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	<title>curitiba archivos - +COMUNIDAD</title>
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	<title>curitiba archivos - +COMUNIDAD</title>
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		<title>O que Curitiba fez para reduzir em 40% a fila por especialistas em sete meses</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/o-que-curitiba-fez-para-reduzir-a-fila-por-especialistas-em-sete-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[Salud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A capital do estado do Paraná combinou a adesão a dois programas federais, um novo centro de atendimento e um sistema de teleregulação médica que opera sobre um prontuário eletrônico unificado desde 1999. Sobre esse ecossistema, soma-se uma camada de inteligência artificial municipal que orienta profissionais de saúde e a população.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/o-que-curitiba-fez-para-reduzir-a-fila-por-especialistas-em-sete-meses/">O que Curitiba fez para reduzir em 40% a fila por especialistas em sete meses</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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<p class="has-text-align-right has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-8e25154a9823ad4e49d5723fc7df1ae3" style="color:#ffffff00;font-size:1px">Curitiba</p>



<p><strong><em>Existe uma versão em espanhol deste artigo <a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/">aq</a><a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">u</a><a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/">i.</a></em></strong></p>



<p>Em dezembro de 2024, a capital do estado do Paraná, no Brasil, tinha 201.578 pessoas à espera de uma consulta ou exame especializado na rede pública municipal de saúde. Dez meses depois, em outubro de 2025, esse número havia caído para 123.090 pacientes: <strong>uma redução de 40%. </strong>O tempo médio de espera passou de 60 para 49 dias. Para efeito de comparação, no sistema público britânico (NHS) a espera média por uma primeira consulta com especialista é de cerca de 95 dias.</p>



<p>O resultado se apoia em uma política específica — o <a href="https://saude.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Especialidades em Ação</a>, lançado em abril de 2025 —, mas não se explica sem uma infraestrutura que a cidade vem construindo há muito mais tempo.</p>



<p>“Curitiba construiu, ao longo dos anos, uma trajetória consistente na área da saúde digital, que posiciona o município como referência nacional no Sistema Único de Saúde (SUS).A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba foi pioneira em adotar soluções tecnológicas que ampliaram acesso, organizaram fluxos e qualificaram o cuidado”, afirma ao +COMUNIDAD a secretária municipal de Saúde de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak.&nbsp;</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="449" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20.png" alt="" class="wp-image-9411" style="width:800px;height:auto" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-300x168.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-768x431.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-24x13.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-48x27.png 48w" sizes="(max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Atenção primária em unidades de saúde. Imagem: Levy Ferreira/SECOM</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>O programa que organizou a demanda</strong></h2>



<p>Especialidades em Ação faz parte de um pacote mais amplo. A Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba estruturou a iniciativa articulando quatro frentes: adesão aos programas federais Mais Acesso a Especialistas e Agora Tem Especialista, do Ministério da Saúde; ampliação da oferta entre prestadores contratados; inauguração do <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-de-curitiba-inaugura-centro-curitibano-de-atencao-especializada-para-ampliar-oferta-de-exames-e-consultas/73808" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro Curitibano de Atenção Especializada </a>em 2024, administrado pela Fundação Estatal de Atenção à Saúde (<a href="https://feas.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Feas</a>); e, <strong>sobretudo, a expansão da telerregulação de filas.</strong></p>



<p>A telerregulação funciona da seguinte forma: o médico da unidade básica de saúde compartilha a situação clínica do paciente com um médico especialista telerregulador, que analisa o prontuário eletrônico e define se o caso pode ser resolvido na atenção primária ou se requer encaminhamento. <strong>A decisão é integralmente clínica e humana.</strong></p>



<p>Com esse mecanismo, a Secretaria <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-reduz-em-615-fila-de-espera-da-oftalmologia-em-sete-meses-e-avanca-na-queda-geral-das-filas-por-especialistas/78765" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ampliou</a> de 15 mil para 27 mil as consultas mensais nas cinco especialidades com maior demanda — oncologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ortopedia e cardiologia —, um crescimento de 80%. A oferta mensal de ultrassonografias, endoscopias e colonoscopias passou de 11.743 para 17.283: um aumento de 47%.</p>



<p>Dentro do balanço geral, alguns indicadores avançaram mais rapidamente que outros. A fila de ultrassonografia caiu 96%, a de oftalmologia 61,5% e a de tomografia de crânio foi zerada. Os tempos de agendamento evidenciam a mudança em casos concretos.</p>



<p><strong>Maria Aparecida Duarte Vilela</strong>, pedagoga de 59 anos, conseguiu marcar um exame de ultrassonografia em 15 dias. “Não imaginava que sairia tão rápido”, declarou à imprensa oficial da Prefeitura de Curitiba. <strong>Hélio de Souza</strong>, aposentado de 70 anos operado de catarata em janeiro de 2025, esperava uma consulta de revisão apenas para o ano seguinte. Foi chamado em agosto: “Nem esperava ser chamado tão cedo”, afirmou.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21.png" alt="" class="wp-image-9412" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-48x32.png 48w" sizes="(max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Reforma de unidades de saúde. Imagem: Levy Ferreira/SECOM</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ecossistema digital que tornou a política possível</strong></h2>



<p>A telerregulação não é possível sem um prontuário eletrônico unificado e acessível. Curitiba o possui —o sistema e-Saúde— desde 1999.</p>



<p>Sobre essa base, a cidade construiu duas portas de entrada digitais que são parte central do Sistema Único de Saúde local (SUS). A primeira é o <a href="https://saudeja.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aplicativo Saúde Já Curitiba</a>, que permite agendar consultas clínicas e odontológicas nas 109 unidades básicas de saúde, consultar o histórico do paciente, a carteira de vacinação, resultados de exames laboratoriais e confirmar consultas com especialistas. Hoje, o aplicativo supera 2 milhões de usuários.</p>



<p>A segunda é a <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf">Central Saúde</a><a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a><a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf">Já</a>, criada em 2020 durante a pandemia e transformada desde então em canal permanente.<strong>Em abril de 2023, Curitiba tornou-se a primeira cidade do Brasil a oferecer atendimento virtual para casos leves pelo SUS</strong>. A central acumulou 1,5 milhão de atendimentos até 11 de abril de 2025, com avaliação média de 4,5 na escala Likert (equivalente a 9 em 10). Desde o início das consultas por telefone ou vídeo, foram registrados 281.500 atendimentos médicos e 516 mil de enfermagem.</p>



<p>“Cuidar da saúde de uma cidade é, antes de tudo, cuidar das pessoas. É compreender que cada decisão tomada no âmbito da gestão pública impacta diretamente a vida de milhares de cidadãos. E não apenas no acesso aos serviços, mas também na qualidade de vida, dignidade e bem-estar”, <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">afirma</a> a secretária municipal de Saúde de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="339" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-1024x339.png" alt="" class="wp-image-9413" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-1024x339.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-300x99.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-768x255.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-1536x509.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-24x8.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-36x12.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-48x16.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22.png 1895w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Site de Saúde JÁ. Imagem: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h4 class="wp-block-heading"><strong>O papel da inteligência artificial</strong></h4>



<p>Em diálogo com +COMUNIDAD, a gestora explica que a secretaria utiliza um agente de inteligência artificial para qualificar os encaminhamentos das unidades de saúde para a teleregulação. “O objetivo é auxiliar os profissionais da atenção primária a preencher a solicitação de telerregulação com todo o detalhamento necessário daquela especialidade”, explica.</p>



<p>Essa IA é utilizada durante a consulta médica, com o paciente presente, para que o profissional possa esclarecer dúvidas com o usuário sobre qualquer informação necessária para o encaminhamento. “A ferramenta foi desenvolvida para agilizar as solicitações de telerregulação e evitar retrabalho, porque cada vez que o médico especialista solicita informações extras que não estão no pedido original do médico da atenção primária, o processo não consegue avançar”, destaca Filipak.</p>



<p>A IA lê os fluxos e direciona o médico ajudando/melhorando o descritivo do encaminhamento. Desta forma o médico regulador consegue otimizar a análise e dar os direcionamentos corretos.</p>



<p>Em março de 2026, durante a<a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-superapp-com-inteligencia-artificial-e-cerca-de-800-servicos-em-plataforma-unica/82311"> Smart City Expo Curitiba</a>, a Prefeitura apresentou o Curitiba App: um superaplicativo que integra, em um único ambiente digital, cerca de 800 serviços municipais, entre os quais o Saúde Já é um dos mais utilizados.</p>



<p>A principal novidade é uma inteligência artificial municipal própria, alimentada com bases de dados oficiais da cidade, que permite ao usuário fazer perguntas em linguagem natural e receber orientação para encontrar o serviço necessário.</p>



<p>O desenvolvimento está inserido na Lei Municipal de Inteligência Artificial (Lei 16.321/2024), sancionada por Curitiba em 2024, que estabelece princípios de transparência, privacidade, responsabilidade no uso e proteção de dados em toda aplicação de IA municipal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="534" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23.png" alt="" class="wp-image-9414" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-768x513.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>O prefeito lança o novo Curitiba App na Smart City Expo 2026. Imagem: Pedro Ribas/SECOM.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um ecossistema digital de cuidado</strong></h2>



<p>“A inovação ocupa um lugar central na trajetória da saúde em Curitiba. Inovar, para a saúde pública, significa incorporar novas tecnologias, <strong>melhorar processos de gestão, fortalecer a inteligência em saúde e desenvolver soluções capazes de responder de forma cada vez mais ágil, eficiente e humanizada às demandas da população</strong>”, reflete Correa da Silva Filipak. “Mais do que modernizar estruturas, inovar significa qualificar o cuidado e ampliar a capacidade do sistema de proteger e promover a vida”, acrescenta.</p>



<p>Os próximos passos do modelo de saúde de Curitiba apontam para o <strong>aprofundamento da transformação digital, maior integração dos pontos da rede e centralidade do cidadão nas decisões, com mais inteligência e tecnologia.</strong></p>



<p>“O mais inovador neste momento é que estamos construindo um <strong>ecossistema digital de cuidado</strong>, de forma que todos os pontos de atenção à saúde tenham um braço da Saúde Digital, auxiliando os profissionais a agilizar e qualificar o atendimento”, destaca Tatiane Filipak ao +COMUNIDAD.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Financiamento, aprendizados e transferibilidade</strong></h2>



<p>Curitiba destina 19,52% de suas <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/saude-reduz-fila-das-especialidades-em-quase-40/81070" target="_blank" rel="noreferrer noopener">receitas correntes à saúde</a>, acima do mínimo constitucional brasileiro de 15%. O orçamento previsto para 2025 alcançou R$ 3,34 bilhões (aproximadamente US$ 575 milhões ao câmbio do final de 2025). No mesmo ano, foram incorporados 628 novos profissionais à atenção primária e executados R$ 6,6 milhões (cerca de US$ 1,1 milhão) em 48 obras de infraestrutura de saúde.</p>



<p>Sobre as condições necessárias para que outra cidade latino-americana possa replicar ou adaptar esse modelo de redução de filas e saúde digital, Filipak é direta: “O ponto fundamental para qualquer município é contar com um<strong> prontuário eletrônico sistematizado</strong>, que concentre todas as informações dos usuários e ofereça ao gestor uma visão abrangente de todo o sistema de saúde, orientada às necessidades da população”.</p>



<p>“A incorporação de novas tecnologias na saúde pública de Curitiba é um processo contínuo de melhoria. Desde a implantação do primeiro prontuário eletrônico em 1999 até o estágio atual do Saúde Já Curitiba, houve avanços significativos em oferecer serviços de saúde ao alcance das mãos dos usuários do sistema público”, conclui a secretária.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24.png" alt="" class="wp-image-9415" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Profissional da saúde. Imagem: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Este artigo integra o Boletim Ideias &amp; Inspiração da Rede de Inovação Local (RIL), que destaca mensalmente casos inovadores de diferentes temas em cidades de todo o mundo. Gostaria de receber, uma vez por mês, soluções locais como esta no seu e-mail? </em></strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Você pode se inscrever gratuitamente.</em></strong></a></h5>



<p class="has-small-font-size"><strong>Redação +COMUNIDAD</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Imagem de capa: ilustração de RIL e +COMUNIDAD.</p>



<p></p>
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		<title>Qué hizo Curitiba para reducir un 40% la fila por especialistas de salud en siete meses</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:45:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>La capital del estado de Paraná combinó la adhesión a dos programas federales, un nuevo centro de atención y un sistema de telerregulación médica que opera sobre una historia clínica electrónica unificada desde 1999. Sobre ese ecosistema se suma a una capa de inteligencia artificial municipal que orienta a los profesionales médicos y a la ciudadanía. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/">Qué hizo Curitiba para reducir un 40% la fila por especialistas de salud en siete meses</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-64ce1336a88107a000e3853eea3522f2" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Curitiba.</p>



<p><strong><em>Existe uma versão em português deste artigo <a href="https://mascomunidad.org.ar/o-que-curitiba-fez-para-reduzir-a-fila-por-especialistas-em-sete-meses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</em></strong></p>



