos del mañana?&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/de-los-cimientos-digitales-al-futuro-inteligente-como-consolidar-las-bases-para-los-desafios-del-manana/embed/#?secret=XJxw9MvoxW#?secret=UWoiiYvp8J" data-secret="UWoiiYvp8J" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">El desarrollo inicial de FLORA se financió principalmente con la inversión destinada al partner tecnológico que provee la plataforma vinculada con WhatsApp. El resto del trabajo se realizó con el equipo municipal, que hoy cuenta con capacidades internas para sostener y expandir el sistema. <strong>En palabras de Rodríguez, el modelo de sostenibilidad es “muy eficiente”. El principal costo es el mantenimiento de la plataforma y el uso del canal oficial de WhatsApp.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Los próximos pasos a seguir para Flora son avanzar hacia una interacción más proactiva: enviar recordatorios de vencimientos, avisos importantes y alertas meteorológicas. “Flora transformó profundamente la relación entre los vecinos y el municipio porque democratizó el acceso a la información y a los servicios públicos. La nueva Oficina Virtual dentro del canal potenciará aún más esta experiencia, permitiendo resolver cada vez más trámites desde el mismo chat”, asume Rodríguez.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Otras iniciativas de IA: transparencia, movilidad, seguridad y procesos administrativos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La estrategia de IA de Escobar no se limita a Flora. El municipio está desarrollando otros proyectos que amplían el alcance del programa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>El Escobarense: un chat de IA que ofrece datos públicos y de gestión para fortalecer la transparencia y facilitar el acceso a información verificada.</li>



<li>Trazabilidad en procesos licitatorios: algoritmos que mejoran la redacción de pliegos y permiten seguimiento en tiempo real.</li>



<li>Seguridad y monitoreo urbano con IA: actualización de cámaras, bodycams y software para detección automática de eventos.<br>Planificación urbana y movilidad: proyectos piloto con IA aplicada a semáforos, tráfico y transporte.</li>



<li>Desafíos de innovación: convocatorias abiertas para que equipos locales propongan soluciones basadas en IA.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estas iniciativas se enmarcan en la <a href="https://escobar360.escobar.gob.ar/">Plataforma Escobar 360°</a>, que integra identidad digital, trámites, expedientes, notificaciones y servicios móviles en una misma infraestructura.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="JgDpojKZAy"><a href="https://mascomunidad.org.ar/chats-automatizados-para-acelerar-mejorar-la-comunicacion-ciudadana/">Chats automatizados para acelerar y mejorar la comunicación ciudadana</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Chats automatizados para acelerar y mejorar la comunicación ciudadana&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/chats-automatizados-para-acelerar-mejorar-la-comunicacion-ciudadana/embed/#?secret=DQJPoxk2ow#?secret=JgDpojKZAy" data-secret="JgDpojKZAy" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Innovación con las reglas claras</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">En 2025, el Concejo Deliberante de<strong> Escobar aprobó una ordenanza para regular el uso ético y responsable de la I</strong>A<strong> en la gestión pública</strong>.<strong> Se convirtió así en el primer municipio argentino en contar con esta normativa.  </strong>“Entendimos que no solo era necesario innovar en servicios, sino también establecer reglas claras, principios y salvaguardas para garantizar un uso responsable, ético y seguro de la tecnología dentro del Estado”, expresa la subsecretaria de Innovación Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Este proceso estuvo articulado con&nbsp; CIIAR</strong>, en donde se conformó un comité sobre regulación. En él, Escobar trabajó las bases y condiciones del proyecto de ordenanza que luego consensuó con los concejales del Honorable Concejo Deliberante.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Hace tiempo que Escobar forma parte de una red federal comprometida con pensar el futuro desde el presente, impulsando una economía del conocimiento que ya está en marcha”, explicó entonces el actual intendente, <a href="https://arielsujarchuk.com.ar/"><strong>Ariel Sujarchuk.</strong></a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="433" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-3.jpeg" alt="" class="wp-image-8617" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-3.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-3-300x169.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-3-24x14.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-3-36x20.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/11/image-3-48x27.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 768px) 90vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Honorable Concejo Deliberante de Escobar. Imagen: Municipalidad de Escobar.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adopción creciente y un cambio cultural sostenido</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>La adopción de Flora creció a partir de hitos concretos:</strong> la solicitud de poda, la participación en el presupuesto participativo, los turnos de salud y la gestión mediante Oficina Virtual. Cada avance –afirman en la Municipalidad– generó saltos de uso y consolidó un hábito digital. El uso sostenido modificó prácticas internas y también expectativas ciudadanas. Esto impulsó mejoras continuas en la calidad de la información y los procesos, todas las integraciones se realizaron con APIs seguras y bajo principios de protección de datos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>La incorporación de IA no implicó reemplazo de puestos, sino una reorganización de tareas</strong>. Por ejemplo: en muchas áreas, los equipos hoy trabajan de manera híbrida, atendiendo presencialmente y por chat o videollamada, según la necesidad de cada caso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre esa línea, Ana Carina Rodríguez, con más de 25 años de experiencia en el diseño e implementación de políticas públicas centradas en las personas, comenta que la experiencia de Flora <strong>permitió aprender a identificar qué trámites digitalizar, cómo diseñar flujos y conversaciones accesibles y cómo entrenar modelos de IA de forma rigurosa para evitar alucinaciones y asegurar respuestas confiables.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“En lo personal, esta es mi segunda experiencia siguiendo un bot estatal. Ver el impacto cotidiano de FLORA en la vida de los vecinos de Escobar es profundamente gratificante”, asegura Rodríguez. Ella además estuvo detrás de TINA, la asistente virtual del Estado nacional argentino (2020–2021).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">FLORA, El Escobarense y los demás proyectos dejan una evidencia clara: cuando la tecnología se piensa desde las personas y bajo reglas claras, puede transformar la manera en que se vive la gestión pública y abrir nuevas formas de encuentro entre el Estado y la ciudadanía</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em><strong>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL). En él, cada mes se destacan casos innovadores en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes </strong></em><a href="https://forms.gle/fPLL1AWabbE2JYnn7"><strong><em>suscribirte</em></strong></a><em><strong> de forma gratuita!</strong></em></h5>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em><sub>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</sub></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><sup>Redacción <a href="https://mascomunidad.org.ar/">+COMUNIDAD</a></sup></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Promover la innovación y el emprendedurismo, la misión del sandbox de Porto Alegre</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/promover-innovacion-emprendedurismo-mision-sandbox-porto-alegre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 17:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[innovacion]]></category>
		<category><![CDATA[inversiones]]></category>
		<category><![CDATA[living lab poa]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[sandbox]]></category>
		<category><![CDATA[sandboxes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>El equipo de la Oficina de Innovación del municipio de Porto Alegre (Brasil) nos cuenta cómo implementaron su sandbox regulatorio. “Nuestra experiencia demuestra la importancia de un marco regulatorio que permita flexibilizar las reglas sin comprometer la seguridad jurídica”, sostienen e invitan a otras ciudades latinoamericanas a implementar herramientas similares. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">En 2022, Porto Alegre, la capital del Río Grande do Sul (Brasil) lanzó su sandbox regulatorio con el objetivo de fomentar un ambiente emprendedor y mayor innovación en la comunidad. Este instrumento está dirigido a <em>startups </em>que quieren probar productos, servicios o tecnologías, durante un período de tiempo determinado, sin atarse a un marco normativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;El mayor reto de la innovación es innovar la mente. Y la innovación sólo tiene sentido si también promueve la transformación social. Y, a través de proyectos como este, estamos ofreciendo a estas empresas la posibilidad de emprender en un entorno transformador y con mayor agilidad&#8221;, <a href="https://prefeitura.poa.br/gp/noticias/porto-alegre-inova-ao-lancar-sandbox-regulatorio">expresaba</a> en el lanzamiento el alcalde de la ciudad, <strong>Sebastião Melo</strong><strong> </strong>El sandbox regulatorio de municipio se encuentra reglamentado por el <a href="https://leismunicipais.com.br/a1/rs/p/porto-alegre/decreto/2022/2155/21543/decreto-n-21543-2022-dispoe-sobre-as-regras-para-funcionamento-do-ambiente-regulatorio-experimental-programa-sandbox-porto-alegre?r=p">decreto n° 21.543</a> y es coordinado por la Oficina de Innovación.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En una entrevista para +COMUNIDAD, el equipo de la Oficina de Innovación cuenta cómo implementaron esta herramienta, qué barreras atravesaron y cómo un equipo municipal puede desarrollar esta innovación. Las respuestas fueron formuladas por <strong>Luiz Carlos Pinto da Silva Filho</strong>, secretario de Innovación de Porto Alegre; <strong>Sabrina Oliveira Xavier</strong>, directora del Living Lab POA; <strong>Joana Baleeiro Passos</strong>, coordinadora; y <strong>Morgane Bigolin</strong>, jefa de Unidad. </p>



