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	<title>rio de janeiro archivos - +COMUNIDAD</title>
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	<description>Una iniciativa impulsada por RIL (Red de Innovación Local).</description>
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	<title>rio de janeiro archivos - +COMUNIDAD</title>
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	<item>
		<title>Com IA, Rio de Janeiro reduz a papelada manual na gestão da alimentação escolar</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/inteligencia-artificial-gestao-educativa-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mascomunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 21:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educación]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
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		<category><![CDATA[validação de notas fiscais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Educação implementou um desenvolvimento interno de baixo custo para automatizar a validação de 80.000 documentos mensais. O sistema elevou a precisão do controle para 99% e permitiu realocar 60 administrativos para tarefas de monitoramento de qualidade nos refeitórios, liberando os diretores da gestão burocrática.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/inteligencia-artificial-gestao-educativa-rio-de-janeiro/">Com IA, Rio de Janeiro reduz a papelada manual na gestão da alimentação escolar</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Até pouco tempo atrás, os diretores de escola no Rio de Janeiro tinham um compromisso obrigatório que os afastava das salas de aula. Toda semana, precisavam interromper seu trabalho pedagógico para revisar, assinar e transportar fisicamente pilhas de notas fiscais de fornecedores de alimentos. Não era um trâmite menor: cada refeitório recebe dezenas de entregas e cada uma gera um comprovante fiscal (DANFE) que deve ser validado para que o fornecedor receba.</p>



<p>Essa rotina manual, multiplicada por todas as escolas da cidade, gerava uma montanha de <strong>80.000 documentos mensais</strong>. Os diretores perdiam horas no trânsito levando papéis para as coordenadorias regionais e, lá, uma equipe de 60 profissionais – em sua maioria professores atuando na área administrativa – dedicava sua jornada integral à revisão manual de cada documento. Uma tarefa repetitiva, de baixa complexidade analítica e, sobretudo, uma barreira burocrática que consumia tempo valioso para a educação dos estudantes.</p>



<p>Este método analógico apresentava altos índices de falhas. Uma amostragem realizada sobre 500 notas fiscais processadas manualmente detectou que 30% continham algum tipo de inconsistência, desde atestes incompletos até divergências na informação. Antoine Lousao, subsecretário executivo da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, detalha em diálogo com +COMUNIDAD as consequências desse esquema. &#8220;Não era raro que o processo sofresse atrasos, ocasionando demora no pagamento aos fornecedores e risco de interrupção do fornecimento de alimentos&#8221;, ilustra.</p>



<p>Além dos riscos operacionais, o sistema consumia recursos valiosos. Quando se detectava um erro, as notas precisavam ser devolvidas fisicamente às escolas para reiniciar o ciclo, o que duplicava o trabalho e aumentava a carga sobre os diretores e a equipe administrativa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="765" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-1024x765.png" alt="" class="wp-image-8921" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-1024x765.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-300x224.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-768x574.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-24x18.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-36x27.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22-48x36.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-22.png 1280w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Do papel à automação com IA. Foto: Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desenvolvimento interno para escalar a solução</strong></h2>



<p>A resposta da Secretaria não foi adquirir um software de prateleira (&#8220;enlatado&#8221;), mas aproveitar as capacidades instaladas. Identificaram que a validação de notas fiscais era uma candidata ideal para a automação com inteligência artificial devido ao seu caráter repetitivo e baseado em regras claras.</p>



<p>Foi formada uma pequena equipe com funcionários de carreira e estagiários para criar uma ferramenta sob medida. &#8220;Foi possível construir a solução de automação a baixíssimo custo e com desenvolvimento 100% interno à Prefeitura&#8221;, detalha Lousao.</p>



<p>O projeto começou com um piloto em 30 escolas e, após verificar seu funcionamento, foi escalado para toda a rede com o apoio da <a href="https://www.iplan.rio/">IplanRIO</a>, o órgão de tecnologia da administração local. Esta empresa municipal colaborou na arquitetura do sistema para suportar acessos simultâneos e gerenciar as filas de processamento.</p>



<p>A premissa foi a acessibilidade. A ferramenta permite que os diretores façam o upload das notas digitalizadas com um só clique, eliminando a necessidade de viagens semanais e o transporte de papéis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-768x1024.png" alt="DANFEs, IA" class="wp-image-8922" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-768x1024.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-225x300.png 225w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-1152x1536.png 1152w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-18x24.png 18w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-27x36.png 27w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23-36x48.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-23.png 1200w" sizes="(max-width: 768px) 90vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup><em><sup>Do papel à automação com IA. Foto: Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.</sup></em></sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Duas camadas de controle automático</h2>



<p>O novo sistema transformou a lógica de controle mediante dois níveis de intervenção de inteligência artificial que operam sem assistência humana imediata.</p>



<p>A primeira camada foca na validação formal. Segundo descreve Lousao: &#8220;A primeira camada de automação verifica com 99% de acurácia a conformidade dos atestes nas notas fiscais, uma taxa de sucesso muito superior à análise humana&#8221;.</p>