<p>En diciembre de 2024, la capital del estado de Paraná, en Brasil, tenía 201.578 personas en espera por una consulta o un examen especializado en la red pública municipal de salud. Diez meses después, en octubre de 2025, esa cifra había caído a 123.090 pacientes:<strong> una reducción del 40%.&nbsp; </strong>El tiempo medio de espera pasó de 60 a 49 días. Para dimensionar la referencia, en el sistema público británico (NHS) la espera promedio por una primera consulta con especialista es de alrededor de 95 días.</p>



<p>El resultado se apoya en una política específica —el <a href="https://saude.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Especialidades en Acción</a>, lanzado en abril de 2025—, pero no se explica sin una infraestructura que la ciudad viene construyendo desde mucho antes.&nbsp;</p>



<p>“Curitiba ha construido, a lo largo de los años, una trayectoria consistente en salud digital que posiciona al municipio como referencia nacional dentro del Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil. La Secretaría fue pionera en adoptar soluciones tecnológicas que ampliaron el acceso, organizaron los flujos y cualificaron el cuidado”, dice a +COMUNIDAD la secretaría municipal de salud de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak</strong>.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="449" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15.png" alt="" class="wp-image-9402" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-300x168.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-768x431.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-24x13.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-48x27.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Atención primaria en centros de salud. Imagen: Levy Ferreira/SECOM</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>El programa que ordenó la demanda</strong></h2>



<p>Especialidades en Acción forma parte de un paquete más amplio. La Secretaría Municipal de Salud de Curitiba lo construyó articulando cuatro frentes: adhesión a los programas federales Más Acceso a Especialistas y Ahora Hay Especialista del Ministerio de Salud; ampliación de la oferta entre los prestadores contratados; inauguración del <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-de-curitiba-inaugura-centro-curitibano-de-atencao-especializada-para-ampliar-oferta-de-exames-e-consultas/73808" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro Curitibano de Atención Especializada</a> en 2024, administrado por la <a href="https://feas.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundación Estatal de Atención a la Salud (Feas)</a>; y, sobre todo, <strong>la expansión de la telerregulación de filas.</strong></p>



<p>La telerregulación funciona así: el médico de la unidad básica de salud comparte la situación clínica del paciente con un médico especialista telerregulador, que analiza la historia clínica electrónica y define si el caso puede resolverse en la atención primaria o requiere derivación. La decisión es íntegramente clínica y humana.</p>



<p>Con ese mecanismo, la Secretaría <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-reduz-em-615-fila-de-espera-da-oftalmologia-em-sete-meses-e-avanca-na-queda-geral-das-filas-por-especialistas/78765" target="_blank" rel="noreferrer noopener">amplió</a> de 15.000 a 27.000 las consultas mensuales en las cinco especialidades con mayor demanda —oncología, oftalmología, otorrinolaringología, ortopedia y cardiología—, un crecimiento del 80%. La oferta mensual de ultrasonografías, endoscopías y colonoscopías pasó de 11.743 a 17.283: un 47% más.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18.png" alt="" class="wp-image-9405" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Renovación de unidades médicas. Imagen:</em> <em>Levy Ferreira/SECOM</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<p>Dentro del balance general, algunos indicadores se movieron más rápido que otros. La fila de ultrasonografía cayó 96%, la de oftalmología 61,5% y la de tomografía de cráneo se redujo a cero. Los tiempos de agendamiento dejan ver el cambio en casos concretos.&nbsp;</p>



<p><strong>María Aparecida Duarte Vilela</strong>, pedagoga de 59 años, consiguió un turno para un examen de ultrasonografía en 15 días. &#8220;No imaginaba que saldría tan rápido&#8221;, <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/saude-reduz-fila-das-especialidades-em-quase-40/81070" target="_blank" rel="noreferrer noopener">declaró</a> a la prensa oficial de la Prefeitura de Curitiba. <strong>Hélio de Souza</strong>, jubilado de 70 años operado de cataratas en enero de 2025, esperaba una consulta de revisión recién para el año siguiente. Fue llamado en agosto: &#8220;Ni esperaba ser llamado tan pronto&#8221;, dijo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El ecosistema digital que hizo posible la política</strong></h2>



<p>La telerregulación no es posible sin un prontuario electrónico unificado y accesible. Curitiba lo tiene—el sistema e-Saúde— desde 1999.</p>



<p>Sobre esa base, la ciudad construyó dos puertas de entrada digitales que son parte central del Sistema Único de Salud local (SUS). La primera es el<a href="https://saudeja.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> aplicativo Saúde Já Curitiba</a>, que permite agendar consultas clínicas y odontológicas en las 109 unidades básicas de salud, consultar el historial del paciente, la carteira de vacunación, resultados de exámenes laboratoriales y confirmar turnos con especialistas. Hoy supera los 2 millones de usuarios.</p>



<p>La segunda es la <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Central Saúde Já</a>, creada en 2020 durante la pandemia y transformada desde entonces en canal permanente. En abril de 2023,<strong>Curitiba se convirtió en la primera ciudad de Brasil en ofrecer teleatendimiento virtual para casos leves por SUS.</strong> La central acumuló 1,5 millones de atenciones al 11 de abril de 2025, con una evaluación promedio de 4,5 en escala Likert (equivalente a 9 sobre 10). Desde que arrancaron las consultas por teléfono o video, se registraron 281.500 atenciones médicas y 516.000 de enfermería.</p>



<p>“Cuidar de la salud de una ciudad es, antes que todo, cuidar de las personas. Es comprender que cada decisión tomada en el ámbito de la gestión pública impacta directamente en la vida de miles de ciudadanos. Y no sólo en el acceso a servicios, sino también sobre su calidad de vida, dignidad y bienestar”, <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf">expresa</a> la secretaría municipal de Salud de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak</strong>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="339" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-1024x339.png" alt="" class="wp-image-9406" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-1024x339.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-300x99.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-768x255.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-1536x509.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-24x8.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-36x12.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-48x16.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19.png 1895w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"><em><sup>Sitio web de Saúde JÁ. Imagen: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El rol de la inteligencia artificial</strong></h2>



<p>En diálogo con +COMUNIDAD, la funcionaria cuenta que la entidad utiliza un agente de inteligencia artificial para cualificar las derivaciones desde las unidades de salud hacia la telerregulación. “El objetivo es asistir a los profesionales de atención primaria en el completado de las solicitudes de telerregulación con todo el detalle necesario para cada especialidad”, explica.&nbsp;</p>



<p>Esta IA se utiliza durante la consulta médica, con el paciente presente, para que el profesional pueda resolver dudas con el usuario sobre cualquier información necesaria para la derivación. “La herramienta fue desarrollada para agilizar las solicitudes y evitar el retrabajo: cada vez que un médico especialista solicita información extra que no figuraba en el pedido original, el proceso se estanca”, destaca Filipak.</p>



<p>La IA lee los flujos y orienta al médico, ayudando a mejorar la descripción de la derivación. De esta forma, el médico regulador puede optimizar el análisis y dar las indicaciones correctas.</p>



<p>En marzo de 2026, durante la <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-superapp-com-inteligencia-artificial-e-cerca-de-800-servicos-em-plataforma-unica/82311" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Smart City Expo Curitiba</a>, la Prefeitura presentó el Curitiba App: un superapp que integra en un solo entorno digital cerca de 800 servicios municipales, entre los cuales Saúde Já es uno de los más consultados.&nbsp;</p>



<p>La novedad central es una inteligencia artificial municipal propia, alimentada con bases de datos oficiales de la ciudad, que permite al usuario hacer preguntas en lenguaje natural y recibir orientación para encontrar el servicio que necesita.</p>



<p>El desarrollo se enmarca en la Ley Municipal de Inteligencia Artificial (Lei 16.321/2024), sancionada por Curitiba en 2024, que fija principios de transparencia, privacidad, responsabilidad clara del uso y protección de datos en toda aplicación de IA municipal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="534" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16.png" alt="Curitiba" class="wp-image-9403" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-768x513.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>El alcalde lanza la nueva CuritibaApp en Smart City Expo 2026. Imagen: Pedro Ribas/SECOM.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un ecosistema digital de cuidado</strong></h2>



<p>“La innovación ocupa un lugar central (en la trayectoria de Salud de Curitiba). Innovar, para la salud pública, significa incorporar nuevas tecnologías<strong>, mejorar procesos de gestión, fortalecer la inteligencia en salud y desarrollar soluciones capaces de responder de forma cada vez más ágil, eficiente y humanizada las demandas de la población</strong>”, reflexiona&nbsp; Correa da Silva Filipak. “Más que modernizar estructuras, innovar significa cualificar el cuidado y ampliar la capacidad del sistema de proteger y promover la vida”, añade.&nbsp;</p>



<p>Los próximos pasos del modelo de salud de Curitiba se orientan a <strong>profundizar la transformación digital, integrar aún más los puntos de la red y situar al ciudadano en el centro de las decisiones con más inteligencia y tecnología.</strong></p>



<p>“Lo más innovador en este momento es la construcción de un <strong>ecosistema digital de cuidado</strong>, donde todos los puntos de atención a la salud cuentan con un brazo de Salud Digital que auxilia a los profesionales a agilizar y mejorar la calidad del servicio”, remarca Tatiane Filipak a +COMUNIDAD.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Financiamiento, aprendizajes y transferibilidad</strong></h2>



<p>Curitiba destina el 19,52% de sus<a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/saude-reduz-fila-das-especialidades-em-quase-40/81070" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recaudaciones corrientes a Salud</a>, por encima del mínimo constitucional brasileño del 15%. El presupuesto presupuestado para 2025 alcanzó los R$ 3,34 mil millones (aproximadamente U$S 575 millones al cambio de fines de 2025). En el año también se sumaron 628 nuevos profesionales a la atención primaria y se ejecutaron R$ 6,6 millones (cerca de U$S 1,1 millón) en 48 obras de equipamiento sanitario.</p>



<p>Respecto a qué condiciones considera la Secretaría imprescindibles para que otra ciudad latinoamericana pueda replicar o adaptar este modelo de reducción de esperas y salud digital, Filipak es precisa. “El punto fundamental para cualquier municipio es contar con una <strong>historia clínica electrónica sistematizada</strong>, que concentre toda la información de los usuarios y brinde al gestor un panorama de todo el sistema de salud enfocado en las necesidades de la población”, aconseja.</p>



<p>“La incorporación de nuevas tecnologías en la salud pública de Curitiba es un proceso de mejora continua. Desde la implantación de la primera historia clínica electrónica en 1999 hasta el estadio actual de <em>Saúde Já Curitiba</em>, se ha avanzado significativamente en ofrecer servicios de salud al alcance de la mano para los usuarios del sistema público”, concluye la secretaria.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17.png" alt="" class="wp-image-9404" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Profesional de la salud. Imagen: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


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<p class="has-small-font-size">Redacción +COMUNIDAD</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Faros del Conocimiento: 32 años acercando educación y tecnología a los barrios de Curitiba</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/faros-de-conocimiento-curitiba-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:13:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Educación]]></category>
		<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[alfabetización digital]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizaje creativo]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ciudades]]></category>
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		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[desarrollo territorial]]></category>
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		<category><![CDATA[Faros del Conocimiento e Innovación]]></category>
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		<category><![CDATA[Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[soluciones]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mascomunidad.org.ar/?p=9108</guid>

					<description><![CDATA[<p>Con una red de 32 bibliotecas y laboratorios maker distribuidos en barrios y plazas, Curitiba sostiene una política pública que supera las tres décadas. El modelo evolucionó de biblioteca barrial a espacio de robótica e impresión 3D sin perder su función original. Más de 141.000 estudiantes y 8.500 vecinos participaron de sus talleres desde 2017. La clave de su longevidad: institucionalización presupuestaria, pedagogía creativa y una respuesta concreta al problema del acceso desigual al conocimiento en los barrios más alejados del centro.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/faros-de-conocimiento-curitiba-brasil/">Faros del Conocimiento: 32 años acercando educación y tecnología a los barrios de Curitiba</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-d1f62b5be04cf7236e56d39d81c871f0" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Faros del Conocimiento</p>



<p>En los barrios más alejados del centro de Curitiba, una torre metálica de colores —amarillo, rojo y azul— rompe la monotonía del paisaje urbano. Inspirada en la experiencia del Faro de Alejandría, esa estructura es la puerta de entrada a un espacio donde estudiantes, familias y vecinos acceden de forma gratuita a propuestas educativas, culturales y tecnológicas.</p>



<p>Los Faros del Conocimiento (<a href="https://cidadeseducadoras.curitiba.pr.gov.br/farois-do-saber/?locale=es" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Faróis do Saber</em>)</a> nacieron en 1994 para ofrecer servicios de consulta, préstamo de libros, actividades culturales y formación. La mayoría está ubicada junto a escuelas municipales. &#8220;Fueron pensados para atender tanto al público escolar como a los residentes de los alrededores, fortaleciendo el vínculo entre la escuela y los barrios&#8221;, explica a +COMUNIDAD <strong>Tania Maria Severino</strong>, gerente de Bibliotecas y <em>Faróis do Saber</em> en Curitiba.</p>



