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	<title>Servicios Públicos archivos - +COMUNIDAD</title>
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	<description>Una iniciativa impulsada por RIL (Red de Innovación Local).</description>
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	<title>Servicios Públicos archivos - +COMUNIDAD</title>
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		<title>O que Curitiba fez para reduzir em 40% a fila por especialistas em sete meses</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/o-que-curitiba-fez-para-reduzir-a-fila-por-especialistas-em-sete-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[Salud]]></category>
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		<category><![CDATA[Boletim Ideias & Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A capital do estado do Paraná combinou a adesão a dois programas federais, um novo centro de atendimento e um sistema de teleregulação médica que opera sobre um prontuário eletrônico unificado desde 1999. Sobre esse ecossistema, soma-se uma camada de inteligência artificial municipal que orienta profissionais de saúde e a população.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/o-que-curitiba-fez-para-reduzir-a-fila-por-especialistas-em-sete-meses/">O que Curitiba fez para reduzir em 40% a fila por especialistas em sete meses</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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<p class="has-text-align-right has-white-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-8e25154a9823ad4e49d5723fc7df1ae3" style="color:#ffffff00;font-size:1px">Curitiba</p>



<p><strong><em>Existe uma versão em espanhol deste artigo <a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/">aq</a><a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">u</a><a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/">i.</a></em></strong></p>



<p>Em dezembro de 2024, a capital do estado do Paraná, no Brasil, tinha 201.578 pessoas à espera de uma consulta ou exame especializado na rede pública municipal de saúde. Dez meses depois, em outubro de 2025, esse número havia caído para 123.090 pacientes: <strong>uma redução de 40%. </strong>O tempo médio de espera passou de 60 para 49 dias. Para efeito de comparação, no sistema público britânico (NHS) a espera média por uma primeira consulta com especialista é de cerca de 95 dias.</p>



<p>O resultado se apoia em uma política específica — o <a href="https://saude.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Especialidades em Ação</a>, lançado em abril de 2025 —, mas não se explica sem uma infraestrutura que a cidade vem construindo há muito mais tempo.</p>



<p>“Curitiba construiu, ao longo dos anos, uma trajetória consistente na área da saúde digital, que posiciona o município como referência nacional no Sistema Único de Saúde (SUS).A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba foi pioneira em adotar soluções tecnológicas que ampliaram acesso, organizaram fluxos e qualificaram o cuidado”, afirma ao +COMUNIDAD a secretária municipal de Saúde de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak.&nbsp;</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="449" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20.png" alt="" class="wp-image-9411" style="width:800px;height:auto" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-300x168.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-768x431.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-24x13.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-20-48x27.png 48w" sizes="(max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Atenção primária em unidades de saúde. Imagem: Levy Ferreira/SECOM</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>O programa que organizou a demanda</strong></h2>



<p>Especialidades em Ação faz parte de um pacote mais amplo. A Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba estruturou a iniciativa articulando quatro frentes: adesão aos programas federais Mais Acesso a Especialistas e Agora Tem Especialista, do Ministério da Saúde; ampliação da oferta entre prestadores contratados; inauguração do <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-de-curitiba-inaugura-centro-curitibano-de-atencao-especializada-para-ampliar-oferta-de-exames-e-consultas/73808" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro Curitibano de Atenção Especializada </a>em 2024, administrado pela Fundação Estatal de Atenção à Saúde (<a href="https://feas.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Feas</a>); e, <strong>sobretudo, a expansão da telerregulação de filas.</strong></p>



<p>A telerregulação funciona da seguinte forma: o médico da unidade básica de saúde compartilha a situação clínica do paciente com um médico especialista telerregulador, que analisa o prontuário eletrônico e define se o caso pode ser resolvido na atenção primária ou se requer encaminhamento. <strong>A decisão é integralmente clínica e humana.</strong></p>



<p>Com esse mecanismo, a Secretaria <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-reduz-em-615-fila-de-espera-da-oftalmologia-em-sete-meses-e-avanca-na-queda-geral-das-filas-por-especialistas/78765" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ampliou</a> de 15 mil para 27 mil as consultas mensais nas cinco especialidades com maior demanda — oncologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ortopedia e cardiologia —, um crescimento de 80%. A oferta mensal de ultrassonografias, endoscopias e colonoscopias passou de 11.743 para 17.283: um aumento de 47%.</p>



<p>Dentro do balanço geral, alguns indicadores avançaram mais rapidamente que outros. A fila de ultrassonografia caiu 96%, a de oftalmologia 61,5% e a de tomografia de crânio foi zerada. Os tempos de agendamento evidenciam a mudança em casos concretos.</p>



<p><strong>Maria Aparecida Duarte Vilela</strong>, pedagoga de 59 anos, conseguiu marcar um exame de ultrassonografia em 15 dias. “Não imaginava que sairia tão rápido”, declarou à imprensa oficial da Prefeitura de Curitiba. <strong>Hélio de Souza</strong>, aposentado de 70 anos operado de catarata em janeiro de 2025, esperava uma consulta de revisão apenas para o ano seguinte. Foi chamado em agosto: “Nem esperava ser chamado tão cedo”, afirmou.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21.png" alt="" class="wp-image-9412" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-21-48x32.png 48w" sizes="(max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Reforma de unidades de saúde. Imagem: Levy Ferreira/SECOM</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ecossistema digital que tornou a política possível</strong></h2>



<p>A telerregulação não é possível sem um prontuário eletrônico unificado e acessível. Curitiba o possui —o sistema e-Saúde— desde 1999.</p>



<p>Sobre essa base, a cidade construiu duas portas de entrada digitais que são parte central do Sistema Único de Saúde local (SUS). A primeira é o <a href="https://saudeja.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aplicativo Saúde Já Curitiba</a>, que permite agendar consultas clínicas e odontológicas nas 109 unidades básicas de saúde, consultar o histórico do paciente, a carteira de vacinação, resultados de exames laboratoriais e confirmar consultas com especialistas. Hoje, o aplicativo supera 2 milhões de usuários.</p>



<p>A segunda é a <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf">Central Saúde</a><a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a><a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf">Já</a>, criada em 2020 durante a pandemia e transformada desde então em canal permanente.<strong>Em abril de 2023, Curitiba tornou-se a primeira cidade do Brasil a oferecer atendimento virtual para casos leves pelo SUS</strong>. A central acumulou 1,5 milhão de atendimentos até 11 de abril de 2025, com avaliação média de 4,5 na escala Likert (equivalente a 9 em 10). Desde o início das consultas por telefone ou vídeo, foram registrados 281.500 atendimentos médicos e 516 mil de enfermagem.</p>



<p>“Cuidar da saúde de uma cidade é, antes de tudo, cuidar das pessoas. É compreender que cada decisão tomada no âmbito da gestão pública impacta diretamente a vida de milhares de cidadãos. E não apenas no acesso aos serviços, mas também na qualidade de vida, dignidade e bem-estar”, <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">afirma</a> a secretária municipal de Saúde de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="339" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-1024x339.png" alt="" class="wp-image-9413" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-1024x339.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-300x99.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-768x255.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-1536x509.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-24x8.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-36x12.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22-48x16.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-22.png 1895w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Site de Saúde JÁ. Imagem: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h4 class="wp-block-heading"><strong>O papel da inteligência artificial</strong></h4>



<p>Em diálogo com +COMUNIDAD, a gestora explica que a secretaria utiliza um agente de inteligência artificial para qualificar os encaminhamentos das unidades de saúde para a teleregulação. “O objetivo é auxiliar os profissionais da atenção primária a preencher a solicitação de telerregulação com todo o detalhamento necessário daquela especialidade”, explica.</p>



<p>Essa IA é utilizada durante a consulta médica, com o paciente presente, para que o profissional possa esclarecer dúvidas com o usuário sobre qualquer informação necessária para o encaminhamento. “A ferramenta foi desenvolvida para agilizar as solicitações de telerregulação e evitar retrabalho, porque cada vez que o médico especialista solicita informações extras que não estão no pedido original do médico da atenção primária, o processo não consegue avançar”, destaca Filipak.</p>



<p>A IA lê os fluxos e direciona o médico ajudando/melhorando o descritivo do encaminhamento. Desta forma o médico regulador consegue otimizar a análise e dar os direcionamentos corretos.</p>



<p>Em março de 2026, durante a<a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-superapp-com-inteligencia-artificial-e-cerca-de-800-servicos-em-plataforma-unica/82311"> Smart City Expo Curitiba</a>, a Prefeitura apresentou o Curitiba App: um superaplicativo que integra, em um único ambiente digital, cerca de 800 serviços municipais, entre os quais o Saúde Já é um dos mais utilizados.</p>



<p>A principal novidade é uma inteligência artificial municipal própria, alimentada com bases de dados oficiais da cidade, que permite ao usuário fazer perguntas em linguagem natural e receber orientação para encontrar o serviço necessário.</p>



<p>O desenvolvimento está inserido na Lei Municipal de Inteligência Artificial (Lei 16.321/2024), sancionada por Curitiba em 2024, que estabelece princípios de transparência, privacidade, responsabilidade no uso e proteção de dados em toda aplicação de IA municipal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="534" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23.png" alt="" class="wp-image-9414" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-768x513.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-23-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>O prefeito lança o novo Curitiba App na Smart City Expo 2026. Imagem: Pedro Ribas/SECOM.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um ecossistema digital de cuidado</strong></h2>



<p>“A inovação ocupa um lugar central na trajetória da saúde em Curitiba. Inovar, para a saúde pública, significa incorporar novas tecnologias, <strong>melhorar processos de gestão, fortalecer a inteligência em saúde e desenvolver soluções capazes de responder de forma cada vez mais ágil, eficiente e humanizada às demandas da população</strong>”, reflete Correa da Silva Filipak. “Mais do que modernizar estruturas, inovar significa qualificar o cuidado e ampliar a capacidade do sistema de proteger e promover a vida”, acrescenta.</p>



<p>Os próximos passos do modelo de saúde de Curitiba apontam para o <strong>aprofundamento da transformação digital, maior integração dos pontos da rede e centralidade do cidadão nas decisões, com mais inteligência e tecnologia.</strong></p>



<p>“O mais inovador neste momento é que estamos construindo um <strong>ecossistema digital de cuidado</strong>, de forma que todos os pontos de atenção à saúde tenham um braço da Saúde Digital, auxiliando os profissionais a agilizar e qualificar o atendimento”, destaca Tatiane Filipak ao +COMUNIDAD.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Financiamento, aprendizados e transferibilidade</strong></h2>



<p>Curitiba destina 19,52% de suas <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/saude-reduz-fila-das-especialidades-em-quase-40/81070" target="_blank" rel="noreferrer noopener">receitas correntes à saúde</a>, acima do mínimo constitucional brasileiro de 15%. O orçamento previsto para 2025 alcançou R$ 3,34 bilhões (aproximadamente US$ 575 milhões ao câmbio do final de 2025). No mesmo ano, foram incorporados 628 novos profissionais à atenção primária e executados R$ 6,6 milhões (cerca de US$ 1,1 milhão) em 48 obras de infraestrutura de saúde.</p>



<p>Sobre as condições necessárias para que outra cidade latino-americana possa replicar ou adaptar esse modelo de redução de filas e saúde digital, Filipak é direta: “O ponto fundamental para qualquer município é contar com um<strong> prontuário eletrônico sistematizado</strong>, que concentre todas as informações dos usuários e ofereça ao gestor uma visão abrangente de todo o sistema de saúde, orientada às necessidades da população”.</p>



<p>“A incorporação de novas tecnologias na saúde pública de Curitiba é um processo contínuo de melhoria. Desde a implantação do primeiro prontuário eletrônico em 1999 até o estágio atual do Saúde Já Curitiba, houve avanços significativos em oferecer serviços de saúde ao alcance das mãos dos usuários do sistema público”, conclui a secretária.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24.png" alt="" class="wp-image-9415" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-24-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Profissional da saúde. Imagem: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Este artigo integra o Boletim Ideias &amp; Inspiração da Rede de Inovação Local (RIL), que destaca mensalmente casos inovadores de diferentes temas em cidades de todo o mundo. Gostaria de receber, uma vez por mês, soluções locais como esta no seu e-mail? </em></strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Você pode se inscrever gratuitamente.</em></strong></a></h5>



<p class="has-small-font-size"><strong>Redação +COMUNIDAD</strong></p>



<p class="has-small-font-size">Imagem de capa: ilustração de RIL e +COMUNIDAD.</p>



<p></p>
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		<title>Qué hizo Curitiba para reducir un 40% la fila por especialistas de salud en siete meses</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:45:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>La capital del estado de Paraná combinó la adhesión a dos programas federales, un nuevo centro de atención y un sistema de telerregulación médica que opera sobre una historia clínica electrónica unificada desde 1999. Sobre ese ecosistema se suma a una capa de inteligencia artificial municipal que orienta a los profesionales médicos y a la ciudadanía. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/que-hizo-curitiba-para-reducir-la-fila-por-especialistas-en-siete-meses/">Qué hizo Curitiba para reducir un 40% la fila por especialistas de salud en siete meses</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-64ce1336a88107a000e3853eea3522f2" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Curitiba.</p>



<p><strong><em>Existe uma versão em português deste artigo <a href="https://mascomunidad.org.ar/o-que-curitiba-fez-para-reduzir-a-fila-por-especialistas-em-sete-meses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</em></strong></p>



<p>En diciembre de 2024, la capital del estado de Paraná, en Brasil, tenía 201.578 personas en espera por una consulta o un examen especializado en la red pública municipal de salud. Diez meses después, en octubre de 2025, esa cifra había caído a 123.090 pacientes:<strong> una reducción del 40%.&nbsp; </strong>El tiempo medio de espera pasó de 60 a 49 días. Para dimensionar la referencia, en el sistema público británico (NHS) la espera promedio por una primera consulta con especialista es de alrededor de 95 días.</p>



<p>El resultado se apoya en una política específica —el <a href="https://saude.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Especialidades en Acción</a>, lanzado en abril de 2025—, pero no se explica sin una infraestructura que la ciudad viene construyendo desde mucho antes.&nbsp;</p>



<p>“Curitiba ha construido, a lo largo de los años, una trayectoria consistente en salud digital que posiciona al municipio como referencia nacional dentro del Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil. La Secretaría fue pionera en adoptar soluciones tecnológicas que ampliaron el acceso, organizaron los flujos y cualificaron el cuidado”, dice a +COMUNIDAD la secretaría municipal de salud de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak</strong>.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="449" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15.png" alt="" class="wp-image-9402" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-300x168.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-768x431.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-24x13.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-15-48x27.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Atención primaria en centros de salud. Imagen: Levy Ferreira/SECOM</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>El programa que ordenó la demanda</strong></h2>



<p>Especialidades en Acción forma parte de un paquete más amplio. La Secretaría Municipal de Salud de Curitiba lo construyó articulando cuatro frentes: adhesión a los programas federales Más Acceso a Especialistas y Ahora Hay Especialista del Ministerio de Salud; ampliación de la oferta entre los prestadores contratados; inauguración del <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-de-curitiba-inaugura-centro-curitibano-de-atencao-especializada-para-ampliar-oferta-de-exames-e-consultas/73808" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro Curitibano de Atención Especializada</a> en 2024, administrado por la <a href="https://feas.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundación Estatal de Atención a la Salud (Feas)</a>; y, sobre todo, <strong>la expansión de la telerregulación de filas.</strong></p>



<p>La telerregulación funciona así: el médico de la unidad básica de salud comparte la situación clínica del paciente con un médico especialista telerregulador, que analiza la historia clínica electrónica y define si el caso puede resolverse en la atención primaria o requiere derivación. La decisión es íntegramente clínica y humana.</p>



<p>Con ese mecanismo, la Secretaría <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-reduz-em-615-fila-de-espera-da-oftalmologia-em-sete-meses-e-avanca-na-queda-geral-das-filas-por-especialistas/78765" target="_blank" rel="noreferrer noopener">amplió</a> de 15.000 a 27.000 las consultas mensuales en las cinco especialidades con mayor demanda —oncología, oftalmología, otorrinolaringología, ortopedia y cardiología—, un crecimiento del 80%. La oferta mensual de ultrasonografías, endoscopías y colonoscopías pasó de 11.743 a 17.283: un 47% más.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18.png" alt="" class="wp-image-9405" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-18-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Renovación de unidades médicas. Imagen:</em> <em>Levy Ferreira/SECOM</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<p>Dentro del balance general, algunos indicadores se movieron más rápido que otros. La fila de ultrasonografía cayó 96%, la de oftalmología 61,5% y la de tomografía de cráneo se redujo a cero. Los tiempos de agendamiento dejan ver el cambio en casos concretos.&nbsp;</p>



<p><strong>María Aparecida Duarte Vilela</strong>, pedagoga de 59 años, consiguió un turno para un examen de ultrasonografía en 15 días. &#8220;No imaginaba que saldría tan rápido&#8221;, <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/saude-reduz-fila-das-especialidades-em-quase-40/81070" target="_blank" rel="noreferrer noopener">declaró</a> a la prensa oficial de la Prefeitura de Curitiba. <strong>Hélio de Souza</strong>, jubilado de 70 años operado de cataratas en enero de 2025, esperaba una consulta de revisión recién para el año siguiente. Fue llamado en agosto: &#8220;Ni esperaba ser llamado tan pronto&#8221;, dijo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El ecosistema digital que hizo posible la política</strong></h2>



<p>La telerregulación no es posible sin un prontuario electrónico unificado y accesible. Curitiba lo tiene—el sistema e-Saúde— desde 1999.</p>



<p>Sobre esa base, la ciudad construyó dos puertas de entrada digitales que son parte central del Sistema Único de Salud local (SUS). La primera es el<a href="https://saudeja.curitiba.pr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> aplicativo Saúde Já Curitiba</a>, que permite agendar consultas clínicas y odontológicas en las 109 unidades básicas de salud, consultar el historial del paciente, la carteira de vacunación, resultados de exámenes laboratoriales y confirmar turnos con especialistas. Hoy supera los 2 millones de usuarios.</p>