<p>Posteriormente, uma segunda instância analisa o conteúdo específico da transação. &#8220;A segunda camada de automação verifica a conformidade dos itens da nota, evitando pagamentos de itens ou quantidades indevidas&#8221;, acrescenta o funcionário. Se o documento supera ambos os filtros, é transmitido diretamente à instância regional para a instrução do pagamento.</p>



<p>Essa precisão técnica teve uma repercussão direta na cultura de trabalho. A implementação incluiu uma &#8220;operação assistida&#8221; onde a equipe técnica acompanhou as escolas para receber feedback e realizar ajustes rápidos, como a simplificação de termos nos atestes, o que facilitou a leitura por parte do algoritmo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="742" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-1024x742.png" alt="Validación de DANFEs, IA. " class="wp-image-8923" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-1024x742.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-300x218.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-768x557.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-1536x1114.png 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-24x17.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-36x26.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24-48x35.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-24.png 1560w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Processo de validação de DANFEs. Foto: Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impacto no orçamento e nos recursos humanos</strong></h2>



<p>A incorporação dessa tecnologia não buscou reduzir o quadro de funcionários, mas qualificar o trabalho dos servidores públicos. As 60 pessoas que anteriormente revisavam papéis nas regionais foram liberadas dessa carga burocrática.</p>



<p>&#8220;Esse conjunto de automações permite a liberação e realocação de 60 pessoas anteriormente dedicadas em tempo exclusivo ao tratamento de DANFEs nas regionais, que passam a se dedicar ao acompanhamento da qualidade do Programa de Alimentação nas escolas ou são realocadas em outras funções&#8221;, afirma Lousao.</p>



<p>Em termos econômicos, a relação custo-benefício resultou favorável para a administração. O gasto operacional da ferramenta limita-se ao consumo de tokens para o processamento de dados, o que representa um investimento mínimo frente ao valor do tempo recuperado (&#8220;algumas centenas de reais por semana&#8221;). Lousao destaca que &#8220;o ganho com a realocação desses profissionais é medido de forma permanente ao longo do tempo, constituindo uma economia de centenas de milhares de reais todos os meses&#8221;.</p>



<p>Atualmente, a equipe trabalha em uma nova fase do projeto que visa digitalizar 100% do ciclo, incluindo a entrega de notas por parte dos fornecedores, para fechar o circuito de maneira integral.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="806" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-1024x806.png" alt="" class="wp-image-8920" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-1024x806.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-300x236.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-768x605.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-24x19.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-36x28.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21-48x38.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/01/image-21.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transferibilidade do modelo</strong></h2>



<p>O caso do Rio de Janeiro demonstra que a inovação tecnológica no setor público não depende exclusivamente de grandes orçamentos, mas da identificação precisa de processos automatizáveis.</p>



<p>Para os municípios interessados em replicar esta experiência, os requisitos de infraestrutura física são baixos. &#8220;A solução é altamente replicável para qualquer processo que envolva a validação de DANFEs e outros documentos que exijam análises de baixo grau de complexidade&#8221;, assegura o subsecretário.</p>



<p>No entanto, adverte que o principal desafio reside no capital humano: a chave está na &#8220;aquisição de competências por parte dos profissionais para a adaptação, o acompanhamento do uso e a manutenção da solução&#8221;.</p>



<p><strong><em>Pode ler este artigo em espanhol aqui:</em></strong></p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="VCYGBM9y9N"><a href="https://mascomunidad.org.ar/inteligencia-artificial-gestion-educativa-rio-de-janeiro/">Con IA, Río de Janeiro reduce el papeleo manual en la gestión alimentaria de las escuelas </a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Con IA, Río de Janeiro reduce el papeleo manual en la gestión alimentaria de las escuelas &#8221; &#8212; +COMUNIDAD" src="https://mascomunidad.org.ar/inteligencia-artificial-gestion-educativa-rio-de-janeiro/embed/#?secret=9psqX1mpVN#?secret=VCYGBM9y9N" data-secret="VCYGBM9y9N" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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<p><em><sup>Imagem de capa: ilustração da RIL e +COMUNIDAD.</sup></em><br><strong>Redação</strong> <strong><a href="https://mascomunidad.org.ar/">+COMUNIDAD</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Electromovilidad y descarbonización: los impactos del sandbox de Río de Janeiro</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 16:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Movilidad Urbana]]></category>
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		<category><![CDATA[sandbox]]></category>
		<category><![CDATA[sandboxes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carina Quirino, secretaria de Regulación y Ambiente de Negocios de la Municipalidad de Río de Janeiro, explicó a +COMUNIDAD cómo lograron idear el Sandbox.Rio, un instrumento que permite probar servicios y procesos en la ciudad de una manera sin precedentes. Los proyectos en marcha van desde la entrega de productos con robots y drones hasta soluciones con movilidad eléctrica. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/">Electromovilidad y descarbonización: los impactos del sandbox de Río de Janeiro</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>En Río de Janeiro, el gobierno local creó su propio sandbox regulatorio: <a href="https://www.sandboxrio.com.br/index.html">Sandbox.Rio</a>. Este entorno experimental permite a las empresas probar productos en espacios públicos de la ciudad, ofreciendo un ambiente controlado bajo una autorización temporal del municipio.</p>