<p>Lo que empezó como una red de bibliotecas barriales a inicios de los 90 se transformó, en tres décadas, en una política territorial de innovación educativa. Su capacidad de adaptación a los cambios tecnológicos y sociales explica, según Severino, por qué sigue vigente. Desde el año 2000, los espacios incorporaron computadoras y acceso gratuito a internet a través del programa &#8220;Digitando el Futuro&#8221;. Hoy combinan biblioteca, laboratorio de innovación y taller comunitario.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un dispositivo híbrido: biblioteca, laboratorio y taller</strong></h2>



<p>En la actualidad, los 32 Faros del Conocimiento e Innovación están distribuidos en 9 centros regionales y dan servicio a ciudadanos de distintos barrios de la ciudad, con énfasis en los más alejados del centro. Sus talleres abordan robótica, programación, impresión 3D y diseño digital, y se articulan con los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS).</p>



<p>Según un <a href="https://bidce.org/es/experiencia/697" target="_blank" rel="noreferrer noopener">informe</a> del <strong>Banco Internacional de Ciudades Educadoras (BIDCE),</strong> actualizado en 2025, desde 2017 se realizaron más de 13.000 talleres con temas que van desde la animación cuadro a cuadro —técnica conocida como<em>Stop Motion</em>— hasta proyectos de ciencia, tecnología, ingeniería, arte y matemáticas (STEAM). En ese período participaron alrededor de 141.000 estudiantes de la red municipal y aproximadamente 8.500 personas de la comunidad —docentes, familias y vecinos.</p>



<p>El marco pedagógico que orienta las actividades se basa en los &#8220;<strong><em>4 Ps del Aprendizaje Creativo&#8221;</em></strong>: pasión, pares, proyectos y pensamiento lúdico (<em>pensar brincando</em>, en el original en portugués). Este enfoque, derivado del trabajo del <strong>MIT Media Lab</strong>, distingue al modelo de una propuesta de infraestructura tecnológica sin contenido pedagógico.</p>



<p>La gestión del sistema articula dos niveles. La Secretaría Municipal de Educación (<a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrFZrc_3qZpFwIAfL.r9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1773753152/RO=10/RU=https%3a%2f%2feducacao.curitiba.pr.gov.br%2f/RK=2/RS=JlBWS8.FoJxJYlZE8s3e7eOnsLM-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SME</a>) define las directrices pedagógicas, normativas y administrativas. Los equipos directivos de cada escuela —dirección, vicedirección y equipo pedagógico— asumen la gestión cotidiana, dado que los faros forman parte de la unidad educativa.</p>



<p>“Los faros se consolidaron como equipamientos culturales dentro de una política pública de la <a href="https://adm-biblioteca.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Red Municipal de Bibliotecas de Curitiba</strong></a>. (Su gestión)  se estructura a partir del entendimiento de que estos espacios son bibliotecas escolares integradas a la <a href="https://educacao.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Red Municipal de Enseñanza</strong></a> y vinculadas directamente a las unidades escolares donde están instalados”, profundiza Tania Maria Severino. </p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-9110" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-1024x768.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-300x225.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-768x576.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-1536x1151.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-2048x1535.jpg 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-2000x1499.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-24x18.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-36x27.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-1-48x36.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Panorámica del Faro del Conocimiento. Imagen: Asociación Internacional de Ciudades Educadoras.</sup></em></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>De biblioteca a laboratorio: una evolución en tres actos</strong></h2>



<p>La historia de los faros no es la de una política que sobrevivió sin cambiar. Es la de una política que sobrevivió porque cambió, entienden en Curitiba.&nbsp;</p>



<p><strong>El primer acto arranca en 1994</strong>, durante la gestión del alcalde <strong>Rafael Greca de Macedo</strong>, en un momento en que Curitiba se consolidaba como referencia en planificación urbana integrada. Los faros se instalaron junto a escuelas municipales y plazas con un mandato simple: ofrecer consulta de acervo, préstamo de libros y actividades culturales a los vecinos del entorno, tanto escolares como adultos de la comunidad.</p>



<p><strong>El segundo acto comienza en 2000</strong>, cuando los espacios incorporaron computadoras y acceso gratuito a internet a través del programa &#8220;Digitando o Futuro&#8221;. Fue una respuesta directa a la brecha digital que empezaba a definir nuevas formas de exclusión. En 2013, un proceso de revitalización actualizó infraestructura, acervos y formas de uso.</p>



<p><strong>El tercer acto llegó en 2017 y fue el más radical.</strong> Parte del espacio físico de los faros se reconvirtióen <strong><em>&nbsp;espacios maker, dando origen al Farol do Saber e Inovação.</em></strong> La biblioteca, por su parte, se amplió. Al préstamo de libros se sumaron robótica educacional, programación, modelado e impresión 3D, prototipado electrónico y producción de medios. &#8220;La cultura digital no sustituye al libro, sino que lo amplía&#8221;, sintetiza Tania Maria Severino, gerente de Bibliotecas y Faróis do Saber de la Secretaría Municipal de Educación.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Integrar la cultura digital, el desafío de Faros del Conocimiento</strong></h2>



<p>Incorporar tecnología a espacios concebidos originalmente como bibliotecas exigió superar resistencias técnicas, estructurales y culturales. <strong>Julia Padeski Rodoniski</strong>, gestora del Proyecto de Robótica de Alto Rendimiento de Curitiba, detalla a +COMUNIDAD dos niveles de resistencia.&nbsp;</p>



<p>El técnico fue el más visible: adecuación de infraestructura física y eléctrica, ampliación de conectividad, adquisición y mantenimiento de equipos, actualización permanente de recursos digitales. Gestionar el uso simultáneo de los espacios por el público escolar y la comunidad exigió construir protocolos específicos.</p>



<p>El cambio cultural fue, quizás, el más profundo. &#8220;La biblioteca estaba asociada al silencio, a la lectura individual y a la consulta del acervo&#8221;, describe Padeski Rodoniski. Resignificar ese rol requirió un proceso gradual de sensibilización y formación continua que permitió construir nuevas prácticas, integrando lectura, cultura digital, experimentación y producción del conocimiento.</p>



<p>Tania Maria Severino destaca que, no obstante,<strong> todas las escuelas de la Red Municipal de Curitiba ponen a disposición de sus estudiantes acceso a libros y computadoras</strong>, con bibliotecas escolares implantadas en casi todas las unidades y espacios maker constituidos. Por lo tanto –remarcan en la Prefeitura–, los faros no sustituyen ni suplen una ausencia, sino que enriquecen prácticas ya existentes en la red de forma equitativa, aun sin la presencia física del faro en todas las instituciones que conforman la red municipal.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="486" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-1024x486.jpg" alt="" class="wp-image-9111" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-1024x486.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-300x142.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-768x365.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-1536x729.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-2048x972.jpg 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-2000x949.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-24x11.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-36x17.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-3-48x23.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Espacio Maker. Imagen:  Asociación Internacional de Ciudades Educadoras.</sup></em></figcaption></figure>
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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="461" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-9112" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-1024x461.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-300x135.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-768x346.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-1536x691.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-24x11.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-36x16.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2-48x22.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-2.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Espacio Maker. Imagen:  Asociación Internacional de Ciudades Educadoras.</sup></em></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Faros móviles para llegar a toda la red</strong></h2>



<p>Las restricciones estructurales, logísticas y financieras impedían que el modelo alcanzara el 100% de las escuelas municipales. <strong>La respuesta fue crear los Faros del Conocimiento e Innovación Móviles</strong>: ambientes itinerantes de aprendizaje colaborativo que llevan los recursos tecnológicos y creativos a escuelas, Centros Municipales de Educación Infantil (CMEIs), Centros de Educación Especial (CMAEEs) y espacios de formación docente.</p>



<p>Severino y Padeski Rodoniski explican que, más que un mobiliario equipado con recursos tecnológicos y materiales de artesanía, los faros móviles se configuran como ambientes itinerantes de aprendizaje colaborativo. Esto permitió –afirman– promover la equidad en el acceso y la democratización de las oportunidades educativas.</p>



<p>De esa forma, la iniciativa de los Faros del Conocimiento <strong>evolucionó de forma continua y significativa</strong>, y acompañó las transformaciones sociales, culturales y tecnológicas de la sociedad. Un ejemplo de eso es que, a partir del año 2000, los espacios comenzaron a incorporar computadoras y acceso gratuito a Internet a través del <strong>Programa &#8220;Digitando el Futuro&#8221;</strong>, fortaleciendo las acciones de inclusión digital y democratización de la información para estudiantes, docentes y la comunidad.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="694" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-1024x694.jpg" alt="" class="wp-image-9113" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-1024x694.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-300x203.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-768x520.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-1536x1041.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-2048x1387.jpg 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-2000x1355.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimimiento-4-48x33.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Niño interactúa en el Espacio Maker. Imagen:  Asociación Internacional de Ciudades Educadoras.</sup></em></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sostenibilidad: por qué esta política sobrevivió a seis gestiones municipales</strong></h2>



<p>La pregunta más relevante de esta historia no es qué hacen los faros, sino cómo lograron sostenerse durante treinta años en un contexto regional donde gran parte de las políticas públicas municipales no supera el cambio de gestión.</p>



<p>La respuesta tiene dos componentes estructurales. El primero es la institucionalización: los faros están incorporados a la Secretaría Municipal de Educación con presupuesto propio, normativas específicas y articulación directa con las escuelas. Eso los protege de la discrecionalidad política.&nbsp;</p>



<p>El segundo es el <a href="https://educacao.curitiba.pr.gov.br/conteudo/programa-fundo-rotativo/7460" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Fondo Rotativo</a>, que descentraliza la gestión de recursos para mantenimiento y materiales, evitando la dependencia de decisiones centralizadas para el funcionamiento cotidiano.</p>



<p>A eso se suma, según Padeski Rodoniski, la capacidad de construir redes colaborativas con universidades, organizaciones de la sociedad civil y actores del ecosistema de innovación, lo que amplió las fuentes de soporte técnico más allá del presupuesto municipal.</p>



<p>La validación externa llegó también desde fuera del sistema municipal. En 2018, el proyecto fue seleccionado entre 213 propuestas presentadas al <a href="https://www.media.mit.edu/posts/resultado-do-desafio-aprendizagem-criativa-brasil-2018/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Desafio Aprendizagem Criativa</em></a>, convocatoria impulsada por la Fundación Lemann y el MIT Media Lab: fue uno de los ocho proyectos elegidos a nivel nacional y el único de la región sur de Brasil. La distinción implicó acceso a mentorías, apoyo técnico y vinculación directa con el programa del laboratorio del MIT.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy"  id="_ytid_33446"  width="787" height="442"  data-origwidth="787" data-origheight="442" src="https://www.youtube.com/embed/DvzltdukdRM?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;" class="__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload" title="YouTube player"  allow="fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen data-no-lazy="1" data-skipgform_ajax_framebjll=""></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto y límites del modelo</strong></h2>



<p>Desde 2017 alrededor de los Faros del Conocimiento e Innovación <strong>se realizaron más de 13.000 talleres, participaron más de 141.000 estudiantes y 8.500 personas de la comunidad</strong>.&nbsp;</p>



<p>El programa mide su impacto a través de indicadores cuantitativos y cualitativos: frecuencia de participación en actividades, desarrollo de competencias cognitivas y socioemocionales, registros pedagógicos de los docentes mediadores y portafolios de proyectos estudiantiles.</p>



<p>El grado de integración de los faros en el Proyecto Político-Pedagógico (PPP) de cada escuela funciona como indicador cualitativo central: las escuelas que incorporan la biblioteca como espacio pedagógico estructurante tienden a desarrollar prácticas de enseñanza más diversificadas, destacan las funcionarias.&nbsp;</p>



<p>Sin embargo, aún no se&nbsp; reportan públicamente datos consolidados sobre impacto en el desempeño escolar formal —tasas de mejora en comprensión lectora, porcentaje de escuelas con el faro integrado al PPP, o uso mensual promedio de los espacios.&nbsp;</p>



<p>Las funcionarias Severino y Padeski Rodoniski afirman que estos datos se complementan con relatos evaluativos, portafolios de proyectos, autoevaluaciones de estudiantes, devoluciones de las escuelas y observaciones prácticas en cada espacio. “Esto permite identificar contribuciones directas en el proceso de aprendizaje, en el fortalecimiento de las habilidades previstas en el currículo y en la mejora del desempeño escolar formal”, explican.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="974" height="628" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-5.png" alt="" class="wp-image-9114" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-5.png 974w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-5-300x193.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-5-768x495.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-5-24x15.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-5-36x23.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Faros-del-Conocimiento-5-48x31.png 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Laboratorio Pedagógico de Inovación (Lapi).  Imagen: </sup></em><a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/pela-segunda-vez-inovacao-na-educacao-de-curitiba-e-destaque/54908" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><sup><em>Daniel Castellano/SMCS</em></sup></a><em><sup>.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aprendizajes para otras ciudades</strong></h2>