<p>La segunda es la <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Central Saúde Já</a>, creada en 2020 durante la pandemia y transformada desde entonces en canal permanente. En abril de 2023,<strong>Curitiba se convirtió en la primera ciudad de Brasil en ofrecer teleatendimiento virtual para casos leves por SUS.</strong> La central acumuló 1,5 millones de atenciones al 11 de abril de 2025, con una evaluación promedio de 4,5 en escala Likert (equivalente a 9 sobre 10). Desde que arrancaron las consultas por teléfono o video, se registraron 281.500 atenciones médicas y 516.000 de enfermería.</p>



<p>“Cuidar de la salud de una ciudad es, antes que todo, cuidar de las personas. Es comprender que cada decisión tomada en el ámbito de la gestión pública impacta directamente en la vida de miles de ciudadanos. Y no sólo en el acceso a servicios, sino también sobre su calidad de vida, dignidad y bienestar”, <a href="https://mid.curitiba.pr.gov.br/2026/00463185.pdf">expresa</a> la secretaría municipal de Salud de Curitiba, <strong>Tatiane Correa da Silva Filipak</strong>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="339" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-1024x339.png" alt="" class="wp-image-9406" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-1024x339.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-300x99.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-768x255.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-1536x509.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-24x8.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-36x12.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19-48x16.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-19.png 1895w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"><em><sup>Sitio web de Saúde JÁ. Imagen: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El rol de la inteligencia artificial</strong></h2>



<p>En diálogo con +COMUNIDAD, la funcionaria cuenta que la entidad utiliza un agente de inteligencia artificial para cualificar las derivaciones desde las unidades de salud hacia la telerregulación. “El objetivo es asistir a los profesionales de atención primaria en el completado de las solicitudes de telerregulación con todo el detalle necesario para cada especialidad”, explica.&nbsp;</p>



<p>Esta IA se utiliza durante la consulta médica, con el paciente presente, para que el profesional pueda resolver dudas con el usuario sobre cualquier información necesaria para la derivación. “La herramienta fue desarrollada para agilizar las solicitudes y evitar el retrabajo: cada vez que un médico especialista solicita información extra que no figuraba en el pedido original, el proceso se estanca”, destaca Filipak.</p>



<p>La IA lee los flujos y orienta al médico, ayudando a mejorar la descripción de la derivación. De esta forma, el médico regulador puede optimizar el análisis y dar las indicaciones correctas.</p>



<p>En marzo de 2026, durante la <a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-superapp-com-inteligencia-artificial-e-cerca-de-800-servicos-em-plataforma-unica/82311" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Smart City Expo Curitiba</a>, la Prefeitura presentó el Curitiba App: un superapp que integra en un solo entorno digital cerca de 800 servicios municipales, entre los cuales Saúde Já es uno de los más consultados.&nbsp;</p>



<p>La novedad central es una inteligencia artificial municipal propia, alimentada con bases de datos oficiales de la ciudad, que permite al usuario hacer preguntas en lenguaje natural y recibir orientación para encontrar el servicio que necesita.</p>



<p>El desarrollo se enmarca en la Ley Municipal de Inteligencia Artificial (Lei 16.321/2024), sancionada por Curitiba en 2024, que fija principios de transparencia, privacidad, responsabilidad clara del uso y protección de datos en toda aplicación de IA municipal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="534" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16.png" alt="Curitiba" class="wp-image-9403" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-768x513.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-16-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>El alcalde lanza la nueva CuritibaApp en Smart City Expo 2026. Imagen: Pedro Ribas/SECOM.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un ecosistema digital de cuidado</strong></h2>



<p>“La innovación ocupa un lugar central (en la trayectoria de Salud de Curitiba). Innovar, para la salud pública, significa incorporar nuevas tecnologías<strong>, mejorar procesos de gestión, fortalecer la inteligencia en salud y desarrollar soluciones capaces de responder de forma cada vez más ágil, eficiente y humanizada las demandas de la población</strong>”, reflexiona&nbsp; Correa da Silva Filipak. “Más que modernizar estructuras, innovar significa cualificar el cuidado y ampliar la capacidad del sistema de proteger y promover la vida”, añade.&nbsp;</p>



<p>Los próximos pasos del modelo de salud de Curitiba se orientan a <strong>profundizar la transformación digital, integrar aún más los puntos de la red y situar al ciudadano en el centro de las decisiones con más inteligencia y tecnología.</strong></p>



<p>“Lo más innovador en este momento es la construcción de un <strong>ecosistema digital de cuidado</strong>, donde todos los puntos de atención a la salud cuentan con un brazo de Salud Digital que auxilia a los profesionales a agilizar y mejorar la calidad del servicio”, remarca Tatiane Filipak a +COMUNIDAD.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Financiamiento, aprendizajes y transferibilidad</strong></h2>



<p>Curitiba destina el 19,52% de sus<a href="https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/saude-reduz-fila-das-especialidades-em-quase-40/81070" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recaudaciones corrientes a Salud</a>, por encima del mínimo constitucional brasileño del 15%. El presupuesto presupuestado para 2025 alcanzó los R$ 3,34 mil millones (aproximadamente U$S 575 millones al cambio de fines de 2025). En el año también se sumaron 628 nuevos profesionales a la atención primaria y se ejecutaron R$ 6,6 millones (cerca de U$S 1,1 millón) en 48 obras de equipamiento sanitario.</p>



<p>Respecto a qué condiciones considera la Secretaría imprescindibles para que otra ciudad latinoamericana pueda replicar o adaptar este modelo de reducción de esperas y salud digital, Filipak es precisa. “El punto fundamental para cualquier municipio es contar con una <strong>historia clínica electrónica sistematizada</strong>, que concentre toda la información de los usuarios y brinde al gestor un panorama de todo el sistema de salud enfocado en las necesidades de la población”, aconseja.</p>



<p>“La incorporación de nuevas tecnologías en la salud pública de Curitiba es un proceso de mejora continua. Desde la implantación de la primera historia clínica electrónica en 1999 hasta el estadio actual de <em>Saúde Já Curitiba</em>, se ha avanzado significativamente en ofrecer servicios de salud al alcance de la mano para los usuarios del sistema público”, concluye la secretaria.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17.png" alt="" class="wp-image-9404" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/image-17-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Profesional de la salud. Imagen: Prefeitura de Curitiba.</sup></em></figcaption></figure>
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<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores de diferentes temáticas en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes </em></strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>suscribirte</em></strong></a><strong><em> de forma gratuita!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size">Redacción +COMUNIDAD</p>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de San Miguel</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-san-miguel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[Salud]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida Comunitaria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mascomunidad.org.ar/?p=9322</guid>

					<description><![CDATA[<p>Un sistema que convierte un mensaje de WhatsApp en respuesta policial en menos de cinco minutos, un acompañamiento a familias que empieza en el embarazo y se extiende hasta el ingreso al jardín, una reserva natural urbana donde antes había un chatarrero judicial, una usina tecnológica que forma a jóvenes de barrios vulnerables en programación y un calendario cultural que ordena la vida comunitaria. En San Miguel (Buenos Aires, Argentina), estas cinco experiencias forman una muestra que refleja el modelo de gestión que llevó al distrito a obtener la certificación de Ciudad Líder en Gestión Eficiente del programa 100 Ciudades Certificadas de la Red de Innovación Local (RIL).</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-san-miguel/">Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de San Miguel</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-31e29296d3253048628b4336a9937678" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">San Miguel</p>



<p>En San Miguel, al noroeste del conurbano bonaerense, alguien puede ver algo extraño en la calle y escribirlo en un chat de WhatsApp. En segundos, ese mensaje ingresa al Centro de Operaciones del municipio, donde un operador lo cruza con las cámaras cercanas y despacha a la patrulla más próxima. La respuesta llega en menos de cinco minutos. El sistema es cada vez más conocido y se llama <strong>Ojos en Alerta</strong>, empezó en 2016 con un grupo de choferes de remis y hoy integra a más de un millón de personas distribuidas en 103 ciudades argentinas.</p>



<p>La herramienta no funciona sola. Detrás de cada mensaje hay un cuerpo de Policía Municipal que también cumple 10 años, un Centro de Operaciones que integra cámaras y denuncias, patrullas distribuidas por cuadrículas y una decisión política: asumir la prevención del delito como una competencia propia.</p>



<p>Esa combinación —tecnología accesible, inversión en infraestructura, voluntad institucional y Policía Municipal— ordena buena parte de la agenda de gestión del distrito. Es también parte de lo que permitió a San Miguel obtener, en 2026, la certificación de Ciudad Líder en Gestión Eficiente del programa 100 Ciudades Certificadas de la Red de Innovación Local (RIL).</p>



<p>Encabezada por el intendente <strong>Jaime Méndez</strong>, la gestión local construyó en la última década un modelo que se proyecta más allá de la seguridad. En paralelo, el municipio sostuvo una política de primera infancia que empieza antes del nacimiento, convirtió un predio judicial abandonado en una reserva natural con salida al Río Reconquista, lanzó un hub tecnológico que forma programadores en barrios vulnerables y consolidó un calendario cultural con eventos que ya cumplieron diez años.&nbsp;</p>



<p>Se trata de un modelo que atraviesa áreas distintas pero se sostiene sobre una misma premisa: el municipio es la primera ventanilla a la que llega la demanda ciudadana y, por lo tanto, tiene que responder. <strong>Y, para que eso ocurra, debe haber eficiencia en procesos internos. </strong>Las siguientes cinco políticas muestran cómo ese conjunto se integra en una manera de gestionar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Ojos en Alerta: el vecino como primer sensor</strong></h2>



<p>En San Miguel, como en buena parte del conurbano bonaerense, la inseguridad se manifestaba en robos, siniestros viales, violencia de género y delitos contra el comercio. Había una particularidad local: pocos de quienes presenciaban un hecho llamaban al 911. La desconfianza hacia las fuerzas de seguridad y la cultura del &#8220;no te metas&#8221; convivían con la percepción cotidiana del delito.</p>



<p>La respuesta municipal combinó dos decisiones. La primera fue institucional: en julio de 2015 se creó formalmente la <strong>Policía Municipal</strong>, una fuerza jerarquizada que depende del Intendente y opera sobre el espacio público, con binomios compartidos con la Policía de la Provincia de Buenos Aires.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-9324" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1-1024x682.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/San-Miguel-Provincia-de-Buenos-Aires-1.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Unidad de la Policía Municipal. Imagen: Municipalidad de San Miguel.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<p>La segunda decisión fue tecnológica. Concebida por <strong>Cristian &#8220;Piojo&#8221; Méndez</strong>, entonces secretario de Comunicación del distrito, la herramienta nació en 2016 como prueba piloto y se abrió al público general en 2018. El punto de entrada fue WhatsApp, la aplicación que los vecinos ya usaban a diario. La convocatoria empezó por quienes más circulan —choferes de remises y colectivos— y luego sumó comerciantes, encargados de edificios y cualquier vecino capacitado.</p>



<p>La lógica de fondo fue recolectar información que el sistema tradicional no estaba captando. &#8220;En Argentina, el 60% de los delitos no se denuncian&#8221;, explica Méndez. &#8220;Si no tenés datos, no podés prevenir&#8221;, insiste.</p>



<p>Los mensajes llegan al Centro de Operaciones Municipal, donde convergen también las imágenes de las cámaras de la vía pública. El operador activa la patrulla de la cuadrícula correspondiente y, en promedio, un móvil llega al lugar en menos de cinco minutos. Es decir, se activa la Policía Municipal. Las alertas procesadas anualmente en San Miguel alcanzan las <strong>41.000</strong>, los usuarios activos del sistema en el distrito superan los <strong>120.000</strong> y el <strong>85% de los reportes</strong> son para ayudar a otra persona.</p>



<p>El impacto sobre el delito responde a la suma de varios instrumentos: Ojos en Alerta, aplicación de inteligencia artificial, lectores de patentes, renovación de móviles y armas no letales. Méndez señala que en delitos con registro confiable —robo automotor, hurto, robo de motos y homicidios— <strong>el descenso en la última década se ubicó entre el 50 y el 75%.</strong> También refuerza que todo esto funciona porque está la Policía Municipal detrás. </p>



<p>El modelo se exportó sin franquicias ni costos de licenciamiento. Las <strong>103 ciudades argentinas</strong> que lo replican tienen cada una su propio WhatsApp y su propio Centro de Operaciones, con capacitación de los equipos locales a cargo de San Miguel. En 2024, RIL reconoció al distrito como Ciudad Inspiradora por este programa. En julio de ese mismo año, la provincia de Córdoba firmó un convenio para adoptarlo.&nbsp;</p>



<p>Lo que parece un gesto simple —escribir tres líneas en un chat de WhatsApp— se sostiene sobre una infraestructura pensada, financiada y operada por el municipio.</p>



<figure class="wp-block-video aligncenter"><video height="360" style="aspect-ratio: 640 / 360;" width="640" controls src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2022-04-27-at-7.48.33-PM.mp4"></video></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Primera infancia: del embarazo al jardín, sin que nadie quede afuera</strong></h2>



<p>La mortalidad materno-infantil y la prematurez tienen un denominador común: la falta de controles prenatales. La Subsecretaría de Primera Infancia de San Miguel diseñó un sistema escalonado que empieza antes del nacimiento y se extiende hasta que el niño ingresa al jardín de infantes.</p>



<p>La primera pieza es el <strong>Camino de la Embarazada (CDLE)</strong>. Combina rastrillaje casa por casa, operativos con unidades móviles equipadas para controles obstétricos y ecografías, y una línea telefónica —Red Madre— que funciona como puerta de entrada directa.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Buscamos a mujeres embarazadas que no tengan algún control y hacemos un par de preguntas para detectar si están realizando los controles en fecha&#8221;, describe <strong>Alida</strong>, encuestadora del programa, en un registro audiovisual del municipio. <strong>María José</strong>, una madre que ingresó al programa sin saber que estaba embarazada, resume el impacto desde el otro lado del circuito: &#8220;Vinieron y me ayudaron con el tema de los turnos. Acá nunca te vas a sentir discriminada&#8221;.</p>



<p>En 2018, el dispositivo redujo en un <strong>20%</strong> la cantidad de mujeres que llegaban al parto sin controles, y la mortalidad infantil local se ubicó por debajo del promedio provincial. La gestión 2025 muestra que el programa se consolidó: <strong>84 operativos</strong> asistieron a <strong>704 embarazadas</strong>, y el <strong>94% de los nacimientos</strong> acompañados fueron a término.</p>



<p>Cuando el niño nace, comienza <strong>Los Primeros Mil Días</strong>, dirigido a familias en situación de extrema vulnerabilidad hasta los dos años de edad, con acompañamiento domiciliario que articula salud y desarrollo social.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Estamos en contacto por mensaje: cómo están los chicos, cómo van los controles, cuánto pesan&#8221;, cuenta <strong>Cintia</strong>, una de las madres acompañadas, en un registro municipal. Lo que más valora, dice, es &#8220;la parte humana: ver que hay personas que se preocupan por las necesidades de otras&#8221;. En 2025, el programa alcanzó a <strong>339 niños</strong>. El <strong>45%</strong> de las intervenciones requirió, en algún momento, la participación del Servicio Local para medidas de protección o seguimiento, un dato que describe la complejidad social sobre la que opera la política.</p>



<p>El tercer eslabón son los <strong>Centros de Desarrollo Infanto Familiar (CDIF)</strong>. Los diez centros del distrito atienden a niños de 45 días a 3 años en espacios de estimulación, nutrición y socialización, y hacen seguimiento para que ningún niño &#8220;caiga&#8221; del sistema al terminar el ciclo. En 2025, de <strong>206 niños</strong> seguidos, el <strong>100%</strong> se inscribió en el jardín de infantes y el <strong>88,7%</strong> asistía de manera regular. Para <strong>Macarena</strong>, madre de una de esas niñas, el CDIF es &#8220;un lugar de contención&#8221; que, sobre todo, le da &#8220;tranquilidad&#8221;.</p>



<p>La política incluye una línea adicional que trabaja sobre el entorno adulto: <strong>Proyecto de Vida</strong> acompaña a las madres beneficiarias de Mil Días con talleres de oficios y un pilar complementario, <strong>Hecho en Casa</strong>, orientado al emprendedurismo autogestivo. En 2025, 17 mujeres completaron la formación y participaron en ferias municipales.</p>



<p>&#8220;En San Miguel cuidamos la vida desde el momento de la concepción hasta la muerte&#8221;, enfatiza la Municipalidad que encabeza el intendente Jaime Méndez.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="763" height="503" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-135913.png" alt="" class="wp-image-9326" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-135913.png 763w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-135913-300x198.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-135913-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-135913-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-135913-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 763px) 90vw, 763px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>El Camino de la Embarazada. Imagen: Municipalidad de San Miguel.</sup></em></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Reserva Natural Urbana El Corredor: de chatarrero judicial a pulmón verde</strong></h2>



<p>En 2010, San Miguel contaba con apenas <strong>1,10 m² de espacio verde por habitante</strong>, muy por debajo de los 10 m² recomendados a nivel internacional. En paralelo, en Bella Vista, un predio de 8 hectáreas a orillas del Río Reconquista funcionaba como chatarrero judicial: más de <strong>2.200 vehículos</strong> acumulados desde 2004 y un basural clandestino de residuos áridos. El mismo terreno, sin embargo, tenía 290 metros de costa sobre el río y ecosistemas nativos con especies vegetales de más de un siglo.</p>



<p>La decisión del municipio fue recuperar ese pasivo ambiental y convertirlo en un activo público. Trabajar sobre el predio fue, literalmente, partir del cero. &#8220;Era un suelo sin nutrientes, sin vida&#8221;, resumió en una entrevista con <em>Infobae</em> en 2022 <strong>Alejandro Hillar</strong>, entonces coordinador de actividades en la reserva y trabajador de la Subsecretaría de Ambiente del municipio.</p>