<h4 class="wp-block-heading">– <strong><em>¿Por qué decidieron crear un sandbox regulatorio en el municipio? ¿Cuáles fueron los desafíos que llevaron a tomar esta decisión?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">– La creación del sandbox regulatorio de Porto Alegre se realizó mediante la Ley N° 13.001/2022 y Decreto N° 21.543/2022. La naturaleza de la legislación pretende estimular la innovación en el municipio, facilitando el desarrollo de nuevos negocios y tecnologías flexibilizando las regulaciones en entornos controlados. Este modelo ofrece a las empresas la oportunidad de probar productos y servicios innovadores sin enfrentar todas las restricciones regulatorias tradicionales, lo que atrae nuevas empresas e inversiones a la ciudad.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe señalar que nuestro municipio fue uno de los primeros del país en publicar estas leyes, adaptándose al marco jurídico para las Startups Complementariamente N° 182/2021, que trajo la figura del sandbox. Entre los desafíos que motivaron esta decisión, podemos mencionar la necesidad de reducir la burocracia, permitiendo así el desarrollo de innovaciones, especialmente en sectores emergentes como el tecnológico y la economía digital.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porto Alegre tiene la innovación en su ADN y el hecho de ser la primera ciudad en adoptar modelos regulatorios sandbox fortaleció aún más esta característica de la ciudad. Contar con legislación facilita la colaboración entre el gobierno y el sector privado, acelerando la implementación de soluciones innovadoras. El sandbox proporciona un entorno seguro para la experimentación, pero preserva la supervisión regulatoria, mitigando los riesgos para el municipio y sus ciudadanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Es interesante resaltar que, siguiendo la regulación de sandbox a nivel municipal, se implementó la iniciativa denominada SANDBOX POA, vinculada al Programa Living Lab POA, que utiliza diferentes instrumentos para estimular y acelerar el ensayo de soluciones innovadoras en el entorno público.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El sandbox vino a sumar un instrumento más al programa, que ya contaba con un decreto específico que regulaba la posibilidad de realizar pruebas de concepto en la ciudad, siempre y cuando existiera un plan de trabajo aprobado (definiendo el alcance, plazo y ubicación de las pruebas) y un comité de seguimiento establecido por las autoridades públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El Living Lab POA es una política pública de gran éxito, que en los últimos tres años, desde su implementación, ha estimulado más de 80 propuestas para probar soluciones innovadoras, en diferentes áreas de la administración pública. El sandbox añade la posibilidad de eludir regulaciones o trabajar con soluciones innovadoras para las que no existen reglas previas. De esta manera, representa una incorporación fundamental.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-4.png" alt="" class="wp-image-6150" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-4.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-4-300x225.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-4-768x576.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-4-24x18.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-4-36x27.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-4-48x36.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Presentación de Living Lab. Imagen: Prefeitura de Porto Alegre.&nbsp;</sup></em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">– <strong><em>¿Cómo fue posible implementar esta innovación en el sector público? ¿Se enfrentaron a algún tipo de resistencia cultural?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">– La implementación del sandbox regulatorio en Porto Alegre fue posible gracias a un esfuerzo entre diferentes actores del municipio. La iniciativa comenzó como una iniciativa legislativa, pero contó con el apoyo y compromiso de la Oficina de Innovación y otros sectores de la administración para que, en alianza, se pudiera implementar rápidamente este instrumento que trae el Marco Normativo para Startups 2021, buscando promover y dinamizar la incorporación de soluciones innovadoras en el sector público.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evidentemente, es natural y necesario trabajar para superar las resistencias culturales y la inercia organizativa a la hora de trabajar con mecanismos innovadores, ya que los nuevos procedimientos provocan inseguridad cuando no se conoce adecuadamente su naturaleza y funcionamiento. Afortunadamente, la administración municipal en la actual administración adoptó una postura protagónica y se comprometió a invertir en innovación como estrategia clave para buscar mejorar el entorno urbano, promover una mejor calidad de vida y mejorar la gestión pública. En este sentido, se estructuró una estrategia de innovación que combina elementos de promoción de la innovación, estímulo fiscal, promoción de pruebas y esfuerzos de aculturación para superar la mentalidad burocrática tradicional en favor de un enfoque más flexible y no burocrático, en línea con los nuevos instrumentos legales disponibles.</p>



<h4 class="wp-block-heading">– <strong><em>¿Podría contarnos sobre algún proyecto que esté utilizando el sandbox de Porto Alegre y haya generado un impacto positivo?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">– La Municipalidad de Porto Alegre y el <a href="https://sebraers.com.br/quem-somos/">Sebrae</a> lanzaron, en colaboración, una convocatoria específica con el objetivo de atraer y apoyar el desarrollo y prueba de soluciones innovadoras para la ciudad, a través de una convocatoria utilizando el mecanismo sandbox regulado en la ciudad. Estos avisos son parte de la estrategia para hacer de Porto Alegre una de las ciudades más amigables con la innovación del país y facilitar la incorporación de nuevas tecnologías al sector público. El aviso tenía como objetivo seleccionar <em>startups </em>o negocios con propuestas innovadoras con elementos de interés público que pudieran acelerarse y probarse en un entorno real, con posibilidad de flexibilización temporal de reglas y regulaciones. </p>



<p class="wp-block-paragraph">El objetivo era ofrecer un entorno controlado y supervisado para que los innovadores puedan mejorar, pivotar y eventualmente demostrar sus soluciones, con el apoyo de expertos de las autoridades públicas, y sin verse afectados por restricciones debido a la participación formal en Sandbox POA y Living LAB POA.</p>