<p>Consultadas sobre las lecciones que pueden tomar otras ciudades de Brasil y del resto de América Latina, las especialistas expresan que el principal aprendizaje es que “los proyectos de democratización tecnológica perduran cuando están cimentados en procesos continuos de formación, actualización pedagógica, flexibilidad metodológica y escucha permanente de las demandas sociales”.&nbsp;</p>



<p>Tania María Severino resume que en todos estos años lograron consolidar lecciones fundamentales:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>La tecnología por sí sola no transforma la educación. </strong>El impacto real sólo se produce cuando los recursos digitales están articulados a un proyecto pedagógico consistente, mediado por profesionales calificados (agentes de lectura y educadores).</li>



<li><strong>Flexibilidad y actualización permanente. </strong>Los proyectos de democratización tecnológica deben ser procesos en constante evolución, capaces de incorporar nuevos lenguajes y medios.</li>



<li><strong>Integración entre lectura, tecnología y cultura. </strong>La trayectoria de los faros demuestra que la cultura digital no sustituye al libro, sino que lo amplía. El fortalecimiento de la lectura es la condición básica para que el uso de las tecnologías sea crítico y emancipador.</li>



<li><strong>Arraigo institucional. </strong>La longevidad de los faros está asociada a su incorporación en la estructura de la Secretaría Municipal de Educación, con presupuesto y normativas propias.</li>



<li><strong>Territorios de convivencia y equidad. </strong>La  democratización tecnológica sólo se sostiene cuando responde a las necesidades reales de la comunidad y promueve el acceso calificado al conocimiento.</li>
</ul>
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			</item>
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		<title>Ciudades que no esperan: estrategias de resiliencia ante desastres</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/ciudades-que-no-esperan-estrategias-de-resiliencia-ante-desastres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 18:08:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aunque no es posible evitar que ocurran desastres, los gobiernos locales pueden fortalecer su capacidad de preparación y resiliencia para reducir su impacto en las comunidades. Desde sistemas de alerta temprana en Colombia hasta seguros paramétricos en Estados Unidos, esta nota recorre soluciones probadas de gestión del riesgo que ya están siendo implementadas en distintas ciudades.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/ciudades-que-no-esperan-estrategias-de-resiliencia-ante-desastres/">Ciudades que no esperan: estrategias de resiliencia ante desastres</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-28b8a6cc1d197e442d8cfc94a25fb005" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Ciudades</p>



<p>Las ciudades conviven de manera permanente con desastres y crisis que afectan la vida de millones de personas. Incendios, inundaciones y eventos climáticos extremos impactan sobre viviendas, servicios públicos y redes comunitarias, y exponen las limitaciones de la respuesta estatal cuando la planificación llega tarde.</p>



<p>El inicio de 2026 volvió a poner este escenario en primer plano en distintos puntos de América Latina. En el sur de Argentina, los incendios forestales en la Patagonia obligaron a evacuar poblaciones y a desplegar operativos de emergencia en localidades de Chubut y Río Negro. En el norte del país, las lluvias intensas provocaron desbordes de ríos y anegamientos en ciudades y pueblos de Salta y Jujuy, con impacto en rutas y servicios básicos.</p>



<p>En el Caribe, en tanto, episodios de tormentas e inundaciones afectaron a ciudades de República Dominicana, donde varios municipios activaron alertas y dispositivos de asistencia ante el avance del agua.</p>



<p>Frente a este contexto, los gobiernos locales enfrentan un desafío central:<strong> fortalecer su capacidad de preparación.</strong> Aunque no es posible evitar los desastres, sí es posible reducir su impacto mediante decisiones anticipadas, reglas claras y una mejor articulación entre actores públicos y comunitarios. <strong>En otras palabras, pasar de una gestión del riesgo reactiva hacia una constructiva.&nbsp;</strong></p>



<p>En distintas ciudades del mundo ya se ensayan respuestas en esa dirección. Sistemas de alerta temprana, esquemas de coordinación municipal y mecanismos financieros específicos muestran que la preparación requiere decisiones concretas.</p>



<p><strong>Estas estrategias se apoyan en tecnología, organización comunitaria y planificación urbana para construir redes de protección más sólidas</strong>. Desde procesos de empoderamiento científico en <strong>Medellín </strong>hasta el uso de seguros paramétricos en ciudades de <strong>Estados Unidos</strong>, los casos que se presentan a continuación muestran que la gestión del riesgo es una tarea multidimensional, sostenida en políticas, instrumentos y capacidades que fortalecen la resiliencia.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="W0K9OBnBxt"><a href="https://mascomunidad.org.ar/como-prevenir-los-incendios-forestales-desde-los-municipios/">Cómo prevenir los incendios forestales desde los municipios</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cómo prevenir los incendios forestales desde los municipios&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/como-prevenir-los-incendios-forestales-desde-los-municipios/embed/#?secret=fuq5KIzpzS#?secret=W0K9OBnBxt" data-secret="W0K9OBnBxt" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Medellín: la ciencia como lenguaje común para la prevención y resiliencia</strong></h2>



<p>En Medellín, Colombia, la gestión del riesgo va más allá de la mera recopilación de datos de las 17 alarmas que integran los <strong>Sistemas de Alerta Temprana Comunitarios (</strong><a href="https://www.metropol.gov.co/ambiental/siata/Paginas/SATC.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>SATC</strong></a><strong>).</strong> Estas alarmas surgieron en 2015 como una iniciativa ciudadana en el municipio de San Antonio de Prado, ante la necesidad de prepararse frente a posibles inundaciones provocadas por las quebradas de la zona. Con el tiempo, el proceso se consolidó como una pieza clave del <strong>Sistema de Alerta Temprana de Medellín y el Valle de Aburrá (</strong><a href="https://siata.gov.co/siata_nuevo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>SIATA</strong></a><strong>).</strong></p>



<p>Los SATC funcionan como estrategias territoriales que colocan a la comunidad en el centro de la gestión del riesgo. En este esquema, el SIATA actúa como soporte técnico que brinda información oportuna y confiable a poblaciones en situación de vulnerabilidad. En articulación con los organismos de gestión del riesgo, el sistema fortalece capacidades locales de respuesta y prevención, con el objetivo de reducir daños personales, pérdidas de vidas y afectaciones sobre viviendas, infraestructura y ambiente.</p>



<p>Esta apuesta por la apropiación social del conocimiento se expresa en iniciativas complementarias. Los <a href="https://www.metropol.gov.co/ambiental/siata/Paginas/semillero-de-ciudadanos-cientificos.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Semilleros de Ciudadanos Científicos</strong></a> promueven el uso comunitario de herramientas tecnológicas y saberes ambientales. <a href="https://siata.gov.co/sitio_web/index.php/territorioAlAire" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Territorio al Aire </strong></a>acerca información clave sobre el entorno de forma accesible. A su vez, los <a href="https://www.youtube.com/watch?v=yqSvnd_WWw0" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Cuentos SIATA</strong></a> traducen contenidos técnicos —como hidrología, meteorología, calidad del aire y cambio climático— en relatos pensados para públicos diversos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-8817" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1024x682.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1536x1023.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
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<p><em><sup>Reunión de vecinos, vecinas y equipo del SIATA. Imagen: SIATA.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infraestructura y fondos de resiliencia en Recife y Salvador</strong></h2>



<p>La planificación urbana en Brasil avanza hacia un enfoque que busca convivir con la naturaleza, con especial atención en la protección de los sectores más expuestos al riesgo climático. En Salvador, donde cerca del 50 % de la ciudad se localiza en zonas con riesgo por sequías o deslizamientos, el gobierno local <a href="https://sustentabilidade.salvador.ba.gov.br/prefeitura-fecha-parceria-internacional-para-viabilizar-projeto-bairro-novo-em-vila-mar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formalizó una alianza</a> con el Fondo Financiero C40 (<a href="https://www.c40.org/es/what-we-do/influencing-the-global-agenda/financing-the-green-transition/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CFF</a>) para identificar áreas críticas. De ese trabajo surge <strong><em>Bairro Novo</em></strong>, un proyecto orientado a fortalecer la resiliencia de 8.500 habitantes de Vila Mar mediante soluciones basadas en la naturaleza.</p>



<p>Las intervenciones incluyen la rehabilitación de cauces naturales, el uso de vegetación para estabilizar el suelo, la creación de áreas verdes y el pavimentado de taludes. El objetivo es reducir al 30 % la proporción de población que vive en zonas de riesgo hacia 2049. Estas acciones combinan infraestructura física y planificación territorial con una mirada de largo plazo.</p>



<p>Recife complementa esta estrategia con una <strong>herramienta de seguridad financiera aplicada a la gestión del riesgo</strong>. La ciudad evalúa sus activos y zonas clave para ajustar la cobertura del Fondo de Seguro de Infraestructura Urbana, administrado por<em>Local Governments for Sustainability</em> (<a href="https://uiif-resilience.org/es/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ICLEI</a>). Este esquema permite acceder con mayor rapidez a recursos tras una catástrofe.</p>



<p>El principal aporte de este instrumento es la disponibilidad inmediata de fondos para la recuperación, lo que reduce la dependencia de presupuestos generales tensionados. Así, las comunidades de menores ingresos pueden iniciar antes la reconstrucción de viviendas y medios de vida. Esta solución financiera se articula con otras iniciativas urbanas, como el <a href="https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2024/11/29/recife-inaugura-primeiro-parque-projetado-para-alagar-no-periodo-das-chuvas.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>primer parque inundable de la ciudad</strong></a><strong>,</strong> diseñado para retener y drenar el agua de lluvia mientras ofrece espacios públicos de uso recreativo y educativo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="787" height="443" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-6.png" alt="" class="wp-image-8818" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-6.png 787w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-6-300x169.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-6-768x432.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-6-24x14.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-6-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-6-48x27.png 48w" sizes="auto, (max-width: 787px) 90vw, 787px" /></figure>
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<p><em><sup>Recife inaugura el primer parque diseñado para inundarse durante la temporada de lluvias. Imagen: </sup></em><a href="https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2024/11/29/recife-inaugura-primeiro-parque-projetado-para-alagar-no-periodo-das-chuvas.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><sup><em>g1</em></sup></a><em><sup>.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Protocolos y reingeniería: el modelo de respuesta en Corrientes y Guaymallén</strong></h2>



<p>La resiliencia urbana en Argentina está encontrando sus pilares en la combinación de una organización municipal clara y obras de infraestructura de alta precisión. En la ciudad de Corrientes, el principal desafío era enfrentar una multiplicidad de riesgos, que iban desde inundaciones y tormentas severas hasta incendios forestales y emergencias sanitarias. Frente a ese escenario, el municipio creó el <a href="https://ciudaddecorrientes.gov.ar/proyectos/secretaria-de-coordinacion-de-gobierno/plan-integral-de-gesti-n-de-riesgos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Comité de Emergencias (COE)</strong></a>, un espacio de coordinación entre áreas clave para garantizar una respuesta rápida ante situaciones críticas.</p>



<p><strong>Un paso central fue la elaboración, por primera vez en la historia de la ciudad, de un </strong><a href="https://www.ellitoral.com.ar/ciudad/2026-1-9-18-24-0--como-es-el-protocolo-de-riesgo-del-municipio-y-que-se-proyecta-para-los-proximos-meses" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Manual de Protocolo</strong></a><strong>.</strong> Este instrumento define procedimientos y responsabilidades para cada actor municipal y establece pautas de actuación ante emergencias, en particular las de origen hídrico. El objetivo es asegurar intervenciones ordenadas y reducir tiempos de respuesta en contextos de alta presión operativa.</p>



<p>La efectividad de la gestión del riesgo se manifestó recientemente, en enero de 2026, tras una precipitación de 85 milímetros que, gracias a la previsión operativa, no dejó personas evacuadas y permitió un escurrimiento ágil del agua en las zonas críticas. Este resultado –según la evaluación de las autoridades– fue producto de un estricto protocolo coordinado por el COE, que activó tareas de limpieza de canales y mantenimiento de ductos de desagüe en los días previos a la tormenta.&nbsp;</p>



<p><strong>Ignacio Maldonado Yonna</strong>, secretario de Servicios Públicos de Corrientes, <a href="https://www.ellitoral.com.ar/ciudad/2026-1-9-18-24-0--como-es-el-protocolo-de-riesgo-del-municipio-y-que-se-proyecta-para-los-proximos-meses" target="_blank" rel="noreferrer noopener">explicó</a> que la&nbsp; estrategia incluyó la instalación de bombas de escurrimiento en puntos estratégicos apenas se recibieron las alertas meteorológicas. Esto permitió que las áreas anegadas fueran atendidas de manera inmediata y eficiente.</p>