<p>El diseño se apoyó en dos principios poco frecuentes para una obra de esta escala: uso de recursos existentes y participación comunitaria. El saneamiento pesado se ejecutó aprovechando los tiempos ociosos de los equipos de Obras Públicas e Higiene Urbana. Los restos de poda se compostaron como materia orgánica para mejorar el suelo. Las maderas de descarte se reutilizaron para cartelería y senderos. La reforestación se apoyó en donaciones de otras reservas naturales y en acciones de responsabilidad social empresarial.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139-1024x676.png" alt="" class="wp-image-9327" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139-1024x676.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139-300x198.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139-768x507.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139-48x32.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140139.png 1053w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Chatarrero. Imagen extraída de </em><a href="https://www.infobae.com/sociedad/2022/09/07/la-historia-de-transformacion-del-chatarrero-judicial-con-2200-autos-abandonados-que-se-convirtio-en-una-reserva-natural/"><em>Infobae</em></a><em>.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<p>Los resultados son tangibles. Se erradicaron <strong>2.400 vehículos</strong> y <strong>300 toneladas de chatarra</strong>. La superficie de espacios verdes públicos del distrito creció un <strong>30%</strong>. La presencia de animales silvestres aumentó un <strong>133%</strong>, con más de 200 especies registradas. Cada año se plantan más de 1.000 ejemplares nativos y la reserva recibe más de <strong>40.000 visitantes y voluntarios anuales</strong>, con 100 escuelas de la región vinculadas a su programa educativo.</p>



<p>El marco normativo blindó el proyecto contra los ciclos políticos. La <strong>Ordenanza 13/2016</strong> creó formalmente la reserva. La <strong>Ordenanza 41/2017</strong> estableció un &#8220;banco de árboles nativos&#8221; alimentado por las sanciones aplicadas a extracciones no autorizadas: los ejemplares talados ilegalmente se transforman en unidades nuevas para la restauración.</p>



<p>En 2021, el Ministerio de Desarrollo Territorial y Hábitat de la Nación distinguió a San Miguel con la 12° mención en el Concurso de Experiencias Innovadoras de Planificación. En noviembre de 2025, CNN en Español cubrió la transformación del chatarrero en reserva dentro de su especial Día del Llamado a la Tierra, como caso internacional de restauración ambiental urbana.</p>



<p>El indicador menos medible es también el más revelador. Tras cerca de cinco décadas, los vecinos volvieron a remar en las aguas del Río Reconquista a través del festival La Reconquista del Río. Para Hillar, la reserva es, sobre todo, &#8220;un espacio para que la gente reconecte con la naturaleza&#8221;. Un predio que había sido patio trasero de la ciudad pasó a ser, literalmente, uno de sus frentes.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="677" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215-1024x677.png" alt="" class="wp-image-9328" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215-1024x677.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215-300x198.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215-768x508.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215-48x32.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140215.png 1055w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Senderos de árboles nativos. Imagen extraída de </em><a href="https://www.infobae.com/sociedad/2022/09/07/la-historia-de-transformacion-del-chatarrero-judicial-con-2200-autos-abandonados-que-se-convirtio-en-una-reserva-natural/"><em>Infobae</em></a><em>.</em></sup></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Usina Tecnológica: formar para la economía del conocimiento</strong></h2>



<p>La política educativa de San Miguel parte de un diagnóstico operacional: el desacople entre la formación secundaria disponible en el distrito y los perfiles que demanda el mercado laboral tecnológico.</p>



<p>La respuesta es la <strong>Usina Tecnológica (UTEC)</strong>, un hub inaugurado como parte del Plan DECTI (Desarrollo de la Economía del Conocimiento). Combina 178 m² de coworking gratuito con cuatro aulas equipadas con kits de robótica, impresoras 3D y computadoras táctiles de 75 pulgadas. En alianza con la Universidad Nacional de Luján y la Universidad Tecnológica Nacional, se lanzaron carreras cortas en tecnología inéditas en el distrito.</p>



<p>Desde su puesta en marcha, <strong>10.000 personas</strong> participaron de iniciativas educativas, con más de <strong>4.000 egresados</strong>. <strong>Mil jóvenes</strong> de barrios vulnerables accedieron a becas en programación y marketing digital. Las sucesivas ediciones del Hackatón convocaron a <strong>1.100 jóvenes</strong>. En 2025, <strong>140 alumnos</strong> de escuelas técnicas cumplieron las 200 horas obligatorias de prácticas profesionalizantes en áreas municipales, y la Expo Joven &#8220;Yo elijo mi Futuro&#8221; reunió a <strong>1.820 personas</strong>.</p>



<p>La política educativa no se agota en el eje tecnológico. En paralelo, la gestión sostiene dispositivos orientados a fortalecer la identidad educativa del distrito: los <strong>Nucleamientos Educativos</strong> —encuentros barriales donde las escuelas exponen sus producciones anuales— convocaron en 2025 a 150 escuelas y 6.898 personas; la Promesa a la Bandera en Campo de Mayo reunió a 4.000 alumnos y 10.000 asistentes; las jornadas pedagógicas capacitaron entre 500 y 800 docentes.</p>



<p>&#8220;El proyecto Abanderados fue movilizador para toda la comunidad educativa&#8221;, sintetiza <strong>Cecilia Garrido</strong>, del Complejo Educativo Club Atlético San Miguel. &#8220;Fue una oportunidad de sumar emoción real a lo simbólico&#8221;, agrega.</p>



<p>Sumados todos los dispositivos, <strong>54.167 alumnos</strong> se integraron a proyectos de articulación municipal en 2025. Los Nucleamientos Educativos y las prácticas profesionalizantes se realizan desde la Dirección de Experiencias Educativas de la Secretaría de Educación. &#8220;No se limita a lo tecnológico. El área reafirma su rol como corazón ejecutor de una política que busca, ante todo, una educación presente, técnica y profundamente humana&#8221;, destacan desde la Municipalidad.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="838" height="558" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140545.png" alt="" class="wp-image-9329" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140545.png 838w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140545-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140545-768x511.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140545-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140545-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-pantalla-2026-04-24-140545-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 838px) 90vw, 838px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Usina Tecnológica (UTEC). Imagen: Municipalidad de San Miguel.</sup></em></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Un calendario cultural que potencia la vida comunitaria</strong></h2>



<p>La fragmentación social y el debilitamiento de los vínculos comunitarios en entornos urbanos son fenómenos que parecen resistirse a la política pública tradicional. En San Miguel, la respuesta fue construir un calendario anual de eventos culturales que ocupan la ciudad con regularidad y se financian con la infraestructura existente.</p>



<p>La Plaza de las Carretas, la catedral del distrito, el corredor aeróbico sobre la avenida Francia y el Centro Cívico alojan encuentros con un formato común: participación activa de la sociedad civil, protagonismo de artistas y ballets locales, y convocatoria intergeneracional. El <strong>Carnaval Criollo</strong>, que en 2026 cumple diez años, reúne entre <strong>5.000 y 8.000 personas</strong> antes del inicio de la cuaresma. La <strong>Maratón San Miguel Arcángel</strong> convoca a <strong>5.000 inscriptos</strong> en sus pruebas aeróbicas. El Festival Criollo y la Fiesta Patronal —heredera de una tradición iniciada en 1896— suman cada uno <strong>4.000 asistentes</strong>. La <strong>Noche de los Libros</strong>, también con diez años de continuidad, es el evento con mayor convocatoria: <strong>10.000 asistentes</strong> en diciembre, al aire libre, entre libreros, editoriales y escritores.</p>



<p>El criterio de eficiencia en esta política es menos evidente que en las anteriores, pero está presente. El presupuesto cultural se optimiza al priorizar el protagonismo de ballets, grupos folclóricos y artistas locales por sobre producciones externas de mayor costo. La infraestructura urbana se usa como escenario en lugar de construir recintos específicos. La programación se concentra en fechas ya significativas para la comunidad —carnaval, fiestas patronales, conmemoración del 2 de abril—, lo que multiplica el impacto simbólico sin duplicar el gasto.</p>



<p>Lo que el municipio busca, según el propio plan cultural, es que los vecinos &#8220;se sientan parte de algo más grande y se reconozcan entre sí&#8221;. La formulación es difícil de medir, pero tiene un correlato visible en los diez años de continuidad que algunos eventos ya acumulan.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-9330" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1-1024x682.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/04/Procesion-de-San-Miguel-Arcangel-2025-1536x1023-1.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Maratón San Miguel Arcángel. Imagen: Municipalidad de San Miguel.</em></sup></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Gestionar desde el primer mostrador</strong></h2>



<p>Las cinco políticas descritas no son proyectos aislados. Son piezas de una manera de gestionar que asume que el municipio es, como suele decirse en el propio lenguaje interno de la Intendencia, el &#8220;primer mostrador&#8221; de la demanda ciudadana. Esa premisa lleva al gobierno local a responder incluso cuando la Constitución no le asigna la competencia de manera formal.</p>



<p>En un distrito del conurbano bonaerense que enfrenta los problemas típicos de los gobiernos locales latinoamericanos —demanda creciente, recursos limitados, competencias ambiguas—, San Miguel construyó una agenda que trata de ordenar lo que tiene a mano y medir lo que hace. La certificación de <strong>Ciudad Líder en Gestión Eficiente</strong> obtenida en 2026 por el programa 100 Ciudades Certificadas de RIL es la consecuencia institucional de ese recorrido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>¿Qué es una certificación en gestión eficiente?</strong></h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="6fmHB2wdyZ"><a href="https://mascomunidad.org.ar/mas-alla-del-diploma-el-verdadero-valor-de-las-ciudades-certificadas/">Más allá del diploma: el verdadero valor de las Ciudades Certificadas</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Más allá del diploma: el verdadero valor de las Ciudades Certificadas&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/mas-alla-del-diploma-el-verdadero-valor-de-las-ciudades-certificadas/embed/#?secret=2CPG5iEkKs#?secret=6fmHB2wdyZ" data-secret="6fmHB2wdyZ" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p><strong><em>Así como en San Miguel, en estas notas puedes conocer las políticas que reflejan eficiencia municipal en Jesús María, Venado Tuerto, Luján de Cuyo, Tres de Febrero, Santa Rosa y Junín:</em></strong></p>



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<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta nota integra una serie que busca visibilizar casos de ciudades de Argentina y la región donde la eficiencia dejó de ser un ideal para convertirse en una práctica cotidiana. En este caso, obtuvieron una distinción del programa 100 Ciudades Certificadas de RIL.</em></strong></h5>



<p><strong>Redacción +COMUNIDAD</strong></p>



<h5 class="wp-block-heading has-small-font-size"><em><strong>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD, con imágenes del municipio.</strong></em></h5>
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		<title>Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Santa Rosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:18:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Urbano y Hábitat]]></category>
		<category><![CDATA[Salud]]></category>
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		<category><![CDATA[100 Ciudades Certificadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operativos itinerantes que acercan el Estado a parajes rurales, una planta de transferencia para erradicar basurales históricos, un geoportal que abre los datos del territorio, procesos certificados bajo norma ISO y un plan estratégico que ordena el crecimiento. En Santa Rosa (Mendoza, Argentina), la eficiencia se mide en kilómetros recorridos, residuos recuperados y servicios que llegan donde antes no llegaban. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-santa-rosa/">Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Santa Rosa</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-15641e716fad2feafbaf59b6c4267463" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Eficiencia</p>



<p><strong>Matías </strong>trabaja en una finca del distrito El Marcado y rara vez puede tomarse un día para ir al médico. Pero esa mañana de 2025, en el operativo que el municipio montó en la finca La Agrícola, se hizo un control completo sin moverse de su lugar. &#8220;Están muy buenos estos servicios. Uno que trabaja por ahí no tiene tiempo de ir a hacerse controles médicos, y acá vienen médicos especialistas y nos preguntan todo sobre la salud&#8221;, cuenta.</p>



<p>A casi 100 kilómetros de la sede municipal, un vecino de Ñacuñán, el paraje más remoto del departamento, dice algo parecido: &#8220;Que la Municipalidad se preocupe por la gente de este lugar me parece genial. Tenemos muchos tratamientos que no podemos hacer de forma constante por una condición económica y porque estamos lejos&#8221;.</p>



<p>Estas escenas ocurren en Santa Rosa, un departamento mendocino de más de 8.000 km² de extensión —uno de los más grandes y menos densamente poblados de la provincia— donde la distancia física puede convertirse en una barrera para ejercer derechos básicos. Con poco más de 19.000 habitantes distribuidos en seis distritos dispersos entre la llanura y los médanos, gobernar con eficiencia aquí tiene un significado concreto:<strong> que el Estado llegue donde la gente vive.</strong></p>



<p>Esa definición orienta un conjunto de políticas que el municipio viene desarrollando en los últimos años. Desde la planificación territorial hasta la gestión de residuos, desde la modernización administrativa hasta la apertura de datos, Santa Rosa construyó un enfoque donde la eficiencia busca superar los procesos internos para traducirse en acceso, cercanía y respuestas verificables.</p>



<p>En diciembre de 2025, el municipio obtuvo la certificación de Ciudad Líder en Gestión Eficiente del programa 100 Ciudades Certificadas de la Red de Innovación Local (RIL). “No es un trofeo administrativo. Es el reconocimiento a una decisión política: la decisión de que el Estado municipal funcione mejor&#8221;, afirma a +COMUNIDAD <strong>María Flor Destéfanis</strong>, intendenta de Santa Rosa. &#8220;Cada proceso que se mejora, cada dato que se abre, cada trámite que se simplifica termina impactando en algo muy simple pero muy profundo: la calidad de vida de los vecinos&#8221;, añade.</p>



<p><strong>Cinco políticas permiten observar cómo se implementa esa lógica de eficiencia en la práctica.</strong></p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11-1024x681.jpeg" alt="" class="wp-image-9229" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11-1024x681.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11-768x511.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-11.jpeg 1536w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Reserva Ñacuñán,&nbsp; ubicada en Santa Rosa. Imagen: Municipio de Santa Rosa.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Operativos territoriales &#8220;Cerca de vos&#8221;: el Estado que va</strong></h3>



<p>En Santa Rosa, la distancia no es una metáfora. El distrito de Ñacuñán está a unos 100 kilómetros de Villa Cabecera, la sede municipal. Llegar hasta allí implica, para muchas familias, un viaje que consume tiempo, dinero y, en algunos casos, un día entero de trabajo.</p>



<p>Frente a esa realidad, el municipio puso en marcha los operativos <strong>&#8220;Cerca de vos&#8221;</strong>, un dispositivo itinerante que lleva servicios del Estado directamente a los barrios y parajes del departamento. En cada jornada convergen hasta <strong>11 áreas municipales</strong>: Atención Primaria de Salud, Desarrollo Social, Género y Diversidad, Discapacidad, Vivienda, Empleo, Defensa del Consumidor, Zoonosis, Adulto Mayor, Relaciones con la Comunidad y Salud. El programa incluye un <strong>quirófano móvil de zoonosis</strong> que permite vacunar y castrar mascotas in situ, una prestación que en zonas rurales dispersas resulta difícil de garantizar por otros medios.</p>



<p>Durante 2025, se realizaron <strong>21 operativos</strong> y se atendieron <strong>1.221 personas</strong>. Los números pueden parecer modestos en términos absolutos, pero adquieren otra escala cuando se los lee en proporción a la población y al territorio: significan que el municipio llegó, en promedio, a más del 6% de sus habitantes en un año, en un departamento donde muchos vecinos viven a decenas de kilómetros del centro más cercano.</p>



<p>&#8220;Santa Rosa tiene más de ocho mil kilómetros cuadrados. Si el Estado espera que todos vengan hasta la ciudad, la distancia termina convirtiéndose en una barrera para ejercer derechos&#8221;, explica a +COMUNIDAD <strong>Marcela Otaño</strong>, directora de Desarrollo Social y Derechos Humanos. &#8220;Por eso llevamos el municipio al territorio: salud, asesoramiento social, trámites, servicios. <strong>La eficiencia también es eso: que el Estado llegue donde la gente vive</strong>&#8220;, afirma.</p>



<p>Voces de distintos vecinos respaldan ese impacto. <strong>Cristina</strong>, de Las Catitas, resume su experiencia en una sola visita: &#8220;Yo tenía papeles pendientes y gracias a Dios me los han entregado. Traigo también a mis hijos, me he anotado para vivienda y también por lo de salud de los chicos me han llenado los papeles&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Pero lo que dice después revela el problema de fondo: &#8220;Hay mucha gente que a veces no puede llegar hasta los centros de salud, como yo que vivo a seis kilómetros de acá hacia dentro en el campo y me cuesta llegar. Y para conseguir turnos en los centros de salud o en el hospital tenés que estar a las cinco y media o seis de la mañana&#8221;.</p>



<p>La intendenta y funcionarios suelen asistir a los operativos en busca de generar un canal de escucha directa. En un departamento de estas características, donde la cercanía institucional no puede darse por sentada, <strong>la descentralización periódica funciona como un mecanismo de detección temprana de demandas y de reducción de barreras de acceso.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="783" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12-1024x783.jpeg" alt="" class="wp-image-9228" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12-1024x783.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12-300x229.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12-768x587.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12-24x18.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12-36x28.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12-48x37.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-12.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Atención médica a niñas y niños de barrios y parajes del departamento. Imagen: Municipio de Santa Rosa.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. De basurales a cielo abierto a gestión integral: la planta de transferencia y centro sustentable</strong></h3>



<p>Durante décadas, los residuos en Santa Rosa terminaban en basurales a cielo abierto. El más problemático, ubicado en las cercanías del barrio La Costanera de Las Catitas, funcionó durante más de 40 años como depósito sin control, con incendios recurrentes, contaminación del suelo y riesgos para la salud de los vecinos.</p>