<h4 class="wp-block-heading">– <strong><em>¿Por qué una ciudad latinoamericana debería promover un sandbox?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">– Algunas razones para promover un sandbox regulatorio:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1.</strong> Un sandbox es un instrumento que permite a las empresas probar soluciones innovadoras en un entorno controlado y regulado, fomentando el surgimiento de nuevos negocios y tecnologías. Esto es crucial para el desarrollo económico, especialmente en ciudades que buscan diversificar sus economías y promover sectores de alto valor agregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Reducción de la burocracia y flexibilidad de las regulaciones:</strong> en muchos países latinoamericanos, la burocracia excesiva y las regulaciones rígidas son una barrera importante para el desarrollo de nuevos productos y servicios. El sandbox crea un entorno donde las empresas pueden operar con menos restricciones, lo que facilita la innovación y atrae nuevas inversiones.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3.</strong> <strong>Atracción de inversiones y competitividad global:</strong> al adoptar un sandbox regulatorio, una ciudad se posiciona como un centro de innovación, atrayendo <em>startups </em>e inversores que buscan entornos más flexibles para desarrollar sus ideas. Esto podría colocar a la ciudad en una posición competitiva en relación con otros centros urbanos globales que ya han adoptado prácticas similares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4</strong>. <strong>Desarrollo sostenible e inclusivo: </strong>promover un sandbox también puede ayudar a abordar los desafíos sociales y ambientales, creando soluciones tecnológicas que aborden cuestiones como la movilidad urbana, la salud pública y la sostenibilidad ambiental. Al permitir que las empresas prueben estas soluciones, las ciudades latinoamericanas pueden encontrar formas más eficientes e inclusivas de resolver los problemas locales.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Y finalmente, fortalecer el ecosistema de innovación:</strong> el sandbox fomenta la colaboración entre gobierno, sector privado, universidades y sociedad civil, fortaleciendo el ecosistema de innovación local. Esta cooperación es fundamental para crear soluciones que satisfagan las necesidades específicas de la ciudad y la región, además de generar impactos positivos para la economía local. Por lo tanto, al promover un sandbox regulatorio, una ciudad latinoamericana no sólo fomenta la innovación, sino que también impulsa el desarrollo económico, social y ambiental, creando un entorno favorable para el surgimiento de soluciones que pueden transformar la vida de sus ciudadanos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-1024x683.png" alt="" class="wp-image-6151" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-1024x683.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-1536x1024.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-2048x1365.png 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-2000x1333.png 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-5-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Lanzamiento del sandbox en Porto Alegre. Foto: Prefeitura de Porto Alegre.&nbsp;</sup></em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>– <em>¿Qué le recomendarías a un equipo de un gobierno local que quiera implementar un sandbox?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">– En primer lugar, crear una legislación; establecer una legislación específica que defina claramente los objetivos, reglas y límites del sandbox es fundamental. La experiencia de Porto Alegre demuestra la importancia de un marco regulatorio que permita flexibilizar las reglas sin comprometer la seguridad jurídica. Es crucial garantizar que las empresas seleccionadas tengan un entorno seguro para probar sus innovaciones.</p>



<p class="wp-block-paragraph">También es esencial involucrar a todos los actores relevantes en el ecosistema de innovación, incluido el sector privado, las universidades, las empresas emergentes, los organismos reguladores y la sociedad civil. El éxito de sandbox depende de la colaboración entre estos actores, lo que ayuda a garantizar que las soluciones probadas satisfagan las necesidades locales y sean escalables.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Además, los actores gubernamentales deben adoptar una postura ágil y estar preparados para adaptar las reglas y procedimientos a una nueva postura. Para ello, es fundamental ofrecer formación y fomentar una cultura de innovación. Formar e involucrar a personal técnico de diferentes sectores, demostrando que la energía empleada en el seguimiento de las pruebas vale la pena por la posibilidad de conocer nuevas tecnologías y observar cómo y si se pueden incorporar a los procesos y sistemas actuales.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para el éxito de este tipo de iniciativas, no sólo es vital cambiar la mentalidad de los servidores públicos, sino también promover el sandbox como una oportunidad para el desarrollo económico y social de la ciudad, a través de un esfuerzo por dar a conocer y atraer startups, no sólo local sino también de otros ecosistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas recomendaciones resumen los conocimientos y aprendizajes acumulados durante la gestión de Porto Alegre con SANDBOX y LIVING LABPOA. Esperamos que puedan ser útiles e inspiradores para otros contextos en ciudades que buscan implementar entornos regulatorios flexibles para fomentar la innovación.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Imagen principal: Lanzamiento del sandbox regulatorio. Prefeitura de Porto Alegre.</sup></em></p>
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		<item>
		<title>Electromovilidad y descarbonización: los impactos del sandbox de Río de Janeiro</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 16:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Movilidad Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[electromovilidad]]></category>
		<category><![CDATA[inversiones]]></category>
		<category><![CDATA[negocios]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[sandbox]]></category>
		<category><![CDATA[sandboxes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://v2.mascomunidad.org.ar/?p=6144</guid>

					<description><![CDATA[<p>Carina Quirino, secretaria de Regulación y Ambiente de Negocios de la Municipalidad de Río de Janeiro, explicó a +COMUNIDAD cómo lograron idear el Sandbox.Rio, un instrumento que permite probar servicios y procesos en la ciudad de una manera sin precedentes. Los proyectos en marcha van desde la entrega de productos con robots y drones hasta soluciones con movilidad eléctrica. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/">Electromovilidad y descarbonización: los impactos del sandbox de Río de Janeiro</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">En Río de Janeiro, el gobierno local creó su propio sandbox regulatorio: <a href="https://www.sandboxrio.com.br/index.html">Sandbox.Rio</a>. Este entorno experimental permite a las empresas probar productos en espacios públicos de la ciudad, ofreciendo un ambiente controlado bajo una autorización temporal del municipio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Con esta iniciativa, la capital carioca se posiciona a la vanguardia de la agenda de innovación, permitiendo a las empresas reducir costos al identificar rápidamente qué funciona y qué no.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En una entrevista exclusiva para +COMUNIDAD, <strong>Carina Quirino</strong>, secretaria de Regulación y Ambiente de Negocios de la Municipalidad de Río de Janeiro (Subran) y parte del equipo de Sandbox.Rio, nos comparte más detalles sobre esta innovación.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXchQ1PHqIvtO1n67GvJgmx4mfP99LIhkgRdDjmSTZfmtyPFlldhgcYvWTpJehv42gOOF4B1O9yvaGGWb2LMLOkUQJmYCQxs2Os-AzrZD-W6rJFLnpxcrK6LWOBqCxS9kEsQz2e0T6lr37jaemrbK1gqGOzs?key=CP5u0O1cGUWuXs5f0r8nKQ" alt="" style="width:837px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Carina Quirino, doctora en Derecho Público y secretaria de Regulación y Ambiente de Negocios <br>de la Municipalidad de Río de Janeiro. </sup></em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ </strong><em style="font-weight: bold;">¿Qué los llevó a crear esta solución o qué desafío buscaban resolver?</em></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em> Se entiende originalmente por sandbox al método utilizado en informática para probar sistemas, a través de entornos controlados, para verificar posibles fallos o vulnerabilidades. Aplicado a la regulación, el llamado sandbox regulatorio fue introducido inicialmente en el área financiera y en Brasil fue adoptado a nivel federal (iniciativas del Banco Central, CVM y Susep). Aunque restringida al sector financiero, la herramienta también resultó útil para otras esferas gubernamentales. En los municipios, con los diferentes matices de planificación y gestión urbana, un entorno de prueba controlado permite la inserción de productos y servicios en el mercado de forma más segura y mejor integrada con la comunidad y la ciudad. De forma gratuita y en colaboración con las empresas y <em>startups </em>participantes que buscan validar sus soluciones con clientes reales y reducir costos y barreras regulatorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Es una herramienta que permite obtener información más precisa sobre los efectos de un nuevo servicio o producto en la sociedad, con la posibilidad de recopilar estos datos en tiempo real a medida que el experimento de innovación se va realizando con clientes reales. Con el sandbox regulatorio buscamos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumentar la visibilidad y tracción de procesos, procedimientos, servicios o productos con posibles impactos económicos positivos, ya que la eliminación del marco regulatorio, bajo el control de la entidad estatal, permite que tales efectos se observen en la práctica.</li>