<p>A esta experiencia se suma el caso de Guaymallén, en Mendoza, donde el crecimiento urbano acelerado y las lluvias intensas habían superado la capacidad del sistema de drenaje tradicional. La respuesta fue una reingeniería integral a través del <a href="https://www.guaymallen.gob.ar/el-plan-de-drenaje-municipal-genero-interes-de-comunas-europeas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Plan de Drenaje Municipal (PMDU),</strong></a> que incluyó la construcción de 400 kilómetros de canalizaciones y la optimización de cauces existentes.</p>



<p>Con una inversión cercana a los 6 millones de dólares, el plan permitió captar más del 70 % del agua de lluvia y eliminar inundaciones en más de 40 barrios. Incluso durante tormentas de alta intensidad registradas en los últimos cinco años, el sistema mostró mejoras sostenidas en la seguridad hídrica local.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-8820" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-1024x576.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-300x169.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-768x432.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-1536x864.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-24x14.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-36x20.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2-48x27.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-2.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
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<p><em><sup>Parte del Plan de Drenaje Municipal (PMDU). Imagen: Municipalidad de Guaymallén.</sup></em></p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="807" height="537" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1.jpeg" alt="" class="wp-image-8819" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1.jpeg 807w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1-768x511.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-1-48x32.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 807px) 90vw, 807px" /></figure>
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<p><em><sup>Personal del COE trabaja durante las últimas lluvias en Corrientes. Imagen: </sup></em><a href="https://www.ellitoral.com.ar/ciudad/2026-1-9-18-24-0--como-es-el-protocolo-de-riesgo-del-municipio-y-que-se-proyecta-para-los-proximos-meses" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><sup><em>El Litoral</em></sup></a><em><sup>.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El modelo estadounidense: de la alerta temprana al blindaje financiero</strong></h2>



<p>En ciudades de Estados Unidos, la gestión del riesgo combina preparación tecnológica, organización comunitaria y herramientas financieras aplicadas a la prevención. En&nbsp; <strong>Nueva York</strong>, las campañas <a href="https://www.nyc.gov/site/em/ready/coastal-storms-hurricanes.page" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Know Your Zone</em> (Conoce tu zona)</strong></a> buscan ordenar y agilizar las evacuaciones ante emergencias. A través de una plataforma digital, las personas pueden identificar su zona de evacuación según el domicilio y acceder a guías prácticas para actuar antes y durante un evento crítico.</p>



<p>En la costa oeste, en <strong>Malibú, California</strong>, el enfoque se centra en la respuesta temprana frente a incendios forestales. Allí funciona el programa piloto <a href="https://www.bloomberg.com/news/features/2025-03-18/malibu-pilot-program-tests-volunteer-force-in-la-fire-recovery?srnd=phx-citylab" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Brigada Comunitaria</strong></a>, que actúa como un <strong>puente entre los bomberos profesionales y la población local</strong>. Sus integrantes realizan tareas clave que no incluyen la extinción directa del fuego, como coordinar evacuaciones puerta a puerta e inspeccionar viviendas para detectar vulnerabilidades frente al avance de las llamas.</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>El componente financiero adquiere especial relevancia en el caso de Fremont, también en California, </strong><a href="https://www.bloomberg.com/news/features/2025-03-11/a-bay-area-city-pioneers-urban-scale-insurance-for-climate-disasters" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>donde el municipio contrató un seguro paramétrico contra inundaciones.</strong></a> A diferencia de los seguros tradicionales, este instrumento activa pagos automáticos cuando el nivel del agua supera un umbral predefinido, sin necesidad de evaluaciones posteriores de daños. La principal ventaja es la disponibilidad inmediata de recursos, que permite iniciar la reconstrucción sin demoras administrativas que suelen profundizar los efectos de una crisis.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="769" height="477" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-pantalla-2026-01-14-124500.png" alt="" class="wp-image-8824" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-pantalla-2026-01-14-124500.png 769w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-pantalla-2026-01-14-124500-300x186.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-pantalla-2026-01-14-124500-24x15.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-pantalla-2026-01-14-124500-36x22.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-pantalla-2026-01-14-124500-48x30.png 48w" sizes="auto, (max-width: 769px) 90vw, 769px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Los primeros 50 miembros inaugurales de la brigada. Imagen: Jake Burghart.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>La gestión del riesgo como eje de la Nueva Agenda Urbana</strong></h2>



<p>El recorrido por estas experiencias en el continente americano muestra que la resiliencia urbana es un proceso dinámico, como plantea la <a href="https://www.onu-habitat.org/index.php/la-nueva-agenda-urbana-en-espanol" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nueva Agenda Urbana</a> de la Organización de las Naciones Unidas (ONU).&nbsp;</p>



<p>Integra tecnología, organización social, planificación territorial y herramientas financieras. <strong>En todos los casos, la gestión del riesgo deja de pensarse como una respuesta posterior al desastre y se consolida como una política pública orientada a la anticipación y la prevención.</strong></p>



<p>Este cambio de enfoque se apoya, además, en una ampliación de los actores involucrados. Cuando el conocimiento técnico se traduce en información accesible y capacidades locales, la comunidad pasa a cumplir un rol activo en la reducción del riesgo. La preparación ya no depende solo de sistemas expertos, sino también de redes sociales organizadas y de reglas claras para actuar ante una emergencia.</p>



<p><strong>La previsión económica completa este esquema</strong>. La incorporación de instrumentos financieros específicos permite contar con recursos inmediatos tras un evento crítico y reduce la dependencia de presupuestos generales tensionados.&nbsp;</p>



<p>En conjunto, estas experiencias confirman que construir resiliencia implica asumir que los desastres y las crisis urbanas son una realidad persistente, pero también que su impacto puede ser gestionado por los gobiernos locales con anticipación, planificación y decisiones sostenidas en el tiempo.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Imagen principal: diseño Florencia Luján.&nbsp;</em></strong></h5>
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			</item>
		<item>
		<title>Pirámide Solar: transición energética desde un antiguo vertedero en Curitiba</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/piramide-solar-transicion-energetica-desde-un-antiguo-vertedero-de-curitiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 16:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Urbano y Hábitat]]></category>
		<category><![CDATA[Servicios Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
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		<category><![CDATA[soluciones]]></category>
		<category><![CDATA[sostenibilidad]]></category>
		<category><![CDATA[transición energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://v2.mascomunidad.org.ar/?p=7666</guid>

					<description><![CDATA[<p>Con casi 8.600 paneles fotovoltáicos, la Pirámide Solar de Curitiba, en Brasil, es la primera de su tipo en América Latina. Desde el barrio de Caximba, la energía que genera se inyecta en la red eléctrica y permite reducir el costo de la factura del municipio, lo que genera ahorros significativos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Curitiba es la capital del estado de Paraná y la ciudad más poblada del sur de Brasil, con casi 1,9 millones de habitantes. Núcleo de una región metropolitana compuesta por 25 municipios, es reconocida por su liderazgo como laboratorio de políticas públicas urbanas innovadoras en América Latina. En noviembre de 2023, por caso, obtuvo el título de<a href="https://innovationsoftheworld.com/curitiba-the-most-intelligent-city-in-the-world/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> “Ciudad Más Inteligente del Mundo</a>”, otorgado en los <em>World Smart City Awards.</em></p>



<p>La distinción reconoce el compromiso de la ciudad con el desarrollo sostenible y la innovación urbana, expresado en iniciativas como el programa municipal <em>Curitiba Ciudad Sostenible</em>. Este plan impulsa un entorno urbano más humano, accesible y resiliente, a través de proyectos que combinan tecnología, inclusión y sustentabilidad.</p>



<p>Uno de los casos más destacados es el de la <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticiasespeciais/piramide-solar-de-curitiba-primeira-da-america-latina-em-um-aterro/45" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Pirámide Solar</strong></a>, que es la primera planta de energía solar construida sobre un antiguo vertedero en América Latina. Con el respaldo de la red internacional <a href="https://www.c40.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">C40</a>, el proyecto se materializó en el barrio de Caximba —ubicado en el extremo sur de la ciudad—, una zona que hoy concentra la mayor intervención urbana de Curitiba.</p>



<p>La planta cuenta con cerca de 8.600 paneles fotovoltaicos que generan energía limpia y asequible, y reducen la dependencia de combustibles fósiles en la red energética. Además, la obra fue ejecutada con mano de obra íntegramente local, con una participación activa de mujeres en los distintos tramos de su desarrollo.</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>João Carlos Fernandes</strong>, director de Eficiencia Energética y Generación de Energías Renovables de la Secretaría de Medio Ambiente de la <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alcaldía de Curitiba</a>, conversó con +COMUNIDAD sobre el origen de la iniciativa y el proceso de transformación del territorio en donde está la planta solar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/04/image-7.png" alt="Pirámide solar en Curitiba" class="wp-image-7685" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/04/image-7.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/04/image-7-300x225.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/04/image-7-768x576.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/04/image-7-24x18.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/04/image-7-36x27.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/04/image-7-48x36.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Pirámide Solar. Foto: José Fernando Ogura / SMCS. Alcaldía de Curitiba.&nbsp;</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Los pasos de Curitiba hacia la transición energética</strong></h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>━ ¿Cómo surgió el proyecto Pirámide Solar?</em></strong></h4>



<p>━ La idea surgió en 2011 cuando el exalcalde de Curitiba, <strong>Rafael Greca</strong>, reunió un equipo multidisciplinario en el <a href="https://www.linkedin.com/company/instituto-farol-do-saber-editoria-e-planejamento/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Farol do Saber</a> para construir un plan de gobierno que sería presentado en la campaña de 2012 para la Alcaldía de Curitiba. Una de las soluciones presentadas fue el uso del área del Relleno Sanitario, desactivado para la generación de energía fotovoltaica. Ese espacio cerró sus actividades en 2010 y pasó a ser un pasivo ambiental que debía ser operado y monitoreado por el municipio.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>━&nbsp; ¿Cómo fue el proceso de transformación del territorio para pasar de ser un basural a una planta solar? ¿Qué actores fueron clave para este desarrollo?</em></strong></h4>



<p>━ El proceso se inició con estudios para verificar la factibilidad del proyecto, incluyendo estudios geológicos, impactos ambientales y sociales, aspectos legales, impacto de género, viabilidad financiera, entre otros. Los estudios aportaron una solución para la integración de una instalación de energía fotovoltaica en un terreno con suelo sujeto a asentamiento, formado por residuos y cubierto por capas de tierra, y también sujeto a la generación de gases y lixiviados (líquidos contaminantes que se producen por la descomposición de residuos y el paso del agua) que necesitan ser recogidos y tratados.</p>



<p>Un actor clave en este proceso fue la red <a href="https://www.c40.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">C40</a>, una red global de alcaldes de las principales ciudades del mundo que están unidos en acción para enfrentar la crisis climática, que a través del programa CFF financió el proyecto implementado por la <a href="https://www.giz.de/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agencia Alemana GIZ</a>, que encargó los estudios necesarios para la implementación del proyecto.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXeVN0Y9gtPv2m9nGADHC3D7oNp0BGlky3050-IFG1li8c2wSxg60tjsyqkuEWCWE3ugCj-N7BqDyqqr16Q39IzCzFgoqiIcCJUCV0Qsywbp7euZ8KO7VDMuLHHqiUbRLgfsh87M?key=ouBzlrpXduIdoJIhyQ7T2u-F" alt=""/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sup>Pirámide solar en Caximba. Foto: Ricardo Marajó/SMCS (vía Alcaldía de Curitiba).&nbsp;</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El impacto comunitario de la Pirámide Solar </strong></h2>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>━ ¿Qué beneficios le representa a la comunidad el proyecto Pirámide Solar?&nbsp;</em></strong></h4>



<p>━ En dos años, la compensación generó un ahorro de más de 5,4 millones de reales (U$S 947.000) para las arcas públicas de la alcaldía. La energía generada por los módulos fotovoltaicos de la Pirámide Solar se inyecta en la red de distribución de la Compañía Paranaense de Energía Eléctrica (<a href="http://www.copel.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Copel</a>). Su valor se compensa en la factura de energía de las unidades consumidoras del municipio, hoy esa energía generada permite reducir parte de la factura energética de 316 edificios públicos de Curitiba.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><em>━  Esta iniciativa también significa una intervención urbana para la ciudad, ¿qué espacios públicos se modificaron a partir de esta iniciativa local? </em></h4>



<p>━ Sí, significa una intervención importante. Se trata de la planta más grande de América Latina construida sobre un vertedero en desuso, transformando el sitio de un pasivo ambiental a un activo ambiental. También se convirtió en un atractivo turístico, inspirando la intervención en otros espacios públicos, ya que esta iniciativa forma parte del programa<a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2021/00332006.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Curitiba Mais Energia</a>. Ya cuenta con instalaciones fotovoltaicas en el edificio de la sede del ayuntamiento, en el Espacio Salão de Atos del Parque Barigui, en la Galería Quatro Estações del Jardim Botânico y en otras tres terminales de autobuses: Santa Cândida, Boqueirão y Pinheirinho.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXeqERu7aMWbhbVywDKoml9x4ezz4MJGCfeQo_3Ob4jIR_AVmoQ0OhNfTgkjhLSz3aIVFtZIhlfjBzZnNJ_P1mCCU-acLM9TaJskbP4d5vgOCsffunFrml76mGnUktmtW1sIYpV9?key=ouBzlrpXduIdoJIhyQ7T2u-F" alt=""/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sup>Proyecto del barrio nuevo sustentable de Caximba. Foto: Alcaldía de Curitiba.&nbsp;</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un nuevo símbolo de Curitiba</strong></h2>