<p>La historia de la solución es también la historia de una obra que tardó en concretarse. En 2019 el municipio obtuvo financiamiento nacional para la construcción de la planta de transferencia y avanzó con la obra hasta alcanzar un grado de ejecución cercano al 90%. A partir de 2023, Santa Rosa afrontó el tramo final con <strong>recursos propios</strong> para llevar la obra a su conclusión.</p>



<p>En <strong>abril de 2025</strong>, coincidiendo con el 141.° aniversario del departamento, se inauguró la <strong>Estación de Transferencia de Residuos Sólidos Urbanos y el Centro Sustentable</strong>, ubicado en La Dormida, sobre la calle Hipólito Yrigoyen. La planta está equipada con cintas transportadoras, enfardadoras y trituradoras de vidrio para clasificar y valorizar los materiales recuperables. Los residuos que no pueden reciclarse se compactan y trasladan al relleno sanitario del consorcio COINES, en Rivadavia, dentro de un circuito controlado.</p>



<p>Durante 2025, la planta procesó <strong>10.766 toneladas de residuos</strong>. La puesta en marcha permitió, además, reorganizar los horarios de recolección domiciliaria en los distritos de La Dormida, Las Catitas y Villa Cabecera para optimizar el traslado. El centro opera con <strong>10 trabajadores</strong> en condiciones de empleo formal.</p>



<p>&#8220;Durante años el problema de los residuos fue invisible para muchos municipios. Pero en realidad es un tema de salud pública, de ambiente y de dignidad territorial&#8221;, señala <strong>Patricia Salomón</strong>, de la Coordinación de Ambiente. &#8220;Hoy el residuo se clasifica, se valoriza y genera trabajo. Lo que antes era un problema ambiental empieza a convertirse en parte de una economía circular&#8221;, agrega.</p>



<p>La política ambiental también se extiende a la educación: la planta funciona como espacio de concientización para escuelas y organizaciones locales. Y la recolección diferenciada de residuos secos —cartón, plástico, vidrio y papel—, que se realiza los jueves, busca consolidar la separación en origen como hábito ciudadano.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="757" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13-1024x757.jpeg" alt="" class="wp-image-9227" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13-1024x757.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13-300x222.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13-768x568.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13-24x18.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13-36x27.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13-48x35.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-13.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Planta de Transferencia y Centro Sustentable en La Dormida. Imagen: Municipio de Santa Rosa.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Geoportal e IDE: leer el territorio en datos</strong></h3>



<p>Antes de la implementación del Geoportal, la información territorial de Santa Rosa estaba dispersa en distintas oficinas, formatos en papel y bases de datos sin conexión entre sí. Para un profesional&nbsp; o inversor que necesitaba conocer los usos del suelo permitidos en una parcela, o para un funcionario que debía decidir dónde localizar un centro de salud, el proceso implicaba solicitudes formales y esperas.</p>



<p>Esa situación empezó a cambiar con la creación de una <strong>Infraestructura de Datos Espaciales (IDE)</strong> propia, que posiciona a Santa Rosa como uno de los <strong>siete municipios de Mendoza</strong> que cuentan con un visor de este tipo. La <a href="https://www.geoportal.santarosamendoza.gob.ar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma</a> se integra a la red IDERA (Infraestructura de Datos Espaciales de la República Argentina) y a la IDE provincial de Mendoza (IDEM), a la que el departamento adhirió formalmente.</p>



<p>El <strong>Geoportal</strong> ofrece mapas interactivos con capas de información validada: infraestructura de servicios (redes de agua, gas, fibra óptica), catastro, usos del suelo, espacios verdes, centros de salud, comercios y datos ambientales. Los datos se pueden descargar en formatos abiertos (CSV y SHP), lo que permite su reutilización profesional por parte de agrimensores, arquitectos, desarrolladores inmobiliarios e investigadores.</p>



<p>Entre julio de 2025 y febrero de 2026, la plataforma publicó <strong>57 archivos de datos</strong> y registró <strong>363 visitas</strong>. Son cifras iniciales, coherentes con el perfil demográfico de un departamento de 19.000 habitantes en una etapa de implementación temprana. Pero lo que importa es el cambio de lógica: la información territorial dejó de ser un recurso encerrado en oficinas para convertirse en un bien público accesible.</p>



<p>&#8220;Durante muchos años los municipios tomaban decisiones con información dispersa o directamente inexistente. Gobernar así era, literalmente, gobernar a ciegas&#8221;, dice <strong>Nadir Ocampo</strong>, jefe del Departamento de Relevamiento de Información Territorial y Estadísticas. <strong>&#8220;La información deja de ser un privilegio y se transforma en un bien público&#8221;</strong>, sintetiza.</p>



<p>Para un departamento con una extensión territorial tan amplia y con desafíos concretos de planificación —como la expansión urbana sobre zonas productivas que se observa en las localidades de Las Catitas y La Dormida—, contar con datos georreferenciados y actualizados resulta un paso que habilita decisiones más precisas sobre dónde invertir, dónde ampliar servicios y cómo ordenar el crecimiento.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="409" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-1024x409.png" alt="" class="wp-image-9230" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-1024x409.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-300x120.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-768x307.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-1536x613.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-24x10.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-36x14.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-48x19.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Portada principal del Geoportal de Santa Rosa. Imagen: Municipio de Santa Rosa.</sup></em></figcaption></figure>
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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="715" height="507" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093449-1.png" alt="" class="wp-image-9234" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093449-1.png 715w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093449-1-300x213.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093449-1-24x17.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093449-1-36x26.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093449-1-48x34.png 48w" sizes="auto, (max-width: 715px) 90vw, 715px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Visualización de la ciudad tomada del geoportal. Imagen: Municipio de Santa Rosa.</sup></em></figcaption></figure>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Gestión de calidad: de los manuales de 2007 a la certificación ISO 9001</strong></h3>



<p>Hasta hace poco, la administración interna del municipio funcionaba con procedimientos que no se actualizaban desde 2007. Los trámites se resolvían de forma presencial, los circuitos de reclamos carecían de trazabilidad y los tiempos de respuesta dependían más de la voluntad individual que de un sistema estandarizado.</p>



<p>La decisión de certificar procesos bajo la <strong>norma ISO 9001:2015</strong> obligó a revisar cómo se atendía a un vecino, cómo se tramitaba un reclamo, cómo se pagaba a un proveedor. La auditoría principal se superó en agosto de 2025, con 20 procesos certificados en áreas críticas: Rentas, Hacienda, Recursos Humanos, Compras y la Oficina de Atención al Vecino.</p>



<p>En paralelo, el municipio avanzó con la <strong>digitalización de cinco trámites municipales</strong> a través de la plataforma GDE (Gestión Documental Electrónica) y una Oficina Virtual. Entre ellos, la <strong>habilitación comercial online</strong>: un trámite que antes exigía gestiones presenciales, lentas y con requisitos difíciles de anticipar, ahora se puede iniciar y seguir de forma digital. Se implementó además una gestión omnicanal que permite canalizar reclamos tanto de manera presencial como virtual.</p>



<p>&#8220;Muchas veces se habla de modernizar el Estado como si se tratara solo de tecnología. Pero modernizar el Estado es, antes que nada, ordenar cómo trabaja&#8221;, explica <strong>Magdalena Ascurra</strong>, secretaria de Gobierno. &#8220;Las normas ISO nos obligaron a revisar cada proceso: cómo se atiende a un vecino, cómo se tramita un reclamo, cómo se paga a un proveedor. Lo que buscamos es algo simple: que el vecino sepa qué trámite hace, cuánto demora y por dónde circula&#8221;, detalla.</p>



<p>La escala de la transformación es acorde al tamaño del municipio: no se trata de una plataforma con cientos de miles de usuarios ni de una digitalización masiva, sino de un ordenamiento básico que, para una administración que operaba con herramientas de casi dos décadas de antigüedad, representa un salto cualitativo. Como resume Azcurra<strong>: &#8220;Un Estado que funciona con reglas claras no solo es más eficiente. Es también más justo&#8221;.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="675" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1024x675.png" alt="" class="wp-image-9232" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1024x675.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-300x198.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-768x506.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1536x1012.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-48x32.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Atención a vecinos y vecinas. Imagen: Municipio de Santa Rosa.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>5. Planificar el territorio: Santa Rosa mira a futuro</strong></h3>



<p>Las cuatro políticas anteriores no operan en el vacío. Se inscriben en un marco más amplio: el plan operativo <strong>&#8220;Santa Rosa Planifica Futuro&#8221;</strong>, una hoja de ruta estratégica que guía la gestión desde 2019 y se estructura sobre cuatro dimensiones: desarrollo social, económico-productivo, urbano-ambiental y modernización de la gestión municipal.</p>



<p>El plan partió de un diagnóstico sobre la realidad del departamento y las dinámicas de su suelo, con el objetivo de evitar la improvisación en el crecimiento urbano. En un territorio donde la expansión de las localidades avanza sobre zonas productivas —un fenómeno documentado en los estudios del Plan Municipal de Ordenamiento Territorial de Mendoza—, contar con una planificación explícita permite anticipar dónde faltan servicios, dónde se puede urbanizar y dónde conviene preservar usos agrícolas.</p>



<p>&#8220;Planificar es una decisión política. Significa dejar de improvisar y empezar a mirar el territorio con responsabilidad&#8221;, afirma a +COMUNIDAD <strong>Rodolfo Morgani</strong>, coordinador general de Planificación Territorial. &#8220;El plan no es un documento técnico guardado en un cajón. Es la hoja de ruta que orienta cada decisión de gobierno, desde una obra pública hasta una política social&#8221;, sostiene.</p>



<p><strong>Ese marco es el que articula las restantes políticas</strong>: el Geoportal se alimenta de la planificación territorial y a la vez la retroalimenta con datos actualizados; la planta de transferencia responde a un diagnóstico ambiental concreto; los operativos itinerantes se diseñan a partir de la lectura del territorio y sus vacíos de cobertura; y la certificación ISO ordena los procesos internos que sostienen la ejecución.</p>



<p>&#8220;Cuando un municipio planifica, el territorio deja de crecer al azar y empieza a desarrollarse con equilibrio. Planificar el territorio es negarse a aceptar que el futuro sea un accidente. Es afirmar que una comunidad tiene el derecho —y la responsabilidad— de imaginar, organizar y producir el espacio donde quiere vivir&#8221;, resume Morgani.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="611" height="307" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093816.png" alt="Eficiencia" class="wp-image-9235" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093816.png 611w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093816-300x151.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093816-24x12.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093816-36x18.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-31-093816-48x24.png 48w" sizes="auto, (max-width: 611px) 90vw, 611px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Parque histórico y cultural Ventura Segura. Imagen: Municipalidad de Santa Rosa.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eficiencia en un territorio extenso</strong></h2>



<p>Las cinco políticas repasadas comparten un hilo conductor: en Santa Rosa, la eficiencia no se expresa en las mismas métricas que en una ciudad de alta densidad. No se trata de reducir el tiempo de un trámite de 60 a 10 minutos o de instalar plataformas digitales con cientos de miles de usuarios. Se trata de que un vecino de El Marcado acceda a un control médico sin perder un día de trabajo, de que los residuos dejen de acumularse a cielo abierto, de que un agrimensor consulte los usos del suelo sin viajar hasta la sede municipal, de que un reclamo tenga un circuito claro, y de que el crecimiento del departamento responda a un plan y no a la inercia.</p>



<p>“Cuando el Estado se ordena, cuando planifica y cuando usa bien cada recurso, eso no queda en un escritorio. Se transforma en obras, en servicios y en oportunidades concretas para nuestra gente”, reflexiona la intendenta Destéfanis. Y cierra: “Gobernar mejor no es un eslogan. Es una forma de respeto”.</p>



<p>El reconocimiento como Ciudad Líder dentro del programa 100 Ciudades Certificadas de RIL ubica a Santa Rosa en un proceso que recién comienza: <strong>el de sostener, medir y profundizar estas prácticas en un territorio donde cada kilómetro importa.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>¿Qué es una certificación en gestión eficiente?</strong></h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="PyAXOlNFZv"><a href="https://mascomunidad.org.ar/mas-alla-del-diploma-el-verdadero-valor-de-las-ciudades-certificadas/">Más allá del diploma: el verdadero valor de las Ciudades Certificadas</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Más allá del diploma: el verdadero valor de las Ciudades Certificadas&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/mas-alla-del-diploma-el-verdadero-valor-de-las-ciudades-certificadas/embed/#?secret=LcCFZd4SZ0#?secret=PyAXOlNFZv" data-secret="PyAXOlNFZv" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>Así como en Santa Rosa, en estas notas puedes conocer las políticas que reflejan eficiencia municipal en Jesús María, Venado Tuerto, Luján de Cuyo, Tres de Febrero y Junín:</em></strong></h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="YdV8R2xEAr"><a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-jesus-maria/">Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Jesús María</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Jesús María&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-jesus-maria/embed/#?secret=mWLErH4UrT#?secret=YdV8R2xEAr" data-secret="YdV8R2xEAr" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="pG8b4p0zzz"><a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-venado-tuerto/">Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Venado Tuerto</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Venado Tuerto&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-venado-tuerto/embed/#?secret=pWPyLHvUDn#?secret=pG8b4p0zzz" data-secret="pG8b4p0zzz" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="kN6uQebLXz"><a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-lujan-de-cuyo/">Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Luján de Cuyo</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Luján de Cuyo&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-lujan-de-cuyo/embed/#?secret=h3g6S22bVz#?secret=kN6uQebLXz" data-secret="kN6uQebLXz" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="X9RIKrKpDl"><a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-tres-de-febrero/">Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Tres de Febrero</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Tres de Febrero&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-tres-de-febrero/embed/#?secret=HWDboZ1t5c#?secret=X9RIKrKpDl" data-secret="X9RIKrKpDl" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="j1LKkzRCsh"><a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-junin/">Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Junín</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cinco políticas que reflejan eficiencia municipal: el caso de Junín&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-junin/embed/#?secret=PZ5wA8CZnV#?secret=j1LKkzRCsh" data-secret="j1LKkzRCsh" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta nota integra una serie que busca visibilizar casos de ciudades de Argentina y la región donde la eficiencia dejó de ser un ideal para convertirse en una práctica cotidiana. En este caso, obtuvieron la distinción del programa 100 Ciudades Certificadas de RIL.</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size"><strong>Redacción +COMUNIDAD</strong></p>



<p class="has-small-font-size"><strong><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD, con imágenes del municipio.</em></strong></p>



<p></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qué hace Corrientes para organizar su respuesta ante emergencias climáticas</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/corrientes-gestion-hidrica-ignacio-maldonado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[acuífero Guaraní]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://mascomunidad.org.ar/?p=9212</guid>

					<description><![CDATA[<p>La ciudad desarrolló un Protocolo de Riesgos Climáticos que coordina distintas áreas municipales según los niveles de alerta del Servicio Meteorológico Nacional. Antes, no existían soluciones integrales ante desastres; sólo la respuesta una vez que los eventos ocurrían. En enero de 2026, un temporal de 85 milímetros en cinco horas puso a prueba el sistema.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-82b7cc6d5f50fd9b794545f043e2b864" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Emergencias Climáticas</p>



<p style="font-size:14px"><strong>Por Ignacio Maldonado Yonna,</strong><strong><br></strong><strong>secretario de Servicios Públicos de Corrientes (*)</strong><strong><br></strong></p>



<p>La ciudad de Corrientes (Argentina) tiene un clima subtropical húmedo y caluroso con veranos extremos y heladas en invierno. Las crisis climáticas están intensificando fenómenos como lluvias torrenciales, olas de calor y sequías que afectan con mayor fuerza a las poblaciones más vulnerables.&nbsp;</p>



<p>La expansión urbana de Corrientes está limitada al oeste y norte por el río Paraná, por lo que solo puede crecer hasta el este y sur. Hacia el este se encuentra la lomada norte, un extenso sistema de lagunas y humedales que actúan como reservorios naturales de agua, regulando inundaciones y asegurando agua durante las sequías.&nbsp;</p>



<p>Además de bosques nativos, existen lagunas que pertenecen al sistema hídrico del acuífero guaraní, reservorio importante de agua dulce y cercana al humedal Iberá, área protegida más grande del país y centro de alta biodiversidad. Durante las sequías, la ocupación por lagunas del territorio varía en un 9% y se expande hasta el 38% en temporadas normales. Durante las altas temperaturas y sequías, se produce un aumento de la extensión de ocurrencia y propagación de incendios.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="817" height="246" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164718.png" alt="" class="wp-image-9213" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164718.png 817w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164718-300x90.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164718-768x231.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164718-24x7.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164718-36x11.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164718-48x14.png 48w" sizes="auto, (max-width: 817px) 90vw, 817px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Vista de Corrientes y el río Paraná. Foto: Ministerio de Turismo de Corrientes.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un diagnóstico como punto de partida</strong></h2>



<p>En 2019, para elaborar el Plan Local de Acción Climática, la Municipalidad trabajó en articulación con el Centro de Ecología Aplicada del Litoral (CECOAL). El objetivo fue identificar las amenazas climáticas más frecuentes, evaluar la gravedad de su impacto en la población y planificar medidas de adaptación. Ese diagnóstico sentó las bases del protocolo actual.</p>



<p>El Protocolo de Actuación frente a Riesgos Climáticos funciona con base en la coordinación inmediata de diferentes áreas organizadas a partir de cada tipo de alerta del Servicio Meteorológico Nacional. Entonces, si existe por ejemplo una alerta amarilla de tormentas fuertes con abundante caída de agua o granizo, los trabajadores del equipo propio y tercerizados permanecen en alerta para poder responder de manera adecuada, incluyendo tareas de limpieza y desobstrucción de desagües pluviales de las zonas más críticas, desvíos del tránsito en zonas de anegamiento, despeje de ramas y árboles caídos, entre otros.</p>