<li>Mejora del marco regulatorio aplicable a las actividades reguladas, alcanzable a través de los resultados producidos al experimentar con nuevos procesos, procedimientos, servicios o productos innovadores.</li>



<li>Reducir los costos y el tiempo de maduración para desarrollar procesos, procedimientos, servicios o productos.</li>



<li>La posibilidad de brindar orientación a las partes interesadas y a la sociedad sobre cuestiones regulatorias durante el experimento, con el objetivo de aumentar la seguridad jurídica en este proceso.</li>



<li>Mayor receptividad de los ciudadanos a las nuevas tecnologías que se prueban en un entorno de riesgo controlado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando el potencial impacto positivo en la comunidad, la regulación de nuevas tecnologías y el emprendimiento innovador, basado en un nuevo instrumento gratuito, el Ayuntamiento de Río desarrolló su propio sandbox regulatorio formateado para una gran ciudad, con el fin de permitir probar productos, servicios y procesos en toda la ciudad de una manera sin precedentes.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://v2.mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ <em>¿Cómo fue posible implementar esta innovación en el municipio? ¿Se enfrentaron a algún tipo de barrera burocrática o cultural?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em> Después de ser regulado por el Decreto nº 50.697/22 –cuya gobernanza ya sirvió de modelo para Goiânia, Criciúma y Maceió– Sandbox.Rio fue anunciado públicamente mediante convocatoria pública, el 2 de mayo de 2022. Fue abierto al registro de cualquier persona jurídica interesada en presentar un proyecto innovador, como empresas privadas, startups, instituciones públicas e instituciones de enseñanza e investigación.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La autoridad competente como la Secretaría Municipal de Desarrollo Urbano y Económico (Smdue), en el caso del Municipio de Río, otorga autorización temporal para experimentar la solución innovadora en el ámbito del Sandbox Regulatorio. Tiene el fin de superar barreras regulatorias con la suspensión de eficacia de actos infralegales exclusivamente en el ámbito municipal, en materia fiscal, económica, urbanística u otras materias que sean pertinentes. La flexibilidad regulatoria municipal no constituye un derecho adquirido del proponente seleccionado y ocurrirá previo análisis de factibilidad técnica y legal por parte de <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=426279">Subran</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Es de destacar que el Sandbox Regulatorio municipal no tiene viabilidad legal para cambiar el marco regulatorio de órganos y entidades con competencia de regulación sectorial como la <a href="https://www.gov.br/anac/pt-br">Anac</a> o la <a href="https://www.gov.br/cvm/pt-br">CVM</a>, sin perjuicio de que la Subran establezca colaboración con dichas entidades para eliminar temporalmente la incidencia de normas que impedir o dificultar el desarrollo de un modelo de negocio innovador seleccionado en el sandbox municipal y, por tanto, contribuir a la mejora regulatoria aplicable a las actividades reguladas, tal como pretende el Decreto Municipal nº 50.697/2022, en su art. 2.º, punto I.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El desafío central consiste en el diálogo con los distintos actores – públicos y privados – involucrados en el proyecto. Al no haber restricciones temáticas, se recibieron propuestas de diferentes segmentos. Paralelamente, el decreto reglamentario del Sandbox determina que las posibles exenciones reglamentarias a conceder dependen de la aquiescencia del organismo con competencia para regular o supervisar la actividad. Así, la Secretaría responsable de la iniciativa (Smdue) tuvo – y aún tiene – el desafío de gestionar el contacto con diferentes instancias, realizar reuniones temáticas y redactar documentos técnicos más adecuados a cada área.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ <em>¿Cómo lograron lograr la aceptación y legitimación de esta herramienta por parte de la sociedad?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">━ La aceptación y legitimación del Sandbox.Rio se construyó a través de un proceso participativo y transparente con amplia comunicación en las redes sociales, el <a href="https://www.sandboxrio.com.br/">sitio oficial del programa</a> y debates con los actores relacionados al proyecto sandbox regulatorio. Además, se preparó un estudio técnico basado en literatura de referencia sobre el tema. Sumado al carácter gratuito del instrumento, sin crear una carga financiera para el erario municipal, el proyecto obtuvo la aceptación pública por ser un medio eficaz para apoyar a los empresarios en la validación de sus soluciones innovadoras y la prueba de nuevas tecnologías en un entorno controlado, sin descuidar la ordenamiento jurídico, el medio ambiente urbano y la seguridad ciudadana.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-1024x682.png" alt="" class="wp-image-6145" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-1024x682.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-48x32.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Recarga de autos eléctricos, uno de los proyectos implementados con sandbox. Imagen: Sandbox.Rio. </sup></em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>━  ¿Podría hablarnos de algún proyecto que esté utilizando Sandbox.Rio y haya generado un impacto positivo?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em> En el primer ciclo, que comenzó en julio de 2023, Sandbox.Rio recibió nueve propuestas, cuatro de las cuales fueron seleccionadas luego de la evaluación técnica de Subran. Los proyectos innovadores en marcha son, a modo de resumen:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;1) Proyecto Eletroposto Carioca &#8211; A Ezvolt</strong> instaló una electroestación para recarga de autos eléctricos, que busca promover la sostenibilidad en el transporte, la infraestructura necesaria para la electromovilidad y la generación de créditos de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;2) Robots D4 en Río:</strong> la empresa MyView realiza entregas con robots en las aceras, lo que permite al Ayuntamiento evaluar el impacto de la actividad en la ciudad y los ciudadanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;3) Proyecto Río de Janeiro &#8211; Ambev y Speedbird </strong>entregan bebidas mediante drones, lo que ha facilitado la validación de un medio de entrega sostenible y rápido, ayudando a mejorar la regulación federal con la ANAC;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;4) Proyecto eVTOL en RIO &#8211; Eve Air Mobility</strong>, una startup de Embraer, probará, de forma inédita, su proyecto de movilidad aérea urbana utilizando sus eVTOL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Con 4 proyectos en marcha, el programa ya se encuentra en su segundo ciclo, habiendo recibido un total de 20 propuestas, de las cuales 6 fueron seleccionadas para su implementación y forman parte de segmentos importantes para el desarrollo de la ciudad como salud, agricultura urbana, micromovilidad y transformación digital.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Los 4 proyectos en marcha en el primer ciclo han contribuido, de forma inédita, a la electromovilidad, la descarbonización y la transición energética. La entrega de bebidas mediante drones, proporcionando, por ejemplo, una reducción de GEI y ahorrando más del 50% del tiempo de entrega, además a la primera central eléctrica del estado de Río de Janeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ <em>¿Qué recomendaría a un equipo de gobierno local de una ciudad que desee implementar un entorno de pruebas?</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em>  La eficacia de un entorno regulatorio experimental depende de una estructura de gobernanza sólida, que incluya una definición clara de objetivos, criterios de selección y un seguimiento continuo. Es fundamental garantizar que los proyectos evaluados estén alineados con los intereses públicos y que la recopilación y el análisis de datos se gestionen bien para proporcionar información valiosa. La participación de diversas partes interesadas en el proceso también es esencial para garantizar que las políticas desarrolladas sean inclusivas y satisfagan eficazmente las necesidades de la sociedad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Una vez completado el ciclo de prueba de las soluciones innovadoras, se recomienda la elaboración de un informe final que contenga información sobre la ejecución del proyecto. También los vacíos legislativos y reglamentarios que impidan su pleno desarrollo. Según el caso, la autoridad competente puede señalar a otros órganos y entidades competentes sugerencias para mejorar su marco legislativo y regulatorio que estimulen el desarrollo económico, tecnológico y social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por lo tanto, para maximizar los beneficios de los entornos regulatorios experimentales, es esencial que exista un compromiso continuo con la transparencia, la colaboración y la adaptación de las prácticas regulatorias. Con una gestión cuidadosa y un enfoque estratégico, estos entornos pueden convertirse en instrumentos relevantes para la innovación y mejora de las políticas públicas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="828" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-1024x828.png" alt="" class="wp-image-6146" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-1024x828.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-300x243.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-768x621.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-24x19.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-36x29.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-48x39.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3.png 1065w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Delivery automatizado con cero emisiones, uno de los proyectos implementados con sandbox. Imagen: Sandbox.Rio. </sup></em></figcaption></figure>