<p>En sus dos años de funcionamiento, la Pirámide Solar ha recibido delegaciones de diversas ciudades de Brasil y del mundo interesadas en conocer más sobre la solución adoptada por Curitiba para promover un ambiente sostenible, humano e inclusivo. Sobre qué consejo le daría a otras localidades que aspiran a desarrollar e implementar su propia planta solar, Adriano Kotsan sugiere: “Es importante saber primero cuánta energía se necesita y el coste para poder diseñar un sistema que cumpla los requerimientos y sea económicamente viable”.&nbsp;</p>



<p>“Para su instalación también se requiere de un lugar con capacidad para recibir el sistema, ya sea un terreno donde se esté realizando un estudio geotécnico o una cubierta cuya estructura deba soportar los esfuerzos adicionales”, agrega el asesor. “También es importante consultar la legislación local sobre las reglas de generación y la mejor forma de adaptación del emprendedor, ya sea la autoproducción de energía en el sistema de generación distribuida, como se hizo en Curitiba u otra ciudad”, concluye</p>



<p>La planta solar instalada en el antiguo vertedero de Caximba —cerrado en 2010— se ha convertido en un nuevo símbolo de Curitiba, reconocida desde hace años como una capital ecológica. Gracias a su funcionamiento, la ciudad logra reducir en un 30% el costo mensual de energía en edificios públicos. Esta iniciativa forma parte de un conjunto más amplio de estrategias que impulsa el municipio para enfrentar el cambio climático mediante la generación de energía renovable, con el objetivo de mejorar la calidad de vida actual y futura de su población.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales inspiradoras como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes </em></strong><a href="https://forms.gle/fPLL1AWabbE2JYnn7"><strong><em>suscribirte</em></strong></a><strong><em> de forma gratuita!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD basada en fotos de la Alcaldía de Curitiba.</em></p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Redacción +COMUNIDAD.</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economía del Transporte: oportunidades y desafíos para el desarrollo de las ciudades</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/economia-del-transporte-oportunidades-y-desafios-para-el-desarrollo-de-las-ciudades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 19:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análisis y opinión]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Urbano y Hábitat]]></category>
		<category><![CDATA[Movilidad Urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Los espacios urbanos están experimentando transformaciones rápidas y profundas en materia de movilidad, lo que plantea mayores retos sobre el financiamiento, la gestión y la sostenibilidad de sus sistemas de transporte. En esta nueva entrega del podcast CIUDADES, exploramos cómo los gobiernos locales pueden encarar estos procesos desde la óptica de la Economía del Transporte. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>¿Qué entendemos por transporte? ¿Y qué implica, desde el rol de los gobiernos locales, hablar de Economía del Transporte? Estas preguntas son el punto de partida del nuevo episodio de CIUDADES, el podcast de +COMUNIDAD, donde <strong>Rafael Skiadaressis</strong>, economista especializado en la materia, invita a reflexionar sobre el papel de la movilidad en la vida cotidiana y en el desarrollo urbano.&nbsp;</p>



<p>Investigador y consultor en movilidad sostenible, Skiadaressis plantea que el transporte no es un fin en sí mismo, sino un medio para realizar otras actividades como trabajar, estudiar y recrearse. A partir de esta visión integral, destaca que &#8220;el gobierno local, desde el conocimiento y la planificación del territorio, cumple un rol central&#8221;. Esto también  implica asumir una gobernanza urbana coherente, integrada y colaborativa entre diversas jurisdicciones, especialmente en áreas metropolitanas.</p>



<p>A lo largo del episodio, Skiadaressis aborda preguntas clave para comprender los desafíos actuales y futuros del transporte urbano en América Latina. ¿Cuáles son las principales dificultades que enfrentan las ciudades argentinas y latinoamericanas para invertir en transporte masivo? ¿Existen particularidades en la región que faciliten o compliquen las soluciones económicas sostenibles? ¿Cuáles son las tendencias actuales en financiamiento del transporte público?&nbsp;</p>



<p>Además, el especialista comparte experiencias de buenas prácticas en ciudades de la región como Curitiba, Santiago de Chile, Bogotá y São Paulo, que ofrecen algunas lecciones sobre cómo gestionar el transporte urbano de manera eficiente y sostenible.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXe_TGC4R8DXAzB7sEL-11pDpD1wdDoYPfQrNN7Q_QBuTkfAPPBnW5LBbfxB1pbYixQ3WGlPf43QN8s1US-eNA4cReVVmRQVUjYAqBv2b-D-2TPGGJjAeQxCYzo_pommFOv6yk-ZUA?key=gHnPUQzg_LXqbO0vUGcRu4FY" alt="Economía del Transporte."/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Imagen ilustrativa: Unsplash. </sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apuntes sobre la Economía del Transporte</strong></h2>



<p>Antes de abordar los retos y posibilidades que presenta el concepto de Economía del Transporte para las ciudades, Skiadaressis propone definir claramente qué es el transporte. “Desde la disciplina entendemos el transporte como el movimiento de personas y bienes en un espacio y tiempo determinados. Esto establece una frontera de posibilidades para acciones e intercambios”, explica.&nbsp;</p>



<p>En este sentido, la Economía del Transporte estudia cómo estas interacciones impactan en los fenómenos económicos, sumando variables espaciales y temporales. Si bien aborda distintas escalas —lo urbano, lo interurbano y las cargas—, su foco principal está en las ciudades y en sus sistemas de transporte, especialmente en cómo financiarlos y gestionarlos.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Para profundizar sobre este concepto y su relación con el desarrollo urbano, escuchá el episodio completo de la nueva entrega de CIUDADES. Una conversación que invita a reflexionar sobre diferentes experiencias en ciudades de la región y hacia dónde orientar los esfuerzos de gestiones locales para avanzar hacia una movilidad económicamente sostenible.&nbsp;</em></strong></h5>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: CIUDADES &#x1f307; - Economía del Transporte - Rafael Skiadaressis / (+COMUNIDAD)" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/4BwdE2ORryzNm6rUtJ966i?si=P2mzn9iVQXS4O2tsSHrWPQ&#038;utm_source=oembed"></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre Rafael Skiadaressis</strong></h4>



<p style="font-size:13px">Rafael Skiadaressis es economista especializado en Economía del Transporte, consultor en movilidad sostenible y políticas de transición energética. Actualmente, se desempeña como jefe de Planeamiento del <a href="https://www.grupometropol.com.ar/">Grupo Metropol</a> y como investigador asociado en el Observatorio de Tarifas y Servicios Públicos del Instituto Interdisciplinario de Economía Política (<a href="https://iiep.economicas.uba.ar/">IIEP</a>), perteneciente a la Facultad de Ciencias Económicas de la Universidad de Buenos Aires (UBA) y el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas (CONICET).</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Dolavon Produce, un impulso para el desarrollo agroecológico en la Patagonia</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/dolavon-produce-un-impulso-al-desarrollo-agroecologico-en-la-patagonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Humano]]></category>
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		<category><![CDATA[Alimentación Sustentable]]></category>
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		<category><![CDATA[rosario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>En Dolavon, Chubut, un programa municipal promueve la producción agroecológica en busca de crear más empleo, mejorar la seguridad alimentaria y fortalecer los lazos comunitarios. En esta nota, compartimos su historia y también las de otras ciudades que unen tradición e innovación para transformar entornos desafiantes en motores de desarrollo sustentable.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/dolavon-produce-un-impulso-al-desarrollo-agroecologico-en-la-patagonia/">Dolavon Produce, un impulso para el desarrollo agroecológico en la Patagonia</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-bead082c7670253a1d3fca976d597b2e" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:2px"></p>



<p>Terrenos llanos y suavemente ondulados se extienden bajo el cielo patagónico de Dolavon, una ciudad del departamento de Gaiman, en la provincia argentina de Chubut. Caracterizada por su vegetación árida y su clima seco templado-frío, la localidad experimenta pocos vientos y precipitaciones durante la mayor parte del año.</p>



<p>Bajo este escenario desafiante, en 2017 nació el programa municipal <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6193" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dolavon Produce</a>, una iniciativa que promueve prácticas agroecológicas para la producción de alimentos. Con un enfoque en la soberanía alimentaria, esta propuesta procura fomentar la equidad laboral, en un esfuerzo por generar un impacto positivo tanto en las familias como en el medioambiente.&nbsp;</p>



<p>Además de fortalecer la capacidad de las familias para cubrir sus necesidades alimentarias, el proyecto también aspira a generar excedentes para la venta, abriendo nuevas oportunidades económicas. De esa forma siembra nuevas posibilidades en un territorio que, aunque árido, se muestra fértil para la innovación y la cooperación comunitaria.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El origen de Dolavon Produce</strong></h2>



<p><strong>Rosario Nervi</strong>, coordinadora de gabinete del <a href="https://www.instagram.com/munidolavon/?hl=es" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Municipio de Dolavon</a>, cuenta que el proyecto comenzó con la apertura de la primera huerta, en una parcela de 200 m² . “Esta experiencia duró un año y pico, participaron diez familias, y nos demostró que era necesario tener un coordinador/a que acompañara el proceso de las familias”, explica a +COMUNIDAD.</p>



<p>En 2019 el gobierno&nbsp; local cedió un terreno de cinco hectáreas, donde funcionan las parcelas productivas y una planta láctea que permite pasteurizar y ensachetar leche de orígen. De esta forma trabajan para generar empleo de calidad para vecinos y vecinas de la ciudad, y tratan, en la medida de lo posible, evitar desplazamientos a otras localidades.</p>



<p>El programa funciona dentro del Polo Productivo Social, un espacio compuesto por diferentes unidades productivas, donde se brinda formación y acompañamiento.&nbsp;Este espacio es gestionado por el gobierno local y la <a href="https://l.instagram.com/?u=http%3A%2F%2Ffamuch.org.ar%2F&amp;e=AT3Y78ZtGaRN6g7eBwxH3duecwMBJ5Wxqp4Yty1h3JiqcSlFo8HhQvr0yaDPQ8ZAWBIOSc-qhkitxif94o4XLOzJYzSQ3P3ul8MGI6nVvDRL5nJj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Federación de mutuales de la provincia de Chubut (FAMUCH)</a>, que aportó un técnico agrario como coordinador.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-6767" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-1024x576.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-300x169.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-768x432.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-1536x864.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-24x14.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-36x20.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n-48x27.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/446925462_122154155264195864_8884518757132595210_n.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Mujeres partícipes del programa. Imagen: Dolavon Produce.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p>“El terreno tiene delimitadas casi 40 parcelas con gallineros, producción de hongos, pasteurización de leche, árboles frutales y una sala de extracción de miel”, dice Nervi.&nbsp; “A futuro proyectamos la construcción de un estanque con aves y un quincho realizado con técnicas de construcción sostenibles”, agrega.</p>



<p>La funcionaria afirma que este espacio impacta de manera directa en aquellas familias de escasos recursos, proporcionándoles alimentos de calidad y un ingreso económico. “También construye comunidad entre sus participantes, fomenta la solidaridad y estrecha lazos entre las familias que participan del programa”, ejemplifica.</p>



<p>Entre otros logros del programa, la coordinadora de Dolavon comenta que pone en discusión la importancia de la alimentación para mejorar las dietas de las personas de la ciudad. “Se comparten recetas, se familiarizan con alimentos que no conocían y se dan bien en nuestra zona. Amplían sus gustos gastronómicos e innovan a la hora de cocinar”, añade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>La maduración y el impacto del programa</strong></h2>



<p>En la actualidad del programa participan más de 30 familias. Sobre su maduración y éxito, Rosario Nervi siente que fue trascendental contar con alguien que coordine el espacio. Además, comenta que el generar asociaciones como la que se dio con FAMUCH es de gran ayuda para que esta iniciativa se supere y perdure en el tiempo.&nbsp;</p>



<p>“Las relaciones humanas, los acuerdos de convivencia y la falta de recursos económicos fueron los principales desafíos”, enumera.También lo fueron (y son) el contar con herramientas para ampliar sus temporadas de producción, sobre todo en invierno, que dificulta el trabajo a cielo abierto.&nbsp;</p>



<p>Siguiendo esa línea, entre las aspiraciones a futuro la funcionaria destaca: “Que proporcione variedad de alimentos todo el año y abastezca el consumo local en su totalidad”. También agrega, entre otras aspiraciones: “Que permita empoderarnos como sociedad, sabiendo que somos capaces de producir nuestro alimento de manera mancomunada”.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="461" height="1024" data-id="6768" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6768" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n-461x1024.jpg 461w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n-135x300.jpg 135w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n-691x1536.jpg 691w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n-11x24.jpg 11w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n-16x36.jpg 16w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n-22x48.jpg 22w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/453611056_122170187498195864_8212264377675236698_n.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 461px) 90vw, 461px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Personas colocando plantines. Imagen: Dolavon Produce.</sup></em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="6769" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6769" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1-768x1024.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1-225x300.jpg 225w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1-1152x1536.jpg 1152w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1-18x24.jpg 18w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1-27x36.jpg 27w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1-36x48.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/Dolavon-Produce-1.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 768px) 90vw, 768px" /></figure>
</figure>