<p>En caso que la ciudad se exponga una situación de alerta roja, los equipos de las diferentes secretarías y tercerizados, son asignados a puntos de conflicto prioritarios evaluando la situación, para adecuar la acción en terreno como por ejemplo cortes de viales, apertura de centros de evacuación, respuesta de primeros auxilios médicos, o coordinación de equipamiento mayor como por ejemplo grúas, tractores necesarios para el despeje de las calles.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cómo funciona la respuesta escalonada</strong></h2>



<p>De conocerse las diferentes alertas de antemano, <strong>los trabajos de limpieza, mantenimiento de los canales e instalación de bombas de escurrimiento, se realizan de forma previa a la tormenta. </strong>Además el área de Comunicación utiliza los canales oficiales para acercar a vecinos recomendaciones adaptadas a cualquier tipo de alerta para facilitar los procesos. Por ejemplo, en caso de alerta amarilla de lluvias, se pide no sacar los residuos para evitar anegamientos&nbsp; y circular con prudencia con vehículos por zonas no inundables, entre otras.&nbsp;</p>



<p>En el caso de alertas rojas por altas temperaturas, por ejemplo, se solicita colaboración intentando permanecer en zonas protegidas del sol y fuera del horario del mediodía, evitar hacer actividad física intensa en lugares al aire libre e hidratarse abundantemente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="821" height="459" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164709.png" alt="" class="wp-image-9214" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164709.png 821w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164709-300x168.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164709-768x429.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164709-24x13.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164709-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164709-48x27.png 48w" sizes="auto, (max-width: 821px) 90vw, 821px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Publicación de alerta amarilla en enero de 2026. Municipalidad de Corrientes.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>El sistema a prueba: el temporal de enero de 2026</strong></h2>



<p>La implementación del protocolo de actuación permitió realizar una bajada concreta y tangible de una política pública pensada a partir del diálogo interdisciplinar de las secretarías de la municipalidad, focalizando en todo momento resolver la exposición de la ciudad y el aumento de la vulnerabilidad de los vecinos ante estos eventos.&nbsp;</p>



<p>Cabe mencionar el caso del temporal de enero 2026, donde en aproximadamente 5 horas cayeron 85 milímetros de agua, anegando diferentes zonas de la ciudad. Si bien el caudal de lluvia en poco tiempo superó todo tipo de desagües, al aplicarse el protocolo de riesgos climáticos, <strong>la velocidad de escurrimiento del agua aumentó de forma considerable permitiendo que las zonas que se estimaban más afectadas pudiera recibir la asistencia inmediata.</strong></p>



<p>El caso muestra que la coordinación previa entre áreas permite reducir los tiempos de respuesta y concentrar recursos donde más se necesitan, incluso cuando la magnitud del evento supera la infraestructura disponible.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="818" height="538" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164727.png" alt="" class="wp-image-9215" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164727.png 818w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164727-300x197.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164727-768x505.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164727-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164727-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164727-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 818px) 90vw, 818px" /></figure>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="804" height="456" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164737.png" alt="" class="wp-image-9216" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164737.png 804w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164737-300x170.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164737-768x436.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164737-24x14.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164737-36x20.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-164737-48x27.png 48w" sizes="auto, (max-width: 804px) 90vw, 804px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Trabajos en el marco del Protocolo de Riesgos Climáticos. Fotos: Municipalidad de Corrientes.</sup></em></figcaption></figure>
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<p style="font-size:14px"><strong><em>(*) Ignacio Maldonado Yonna es secretario de Servicios Públicos de la Municipalidad de Corrientes. Anteriormente fue secretario de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la misma ciudad, donde lideró la elaboración del Plan Local de Acción Climática. Es abogado por la Universidad Nacional del Nordeste (UNNE), máster en Planificación Territorial y Gestión Ambiental por la Universidad de Barcelona y Embajador de la Red de Innovación Local (RIL).</em></strong></p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta columna &#8220;Desde el territorio&#8221; forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores de diferentes temáticas en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes </em></strong><a href="https://forms.gle/fPLL1AWabbE2JYnn7" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>suscribirte</em></strong></a><strong><em> de forma gratuita!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size"><em><strong>Imagen principal: </strong>alerta por tormentas en Corrientes, enero de 2026. Fuente: El Litoral. <br></em><br></p>
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		<title>Cómo São Paulo usa jardines de lluvia para complementar sus grandes obras de drenaje</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/como-sao-paulo-usa-jardines-de-lluvia-para-complementar-sus-grandes-obras-de-drenaje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>En ocho años, São Paulo pasó de 23 jardines de lluvia a 479. Estas soluciones basadas en la naturaleza retienen hasta un 30% del agua pluvial en cada tramo donde se instalan. Alivian el sistema de drenaje convencional, recargan los acuíferos subterráneos, aportan biodiversidad y mejoran el microclima en calles que antes eran superficies impermeables. La experiencia, reconocida internacionalmente, deja lecciones concretas para otras ciudades de la región.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-fce4b8be83f02319a84a1107bd5592cd" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Jardines de lluvia</p>



<p>En uno de los barrios centrales de São Paulo, un cantero que antes era una franja de asfalto gris hoy absorbe la lluvia. Donde el agua solía descender a toda velocidad hacia las bocas de tormenta, ahora se desvía por aberturas en el cordón de la acera, ingresa en pequeños espacios verdes con capas de tierra, arena y piedras de distinto tamaño, y se infiltra en el suelo.&nbsp;</p>



<p><strong>Son jardines de lluvia: </strong>canteros excavados a un metro de profundidad, diseñados para interceptar el agua de lluvia y filtrarla hacia las napas freáticas —las reservas subterráneas— antes de que sobrecargue el sistema de galerías, la red de conductos bajo las calles que transporta el agua hacia los ríos.</p>



<p>La escena se repite en cientos de puntos de la ciudad. São Paulo tiene hoy 479 jardines de lluvia —tenía apenas 23 en 2017— y se propone superar los 1.000 en los próximos años. No reemplazan las grandes obras de ingeniería hidráulica; las complementan.</p>



<p>&#8220;Son soluciones basadas en la naturaleza muy importantes para complementar las acciones de drenaje en la ciudad&#8221;, explica a +COMUNIDAD <strong>Fabrício Cobra Arbex</strong>, titular de la Secretaría Municipal de Subprefeituras de São Paulo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="883" height="584" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-2.png" alt="" class="wp-image-9161" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-2.png 883w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-2-300x198.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-2-768x508.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-2-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-2-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-2-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 883px) 90vw, 883px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Ejemplo de jardines de lluvia en la ciudad. Imagen: Prefeitura de São Paulo</em>.</sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dos escalas para un mismo problema</strong></h2>



<p>La ciudad opera en dos escalas simultáneas. El <strong>macrodrenaje </strong>comprende los grandes reservorios —conocidos localmente como <em>piscinões</em>— que absorben el caudal de los ríos Pinheiros, Tietê y Tamanduateí. Son obras de ingeniería pesada que requieren grandes inversiones.&nbsp;</p>



<p>El <strong>microdrenaje</strong>, en tanto, opera a escala barrial. Incluye el mantenimiento de bocas de tormenta y galerías,&nbsp; así como la instalación de jardines de lluvia en veredas, plazas y canteros. Cada una de estas intervenciones verdes permite que parte del agua que escurre por la superficie se infiltre directamente en el suelo, en lugar de sumar volumen a una red que, con lluvias cada vez más intensas, se satura con frecuencia.</p>



<p>Para dimensionar la relación entre ambas escalas: el mayor sistema de jardines de lluvia de Brasil —11 unidades conectadas que ocupan 2.300 metros cuadrados en una calle del centro— <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/justica/w/noticias/291329" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retiene cerca del 5%</a> de lo que almacena el reservorio subterráneo del Pacaembu, una estructura de hormigón con capacidad para 74.000 metros cúbicos de agua que fue durante años la principal infraestructura antinundaciones de la zona. </p>



<p>La diferencia es que los jardines se construyeron rompiendo asfalto y plantando vegetación, sin excavaciones profundas ni maquinaria pesada. Es decir, a un costo mucho menor.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-1024x683.jpeg" alt="Jardines de lluvia" class="wp-image-9162" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-1024x683.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Ejemplo de jardines de lluvia en la ciudad. Imagen: Prefeitura de São Paulo,</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultados bajo la lluvia</strong></h2>



<p>Según la Secretaría de Subprefeituras, <strong>cada jardín de lluvia retiene hasta un 30% del volumen pluvial que cae en el tramo específico donde se instala</strong>. En un tramo asfaltado convencional, esa cifra es cercana a cero: el agua escurre por la superficie sin infiltrarse.&nbsp;</p>



<p>Pero el impacto no se limita a la cantidad de agua gestionada. <strong>Los jardines de lluvia funcionan también como filtros naturales.</strong> Retienen sedimentos y contaminantes urbanos antes de que lleguen a los cursos de agua. Al mismo tiempo,<strong> incorporan áreas verdes que mejoran el microclima, aumentan la biodiversidad y transforman el paisaje </strong>de calles que antes eran superficies grises.</p>



<p><strong>Cecilia Herzog</strong>, paisajista urbana de la PUC-Rio y referente en soluciones basadas en la naturaleza en Brasil, <a href="https://ciclovivo.com.br/arq-urb/urbanismo/jardins-de-chuva-solucao-que-reduz-os-impactos-de-alagamentos/">sostien</a><a href="https://ciclovivo.com.br/arq-urb/urbanismo/jardins-de-chuva-solucao-que-reduz-os-impactos-de-alagamentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e</a> que los jardines de lluvia bien planificados tienen un papel educativo clave. En esencia, ayudan a la población a entender la necesidad de ciudades más permeables. </p>



<p>&#8220;Es una política pública completamente alineada con las directrices de resiliencia climática&#8221;, afirma Cobra Arbex. En 2022, el programa recibió un Certificado de Mérito en los <a href="https://ciclovivo.com.br/arq-urb/urbanismo/jardins-de-chuva-solucao-que-reduz-os-impactos-de-alagamentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">World Green City Awards</a>, un reconocimiento internacional que destacó su potencial de réplica para otras ciudades.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4.jpeg" alt="" class="wp-image-9164" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-300x225.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-768x576.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-24x18.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-36x27.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-48x36.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Ejemplo de jardines de lluvia en la ciudad. Imagen: Prefeitura de São Paulo.</em></sup></figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mantener lo construido</strong></h2>



<p>En 2025, la Prefeitura inició la revitalización de jardines de lluvia instalados en 2019. La decisión reveló algo que las ciudades interesadas en replicar este modelo deben considerar desde el inicio: <strong>sin mantenimiento regular, los jardines pierden funcionalidad.</strong></p>



<p>La rutina de cuidado exige retirar residuos, controlar hierbas espontáneas y renovar las plantaciones con especies rústicas, de crecimiento controlado y no invasoras. São Paulo capacitó a los equipos de limpieza y barrido para esa tarea. <strong>Además, cada jardín fue registrado en un sistema informatizado de gestión municipal. </strong>Ese registro permite calcular los ciclos de renovación de plantas, programar intervenciones y generar un historial de cada unidad como patrimonio público.</p>



<p><strong>La comunidad también interviene.</strong> &#8220;Con el entendimiento del beneficio que el jardín de lluvia trae, los vecinos colaboran en el cuidado posterior a la obra&#8221;, explica Cobra Arbex.&nbsp;</p>



<p>Un ejemplo concreto es el jardín junto al edificio Copan, uno de los íconos arquitectónicos de São Paulo.<strong>Fátima Freitas</strong>, vecina del edificio desde hace cuatro décadas, se convirtió en cuidadora espontánea del espacio. &#8220;El agua de lluvia escurre bien, no se estanca. Estamos cuidando, limpiando, sacando papeles, plásticos que caen en el jardín. Siempre veo personas ahí admirándolo&#8221;, <a href="https://avidanocentro.com.br/cidades/gentileza-urbana-jardins-de-chuva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contó</a> al medio A Vida no Centro.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9163" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo.jpg 1650w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Panorámica de la ciudad de São Paulo. Imagen: </em><a href="https://generationvoyage.fr/tourisme/sao-paulo/"><em>Generation Voyage</em></a><em>.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dengue: una preocupación resuelta en el diseño</strong></h2>



<p>En una ciudad tropical, cualquier intervención que acumule agua genera una pregunta previsible: ¿no favorece la proliferación del mosquito <em>Aedes aegypti</em>, vector del dengue?</p>



<p>La respuesta está en los parámetros técnicos. &#8220;Un jardín de lluvia eficiente necesita absorber el agua en hasta dos días después de un evento de precipitación. <strong>Esto garantiza que las larvas del </strong><strong><em>Aedes aegypti</em></strong><strong> no encuentren condiciones ideales para eclosionar</strong>, dado que el período mínimo para eso es de tres días&#8221;, detalla Cobra Arbex. En la práctica, los coeficientes de diseño son conservadores y la propia estructura del jardín favorece la percolación.<strong> La infiltración ocurre mucho antes del máximo previsto.</strong></p>



<p>A medida que las plantas se desarrollan y el suelo gana estructura, la capacidad de absorción aumenta. El margen de seguridad crece con el tiempo, en lugar de reducirse. Un jardín de lluvia maduro funciona mejor que uno recién inaugurado</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qué necesita una ciudad para replicar este modelo</strong></h2>



<p>Los jardines de lluvia no demandan condiciones excepcionales, pero sí un marco definido. Ante la consulta de +COMUNIDAD, desde el gobierno de São Paulo identifican factores concretos de transferibilidad.</p>



<p>El punto de partida es una demanda real: problemas frecuentes de drenaje, alta impermeabilización del suelo o contaminación difusa de cursos de agua por escurrimiento pluvial. A eso se suma un<strong> diagnóstico territorial que identifique dónde conviene instalar los jardines.</strong> São Paulo está cruzando sus mapas de macrodrenaje con la ubicación de los acuíferos para determinar los puntos de mayor eficiencia.</p>



<p>&#8220;Con el aumento de la intensidad de las lluvias se incrementaron los casos de inundación, y es ahí donde la microdrenaje cumple un papel clave&#8221;, señala Cobra Arbex.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-9165" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1024x1024.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-300x300.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-150x150.jpeg 150w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-768x768.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-24x24.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-36x36.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-48x48.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><sup><em>Otra área de la ciudad intervenida con un jardín de lluvia.</em> <em>Imagen: Prefeitura de São Paulo.</em></sup></p>



<p>Las soluciones basadas en la naturaleza deben integrarse al plan municipal de drenaje urbano, con criterios técnicos, funcionales, estéticos y de accesibilidad. Y se necesita capacidad operativa sostenida para el mantenimiento: <strong>São Paulo lo resuelve mediante empresas contratadas para esa función.</strong></p>



<p>El financiamiento del programa proviene del presupuesto municipal. No se registran, hasta ahora, mecanismos complementarios de financiación. Un punto que otras ciudades deberán resolver según su propia estructura fiscal y las oportunidades de cooperación disponibles.</p>



<p>São Paulo ya trabaja en el siguiente paso. La Secretaría de Subprefeituras elabora un estudio que cruza los mapas de macrodrenaje con la ubicación de las napas freáticas para determinar en qué puntos los jardines de lluvia aportan mayor eficiencia.&nbsp;</p>



<p>&#8220;El jardín de lluvia tiene un papel muy importante&#8221;, resume Cobra Arbex. La meta es construir 1.000 nuevas unidades e integrarlas a una <strong>estrategia más amplia que incluye bosques urbanos y arborización, intervenciones que también aumentan la capacidad de absorción del agua</strong>. El objetivo de fondo es el mismo: que menos agua corra por la superficie y más se infiltre en el suelo.</p>



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<p class="has-small-font-size"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Redacción +COMUNIDAD</strong></p>



<p><strong><em>Puedes leer este artículo en portugués aquí:</em></strong></p>



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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Río Inteligente: tecnología IoT para anticipar crecidas en el principal río de Córdoba</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/rio-inteligente-tecnologia-iot-para-anticipar-crecidas-en-el-principal-rio-de-cordoba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Urbano y Hábitat]]></category>
		<category><![CDATA[Servicios Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta Temprana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ante inundaciones repentinas y eventos climáticos extremos cada vez más frecuentes, Córdoba comenzó a implementar un sistema de sensores y barreras automáticas con tecnología IoT (Internet of Things). La iniciativa combina la innovación abierta con la seguridad vial para proteger a la ciudadanía en puntos críticos del río Suquía. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/rio-inteligente-tecnologia-iot-para-anticipar-crecidas-en-el-principal-rio-de-cordoba/">Río Inteligente: tecnología IoT para anticipar crecidas en el principal río de Córdoba</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-269832f898ac39f8e51ec668e1b48ec4" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Río Inteligente</p>



<p>La ciudad de Córdoba, en Argentina, convive con la dualidad del <a href="https://riosdelplaneta.com/rio-suquia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">río Suquía</a>: la belleza de su cauce contiene, a la vez, un riesgo latente de crecidas repentinas. Este río de carácter serrano posee una dinámica hidrológica capaz de transformar un curso calmo en un torrente en cuestión de pocas horas. Los temporales de <a href="https://www.infobae.com/sociedad/2024/01/07/fuerte-temporal-en-cordoba-inundaciones-caida-de-arboles-y-desborde-de-arroyos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inicios de 2024 </a>funcionaron como un recordatorio crítico de esta amenaza.</p>



<p>Aquellas lluvias evidenciaron las limitaciones del sistema de monitoreo municipal. Los anegamientos y cortes de calles estratégicas revelaron una<strong> escasez de datos hidrométricos en tiempo real y una respuesta de emergencia basada en información fragmentada</strong>. Sin un sistema de alerta temprana automatizado, la resiliencia de la infraestructura urbana quedaba vulnerable ante eventos climáticos cada vez más frecuentes y severos.</p>