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<p class="wp-block-paragraph"><em><sub>Imagen principal: </sub></em><a href="https://www.sandboxrio.com.br/em-andamento.html"><sub><em>Prueba de un proyecto en el sandbox de Río de Janeiro</em></sub></a><em><sub>. Sandbox.Rio. </sub></em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Zúrich impulsa el futuro de las ciudades con su Sandbox de Inteligencia Artificial</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/zurich-impulsa-el-futuro-de-las-ciudades-con-su-sandbox-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 13:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ciudades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[gobiernos locales]]></category>
		<category><![CDATA[inspiracion]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[sandbox]]></category>
		<category><![CDATA[transformacion digital]]></category>
		<category><![CDATA[Zúrich]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://v2.mascomunidad.org.ar/?p=6125</guid>

					<description><![CDATA[<p>En una entrevista exclusiva para +COMUNIDAD, Raphael Von Thiesen, responsable del sandbox de Zúrich, Suiza,  nos cuenta de qué se trata esta innovación y cómo la llevaron adelante. “El sandbox es un entorno de pruebas donde podemos experimentar, validar y desarrollar soluciones de IA en la intersección de la administración pública, la economía y la investigación”, sintetiza. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/zurich-impulsa-el-futuro-de-las-ciudades-con-su-sandbox-de-ia/">Zúrich impulsa el futuro de las ciudades con su Sandbox de Inteligencia Artificial</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-be6d4a5fd2d8b6316f633643d0e55d4a wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:4px">sandbox</p>



<p class="wp-block-paragraph">Zúrich se ubica en el norte de Suiza y es un importante centro financiero de este país. La convergencia de diferentes factores como la radicación de empresas, la oferta cultural y artística, su gastronomía, entre otros, hicieron posible que se convierta en un destino llamativo para muchas personas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Además de sus atractivos turísticos, en esta ciudad emergen la innovación y la tecnología. Por quinta vez consecutiva, la ciudad obtuvo el primer puesto en el <a href="https://www.imd.org/smart-city-observatory/home/rankings/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Ciudades Inteligentes</a> del Instituto Internacional para el Desarrollo Gerencial (IMD). Algunas dimensiones que se evalúan en el Índice son salud, seguridad, movilidad, oportunidades de trabajo y educativas, actividades culturales y espacios verdes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El sector público local se encuentra liderando una agenda de innovación y transformación de la ciudad. Una de sus innovaciones fue el <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6042" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sandbox de Inteligencia Artificial (IA). </a>Se trata de un entorno de prueba para la implementación de proyectos de IA donde se aclaran cuestiones regulatorias y se proporcionan datos del ecosistema de administración.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En una entrevista para +COMUNIDAD, <strong>Raphael Von Thiessen</strong>, el responsable de este proyecto nos cuenta de qué se trata, cómo lo implementaron y cuáles son los beneficios de su aplicación.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1-682x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-6127" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1-682x1024.jpeg 682w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1-200x300.jpeg 200w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1-768x1152.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1-16x24.jpeg 16w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1-24x36.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1-32x48.jpeg 32w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Portrait_Raphael_von_Thiessen-1.jpeg 989w" sizes="auto, (max-width: 682px) 90vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Raphael Von Thiessen. Imagen: Cortesía Raphael Von Thiessen.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>━&nbsp; Si tuvieras que explicarle a alguien que no sabe qué es un sandbox o cómo funciona, ¿cómo describirías el Sandbox de Innovación de Zurich?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em> El término &#8220;sandbox&#8221; puede significar diferentes cosas según el contexto. Para quienes tienen una formación técnica, suele referirse a una infraestructura tecnológica utilizada para probar código o nuevas características de un producto digital. Los expertos en normativas, por otro lado, ven un sandbox como un espacio para explorar cuestiones legales.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para nosotros, el sandbox es un entorno de pruebas donde podemos experimentar, validar y desarrollar soluciones de IA en la intersección de la administración pública, la economía y la investigación. Tiene tres aspectos principales: primero, el sandbox proporciona un entorno controlado para la innovación en IA (temporalmente limitado); segundo, existe una supervisión de lo que sucede dentro del sandbox (por parte de expertos legales); tercero, todos los aprendizajes se comparten abiertamente (a través de las mejores prácticas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">━ <strong><em>¿Cómo pudieron desarrollar el sandbox desde el sector público? ¿Se enfrentaron a alguna barrera burocrática o regulatoria?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">━ En nuestro caso, varias autoridades públicas de la administración regional lanzaron el sandbox junto con entidades del sector privado e institutos de investigación. Esta amplia configuración nos permitió comenzar rápidamente y sin muchas barreras burocráticas. Solo pasaron cinco meses desde el inicio oficial hasta el lanzamiento de la primera convocatoria de proyectos. Como el sandbox representa un enfoque de abajo hacia arriba, la velocidad y la agilidad son aspectos cruciales de una iniciativa de este tipo. Está destinado a complementar marcos estratégicos e integrales de arriba hacia abajo (por ejemplo, marcos de gobernanza de IA para toda la administración pública).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>━</strong> <strong><em>¿Podrías contarnos algún proyecto que haya utilizado el sandbox y haya generado un impacto positivo?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em> Hemos completado con éxito cinco proyectos dentro del sandbox. Un gran ejemplo es la solución de estacionamiento inteligente que probamos utilizando el reconocimiento de imágenes en espacios públicos. Dado que se trata de un tema delicado, reunimos una gran cantidad de información valiosa sobre cómo implementar dicha tecnología de manera responsable y de conformidad con los requisitos de protección de datos. Esto dio como resultado un enfoque de mejores prácticas que otras ciudades suizas están utilizando ahora para implementar sistemas similares. Lo más importante es que se trataba de una solución muy tangible para el público en general, ya que la población obtuvo acceso a datos de estacionamiento en tiempo real en una ciudad suiza. Esto podría reducir el tráfico de búsqueda y las consecuencias negativas, como las emisiones innecesarias (por ejemplo, contaminación, ruido, tráfico) a largo plazo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="642" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1-1024x642.jpeg" alt="" class="wp-image-6129" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1-1024x642.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1-300x188.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1-768x481.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1-24x15.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1-36x23.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1-48x30.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/smart_parking_best_practices_fuer_bilderkennung_abbildung_3.1705456672296-1.jpeg 1152w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Solución de estacionamiento inteligente con sandbox en Zúrich. &nbsp;Fuente: Sandbox de IA de Zúrich.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Otro ejemplo interesante fue el uso de IA para detectar automáticamente grietas y daños en la infraestructura pública. Junto con IBM Research, utilizamos imágenes de drones de alta calidad de la pista de un aeropuerto militar para probar y validar el estado actual de los algoritmos de IA en las inspecciones visuales. Los aprendizajes también son relevantes para otras infraestructuras civiles como represas, puentes y redes eléctricas. Hoy en día, la mayoría de estas inspecciones se realizan manualmente, lo que requiere mucho tiempo, no es confiable y, en algunos casos, incluso es peligroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Un tercer ejemplo sería el uso de IA en la educación pública en las escuelas primarias. Los maestros están bajo mucha presión debido a sus grandes cargas de trabajo. Si existen soluciones de IA útiles que puedan respaldar la enseñanza, a menudo adoptan estas nuevas tecnologías. Sin embargo, las consideraciones legales y éticas no siempre son claras para las partes interesadas involucradas, como padres, estudiantes, maestros y representantes escolares.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Probamos una aplicación que utiliza el reconocimiento de imágenes para corregir automáticamente las respuestas escritas a mano en áreas como matemáticas o ortografía. Con base en estas experiencias de la vida real, pudimos aclarar temas legales (por ejemplo, establecer una colaboración de este tipo entre una empresa emergente de tecnología educativa y las escuelas) y casos límite que podrían cambiar por completo la naturaleza de una aplicación de IA de este tipo (por ejemplo, detectar mediante algoritmos discapacidades de aprendizaje como la dislexia). Los resultados ahora sirven como guía para los proveedores de tecnología educativa sobre cómo desarrollar e implementar dichos sistemas en el sistema escolar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="602" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine-1024x602.png" alt="" class="wp-image-6130" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine-1024x602.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine-300x176.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine-768x452.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine-24x14.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine-36x21.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine-48x28.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/Head_Kapitel_Machine.png 1240w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Imagen ilustrativa compartida por Sandbox de IA de Zúrich. &nbsp;</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>━</strong> <strong><em>¿Cómo se beneficia una ciudad al tener un sandbox?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em>Los beneficios se crean en cuatro niveles. Primero, los aprendizajes regulatorios permiten que una ciudad o gobierno obtenga acceso a conocimientos legales y se mantenga actualizado con las últimas tendencias tecnológicas. Segundo, fomentar la innovación respalda la adopción de tecnologías de IA, particularmente en el sector público. Tercero, la transferencia de conocimiento garantiza que otras instituciones también puedan beneficiarse de los conocimientos generados en el sandbox. Existen muchos proyectos paralelos que enfrentan desafíos similares en el ámbito de la IA. Por último, también brindamos información regulatoria para aplicaciones específicas de IA (por ejemplo, sistemas autónomos) y para entornos de prueba de IA en general (por ejemplo, el Parlamento suizo está tratando de implementar un enfoque de sandbox similar a nivel nacional basado en nuestro modelo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">━ <strong><em>¿Qué recomendaría a un equipo de gobierno local en una ciudad que quiera implementar un sandbox?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>━</em> Una recomendación clave es trabajar de manera iterativa, lo que es un gran cambio para la mayoría de las autoridades públicas. Un sandbox no se puede planificar con todos los detalles de antemano y en un horizonte a largo plazo. Recomendamos comenzar rápido y optimizar el concepto en función de los aprendizajes. Una segunda recomendación es contar con un equipo de sandbox interdisciplinario y un órgano de gobernanza que represente a instituciones del sector público, el sector privado y la investigación. La innovación, especialmente en IA, siempre se basa en múltiples áreas de especialización. Es necesario que confluyan los conocimientos jurídicos, técnicos, comunicativos y organizativos. Por último, un sandbox debe reflejar la cultura de innovación y regulación local: no existe un modelo único que funcione a nivel mundial.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471-1024x767.jpeg" alt="" class="wp-image-6131" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471-1024x767.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471-300x225.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471-768x575.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471-24x18.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471-36x27.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471-48x36.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/quadkopter.1702976028471.jpeg 1152w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Espacio donde se testea un proyecto de sandbox en Zúrich. Fuente: Sandbox de IA de Zúrich.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