<p><strong>Carina</strong>, vecina de Dolavon, cuenta que este espacio para ella es un símbolo de autosuficiencia: “Me permite producir alimentos sin agroquímicos que contaminan el ambiente y afectan la salud. Me muestra que los alimentos vienen de la tierra, me enseña un proceso entre la tradición y la innovación, es un lugar donde puedo relacionarme con otras personas”.</p>



<p>La mujer se enorgullece al reconocer que su trabajo en el programa contribuye a crear un futuro sostenible: “Tengo un compromiso con la tierra, con el producto, con los alimentos, con la economía”. Por su parte <strong>Ester</strong>, otra vecina,<strong> </strong>dice que le hace bien estar en la chacra sembrando árboles, ocupada y disfrutando junto a otras familias que forman parte.&nbsp;</p>



<p>“Cuando nos entregaron la parcelita me parecía imposible poder trabajarla, pero hoy estamos felices por hacer todo lo que hicimos con mucho amor y sacrificio”, cuenta. “Cada día que vamos vemos cómo crece un nuevo plantín que hicimos, nuestras plantitas ya están grandes y de a poco van dando sus frutos”, expresa con alegría.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><a href="https://www.instagram.com/dolavonproduce/reel/DCrm-ItJfzv/">Conocé más testimonios en este video</a></strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Más lugares en donde la tierra da frutos</strong></h2>



<p>Como Dolavon, otras ciudades argentinas desarrollan estrategias para garantizar el acceso a alimentos, desde huertas urbanas hasta programas educativos. Estas iniciativas no sólo responden a las necesidades alimentarias actuales, sino que también fomentan la sostenibilidad y la autosuficiencia a largo plazo.</p>



<p>El <a href="https://datos.rosario.gob.ar/index.php/economia/emprendimientos/agricultura-urbana#:~:text=El%20Programa%20de%20Agricultura%20Urbana,familiar%2C%20comunitario%20y%20al%20mercado." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de Agricultura Urbana (PAU) </a>de la Municipalidad de Rosario, en Santa Fe, impulsa desde 2002 la producción y consumo de alimentos agroecológicos. Esta política pública impulsa el aprovechamiento de tierras en desuso dentro de la ciudad, especialmente en tiempos de crisis, para garantizar alimento a su población.</p>



<p><strong>Vanesa Di Bene</strong>, subsecretaria de Economía Social de Rosario, asegura que el programa tuvo resultados positivos en sus 22 años de vigencia. La ciudad hoy tiene siete Parques Huertas y seis huertas grupales, en donde trabajan más de 250 personas que producen en 25 hectáreas unas 2500 toneladas de hortalizas al año.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://v2.mascomunidad.org.ar/alternativas-frente-a-la-crisis-alimentaria/
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<p>Ciudades de otros países también crean políticas públicas que giran en torno a la alimentación sostenible, como por ejemplo la <a href="https://educacao.curitiba.pr.gov.br/conteudo/escola-municipal-de-sustentabilidade/12644">Escuela de Sustentabilidad</a> de Curitiba en Brasil. Esta institución funciona en lo que se conoce como el Bosque Zaninelli, una zona verde regenerada de forma natural, que desde 1947 se utilizó para la exploración de granito.</p>



<p>En este espacio se promueven acciones intersectoriales entre la Secretaría Municipal de Educación (SME) y la Secretaría Municipal de Medio Ambiente (SMMA). Todas dirigidas a la formación socioambiental de sus estudiantes, niños, niñas, adolescentes, profesionales y servidores públicos, así como de toda la comunidad y visitantes.</p>



<p>De acuerdo a la <a href="https://educacao.curitiba.pr.gov.br/conteudo/escola-municipal-de-sustentabilidade/12644" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Secretaría Municipal de Educación de Curitiba</a>, “las acciones desarrolladas se ven favorecidas por la tecnología presente en el Faro del Conocimiento y la Innovación Móvil. Como tablets, microscopios, notebooks, linternas, teléfonos móviles, gafas de realidad virtual y las pizarras interactivas presentes en las salas”.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="478" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-1024x478.jpg" alt="Dolavon Produce" class="wp-image-6770" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-1024x478.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-300x140.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-768x359.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-1536x718.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-24x11.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-36x17.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881-48x22.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/11/00402881.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Un grupo de estudiantes frente a la escuela. Imagen: Secretaria Municipal de Educación de Curitiba.&nbsp;</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p class="has-medium-font-size"><strong>¿Tenés una historia para contar? ¡En </strong><a href="https://v2.mascomunidad.org.ar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>+COMUNIDAD </strong></a><strong>nos gustaría conocerla!</strong></p>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen principal: Programa municipal Dolavon Produce</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Smart City, una estrategia de posicionamiento internacional de las ciudades</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/smart-city-una-estrategia-de-posicionamiento-internacional-de-las-ciudades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 16:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análisis y opinión]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Las ciudades inteligentes -o smart cities- están más cerca de lo que imaginamos. Aunque muchas veces suele asociárselas con el futuro de las ciudades, ya son parte del presente. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/smart-city-una-estrategia-de-posicionamiento-internacional-de-las-ciudades/">Smart City, una estrategia de posicionamiento internacional de las ciudades</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-link-color wp-elements-686edcbd3d09acb793d71db80bc31910" style="color:#ffffff00;font-size:7px">smart city</p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Lucía Bellocchio, <br></strong><a href="https://www.instagram.com/trendsmartcities/?hl=es"><strong>Trend Smart Cities</strong></a><strong> (*)</strong></p>



<p>Actualmente ya no hay dudas de que <strong>un &#8216;enfoque smart city&#8217; es una respuesta a las demandas de la ciudadanía del siglo XXI</strong>. Lo que las define es la implementación de soluciones urbanas sostenibles, enfocadas en mejorar la calidad de vida de las personas en armonía con la naturaleza, y potenciadas por el uso de datos para la toma de decisiones.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para que dicho enfoque penetre en los diferentes ejes de trabajo e impacto de la ciudad, es imprescindible contar con una <strong>planificación a mediano y largo plazo;</strong> una estrategia y visión de ciudad<strong><em> </em></strong>que dé lugar a la innovación urbana y el uso de datos para la toma de decisiones con el objetivo de mejorar los servicios ciudadanos.</p>



<p>Y aquí juega un rol fundamental una de las dimensiones más importantes, y tal vez menos difundidas, de las ciudades inteligentes. Estas no son únicamente un modelo urbano que implica inversión, sino también <strong>la posibilidad de que la ciudad -e inclusive su región- se proyecte en el mundo, se torne atractiva para nuevas inversiones, atraiga o retenga talentos y sea considerada en financiamientos o inversiones internacionales.</strong>&nbsp;</p>



<p>Todo esto se traduce en mayor riqueza para su población y en la posibilidad de convertirse en un polo productivo con impacto transversal en diversas industrias. De esta forma, <em>¿quién no querría vivir, invertir o trabajar en una Smart City? ¿Cómo no considerar foco de inversiones a una ciudad que tiene un plan o estrategia consistente en tal sentido?&nbsp;</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-1024x576.png" alt="Smart City." class="wp-image-6352" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-1024x576.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-300x169.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-768x432.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-1536x864.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-24x14.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7-48x27.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-7.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Foto ilustrativa: Paisajismo Digital. </sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>La oportunidad de las ciudades</strong></h2>



<p>Según datos de la ONU, en 2050 el 70% de la población mundial vivirá en ciudades. La región de América Latina y el Caribe concentra el 80% de sus habitantes en zonas urbanas, lo que la ubica en el segundo puesto en el mundo. Se necesitan todos los esfuerzos disponibles para que estos espacios sean respetuosos del ambiente, integren a la población con necesidades diversas y generen oportunidades para que todas las personas que las habitan o transitan accedan a una vida de calidad y saludable.&nbsp;</p>



<p>Las ciudades inteligentes requieren de una <strong>mirada multisectorial y multidisciplinaria </strong>para generar respuestas a los desafíos cambiantes que afrontan.&nbsp;</p>



<p>Un factor a su favor es que tienen la <strong>oportunidad de brindar condiciones de empleo</strong> a las profesiones que permitirán el <strong>desarrollo de áreas productivas estratégicas</strong>, como lo son aquellas vinculadas a las nuevas tecnologías, movilidad, gobernanza, sostenibilidad, planificación urbana, innovación y emprendedurismo. Contar con estos perfiles ubica a las ciudades en una posición de ventaja para responder de manera dinámica a las necesidades derivadas del gran número de población que concentran y que la tendencia muestra que será creciente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Gestión urbana con enfoque smart city: el camino que muchas ciudades están siguiendo</strong></h2>



<p>Ciudades de vanguardia como New York, Londres, París, Singapur o Dubái son reconocidas mundialmente por sus políticas para incorporar la tecnología en el diseño urbano, pero existen también ejemplos más cercanos. Sólo por mencionar algunos de ellos:</p>



<h4 class="wp-block-heading">&#8211; <em style="font-weight: bold;">Curitiba, una ciudad con planificación sostenida que atrae inversiones</em></h4>



<p>Curitiba, en Brasil, trabaja desde hace años en una planificación con impronta <em>smart</em>. Busca, a través de <strong>políticas a largo plazo</strong>, generar innovación y desarrollo para mejorar la calidad de vida de sus habitantes. Esto la transforma en una gran <strong>oportunidad para empresas</strong> locales, regionales e internacionales que encuentran en esta locación brasilera una aliada para generar inversiones sostenibles.&nbsp;</p>



<p>Desde hace más de seis años, la ciudad es anfitriona de la <a href="https://www.smartcityexpocuritiba.com/">Smart City Expo Curitiba</a>, un evento que reúne a más de 50 países del mundo y oradores internacionales especializados en tendencias urbanas, lo que la reafirma como referente de las soluciones inteligentes para países de América Latina. Además, cuenta con empresas de alcance nacional que desarrollan tecnología para que las ciudades puedan implementar estrategias que mejoren la gestión pública de los espacios.</p>



<p>Su enfoque sostenible y humano la convierte en foco de atracción tanto para capitales que buscan desarrollar negocios innovadores como para profesionales de diversas áreas que se vuelven protagonistas en estos centros urbanos. Esta visión de oportunidad y futuro está profundamente ligada a la toma de decisiones de quienes están en roles de gobierno y pueden innovar en la gestión de los centros urbanos.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="585" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-1024x585.png" alt="" class="wp-image-6354" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-1024x585.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-300x171.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-768x439.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-1536x878.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-24x14.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-36x21.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9-48x27.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/09/image-9.png 1750w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Smart City Expo Curitiba (SCECWB), edición 2023. </sup></em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">&#8211; <em style="font-weight: bold;">Santiago de Chile, una estrategia y visión de ciudad inteligente</em></h4>



<p>“Sé Santiago” se denomina a la estrategia de smart city de Santiago de Chile. Su objetivo es posicionar a Santiago como ciudad inteligente en el contexto nacional e internacional, activando y articulando la generación de soluciones en torno a la movilidad, seguridad y medio ambiente para el Gran Santiago, utilizando las tecnologías digitales en un marco de Ciudad Inteligente. La misma ya se encuentra en su última fase: posicionamiento (2017-2019), consolidación (2020-2022) e institucionalización (2023-2025).</p>



<p>De esta forma, “Sé Santiago” ha buscado ser un facilitador de espacios para que los distintos actores&nbsp;puedan tener un punto de encuentro, en el que converjan objetivos&nbsp;de entes públicos y privados y, de esa forma,&nbsp;resolver situaciones que requieren coordinación&nbsp;y organización de múltiples actores y sectores. Dentro de sus <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=4851">proyectos</a> más emblemáticos están: &#8216;Proyecto Smart&nbsp;Data Ciudad&#8217;, &#8216;Movilidad&nbsp;para la&nbsp;ciudad&#8217; y &#8216;Gestión Hídrica&nbsp;para APR&#8217;.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Del ‘City Branding’ al ‘Smart City Branding’&nbsp;</strong></h2>



<p>Ante el dinamismo propio de las ciudades y un mayor protagonismo de ellas en el escenario global, mayores exigencias de la ciudadanía, servicios cada vez más conectados y digitales, una creciente urbanización y los impactos de la tecnología, todo parece indicar que inclusive en términos de &#8216;<em>city branding</em>&#8216; ya no alcalza con diseñar un lindo logo de la ciudad y promover el turismo.&nbsp;</p>