<p>Frente a este déficit, la Municipalidad decidió abordar el problema mediante la innovación junto con <a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrirZCmZsVpgwIAZMOr9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1775754150/RO=10/RU=https%3a%2f%2fbidlab.org%2fes/RK=2/RS=CBLYHwaX55qQrbTeCEbkitxAVNo-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BID-Lab</a>. En 2024, a través del Laboratorio de Innovación Pública (<a href="https://corlab.cordoba.gob.ar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CorLab</a>), de la Secretaría de Ciudad Inteligente y Transformación Digital, se lanzó <a href="https://corlab.cordoba.gob.ar/avanza-la-implementacion-de-rio-inteligente-se-instala-el-primer-punto-de-monitoreo-en-la-costanera/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Río Inteligente</strong></a>, un desafío de innovación abierta diseñado para sensorizar el cauce y transformar la gestión del riesgo hídrico.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9193" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-2048x1365.jpg 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-2000x1333.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/25-11-2025-81-48x32.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>El sensor instalado funciona bajo tecnología IoT (Internet of Things) con conectividad LoRaWAN. Imagen: Municipalidad de Córdoba.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Río Inteligente, un desafío que propone ir más allá</strong></h2>



<p><strong>Marcela Nicolaides</strong>, directora de Economía del Conocimiento de la Municipalidad de Córdoba y referente del CorLab, conversó con +COMUNIDAD sobre el mecanismo detrás de esta iniciativa. “El desafío se diseñó para implementar una solución de sensorización IoT (<a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrJ_23rFsRpSwIAcZir9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1775668204/RO=10/RU=https%3a%2f%2fwww.redhat.com%2fes%2ftopics%2finternet-of-things%2fwhat-is-iot/RK=2/RS=B0Kv_mH7Xk740zqFzxYVqRAvyZw-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Internet of Things</a>), con el objetivo de fortalecer las capacidades del municipio de prevención, mitigación y respuesta ante eventualidades”, explica.</p>



<p>El desafío se desarrolló en el marco de un programa específico que aplicó el modelo de <strong>Compra Pública de Innovación a Emprendimientos (</strong><a href="https://corlab.cordoba.gob.ar/programa-cordoba-govtech-convocatoria-para-consultoria-en-compras-publicas-de-innovacion-emprendedora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>CPIE</strong></a><strong>)</strong>, una herramienta que permite al Estado impulsar soluciones que aún no existen en el mercado o que requieren instancias de co-creación.</p>



<p>Nicolaides indica que la ventaja central reside en la posibilidad de co-desarrollar la solución, incorporando adaptaciones durante la implementación que difícilmente se lograrían en esquemas tradicionales.&nbsp;</p>



<p>En este camino, el desafío Río Inteligente fue pensado no sólo como una compra de hardware, sino como un proceso de validación técnica donde participaron además la <strong>Universidad Nacional de Córdoba (</strong><a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=Awril3k.HMRp7wIAjOar9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1775669567/RO=10/RU=https%3a%2f%2fwww.unc.edu.ar%2f/RK=2/RS=Fn6x33nPoRyoeE8.Tze5ROou_dg-" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>UNC</strong></a><strong>)</strong> y Defensa Civil. </p>



<p>Finalmente, <strong>la propuesta ganadora, desarrollada por la startup cordobesa </strong><a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrEbuQOGMRpHwIAFPqr9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1775668494/RO=10/RU=https%3a%2f%2fwww.pampa4.ar%2f/RK=2/RS=0whfbNE4KH2.GmE23arKWnIwLu4-" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Pampa 4</strong></a>, representa un hito en la modernización de los servicios públicos locales, al combinar <a href="https://topologiasdered.com/dispositivo/que-es-lorawan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conectividad LoRaWAN</a> con infraestructura de seguridad vial automatizada. Esta red garantiza el flujo de datos incluso si las redes celulares fallan durante una tormenta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-9194" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-1024x682.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-1536x1023.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-9.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>



<p><em><sup>Primer sensor IoT, instalado en intersección de Ibarbalz y Costanera Norte. Imagen: Municipalidad de Córdoba.&nbsp;</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Infraestructura, impacto y evidencia</strong></h2>



<p>La implementación del sistema Río Inteligente se desarrolló de manera progresiva entre <strong>diciembre de 2024 y octubre de 2025</strong>, y alcanzó una implementación operativa en cuatro puntos críticos de la costanera: <strong>Ibarbalz, Cantón, Avellaneda y San Vicente. </strong>“El primer punto, Ibarbalz y Costanera Norte, fue el primero en entrar en operación durante agosto de 2025, funcionando como piloto para la validación del sistema antes de su escalamiento al resto de las ubicaciones”, cuenta Nicolaides.&nbsp;</p>



<p>Actualmente el sistema está instalado e integrado con los siguientes componentes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sensores IoT de nivel de agua en cuatro puntos críticos, con medición continua en tiempo real.</li>



<li>&nbsp;Barreras automatizadas, cartelería LED y sirenas, activadas de forma manual o automática según protocolos.&nbsp;</li>



<li>Red de comunicación LoRaWAN activa, que garantiza conectividad incluso ante fallas de red celular.</li>



<li>Plataforma web municipal de uso interno para monitoreo en tiempo real, control remoto y registro de eventos.&nbsp;</li>
</ul>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" data-id="9197" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-9197" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-1024x684.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-300x201.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-768x513.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-1536x1027.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-2048x1369.jpg 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-2000x1337.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-29-48x32.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Colocación del primer sensor IoT en la intersección de Ibarbalz y Costanera Norte. Imagen: Municipalidad de Córdoba.&nbsp;</em><br></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="9196" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-9196" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-1024x682.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-1536x1023.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-2048x1364.jpg 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-2000x1332.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/07-08-2025-46-1-48x32.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Colocación del primer sensor IoT en la intersección de Ibarbalz y Costanera Norte. Imagen: Municipalidad de Córdoba.&nbsp;</em><br></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p>La referente del CorLab explica que, dado el carácter reciente de la implementación, <strong>no se reportan aún métricas cuantitativas consolidadas públicas</strong>, como pueden ser porcentajes de reducción de tiempos o cantidad de eventos gestionados. Sin embargo, el informe técnico ya permite identificar resultados verificables. Algunos de ellos son:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Disponibilidad de datos sobre el nivel del río en puntos críticos.</li>



<li>Automatización efectiva del sistema de respuesta, con activación de barreras y alertas ante umbrales definidos.</li>



<li>Operación autónoma validada, incluso sin conectividad, mediante lógica local.</li>



<li>Capacidad de control remoto desde el Centro de Control de Tránsito.</li>



<li>Registro histórico de eventos y condiciones del sistema.</li>
</ul>



<p>El sistema introduce una mejora estructural en los tiempos de respuesta a través de:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitoreo continuo (no episódico) del nivel del río.</li>



<li>Alertas automáticas ante umbrales críticos.</li>



<li>Activación automatizada de barreras con lógica local.</li>
</ul>



<p>La funcionaria explica, además, que en modo automático el sistema puede accionar ante condiciones críticas sostenidas (por ejemplo, nivel de riesgo durante un minuto), reduciendo la dependencia de la detección manual.&nbsp;</p>



<p>“El sistema cubre actualmente cuatro puntos estratégicos definidos por Defensa Civil, considerados críticos para la gestión del riesgo hídrico en la ciudad, con posibilidad de expansión futura gracias a la arquitectura escalable basada en LoRaWAN”, profundiza.</p>



<p>Sin embargo, la gestión de infraestructura tecnológica en entornos abiertos enfrenta desafíos de integridad física. “Como sucede en toda infraestructura urbana en espacio público,<strong> se han registrado episodios puntuales de vandalismo y afectaciones sobre algunos componentes</strong>, lo que ha requerido intervenciones de mantenimiento correctivo”, detalla Nicolaides.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-9198" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-1024x682.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-1536x1023.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-10.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sup>Sistema instalado en Puente Cantón. Imagen:&nbsp; Municipalidad de Córdoba.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Arquitectura técnica de la solución&nbsp;</strong></h2>



<p>La selección de la solución se realizó mediante un proceso de Compra Pública de Innovación a Emprendimientos (<a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=Awrhbj1sJcRpOgIA7Fmr9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1775671917/RO=10/RU=https%3a%2f%2fcorlab.cordoba.gob.ar%2fprograma-cordoba-govtech-convocatoria-para-consultoria-en-compras-publicas-de-innovacion-emprendedora%2f/RK=2/RS=d31_YWp6EW.hJ0KUxzAIwMg9rXs-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CPIE</a>), evaluando criterios como calidad técnica, viabilidad, capacidades del equipo y adecuación a los requerimientos del desafío.&nbsp;</p>



<p>En este marco, la propuesta seleccionada –la startup PAMPA 4– se destacó por ofrecer una solución integral <a href="https://pingback.com/es/resources/end-to-end/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“end to end”</a>, cuya implementación quedó validada en el proyecto final:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Arquitectura completa de IoT, automatización, software con sensores controladores, barreras, cartelería y plataforma web de uso interno integrados en un único sistema.</li>



<li>Capacidad de operación autónoma, mediante lógica local en controladores que permiten actuar incluso sin conectividad.</li>



<li>Infraestructura resiliente, con respaldo energético y redundancia en comunicaciones.</li>



<li>Interoperabilidad, a través de APIs y compatibilidad con sistemas municipales existentes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lecciones y condiciones para la transferencia</strong></h2>



<p><strong>La implementación de Río Inteligente deja lecciones para la gestión pública de las crisis climáticas. </strong>En palabras de Marcela Nicolaides, este proyecto permitió consolidar aprendizajes en varias dimensiones que trascienden la instalación de sensores.&nbsp;</p>



<p>Además, expresó que no se trata sólo de un éxito tecnológico, sino de un cambio cultural en la forma en que el Estado evalúa temas complejos, como en este caso puntual el colapso de la vía y servicios públicos ante eventos climáticos extremos. En resumen, el proyecto consolida articulación institucional, gobernanza de datos para la toma de decisiones y sostenibilidad operativa y capacitación.</p>



<p><strong>La experiencia de Córdoba con Río Inteligente es replicable en otras ciudades con riesgos hídricos similares</strong>, siempre que se consideren ciertas condiciones necesarias para su adaptación. El diseño modular y escalable del sistema permite incorporar nuevos sensores o extender la red a otros puntos de la ciudad de forma sencilla, pero para que otra ciudad pueda adaptar este modelo, la directora &nbsp;de Economía del Conocimiento de la Municipalidad de Córdoba identifica los siguientes requisitos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Definición clara del problema público y sus requerimientos funcionales.</li>



<li>Definición precisa de puntos críticos basada en evidencia.</li>



<li>Existencia de un ecosistema emprendedor o tecnológico activo.</li>



<li>Capacidad institucional para gestionar procesos de innovación abierta.</li>



<li>Articulación entre áreas técnicas y operativas.</li>



<li>Infraestructura mínima para integración tecnológica, conectividad o posibilidad de desplegarla.</li>



<li>Marcos de gobernanza de datos, interoperabilidad y seguridad.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores de diferentes temáticas en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes </strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>suscribirte</strong></a><strong> de forma gratuita!</strong></h5>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>La estrategia de Lo Barnechea para impulsar la eficiencia hídrica ante la sequía en Chile</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/la-estrategia-de-lo-barnechea-para-impulsar-la-eficiencia-hidrica-ante-la-sequia-en-chile/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Urbano y Hábitat]]></category>
		<category><![CDATA[Servicios Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Acuerdo de Producción Limpia (APL)]]></category>
		<category><![CDATA[adaptación climática]]></category>
		<category><![CDATA[Boletín Ideas & Inspiración]]></category>
		<category><![CDATA[colaboración público-privada]]></category>
		<category><![CDATA[eficiencia hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[escasez de agua]]></category>
		<category><![CDATA[Estrategia Hídrica Comunal]]></category>
		<category><![CDATA[gestión urbana]]></category>
		<category><![CDATA[huella hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[jardines sustentables]]></category>
		<category><![CDATA[Lo Barnechea]]></category>
		<category><![CDATA[periodismo de soluciones]]></category>
		<category><![CDATA[reconversión de áreas verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Red de Innovación Local (RIL)]]></category>
		<category><![CDATA[Región Metropolitana]]></category>
		<category><![CDATA[resiliencia hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[sostenibilidad local]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mascomunidad.org.ar/?p=9181</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lo Barnechea impulsa una Estrategia Hídrica Comunal para mitigar la crisis por escasez de agua en la Región Metropolitana de Santiago de Chile. Mediante la transformación de áreas verdes hacia especies de bajo consumo, el municipio lidera un proceso de adaptación climática que integra la infraestructura pública con jardines sustentables y resilientes.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/la-estrategia-de-lo-barnechea-para-impulsar-la-eficiencia-hidrica-ante-la-sequia-en-chile/">La estrategia de Lo Barnechea para impulsar la eficiencia hídrica ante la sequía en Chile</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-da191fff50d7a64fdaf40cacdc1c28b8" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Eficiencia hídrica</p>



<p>La Región Metropolitana de Santiago de Chile atraviesa una crisis de escasez hídrica agravada por el aumento sostenido en la demanda de consumo. Este fenómeno climático se registra desde 2010 y destaca por una severidad sin precedentes en la zona central del país.&nbsp;</p>



<p>Ante este escenario, Lo Barnechea enfrenta desafíos estructurales. En 2021, la demanda residencial de esta comuna de 100.000 habitantes alcanzaba picos de 440 litros de agua por persona al día. <strong>Esta cifra es cuatro veces superior al consumo máximo </strong>recomendado por la Organización Mundial de la Salud (OMS) para cubrir necesidades básicas.</p>



<p>El <a href="https://lobarnechea.cl/wp-content/uploads/2022/05/VF_APL-Territorial-de-Eficiencia-Hidrica-en-Lo-Barnechea.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acuerdo Territorial de Eficiencia Hídrica de 2022</a> detalla los retos de gestión en Lo Barnechea. Por un lado, el territorio posee un vasto patrimonio natural con grandes extensiones de césped tradicional. Por otro lado, la zona urbana integra colegios, centros deportivos e industrias que requieren un uso coordinado del recurso para reducir su vulnerabilidad ante una sequía que ya supera la década.</p>



<p>La respuesta institucional se articuló en 2019 con la creación de la <a href="https://lobarnechea.cl/vecinos/reciclaje-y-cuidado-ambiental/cuidado-ambiental/emergencia-hidrica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estrategia Hídrica Comunal.</a><strong> Esta política pública busca separar el bienestar de la comunidad del consumo excesivo de agua</strong>. La estrategia propone un cambio de paradigma en la gestión del paisaje mediante seis pilares técnicos. Con ellos, el municipio interviene en la infraestructura pública y privada para establecer un nuevo estándar de sostenibilidad en el territorio chileno.</p>



<p><strong>Felipe Alessandri Vergara</strong>, alcalde de la Municipalidad de Lo Barnechea, dialogó con <strong>+COMUNIDAD</strong> sobre cómo se gestó esta transición y cuáles son los componentes técnicos que permiten sostener el paisaje sin comprometer las reservas de agua.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-1024x575.jpg" alt="" class="wp-image-9183" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-1024x575.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-300x169.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-768x431.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-1536x863.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-2048x1150.jpg 2048w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-2000x1123.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-24x13.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-36x20.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Lo-Barnechea-1-48x27.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Imagen panorámica de Lo Barnechea. Imagen: </sup></em><a href="https://old.comunaenergetica.cl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><sup><em>Comuna Energética</em></sup></a><em><sup>.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Los cimientos de la Estrategia Hídrica Comunal</strong></h2>



<h5 class="wp-block-heading"><em>━ </em><strong><em>¿Cómo surge la Estrategia Hídrica Comunal de Lo Barnechea? ¿Qué actores clave la integran y qué rol posee cada uno?</em></strong></h5>



<p>━ La Estrategia Hídrica Comunal, actualmente en desarrollo, surge a partir de una convicción muy clara: el agua es uno de los recursos estratégicos más importantes para el futuro de nuestras ciudades. Especialmente en un contexto de cambio climático y de sequía prolongada como la que se vive en la zona central de Chile.</p>



<p>En Lo Barnechea esta preocupación es aún más relevante, porque gran parte del territorio corresponde a ecosistemas de alto valor natural y a zonas de origen de importantes cursos de agua de la Región Metropolitana. Por eso impulsamos acciones de <strong>eficiencia hídrica</strong>, <strong>reconversión de áreas verdes</strong> y <strong>educación ambiental</strong>.</p>



<p>Actualmente este trabajo se está consolidando en una Estrategia Hídrica Local, cuyo proceso de elaboración cuenta con apoyo del <strong>Gobierno Regional Metropolitano</strong>, que financia, a través de la Agencia de Sustentabilidad y Cambio Climático de la <strong>CORFO</strong>, una consultoría para el desarrollo de este instrumento en 17 comunas de la región.&nbsp;</p>



<p>Finalmente, <strong>nuestro objetivo es contar con una hoja de ruta que permita fortalecer la gestión del recurso hídrico</strong>, <strong>proteger los ecosistemas asociados al agua y avanzar hacia una comuna más resiliente frente al cambio climático.</strong></p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>━ </em><strong><em>¿Bajo qué criterios técnicos y sociales define el municipio qué áreas verdes son consideradas “recreacionales” y cuáles son meramente ornamentales y sujetas a eliminación?</em></strong></h5>



<p>━ Uno de los principios que hemos adoptado como municipio es que las áreas verdes deben responder primero a su <strong>función social y ambiental</strong>. Las áreas recreacionales son las que cumplen un rol activo para la comunidad: plazas, parques y espacios donde las familias se reúnen, los niños juegan o las personas realizan actividades deportivas.</p>



<p>En esos lugares el objetivo es mantener espacios de calidad, pero mejorando su eficiencia hídrica mediante <strong>tecnologías de riego</strong> y <strong>selección adecuada de especies</strong>. En cambio, aquellas superficies que históricamente se diseñaron sólo con fines ornamentales —principalmente grandes extensiones de césped sin uso comunitario— son las que estamos reconvirtiendo hacia soluciones de <strong>paisajismo más sustentables</strong>.&nbsp;</p>