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<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em>Imagen principal compartida por Raphael Von Thiessen.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Valladolid, Escenario Demostrador”: un sandbox pionero en España</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/valladolid-un-sandox-pionero-en-espana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 13:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ciudades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[eficiencia]]></category>
		<category><![CDATA[innovación]]></category>
		<category><![CDATA[sandbox]]></category>
		<category><![CDATA[transformación digital]]></category>
		<category><![CDATA[valladolid]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://v2.mascomunidad.org.ar/?p=6135</guid>

					<description><![CDATA[<p>En diálogo con +COMUNIDAD, Modesto Mezquita, coordinador de Innovación de la Agencia de Innovación y Desarrollo Económico de Valladolid, nos cuenta cómo implementaron el sandbox en su ciudad. “Un sandbox facilita un marco legal compatible con la experimentación de nuevos productos y modelos de negocio en un entorno real”, explica. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/valladolid-un-sandox-pionero-en-espana/">“Valladolid, Escenario Demostrador”: un sandbox pionero en España</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">El Ayuntamiento de Valladolid desarrolló un sandbox pionero en España, según el <a href="https://www.ciencia.gob.es/InfoGeneralPortal/documento/26178455-6692-4883-ac51-b63e321aebef" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministerio de Ciencia, Innovación y Universidades</a>. A través de la Agencia de Innovación y Desarrollo Económico de la ciudad se ofrece un espacio urbano, servicios y bienes municipales a <em>startups</em>, empresas e investigadores para experimentar en un escenario real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El <a href="https://www.ideva.es/servicios-valladolid-ciudad-demostradora-sandbox" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sandbox de Valladolid</a> fue vinculado directamente al plan de acción del Acuerdo climático para probar tecnologías para la descarbonización de la ciudad. Esta solución se convirtió en una política de estado ya que fue aprobada mediante una <a href="https://www.valladolid.es/es/ayuntamiento/normativa/ordenanza-valladolid-escenario-demostrador.ficheros/804725-Ordenanza%20ESCENARIO%20DE%20PRUEBAS.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ordenanza</a> que fundamenta su creación, objetivos y detalla su implementación.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Modesto Mezquita</strong>, coordinador de Innovación de la Agencia a cargo de la implementación del sandbox, contó a +COMUNIDAD más detalles acerca de este instrumento en la ciudad castellano-leonesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>━⁠ ¿Cómo surgió la idea de desarrollar un sandbox desde el sector público local? ¿Qué desafío buscaban resolver?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">━<strong> </strong>La Ordenanza “Valladolid Escenario Demostrador”, cuyo objeto es regular el uso de los bienes y servicios municipales como escenario demostrador para proyectos de innovación empresarial de cualquier tipo, surge de la experiencia adquirida por la ciudad de Valladolid en proyectos de innovación, desarrollados en colaboración público-privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En esos proyectos, un factor determinante ha sido el <strong>efecto demostrador</strong> que el espacio urbano, sus infraestructuras y servicios municipales puestos a disposición de cada proyecto. Ha permitido impulsar prototipos, plataformas tecnológicas, productos y sistemas de organización y producción industriales. A su vez, esto puso de manifiesto la <strong>necesidad de dotar de un marco normativo </strong>a la relación simbiótica entre universidad, centros tecnológicos, empresa y administración local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Su objetivo es impulsar el desarrollo de la economía local y la incorporación de las tecnologías habilitadoras en todos los sectores productivos. También crear en la ciudad de Valladolid un nuevo modelo económico sostenible e inteligente impulsado por la transformación digital.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-6137" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-1024x684.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-768x513.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-1536x1027.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/2023_01_27_Auvasa_Autobuses_Electricos-14.jpg 1616w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Los autobuses de Valladolid comenzaron a utilizar sistemas de datos para lograr una movilidad más eficiente. Imagen: Ayuntamiento de Valladolid.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">━ <strong><em>Al momento de la implementación, ¿se enfrentaron a algún tipo de barrera burocrática o cultural?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">━ Era necesario regular, con criterios de seguridad, igualdad de oportunidades entre hombres y mujeres y de trato y transparencia, el uso común especial y privativo del dominio público municipal, extendiendo las formas tradicionales de utilización de los bienes demaniales a los patrimoniales del Ayuntamiento y a los servicios públicos municipales.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta utilización temporal ha de tener como claro objetivo: <strong>servir de escenario real para la prueba de proyectos piloto innovadores</strong> de empresas, investigadores particulares o instituciones, que persigan mejorar la gestión y rentabilización de ese patrimonio y/o la calidad y eficiencia de los servicios públicos municipales y la mayor satisfacción de sus personas usuarias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ello se optó por aprobar una Ordenanza municipal, aprobada por el Pleno del Ayuntamiento, que regulara unas condiciones generales de acceso mediante autorización o licencia a la utilización de los bienes y servicios municipales. Estableciendo como regla general la terminación convencional del procedimiento de autorización a través de convenios específicos adecuados a las características de cada proyecto y a la naturaleza y situación específica del bien o servicio sobre el que se va a actuar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">━ <strong><em>¿Qué rol juega el sector privado y la academia en el sandbox de Valladolid?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">━ La innovación aplicada al servicio del desarrollo económico local se facilita desde el Ayuntamiento de Valladolid a través de la cesión y creación de espacios demostradores. De laboratorios urbanos o <em>labs </em>disponibles para las universidades, centros tecnológicos, empresas y el sector privado. Asimismo, facilitando la creación de “bancos de pruebas regulatorios” o espacios públicos de testeo (denominados en inglés <em>sandbox</em>). Espacios controlados y seguros de pruebas que permiten experimentar con ideas, productos, servicios o herramientas en un ambiente protegido, libre de posibles riesgos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Un sandbox facilita un marco legal compatible con la experimentación de nuevos productos y modelos de negocio en un entorno real, durante un periodo de tiempo limitado y bajo estricta supervisión del regulador. Los sectores en los que se puede aplicar son la movilidad, la energía y la transición energética, la logística y el reparto de mercancías, entre otros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">━ <strong><em>¿Podrías contarnos sobre proyectos que estén utilizando el Sandbox de Valladolid y haya generado un impacto positivo?