<p>Ampliar la participación de la población, hacerla parte de las políticas de transformación de las ciudades en espacios donde mejorar la calidad de vida de las personas sea la prioridad y construir colaborativamente las políticas a implementar es tan fundamental como el uso de la tecnología y la implementación de una planificación integral. Como suelen reivindicar los informes más actuales sobre el tema:<em> las ciudades inteligentes requieren una ciudadanía inteligente.&nbsp;</em></p>



<p>Es así que hablar hoy de<strong><em> migrar hacia una gestión inteligente y sostenible de las ciudades parece ser una sólida estrategia para</em></strong> <strong><em>su proyección internacional</em></strong>. Así, podrán tornarse más competitivas, atraer talento e inversiones, pero además, financiamiento internacional, tema no mejor en momentos como los actuales.</p>



<p style="font-size:14px"><strong>(*) Trend Smart Cities acompaña a gobiernos, empresas, startups y emprendedores a generar un impacto positivo para un mejor futuro urbano. Conocé más en </strong><a href="http://www.trend-smartcities.com"><strong>www.trend-smartcities.com</strong></a><strong>. Instagram @trendsmartcities</strong>.<br><br><strong>En <a href="https://v2.mascomunidad.org.ar/?s=Luc%C3%ADa+Bellocchio">este enlace</a> podés leer más columnas de Lucía Bellocchio relacionadas al mundo de las smart cities publicadas en +COMUNIDAD.</strong></p>



<p><sup>Imagen principal: Santiago de Chile. Fuente: SmartCitiesWorld.</sup></p>
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		<title>Cómo Sunchales, Curitiba, Bogotá y Guadalajara impulsan PyMEs a través de la vinculación público-privada</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/como-impulsar-pymes-a-traves-de-la-vinculacion-publico-privada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 17:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ciudades]]></category>
		<category><![CDATA[colombia]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[gobiernos locales]]></category>
		<category><![CDATA[guadalajara]]></category>
		<category><![CDATA[inspiracion]]></category>
		<category><![CDATA[pymes]]></category>
		<category><![CDATA[sunchales]]></category>
		<category><![CDATA[Vinculación público privada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ciudades de Argentina, Brasil, Colombia y México apuestan a la vinculación público-privada para impulsar el desarrollo económico local, a través de la generación de micro, pequeñas y medianas empresas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Te acercamos cuatro iniciativas que, a través de incentivos fiscales, desarrollo de programas y organización de ferias y otras atracciones buscan impulsar el empleo en sus ciudades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Vinculación público-privada en Sunchales, Argentina.</strong></h2>



<p><a href="https://www.facebook.com/people/HACER-Espacio-para-Emprender/100047283968346/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HACER</a> es una propuesta liderada por la Municipalidad de Sunchales. En conjunto con la Fundación Grupo Sancor Seguros, la Agencia de Desarrollo Económico y el Grupo de Fundaciones y Empresas (GDFE). Este proyecto tiene como objetivo fomentar el emprendimiento local mediante la creación de un ecosistema sólido y colaborativo.</p>



<p><strong>Daniela González</strong>, Coordinadora Ejecutiva de la Agencia de Desarrollo Económico de Sunchales, cuenta que surgió a partir de una mesa de articulación público-privada, “que vió una oportunidad para explorar y explotar esa área aún no cubierta en la ciudad”. El valor agregado de este proyecto radica en el trabajo conjunto para proporcionar espacios, capacitaciones, herramientas, normativas y financiamiento a los emprendedores locales.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://v2.mascomunidad.org.ar/espacio-promueve-ecosistema-emprendedor/
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Incentivos fiscales para Pymes tecnológicas en Curitiba, Brasil</strong></h2>



<p>En 2007, el Municipio de Curitiba creó el <a href="http://www.agenciacuritiba.com.br/incentivos/tecnoparque/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Curitiba Tecnoparque</a>. Una iniciativa de incentivos fiscales dirigida a empresas de base tecnológica y a instituciones de ciencia y tecnología. Este programa tiene como objetivo promover la cultura del conocimiento y la innovación local.</p>



<p>Se trata de una iniciativa de incentivo fiscal, para todas las empresas que cumplan con los requisitos legales y tengan un Proyecto de Investigación y Desarrollo de Innovación Tecnológica (PPI), aprobado por el Comité de Desarrollo del Programa (COFOM).</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://v2.mascomunidad.org.ar/curitiba-impulsa-el-desarrollo-de-su-innovacion-con-tecnoparque/
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impulsar la expansión internacional de las Pymes en Bogotá, Colombia</strong></h2>



<p><a href="https://desarrolloeconomico.gov.co/bogota-productiva-alto-impacto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ruta Bogotá Alto Impacto</a> es una iniciativa de la Secretaría Distrital de Desarrollo Económico de Bogotá. Esta busca impulsar a micro y pequeñas empresas con alto potencial de innovación y capacidad para llegar a mercados internacionales. El programa se gestiona a través de la plataforma <a href="https://scaleupbog.co/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SCALEUPBOG</a>, que centraliza y genera información para el ecosistema emprendedor.</p>



<p>El proyecto se enfoca en fortalecer las capacidades organizacionales, cofinanciar planes de innovación, facilitar el acceso a financiamiento y crear conexiones con mercados internacionales. Gracias a esta iniciativa y a otras afines como el Fondo de Innovación, Tecnología e Industrias Creativas (FITIC), Bogotá se está posicionando como una capital de la innovación.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Promover el talento local a través de programas en Guadalajara, México</strong></h2>



<p><a href="https://guadalajaradisuena.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guadalajara Disueña</a> es un programa del Gobierno de Guadalajara, en México, que vincula propuestas de diseño sustentables, con la industria textil mexicana. Así, la Dirección de Industrias Creativas de la Coordinación General de Desarrollo Económico impulsa, destaca y promueve el talento local en el ámbito del diseño de moda.</p>



<p>Pueden participar de esta iniciativa diseñadores de moda y accesorios, diseñadores y fabricantes de muebles, diseñadores de joyería y accesorios, emprendedores afines. Los beneficios a los que tienen acceso las personas seleccionadas son mentorías de empresarios reconocidos de la industria, producción y comercialización a mayor escala, posibilidad de recibir incentivos, participación en un programa televisado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El potencial de la vinculación público-privada</strong></h2>



<p>Dentro de los objetivos que presenta la <a href="https://www.unops.org/es/expertise/infrastructure?gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAjwhvi0BhA4EiwAX25uj3j-147souibKCjc4KRkKE2teKUGSpldYVJ7ccnZmdtpIIT_JsxrKxoC2X4QAvD_BwE">Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible</a> de las Naciones Unidas (ONU), se encuentra el trabajo decente y crecimiento económico. Se destaca entonces el aporte que las micro, pequeñas y medianas empresas hacen al desarrollo local, por su papel de generadoras de valor agregado y de empleo.&nbsp;</p>



<p>La agenda invita a promover políticas orientadas al desarrollo que apoyen las actividades productivas, creación de trabajo decente, emprendimientos y creatividad. También que hagan foco en la innovación y que fomenten, de esa manera, la formación y el crecimiento de micro, pequeñas y medianas empresas alrededor del mundo.</p>



<p>Estos cuatro proyectos demuestran el potencial de la vinculación público-privada para generar impacto positivo en las economías locales. A través de incentivos fiscales, programas de apoyo al emprendimiento, plataformas de innovación y la promoción del talento local, estas ciudades están creando entornos propicios para el desarrollo de PyMEs y la generación de empleo, alineándose con los objetivos de la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible de las Naciones Unidas.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>¿Conoces iniciativas similares? ¡En </strong><a href="https://v2.mascomunidad.org.ar/"><strong>+COMUNIDAD</strong></a><strong> queremos conocerlas!</strong></p>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen principal: Unsplash</em></p>
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		<title>Curitiba impulsa el desarrollo de su innovación con &#8220;Tecnoparque&#8221;</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/curitiba-impulsa-el-desarrollo-de-su-innovacion-con-tecnoparque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[desarrollo local]]></category>
		<category><![CDATA[innovación]]></category>
		<category><![CDATA[tecnología]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnoparque Curitiba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://v2.mascomunidad.org.ar/?p=5588</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se trata de un programa municipal que ofrece incentivos fiscales, para fomentar el crecimiento de empresas en sectores estratégicos de alta tecnología.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para impulsar el desarrollo de empresas de base tecnológica e instituciones de ciencia y tecnología. Y también para difundir la cultura del conocimiento y la innovación local,  el Municipio de Curitiba, en Brasil, creó en 2007 el <a href="http://www.agenciacuritiba.com.br/incentivos/tecnoparque/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Curitiba Tecnoparque</a>. </p>



<p>Se trata de una iniciativa de incentivo fiscal, para todas las empresas que cumplan con los requisitos legales y tengan un Proyecto de Investigación y Desarrollo de Innovación Tecnológica (PPI), aprobado por el Comité de Desarrollo del Programa (COFOM).&nbsp;</p>



<p><strong>Cassius Guimarães Busemeyer</strong>, Gerente de Incentivos Fiscales de la Agencia de Desarrollo de Innovación de Curitiba, cuenta a <a href="https://v2.mascomunidad.org.ar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">+COMUNIDAD</a> que esta iniciativa hizo que el municipio convierta a toda la ciudad como un ecosistema para fomentar y potenciar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnoparque Curitiba, un impulso para empresas locales</strong></h2>



<p><strong>━ ¿Cuál fue el principal desafío a resolver desde la implementación del programa?</strong></p>



<p>Hablamos de un incentivo fiscal, previsto en la <a href="http://www.agenciacuritiba.com.br/wp-content/uploads/2020/03/lei_complementar_64.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ley Complementaria N° 64 </a>que existe desde 2007, tiene su verdadero origen en la Ley Complementaria 22 de 1998, que creó el primer parque de software de América Latina.  Para brindar mayor fortaleza, competitividad y atraer más negocios, la ciudad creó programas de incentivos fiscales. </p>



<p>En su primera versión de la Ley, el programa Tecnoparque de Curitiba sólo beneficiaba a empresas de la región del parque de software, por lo que el nombre hace referencia a una ubicación (&#8220;TecnoPARQUE&#8221;). En menos de un año, la región incentivada ya no contaba con espacios físicos para empresas. Luego, en 2008 se creó una nueva región. Ese mismo año, el gobierno local entendió que la visión debía ser más holística y empezó a ver a toda la ciudad como un &#8220;ecosistema&#8221; que debía fomentarse. </p>



<p><strong>━ ¿Cómo fue posible la implementación? ¿Qué actores participaron?</strong></p>



<p>En los años 2007, 2008 estuve involucrado en una iniciativa de investigación del Centro de Innovación y Tecnología de la Universidad Federal de Paraná, y en ese momento se hablaba mucho de la iniciativa de la triple hélice para crear una nueva región de desarrollo para Innovación en la ciudad. Esta implicación de la triple hélice continúa hasta el día de hoy en diversos medios y consejos. Por ejemplo, para que un proyecto sea incentivado por el programa Tecnoparque, un Comité de Desarrollo delibera sobre este. Este comité está formado por actores de triple hélice. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Obstáculos e impacto del programa</strong></h2>



<p><strong>━ ⁠¿Experimentó algún obstáculo o falla en la implementación?</strong></p>



<p>Siempre hay obstáculos, sobre todo en la ley de incentivos fiscales, que es bastante amplia. Cualquier empresa puede postularse sin importar el sector, siempre que acredite algunos requisitos y presente un proyecto de innovación que sea aprobado.</p>



<p>Actualmente, no sólo por las variadas áreas de actividad de la empresa, el análisis de un proyecto de innovación es muy cíclico, por lo que la lectura del proyecto no tiene &#8220;atajos&#8221; y es necesario leer y analizar todo su contenido.</p>



<p><strong>━ ¿Qué resultados obtuvieron y qué ha mejorado en el programa?</strong></p>



<p>Entre las 121 empresas incentivadas, participan las únicas tres startups unicornio de la ciudad. El incentivo fiscal demuestra un verdadero &#8220;aliento&#8221; para que la empresa desarrolle sus proyectos. Para 2026, con base en los proyectos presentados el año pasado, es posible que tres empresas se conviertan en startups unicornio, al igual que las anteriores que fueron incentivadas antes de alcanzar tal valor de mercado.&nbsp;</p>



<p>Hoy tenemos más de 20 mil empleos entre 121 empresas y muchas alianzas con universidades.</p>



<p><strong>━ Si otra ciudad quiere replicar esta iniciativa, ¿qué le aconsejarías?</strong></p>



<p>En primer lugar, los administradores deben tener presente que el incentivo debe verse como el desencadenante de un círculo virtuoso que generará muchos beneficios para la ciudad. Beneficios desde distintos aspectos, económico, social, académico, etc.</p>



<p>En segundo lugar, la medición del proyecto es un factor importante para comprobar hacia dónde se dirigen las empresas. Y en tercer lugar, la evaluación del proyecto aporta más confianza en que la persona que recibe el incentivo ya tiene orientación sobre el camino que seguirá al comienzo de su incentivo.</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen principal: Agencia de Desarrollo de Innovación de Curitiba</em></p>
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