<p>Esto<strong> no significa eliminar áreas verdes, sino transformarlas en espacios más adaptados a nuestra realidad climática,</strong> incorporando especies de menor consumo de agua y diseños más resilientes.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="360" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6.jpeg" alt="" class="wp-image-9184" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6.jpeg 640w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-300x169.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-24x14.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-36x20.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-6-48x27.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 640px) 90vw, 640px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sup>Vecinos y vecinas disfrutan del espacio público. Imagen: Municipalidad de Lo Barnechea.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mi Jardín Sustentable: el factor de la corresponsabilidad</strong></h2>



<h5 class="wp-block-heading"><em>━ </em><strong><em>“Mi Jardín Sustentable” es una de las iniciativas que integran la estrategia. ¿Cómo funciona operativamente y qué incentivos contempla para asegurar su cumplimiento?</em></strong></h5>



<p>━ <a href="https://lobarnechea.cl/Noticias/aprende-sobre-paisajismo-municipalidad-lanza-curso-mi-jardin-sustentable/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mi Jardín Sustentable</a> es una iniciativa que busca involucrar directamente a los vecinos en el desafío de cuidar el agua. A partir del diálogo entendimos que una parte importante del consumo de agua en la ciudad se produce en los jardines domiciliarios, muchas veces asociados a modelos de paisajismo que requieren grandes cantidades de riego. </p>



<p>Por eso decidimos, desde la <a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrFEtZNbL1pIAIA_AOr9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1775231309/RO=10/RU=https%3a%2f%2flobarnechea.cl%2fmunicipalidad%2fdirecciones%2fdireccion-de-sostenibilidad%2f/RK=2/RS=NoR60DQd7unDCE8vMbMKSdJ3X.I-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dirección de Sostenibilidad</a>, impulsar un programa que ayude a los vecinos a conocer y poner en práctica alternativas más sustentables. La iniciativa promueve la transformación de jardines tradicionales hacia <strong>jardines de bajo consumo hídrico</strong> mediante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Educación ambiental:</strong> talleres y difusión de buenas prácticas.</li>



<li><strong>Acompañamiento técnico:</strong> un curso de jardinería sustentable (teórico-práctico) a través de un concurso público.</li>



<li><strong>Diseño resiliente:</strong> enseñanza de alternativas estéticamente atractivas pero adaptadas a nuestro clima.</li>
</ul>



<p>Más que un enfoque basado en sanciones, nuestro trabajo se ha enfocado en la <strong>sensibilización</strong> y en generar incentivos para que las personas adopten voluntariamente estas prácticas. Creemos que los cambios duraderos se construyen cuando la comunidad conoce su comuna y se involucra activamente en su cuidado.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-9185" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1024x683.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-1536x1024.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-7.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sup>Espacio público. Imagen: Municipalidad de Lo Barnechea.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El impacto de la estrategia</strong></h2>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>━ ¿Cómo se financia la iniciativa y cómo se busca garantizar la sostenibilidad de esta transformación paisajística? ¿Cuál es la perspectiva a futuro del proyecto?</em></strong></h5>



<p>━ Las distintas iniciativas que forman parte de nuestra gestión hídrica<strong> se financian principalmente a través de recursos municipales, complementados con financiamiento regional para el desarrollo de la Estrategia Hídrica Comunal</strong>.</p>



<p>Lo importante es que este trabajo no responde a un proyecto puntual, sino a una visión de largo plazo sobre cómo deben evolucionar nuestras ciudades frente al cambio climático. Nuestra perspectiva a futuro es consolidar un modelo de gestión del agua que combine eficiencia en el uso del recurso, protección de ecosistemas y participación activa de la comunidad.<strong> Queremos que Lo Barnechea sea un referente en gestión hídrica urbana y en adaptación climática.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="441" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-1024x441.png" alt="" class="wp-image-9186" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-1024x441.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-300x129.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-768x331.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-1536x661.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-24x10.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-36x16.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3-48x21.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-3.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sup>Primera reunión en el marco del Acuerdo de Producción Limpia. Imagen: </sup></em><a href="https://www.ebp.global/cl-es/acerca-de-ebp-chile" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><sup><em>EBP Chile</em></sup></a><em><sup>.</sup></em></p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>━</em></strong><strong><em> ¿Cuál es la cifra concreta de ahorro de agua que la comuna ha logrado registrar desde el inicio del inédito Acuerdo de Producción Limpia territorial en eficiencia hídrica de Lo Barnechea? ¿Qué otros impactos destacan de esta iniciativa?</em></strong></h5>



<p>━ En Lo Barnechea hemos impulsado distintas medidas de eficiencia hídrica que <strong>han permitido reducir de manera importante el consumo de agua</strong> asociado al riego de áreas verdes municipales. Esto se ha logrado principalmente mediante la optimización de sistemas de riego, la reconversión de espacios con alto consumo hídrico y la incorporación de especies vegetales más adaptadas al clima de la zona.</p>



<p>Pero, más allá de las cifras, <strong>uno de los impactos más relevantes ha sido el cambio cultural que estamos promoviendo en torno al uso responsable del agua.</strong> Lo anterior se ha logrado a través de iniciativas como nuestro <strong>Acuerdo de Producción Limpia (</strong><a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=Awr4_wuYVL1pMAIAPKCr9Qt.;_ylu=Y29sbwNncTEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1775225240/RO=10/RU=https%3a%2f%2fwww.ebp.global%2fcl-es%2fproyectos%2facuerdo-de-produccion-limpia-apl-para-lo-barnechea-y-til-til/RK=2/RS=WxFJfrHg8lo34xWssq1.FKQNQew-"><strong>APL</strong></a><strong>) </strong>territorial de eficiencia hídrica.</p>



<p>Se trata de un esfuerzo de colaboración público-privada que une a empresas, colegios, juntas de vecinos y entidades públicas a nivel central para contribuir al desarrollo sostenible y el uso responsable del agua en la comuna, mediante de soluciones hídricas concretas, campañas de concientización, iniciativas de educación ambiental y medición de la huella hídrica de cada organismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Una visión y compromiso de largo plazo por la eficiencia hídrica</strong></h2>



<p>A finales de marzo de 2026, el <strong>Acuerdo de Producción Limpia (APL) </strong>territorial inicia un proceso de auditoría pública de cuatro meses, con el propósito de evaluar el impacto de las medidas implementadas y certificar con rigor científico el ahorro de agua generado. Aunque los datos finales de huella hídrica son de uso reservado para el proceso de certificación, desde la <a href="https://lobarnechea.cl/municipalidad/direcciones/direccion-de-innovacion/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dirección de Innovación</a> de Lo Barnechea compartieron a +COMUNIDAD indicadores preliminares que ayudan a dar magnitud a su iniciativa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>El sector privado ya es parte de la Estrategia Hídrica de Lo Barnechea.<strong> 12 empresas locales instalaron 11 soluciones técnicas</strong> para reducir su consumo y certificar su ahorro de agua bajo estándares científicos.</li>



<li><strong>La estrategia alcanzó un 100% de participación de las empresas </strong>en instancias de capacitación, con un alcance directo de <strong>42 profesionales y técnicos formados en nuevas métricas de consumo.</strong></li>



<li>El <strong>50% de los adherentes</strong> ya realizó mediciones de su huella hídrica y el <strong>60% ha ejecutado campañas comunicacionales</strong> para socializar estos avances con la comunidad.</li>
</ul>



<p>La estrategia integra a las nuevas generaciones. <strong>48 niños, niñas y adolescentes </strong>participaron en jornadas formativas, mientras que<strong> 5 colegios ya se adhirieron formalmente al acuerdo para transformar su relación con el recurso.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El cambio cultural: de la estética a la resiliencia</strong></h2>



<p>La transformación urbana en Lo Barnechea enfrentó un obstáculo inicial: el factor cultural. Durante décadas, el césped se consolidó como el único estándar de calidad para las áreas verdes. Por este motivo, la propuesta de reconversión hacia jardines de bajo consumo hídrico generó dudas en la comunidad.</p>



<p>Felipe Alessandri explica que los procesos de transición suelen generar inquietudes debido a la estética temporal del paisaje. &#8220;Durante el proceso inicial, muchas veces surgen inquietudes de los vecinos, porque los espacios pueden verse más &#8216;<a href="https://lobarnechea.cl/vecinos/reciclaje-y-cuidado-ambiental/cuidado-ambiental/emergencia-hidrica/especies-de-bajo-consumo-hidrico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">secos</a>&#8216; o con tierra expuesta mientras las nuevas especies se establecen&#8221;, detalla el alcalde. Un ejemplo crítico fue la intervención de los bandejones centrales, donde el municipio reemplazó el pasto tradicional por vegetación adaptada al clima de la zona central de Chile.</p>



<p>Hoy, la percepción ciudadana atraviesa un cambio de paradigma. “Cada vez más vecinos entienden que las ciudades deben adaptarse a su entorno natural y que es posible tener espacios verdes atractivos y funcionales sin depender de grandes cantidades de agua, analiza Alessandri. Desde la óptica municipal, esta sostenibilidad requiere un proceso gradual que prioriza la resiliencia futura sobre la estética inmediata.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-9187" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-1024x683.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-1536x1024.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-8.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sup>Ejemplo de eliminación de pastos en la ciudad. Imagen: Municipalidad de Lo Barnechea. </sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lecciones para la gestión climática regional</strong></h2>



<p>La experiencia en Lo Barnechea, donde el 95% del territorio posee un alto valor natural, deja aprendizajes que el municipio busca proyectar como legado. El alcalde sostiene que los desafíos climáticos exigen soluciones integrales y no medidas aisladas. Para la gestión local, la clave reside en la intersección de cuatro ejes: p<strong>lanificación urbana, gestión ambiental, innovación y educación comunitaria.</strong></p>



<p>&#8220;La colaboración entre municipios, gobiernos regionales, empresas y expertos es fundamental para avanzar de manera efectiva&#8221;, afirma Alessandri. El funcionario destaca que la decisión política de elevar la sostenibilidad como eje central de la gestión permite proteger el patrimonio natural de las futuras generaciones.</p>



<p><strong>“A otras ciudades de América Latina les diría que este es un camino que vale la pena recorrer. </strong>La gestión sostenible del agua no solo permite enfrentar la escasez hídrica, sino que también mejora la calidad de vida urbana y fortalece la relación entre la ciudad y su entorno natural”, concluye el alcalde.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores de diferentes temáticas en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes </strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>suscribirte</strong></a><strong> de forma gratuita!</strong></h5>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agua para el Desarrollo: la apuesta de Colonia para acompañar a sus productores rurales</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/agua-para-el-desarrollo-la-apuesta-de-colonia-para-acompanar-a-sus-productores-locales/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 17:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ante la crisis climática que puso en jaque a los pequeños productores de Colonia, una alianza entre el sector público uruguayo y la tecnología alemana propone un sistema de gestión hídrica que combina diagnósticos técnicos gratuitos con financiamiento a largo plazo.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/agua-para-el-desarrollo-la-apuesta-de-colonia-para-acompanar-a-sus-productores-locales/">Agua para el Desarrollo: la apuesta de Colonia para acompañar a sus productores rurales</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-cd9b55332605b1b97b9ef4b3b5e9c1b5" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Agua para el Desarrollo</p>



<p>La sequía que vivió Uruguay durante tres años consecutivos (2020-2023) fue la peor en setenta años. Sus efectos golpearon tanto al campo como a la ciudad, según un informe del <a href="https://inumet.gub.uy/sites/default/files/2024-01/Informe%20final_Sequ%C3%ADa%20Final_2020_2023_compressed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Meteorología</a> publicado en enero de 2024. Un mes antes, autoridades y técnicos de la Oficina de Programación y Política Agropecuaria (OPYPA) confirmaban que el sector agropecuario registró, entre 2022 y 2023, <a href="https://www.gub.uy/ministerio-ganaderia-agricultura-pesca/comunicacion/noticias/anuario-opypa-tras-sequia-magnitudes-historicas-sector-agropecuario-volvera#:~:text=En%20particular%2C%20durante%202022%2D2023,agropecuarias%20totaliza%20US%24%201.883%20millones." target="_blank" rel="noreferrer noopener">pérdidas </a>equivalentes al 3% del Producto Bruto Interno nacional, unos 1.880 millones de dólares.</p>



<p>Frente a este escenario, la Intendencia de Colonia entendió que la respuesta no podía plantearse desde el asistencialismo, sino desde el abordaje del verdadero problema: la <strong>falta de sistemas de captación hídrica y almacenamiento eficientes</strong>. Así nació <a href="https://lacoloniaportal.com.uy/agua-para-el-desarrollo-transformando-la-gestion-del-agua-en-colonia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Agua para el Desarrollo</strong></a>, una política pública que busca transformar la administración del recurso hídrico a través de una alianza estratégica entre el gobierno local, el <strong>Banco República (</strong><a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrO.rJaXLlpRAIA3DKr9Qt.;_ylu=Y29sbwNncTEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1774965082/RO=10/RU=https%3a%2f%2fwww.brou.com.uy%2f/RK=2/RS=bnKL5nRJenuHsCkLMktyo4_r1cI-" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>BROU</strong></a><strong>) </strong>y la <a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=Awr9_dROXLlpQQIAvN6r9Qt.;_ylu=Y29sbwNncTEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1774965071/RO=10/RU=https%3a%2f%2furuguay.ahk.de%2f/RK=2/RS=_2BeJ5ok_4M6LKYB5klvZAMYUug-" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Cámara de Comercio e Industria Uruguayo-Alemana</strong></a>.</p>



<p>El programa implementado propone un acompañamiento técnico personalizado para profesionalizar la mirada sobre el territorio. Entender dónde está el agua, cómo captarla de forma sostenible y cómo distribuirla con eficiencia energética.&nbsp;</p>



<p><strong>Alfredo Martínez</strong>, director de Cooperación Internacional y de proyectos de la Intendencia de Colonia, dice a +COMUNIDAD que la clave fue buscar tecnología adecuada y generar condiciones crediticias para mejorar la situación de pequeños productores.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="670" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1024x670.png" alt="" class="wp-image-9207" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-1024x670.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-300x196.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-768x502.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5-48x31.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-5.png 1281w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Lechos resecos. Imagen: Camilo dos Santos para </sup></em><a href="https://ladiaria.com.uy/articulo/2023/1/sequia-2023/"><sup><em>La Diaria Uruguay</em></sup></a><em><sup>.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnología verde y diagnóstico georreferenciado</strong></h2>



<p>Colonia está rodeada de ríos, arroyos, cañadas y diferentes tipos de cursos de aguas que desembocan en el Río de la Plata. En esa línea, Martínez explica que el departamento es uno de los “más regados hidricamente”. Para llegar a los productores, el funcionario explica que les ofrecen <strong>planes y estrategias</strong> que les permitan convertir el agua en un recurso que impulse el desarrollo de sus propiedades, garantizando que este se use de manera eficiente en las zonas productivas.</p>



<p>Una vez que el productor se inscribe,<strong> técnicos especializados</strong> <strong>realizan un plan y proyecto de riego ejecutivo, que consta de un mapeo hídrico georreferenciado de su unidad productiva. </strong>En esa instancia el equipo estudia las curvas de nivel, identifica fuentes superficiales y acuíferos, y evalúa junto al productor las condiciones hídricas para diseñar un plan a medida de sus necesidades. Eso es lo que, al final, permite mejorar el perfil de financiamiento de ese trabajador en particular.&nbsp;</p>



<p><strong>Kira Potowski</strong>, directora ejecutiva de la Cámara de Comercio e Industria Uruguayo-Alemana, cuenta en un video institucional que trabajan junto con una delegación alemana del estado Baden-Württemberg. “Llegan con varias empresas del sector Smart Farming, que vienen con tecnología de Inteligencia Artificial. Una de ellas es Lorenz, y se encarga de toda la parte de consultoría técnica enfocada en riego”, detalla.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy"  id="_ytid_70170"  width="787" height="442"  data-origwidth="787" data-origheight="442" src="https://www.youtube.com/embed/HeXYQnZMfng?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;" class="__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload" title="YouTube player"  allow="fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen data-no-lazy="1" data-skipgform_ajax_framebjll=""></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p>La tecnología que utilizan se trata de sistemas de bombeo y gestión de agua que funcionan bajo cuatro criterios de sostenibilidad:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Bombas solares:</strong> utilizan energía renovable y permiten la extracción de agua sin costos operativos de combustible o electricidad tradicional.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sistemas de riego eficientes: </strong>optimizan el uso del caudal disponible para evitar el desperdicio.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Infraestructura adaptada: </strong>incluye la limpieza y habilitación de tajamares y arroyos existentes según las características de cada suelo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sostenibilidad ambiental:</strong> al ser tecnología “verde”, el impacto en el ecosistema es mínimo, preservando el recurso para el futuro.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ventanilla única, un puente hacia el financiamiento</strong></h2>



<p>Uno de los mayores obstáculos para acompañar a los productores rurales desde un enfoque técnico y personalizado es el financiamiento para las intervenciones y sostenerlas en el tiempo. Para sobrellevar este desafío, <strong>la iniciativa gestionó con el Banco República la creación de una ventanilla única,</strong> una herramienta administrativa que logró simplificar los trámites de fomento y permitió que los proyectos técnicos se tradujeran rápidamente en obras concretas para el sector.</p>



<p>“El asesoramiento técnico se financia a través de la empresa alemana dueña de la</p>



<p>tecnología y el grupo técnico es contratado por la intendencia. Además, en el último tramo del proyecto apareció el apoyo técnico de la dirección de Calidad y Evaluación Ambiental (<a href="https://r.search.yahoo.com/_ylt=AwrFN1ZAcblpHgIA3K.r9Qt.;_ylu=Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3Ny/RV=2/RE=1774970433/RO=10/RU=https%3a%2f%2fwww.gub.uy%2fministerio-ambiente%2finstitucional%2festructura-del-organismo%2fdireccion-nacional-calidad-evaluacion-ambiental/RK=2/RS=eMtKb5I2C.tsO0LIkpCuRHnsymM-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DINACEA</a>), del Ministerio Ambiente del Gobierno Nacional”, explica Martínez. </p>