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">━ Se trabaja sobre temáticas tales como la transformación de biogás de residuos en biometano como fuente energética de industria y sistemas de transporte, en el uso de la red de alumbrado público como red de transporte de datos de alta capacidad, en vehículo eléctrico conectado y su interacción con la infraestructura de recarga eléctrica y otras infraestructuras municipales de movilidad (red semafórica, paneles informativos, aparcamientos de uso público, etc).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-6138" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-1024x768.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-300x225.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-768x576.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-1536x1152.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-24x18.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-36x27.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09-48x36.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-07-at-14.30.09.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Mediante sandbox, Valladolid busca una mayor eficiencia en sus sistemas de movilidad. Imagen: Ayuntamiento de Valladolid.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">━ <strong><em>¿En qué beneficia a una ciudad contar con un sandbox?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">━ Es un instrumento muy útil a la hora de facilitar al tejido industrial local, a las universidades, a los centros tecnológicos un instrumento de referencia que valide sus productos y desarrollos tecnológicos, especialmente si se encuentran en estado de prototipado o lanzamiento al mercado. Asimismo, permite atraer talento y aquellas empresas emergentes que necesitan testear o probar sobre un escenario real de pruebas sus nuevos productos y servicios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por facilitar ese escenario real, la ciudad se aprovecha del conocimiento y la innovación, ya que esos nuevos productos o servicios innovadores deben contribuir a mejorar la calidad de vida de los habitantes en general o de las personas usuarias de los bienes y servicios públicos; y/o para o mejorar la calidad eficiencia, funcionalidad y sostenibilidad de los existentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En definitiva, contribuye a mejorar el ecosistema local de innovación.</p>



<p class="wp-block-paragraph">━ <strong><em>¿Qué consejos le darías a un equipo de gobierno local de una ciudad que quiere implementar un sandbox?</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existen múltiples mecanismos que el sector público puede adoptar para alcanzar procesos normativos y de gestión más dinámicos. Mecanismos que faciliten la comunicación entre agentes públicos y privados. Pruebas piloto, demostración y otros instrumentos que facilitan datos en tiempo real son conceptos que pueden integrarse en los procesos normativos y de gestión en todos los ámbitos y niveles de la administración local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Una fórmula de hacerlo, y esta ha sido la utilizada por el Ayuntamiento de Valladolid, es reglamentar la utilización de los espacios y servicios públicos. De manera que se garantice la necesaria coordinación de <strong>su destino público preferente</strong> con su <strong>utilización como escenario demostrador de iniciativas privadas innovadoras</strong>. También la seguridad de los habitantes y de las infraestructuras públicas, la igualdad de acceso a esta posibilidad para todo el tejido empresarial. Así como la participación del municipio en los retornos que su colaboración genere a la empresa con el desarrollo comercial del producto o servicio que se ha contribuido a desarrollar.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones inspiradoras como las de esta nota en tu correo? ¡Suscribite, de forma gratuita, a nuestro </strong><a href="https://forms.gle/fPLL1AWabbE2JYnn7"><strong>boletín Ideas &amp; Inspiración</strong></a><strong>!</strong></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em>Imagen principal: </em><em>Agencia de Innovación y Desarrollo Económico del Ayuntamiento de Valladolid.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>“No podemos regular el futuro con reglas del pasado”: los sandboxes como oportunidades para el desarrollo</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 18:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análisis y opinión]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[buenos aires]]></category>
		<category><![CDATA[foro global de sandboxes]]></category>
		<category><![CDATA[innovacion]]></category>
		<category><![CDATA[regulaciones]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[sandbox]]></category>
		<category><![CDATA[sandboxes]]></category>
		<category><![CDATA[valencia]]></category>
		<category><![CDATA[valladolid]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://v2.mascomunidad.org.ar/?p=6074</guid>

					<description><![CDATA[<p>Los sandboxes regulatorios se presentan como una solución innovadora para los gobiernos locales que se ven desafiados por el rápido crecimiento de la Inteligencia Artificial (IA), el uso masivo de datos y el acelerado crecimiento de la digitalización.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/">“No podemos regular el futuro con reglas del pasado”: los sandboxes como oportunidades para el desarrollo</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-5f22dc328d6a3cded0236581e70cd3d4 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:4px">sandboxes</p>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><strong>Por Paula Espinosa, </strong><br><strong>coordinadora del Centro de Soluciones de RIL</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Un nuevo concepto irrumpe en el sector público e impulsa la innovación en los gobiernos. Se trata de los <em>sandboxes </em>o “cajas de arena”, una idea que busca agilizar las regulaciones, aportar datos y evidencia para el desarrollo de productos y permitir la entrada de innovaciones a una ciudad. La premisa es simple: “No podemos regular el futuro con reglas del pasado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La Autoridad Financiera del Reino Unido <a href="https://www.fca.org.uk/publication/research/regulatory-sandbox.pdf">define</a> a un sandbox regulatorio como un “espacio seguro en el que las empresas pueden probar productos, servicios, modelos de negocio y mecanismos de envío innovadores, sin incurrir inmediatamente en todas las consecuencias regulatorias normales de participar en la actividad correspondiente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En el sector público, los sandboxes regulatorios tienen origen en el ámbito financiero. Este está compuesto por un alto grado de regulaciones, pero a la vez experimenta innovaciones constantes como las billeteras virtuales y pagos con códigos QR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nivel local, las ciudades están implementando esta herramienta normativa para agilizar regulaciones. Así, procuran acompañar a startups y emprendimientos a testear productos y servicios que tendrán un impacto en la comunidad.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>¿Por qué una ciudad debería implementar un sandbox?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Los sandboxes son una oportunidad para la evolución del sector público local en materia de transformación digital, desarrollo económico y vinculación público privada. Con la certeza de que la resolución de los desafíos públicos no debe ser una competencia solo de lo público, esta herramienta hace posible el trabajo articulado entre un municipio, la academia y el sector privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concretamente, un sandbox regulatorio brinda los siguientes beneficios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mayor competitividad porque fomenta la innovación y crea un ambiente competitivo para las nuevas tecnologías.&nbsp;</li>