<p>Para asegurar que este beneficio llegue efectivamente su público objetivo, el esquema financiero se estructuró bajo condiciones que reducen la barrera de entrada:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Asesoramiento gratuito:</strong> todo el respaldo técnico y los planes de gestión son financiados por la intendencia y la cooperación internacional. El productor no abona el costo del diagnóstico inicial.</li>



<li><strong>Financiamiento del 90%:</strong> el BROU cubre casi la totalidad de la inversión necesaria para la infraestructura.</li>



<li><strong>Plazos de financiamiento:</strong> las líneas de crédito se extienden hasta los <strong>20 años</strong>, permitiendo un repago acorde a los ciclos productivos.</li>



<li><strong>Período de gracia:</strong> se otorgan entre 1 y 3 años de gracia para comenzar el pago de las cuotas.</li>



<li><strong>Tasa preferencial:</strong> al ser proyectos vinculados a la sustentabilidad, la tasa efectiva anual en dólares ronda el <strong>4.5%</strong>.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto de Agua para el Desarrollo</strong></h2>



<p>Hasta el momento, <strong>60 productores</strong> lograron transformar sus campos bajo este modelo. Sin embargo, para la gestión de Colonia, el éxito no se mide únicamente por la cantidad de obras realizadas, sino por el cambio en la cultura de la administración del agua.&nbsp;</p>



<p>“Considero que el mejor indicador fue que se pusiera el tema sobre la mesa. Que el gobierno nacional, departamental y la Cooperación Extranjera dirijan mejor los esfuerzos que ya se venían realizando en la ciudad”, reflexiona Alfredo Martínez.</p>



<p>Los indicadores de impacto definidos por el programa para evaluar su desempeño son:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Asistencia financiera efectiva:</strong> cuántos productores lograron acceder al crédito del BROU gracias al proyecto técnico.</li>



<li><strong>Ejecución de planes técnicos:</strong> la implementación real de las inversiones siguiendo el diseño de los expertos.</li>



<li><strong>Valoración del recurso:</strong> la capacidad de los productores para reflexionar y ejecutar planes de mejor manejo hídrico por cuenta propia.</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="454" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-1024x454.png" alt="" class="wp-image-9206" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-1024x454.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-300x133.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-768x340.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-1536x681.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-24x11.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-36x16.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4-48x21.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/image-4.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Panorámica de un campo de Colonia. Imagen: Intendencia de Colonia.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>La importancia de tener agua</strong></h2>



<p><strong>Héctor Laca</strong> es un pequeño productor rural de la zona. En un video institucional de Colonia, cuenta que el sistema de agua “está bueno” y que le permite hacer uso del recurso en todo el establecimiento, principalmente en la parte dedicada a la ganadería. <strong>Alejandra Nebu, </strong>una trabajadora de Paraje Costas del Colla, con un pequeño niño en brazos, explica: “Hoy en día, nosotros por ejemplo, para las vacas usamos el agua que tenemos en aquel tanque que está allá, y para nuestro consumo nos trae agua la Intendencia”.</p>



<p><strong>Daniel Schenck</strong>, otro productor cercano a Camino La Capilla, comenta que el tema del agua es muy importante, porque llegado el momento que “se te planta una seca” y falta el agua para el ganado. <strong>Fernando Babon</strong>, de Paraje Piedra Chata, dice que el Proyecto Agua para el Desarrollo ayuda a pequeños productores como él que, antes, tenían que hacer un pozo con un particular “que cuesta mucha plata”.&nbsp;</p>



<p>Héctor agrega que el proyecto está muy bien organizado: “La intendencia ha tenido una actitud proactiva, buenos modales, excelente explicación sobre cómo funciona el sistema para tener el agua en tu casa, y eso es muy bueno, me gustó”.</p>



<p>Los relatos de estas personas permiten dimensionar la relevancia de estabilizar el acceso al agua tanto en el desarrollo de la actividad agropecuaria como en el bienestar del hogar. Es, nada más y nada menos, que <strong>un pilar de la previsibilidad productiva y personal.</strong></p>



<figure class="wp-block-video"><video height="478" style="aspect-ratio: 848 / 478;" width="848" controls src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Video-2026-03-19-at-9.44.35-AM.mp4"></video></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aprendizajes del modelo de Colonia</strong></h2>



<p>Desde la intendencia de Colonia aseguran que una de sus máximas es acompañar a los productores rurales para detectar sus necesidades y acompañar su desarrollo. Sobre esa línea, el director anticipa que en los próximos meses lanzarán el proyecto <strong>Portera a Portera. </strong>Esta iniciativa buscará crear comisiones vecinales rurales que funcionen como un tejido de cercanía y que permitan asegurar que la solución trascienda la duración del proyecto original.</p>



<p>La experiencia de este departamento uruguayo deja lecciones para otros territorios que enfrenten problemas similares. Una de las principales es que la falta de agua no puede abordarse sólo con medidas de emergencia, sino que requiere construir una arquitectura financiera y técnica que permita a la producción rural sostenerse en el tiempo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eliminar barreras de entrada:</strong> la gratuidad del conocimiento técnico puede ser vital. Si el productor debe pagar por el diagnóstico, es probable que no inicie el proceso de mejora.</li>



<li><strong>Alianzas público-privadas:</strong> la tecnología de punta combinada con el brazo financiero estatal otorga al proyecto una solidez y proyección a futuro.</li>



<li><strong>Simplificación administrativa:</strong> la ventanilla única es clave para reducir la burocracia y asegurar que el productor no abandone el trámite.</li>
</ul>



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<p class="has-small-font-size"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como São Paulo usa jardins de chuva para complementar suas grandes obras de drenagem</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/como-sao-paulo-usa-jardins-de-chuva-para-complementar-suas-grandes-obras-de-drenagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em oito anos, São Paulo passou de 23 jardins de chuva para 479. Essas soluções baseadas na natureza retêm até 30% do volume pluvial em cada trecho onde são instaladas. Aliviam o sistema de drenagem convencional, recarregam os aquíferos subterrâneos, trazem biodiversidade e melhoram o microclima em ruas que antes eram superfícies impermeáveis. A experiência, reconhecida internacionalmente, deixa lições concretas para outras cidades da região.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-2241d66d267b598b83e28aff4ae5cdb6" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px"><em>jardins de chuva</em><br></p>



<p>Em um dos bairros centrais de São Paulo, um canteiro que antes era uma faixa de asfalto cinza hoje absorve a chuva. Onde a água costumava descer em alta velocidade rumo às bocas de lobo, agora se desvia por aberturas no meio-fio, entra em pequenos espaços verdes com camadas de terra, areia e pedras de diferentes tamanhos, e se infiltra no solo.</p>



<p><strong>São jardins de chuva. </strong>Canteiros escavados a um metro de profundidade que interceptam a água da chuva e a filtram para os lençóis freáticos —as reservas subterrânea — antes que ela sobrecarregue a rede de galerias que transporta a água sob as ruas até os rios.</p>



<p>A cena se repete em centenas de pontos da cidade. São Paulo tem hoje 479 jardins de chuva. Eram apenas 23 em 2017, e a meta é superar mil nos próximos anos. Não substituem as grandes obras de engenharia hidráulica; complementam-nas.</p>



<p>&#8220;São soluções baseadas na natureza, que são muito importantes para que a gente tenha uma complementação das ações de drenagem na cidade de São Paulo&#8221;, explica ao +COMUNIDAD <strong>Fabrício Cobra Arbex</strong>, titular da Secretaria Municipal das Subprefeituras.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="883" height="584" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-114619.png" alt="" class="wp-image-9169" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-114619.png 883w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-114619-300x198.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-114619-768x508.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-114619-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-114619-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-pantalla-2026-03-26-114619-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 883px) 90vw, 883px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup>Exemplo de jardins de chuva na cidade. Imagem: Prefeitura de São Paulo.</sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Duas escalas para um mesmo problema</strong></h2>



<p>A cidade opera em duas escalas simultâneas. A <strong>macrodrenagem </strong>compreende os grandes reservatórios — os piscinões — que absorvem a vazão dos rios Pinheiros, Tietê e Tamanduateí. São obras de engenharia pesada que exigem grandes investimentos.</p>



<p>A <strong>microdrenagem</strong>, por sua vez, atua na escala do bairro. Inclui a manutenção de bocas de lobo e galerias, além da instalação de jardins de chuva em calçadas, praças e canteiros. Cada uma dessas intervenções verdes permite que parte da água que escorre pela superfície se infiltre diretamente no solo, em vez de somar volume a uma rede que, com chuvas cada vez mais intensas, se satura com frequência.</p>



<p>Para dimensionar a relação entre as duas escalas: o maior sistema de jardins de chuva do Brasil —11 unidades conectadas que ocupam 2.300 metros quadrados em uma rua do centro— <a href="https://prefeitura.sp.gov.br/web/justica/w/noticias/291329" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retém cerca de 5%</a> do que armazena o piscinão do Pacaembu, uma estrutura de concreto armado com capacidade para 74 mil metros cúbicos de água que foi durante anos a principal infraestrutura contra enchentes da região.</p>



<p>A diferença é que os jardins foram construídos quebrando asfalto e plantando vegetação, sem escavações profundas nem maquinário pesado. Ou seja, a um custo muito menor.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-9171" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg-1024x683.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Copia-de-247107164_1071735986697730_1608614365116540437_n.jpg.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Exemplo de jardins de chuva na cidade. Imagem: Prefeitura de São Paulo.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultados sob a chuva</strong></h2>



<p>Segundo a Secretaria das Subprefeituras,<strong> cada jardim de chuva retém até 30% do volume pluvial que cai no trecho específico onde está instalado.</strong> Em um trecho asfaltado convencional, esse índice é próximo de zero: a água escorre pela superfície sem se infiltrar.</p>



<p>Mas o impacto não se limita à quantidade de água gerenciada. <strong>Os jardins de chuva funcionam também como filtros naturais</strong>. Retêm sedimentos e poluentes urbanos antes que cheguem aos cursos d&#8217;água. Ao mesmo tempo, incorporam áreas verdes que melhoram o microclima, aumentam a biodiversidade e transformam a paisagem de ruas que antes eram superfícies cinzentas.</p>



<p><strong>Cecilia Herzog</strong>, paisagista urbana da PUC-Rio e referência em soluções baseadas na natureza no Brasil, <a href="https://ciclovivo.com.br/arq-urb/urbanismo/jardins-de-chuva-solucao-que-reduz-os-impactos-de-alagamentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">defende</a> que os jardins de chuva bem planejados têm um papel educativo central. Em essência, ajudam a população a entender a necessidade de cidades mais permeáveis. </p>



<p>&#8220;É uma política pública completamente alinhada às diretrizes de resiliência climática&#8221;, afirma Cobra Arbex. Em 2022, o programa recebeu um Certificado de Mérito no <a href="https://ciclovivo.com.br/arq-urb/urbanismo/jardins-de-chuva-solucao-que-reduz-os-impactos-de-alagamentos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">World Green City Awards</a>, reconhecimento internacional que destacou seu potencial de replicabilidade para outras cidades.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20210105-WA0035.jpg.jpeg" alt="" class="wp-image-9172" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20210105-WA0035.jpg.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20210105-WA0035.jpg-300x225.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20210105-WA0035.jpg-768x576.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20210105-WA0035.jpg-24x18.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20210105-WA0035.jpg-36x27.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20210105-WA0035.jpg-48x36.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Exemplo de jardins de chuva na cidade. Imagem: Prefeitura de São Paulo.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Manter o que foi construído</strong></h2>



<p>Em 2025, a Prefeitura iniciou a revitalização de jardins de chuva implantados em 2019. A decisão revelou algo que as cidades interessadas em replicar este modelo precisam considerar desde o início:<strong> sem manutenção regular, os jardins perdem funcionalidade.</strong></p>



<p>A rotina de cuidado exige remover detritos, controlar ervas espontâneas e renovar os plantios com espécies rústicas, de crescimento controlado e não invasoras. São Paulo capacitou as equipes de limpeza e varrição para essa tarefa. Além disso,<strong> cada jardim foi cadastrado em um sistema informatizado de zeladoria municipal.</strong> Esse registro permite calcular os ciclos de renovação de plantas, programar intervenções e gerar um histórico de cada unidade como patrimônio público.</p>



<p><strong>A comunidade também participa</strong>. &#8220;Com o entendimento do benefício que o jardim de chuva traz, os munícipes até colaboram no cuidado pós-obra para que não haja vandalismo&#8221;, explica Cobra Arbex.</p>



<p>Um exemplo concreto é o jardim ao lado do Edifício Copan, um dos ícones arquitetônicos de São Paulo. <strong>Fatima Freitas</strong>, moradora do edifício há quatro décadas, tornou-se cuidadora espontânea do espaço. &#8220;A água da chuva escorre direitinho, não empoça. Estamos cuidando, limpando, tirando papéis, plásticos que vão para o jardim. Sempre vejo pessoas ali admirando&#8221;, <a href="https://avidanocentro.com.br/cidades/gentileza-urbana-jardins-de-chuva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contou</a> Freitas ao site A Vida no Centro.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9173" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/Sao-Paulo-1.jpg 1650w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup>Vista panorâmica da cidade de São Paulo. Imagem: Generation Voyage.</sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dengue: uma preocupação resolvida no projeto</strong></h2>



<p>Em uma cidade tropical, qualquer intervenção que acumule água gera uma pergunta previsível: será que favorece a proliferação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>, vetor da dengue?</p>



<p>A resposta está nos parâmetros técnicos. &#8220;Um jardim de chuva eficiente precisa absorver a água em até dois dias após um evento de chuva,<strong> o que garante que as larvas do mosquito </strong><strong><em>Aedes aegypti</em></strong><strong> não encontrem condições ideais para eclosão</strong>, dado que o período mínimo para isso é de três dias&#8221;, detalha Cobra Arbex. Na prática, os índices de infiltração são adotados com base em valores conservadores e a própria formatação do jardim valoriza a percolação. <strong>A infiltração acontece muito antes do máximo previsto.</strong></p>



<p>À medida que as plantas se desenvolvem e o solo ganha estrutura, a capacidade de infiltração aumenta. A margem de segurança cresce com o tempo, em vez de diminuir. Um jardim de chuva maduro funciona melhor do que um recém-inaugurado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que uma cidade precisa para replicar este modelo</strong></h2>



<p>Os jardins de chuva não demandam condições excepcionais, mas sim um marco definido. A experiência de São Paulo permite identificar fatores concretos de transferibilidade.</p>



<p>O ponto de partida é uma demanda real: problemas frequentes de drenagem, alta taxa de impermeabilização do solo ou poluição difusa dos cursos d&#8217;água pelo escoamento pluvial. Soma-se a isso u<strong>m diagnóstico territorial que identifique onde convém instalar os jardins.</strong> São Paulo está cruzando seus mapas de macrodrenagem com a localização dos lençóis freáticos para determinar os pontos de maior eficiência.</p>



<p>&#8220;Com o aumento das intensidades de chuva, você tem tido mais casos de alagamentos, onde entram as microdrenagens&#8221;, aponta Cobra Arbex.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-9174" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-1024x1024.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-300x300.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-150x150.jpeg 150w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-768x768.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-24x24.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-36x36.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg-48x48.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/03/242129065_1047592019112127_8294814359248753150_n.jpg.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Mais uma área da cidade transformada com um jardim de chuva. Imagem: Prefeitura de São Paulo.</sup></em></figcaption></figure>
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<p>As soluções baseadas na natureza devem estar alinhadas às diretrizes do Plano Municipal de Drenagem Urbana, considerando aspectos técnicos, funcionais, estéticos e de acessibilidade. E é necessária capacidade operacional sustentada para a manutenção: <strong>São Paulo resolve isso por meio de empresas contratadas.</strong></p>



<p>O financiamento do programa vem do orçamento municipal. Não se registram, até o momento, mecanismos complementares de financiamento — um ponto que outras cidades deverão equacionar conforme sua própria estrutura fiscal e as oportunidades de cooperação disponíveis.</p>



<p>São Paulo já trabalha no passo seguinte. A Secretaria das Subprefeituras elabora um estudo que cruza os mapas de macrodrenagem com a localização dos lençóis freáticos para determinar em quais pontos os jardins de chuva oferecem maior eficiência.</p>



<p><strong>&#8220;O jardim de chuva tem um papel super importante&#8221;</strong>, resume Cobra Arbex. A meta é construir mil novas unidades e integrá-las a uma estratégia mais ampla que inclui bosques urbanos e arborização — intervenções que também ampliam a capacidade de absorção da água. O objetivo de fundo é o mesmo: que menos água corra pela superfície e mais se infiltre no solo.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta nota faz parte do Boletim Ideias &amp; Inspiração da Rede de Inovação Local (RIL), onde toda semana são destacados casos inovadores de diferentes temáticas em cidades do mundo todo. Gostaria de receber soluções locais como essa no seu e-mail? <a href="https://forms.gle/fPLL1AWabbE2JYnn7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inscreva-se</a> gratuitamente!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size"><em>Imagem de capa: ilustração de RIL e +COMUNIDAD.</em><br><br><strong><em>Redação +COMUNIDAD</em></strong></p>



<p><strong><em>Você pode ler este artigo em espanhol aqui:</em></strong></p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="kqj9WFRoyb"><a href="https://mascomunidad.org.ar/como-sao-paulo-usa-jardines-de-lluvia-para-complementar-sus-grandes-obras-de-drenaje/">Cómo São Paulo usa jardines de lluvia para complementar sus grandes obras de drenaje</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cómo São Paulo usa jardines de lluvia para complementar sus grandes obras de drenaje&#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/como-sao-paulo-usa-jardines-de-lluvia-para-complementar-sus-grandes-obras-de-drenaje/embed/#?secret=gej5Jgi9W8#?secret=kqj9WFRoyb" data-secret="kqj9WFRoyb" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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