<li>Ayuda a desarrollar nuevos enfoques normativos y revisar ordenanzas y leyes que obstaculizan el desarrollo de innovaciones.</li>



<li>Posiciona a la ciudad como un polo atractivo para inversionistas tecnológicos.</li>



<li>Genera una gobernanza compartida con los actores involucrados en el mismo ya que se necesita de una colaboración y ayuda técnica entre equipos de gobierno, universidades o academias y empresas.</li>



<li>Reduce los costos a la empresa porque permite crear y validar el impacto de una solución.</li>



<li>Genera y desarrolla aprendizajes para equipos de gobierno locales que deben regular su implementación.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXeaX1Ck2SU7QwNvpXF547E_UelYLIiFpFxiC6qN4eAJR4l3bFxcDoHXLjlOMZf70QVJbASh-Lh80UbNFdxdyek8lQGr7HXrZ7FU-aXnRtYmeRXi9PezH9TfRfXxXQi7SoP3KoFuMJHZN3uCv2VtbgR8uTwE?key=FmLNYAqoQIYghgTr-klWkw" alt="Sandboxes, startup Río." style="width:838px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>La startup Vibra instalará ocho estaciones de carga ultrarrápida en varios barrios de Río. Foto (<a href="https://brasilenergia.com.br/energia/ezvolt-e-selecionada-para-participar-do-programa-sandbox-rio/">https://brasilenergia.com.br/energia/ezvolt-e-selecionada-para-participar-do-programa-sandbox-rio/</a>)&nbsp;</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>¿Qué necesita un gobierno local para desarrollar un sandbox?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lo primero que necesita un gobierno local que quiere implementar un sandbox es contar con un equipo a cargo que se encuentre altamente motivado y comprometido, pues probablemente se enfrentarán a una serie de barreras y desafíos complejos. Los equipos deben estar abiertos a conocer nuevos conceptos y metodologías.</p>



<p class="wp-block-paragraph">También es importante definir las áreas temáticas que queremos trabajar con el sandbox, como movilidad urbana, innovación urbana, salud, entre otras. Además, se deben identificar a los actores que incidirán en el instrumento para que sean parte de la configuración y creación del sandbox, y ser consultados ante cualquier duda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Algunos ejemplos de sandboxes en ciudades</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">En Latinoamérica, un caso exitoso es el de <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=5683">Sandbox.Río</a>, liderado por Río de Janeiro. El objetivo principal de este instrumento es acompañar a startups y empresas a implementar nuevos productos y servicios con mayor seguridad regulatoria. Por ejemplo, se concede la autorización de manera temporal a una start up para testear un robot de reparto de comida y cómo sería su impacto en la vía pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En Argentina, en 2021, la Ciudad Autónoma de Buenos Aires sancionó la <a href="https://www.legislatura.gob.ar/posts/la-ciudad-tiene-una-ley-para-proyectos-piloto-de-tecnologia-e-innovacion2306.html">Ley Sandbox </a>que regula los procesos y el entorno controlado de pruebas para proyectos pilotos tecnológicos de innovación de prestación de bienes y servicios. Uno de los <a href="https://www.itba.edu.ar/blog/presentaron-el-proyecto-de-investigacion-de-movilidad-autonoma-que-estara-presente-en-el-parque-de-innovacion-de-caba/">casos</a> que se testearon es una Plataforma de Investigación de Movilidad Urbana en el Parque de Innovación, ubicado en la zona norte, con el fin de evaluar el sistema de movilidad autónoma y su viabilidad para aplicarlo en la ciudad en el futuro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXde8MxjhfNc61QTaQy90_YZKNjYvkYWQrez5NTQbvgUboFnaY1RM0LHlkHqgH6JdyKKRWUHdsaTasrZkN4gUxyMLq1RZ9eLBMWXO-QZHyeGvpdzec_Z0K7cA_bePAmk4fSBUcnD0bLvk49jP9vA27m9XJTD?key=FmLNYAqoQIYghgTr-klWkw" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Transporte autónomo aplicado al proyecto de investigación.</sup></em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">En España, las ciudades de Valladolid y Valencia también cuentan con ejemplos de sandboxes. El Ayuntamiento de Valladolid publicó su ordenanza <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6041">“Valladolid como escenario demostrador” </a>para reglamentar su sandbox urbano. Esta iniciativa regula la utilización de bienes y servicios municipales para que la ciudad se convierta en un escenario de prueba de innovaciones. Con este instrumento, resuelve la necesidad de dotar de reglas y de un marco normativo la relación con universidades, empresas y otros sectores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valencia aprobó este año una <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6038">ordenanza municipal</a> reguladora del sandbox urbano. Tiene como objetivo impulsar los proyectos del sector innovador y tecnológico de la ciudad, y ofrecer a las empresas la posibilidad de probar sus productos en entornos reales para asegurar su éxito en el mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A su vez, Zúrich, en Suiza, creó un<a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6042"> sandbox de innovación para la IA</a>. Además de proporcionar claridad regulatoria, también suministra datos para lograr la transferencia de <em>know-how</em> (“saber hacer”) y la habilitación de nuevos proyectos. Por ejemplo, uno de los proyectos que participó en el sandbox fue el de traducciones automáticas en la administración pública. Dado que implica el manejo de información sensible y el uso de terminología técnica específica, se plantea como cuestión si se pueden y se deben utilizar herramientas de traducción genéricas y de acceso público. Este proyecto se centra en elaborar recomendaciones para el uso de la traducción automática.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Construir comunidad para compartir experiencias y buenas prácticas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La Red de Innovación Local participó del lanzamiento del Foro Global de Sandboxes, organizado por <a href="https://www.thedatasphere.org/">Datasphere Initiative</a> el 22 y 23 de julio de 2024 en Río de Janeiro, Brasil. Este evento convocó a socios interesados para promover la agilidad regulatoria y la innovación responsable basada en datos en todo el mundo. El objetivo fue construir una comunidad para compartir evidencia y buenas prácticas sobre el uso de sandboxes regulatorios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El Foro Global de Sandboxes es una comunidad que busca demostrar el potencial de los sandboxes y fomentar la adopción de un enfoque más colaborativo para abordar los desafíos locales y globales en la era digital. Su objetivo es empoderar a actores públicos y privados mediante el intercambio de experiencias y la creación de capacidades. A su vez, impulsa el desarrollo de orientación basada en evidencia sobre cómo implementar este instrumento y la catalización de iniciativas concretas a nivel local, nacional y regional.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXfda4j3iLk3VwfKVhnwDEnY8BOiB1_a0uYEDHpSTa_VgNP0Snce7TMhqTvkVHTnazYxEDCYZc4Py1lBBAkUeY1XN7KoqTOqHyu0uuQB8qlFVnP14NoBn4eiM6y-ndcnEpDiL5J1TV1aAcEvAl99ZKvf3BdY?key=FmLNYAqoQIYghgTr-klWkw" alt="sandboxes"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Imagen de Datasphere</sup></em></figcaption></figure>



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<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Imagen principal: IDEO</sup></em></p>
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