<p>Con esta iniciativa, la capital carioca se posiciona a la vanguardia de la agenda de innovación, permitiendo a las empresas reducir costos al identificar rápidamente qué funciona y qué no.&nbsp;</p>



<p>En una entrevista exclusiva para +COMUNIDAD, <strong>Carina Quirino</strong>, secretaria de Regulación y Ambiente de Negocios de la Municipalidad de Río de Janeiro (Subran) y parte del equipo de Sandbox.Rio, nos comparte más detalles sobre esta innovación.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXchQ1PHqIvtO1n67GvJgmx4mfP99LIhkgRdDjmSTZfmtyPFlldhgcYvWTpJehv42gOOF4B1O9yvaGGWb2LMLOkUQJmYCQxs2Os-AzrZD-W6rJFLnpxcrK6LWOBqCxS9kEsQz2e0T6lr37jaemrbK1gqGOzs?key=CP5u0O1cGUWuXs5f0r8nKQ" alt="" style="width:837px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Carina Quirino, doctora en Derecho Público y secretaria de Regulación y Ambiente de Negocios <br>de la Municipalidad de Río de Janeiro. </sup></em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ </strong><em style="font-weight: bold;">¿Qué los llevó a crear esta solución o qué desafío buscaban resolver?</em></h4>



<p><em>━</em> Se entiende originalmente por sandbox al método utilizado en informática para probar sistemas, a través de entornos controlados, para verificar posibles fallos o vulnerabilidades. Aplicado a la regulación, el llamado sandbox regulatorio fue introducido inicialmente en el área financiera y en Brasil fue adoptado a nivel federal (iniciativas del Banco Central, CVM y Susep). Aunque restringida al sector financiero, la herramienta también resultó útil para otras esferas gubernamentales. En los municipios, con los diferentes matices de planificación y gestión urbana, un entorno de prueba controlado permite la inserción de productos y servicios en el mercado de forma más segura y mejor integrada con la comunidad y la ciudad. De forma gratuita y en colaboración con las empresas y <em>startups </em>participantes que buscan validar sus soluciones con clientes reales y reducir costos y barreras regulatorias.</p>



<p>Es una herramienta que permite obtener información más precisa sobre los efectos de un nuevo servicio o producto en la sociedad, con la posibilidad de recopilar estos datos en tiempo real a medida que el experimento de innovación se va realizando con clientes reales. Con el sandbox regulatorio buscamos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumentar la visibilidad y tracción de procesos, procedimientos, servicios o productos con posibles impactos económicos positivos, ya que la eliminación del marco regulatorio, bajo el control de la entidad estatal, permite que tales efectos se observen en la práctica.</li>



<li>Mejora del marco regulatorio aplicable a las actividades reguladas, alcanzable a través de los resultados producidos al experimentar con nuevos procesos, procedimientos, servicios o productos innovadores.</li>



<li>Reducir los costos y el tiempo de maduración para desarrollar procesos, procedimientos, servicios o productos.</li>



<li>La posibilidad de brindar orientación a las partes interesadas y a la sociedad sobre cuestiones regulatorias durante el experimento, con el objetivo de aumentar la seguridad jurídica en este proceso.</li>



<li>Mayor receptividad de los ciudadanos a las nuevas tecnologías que se prueban en un entorno de riesgo controlado.</li>
</ul>



<p>Considerando el potencial impacto positivo en la comunidad, la regulación de nuevas tecnologías y el emprendimiento innovador, basado en un nuevo instrumento gratuito, el Ayuntamiento de Río desarrolló su propio sandbox regulatorio formateado para una gran ciudad, con el fin de permitir probar productos, servicios y procesos en toda la ciudad de una manera sin precedentes.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://v2.mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ <em>¿Cómo fue posible implementar esta innovación en el municipio? ¿Se enfrentaron a algún tipo de barrera burocrática o cultural?</em></strong></h4>



<p><em>━</em> Después de ser regulado por el Decreto nº 50.697/22 –cuya gobernanza ya sirvió de modelo para Goiânia, Criciúma y Maceió– Sandbox.Rio fue anunciado públicamente mediante convocatoria pública, el 2 de mayo de 2022. Fue abierto al registro de cualquier persona jurídica interesada en presentar un proyecto innovador, como empresas privadas, startups, instituciones públicas e instituciones de enseñanza e investigación.</p>



<p>La autoridad competente como la Secretaría Municipal de Desarrollo Urbano y Económico (Smdue), en el caso del Municipio de Río, otorga autorización temporal para experimentar la solución innovadora en el ámbito del Sandbox Regulatorio. Tiene el fin de superar barreras regulatorias con la suspensión de eficacia de actos infralegales exclusivamente en el ámbito municipal, en materia fiscal, económica, urbanística u otras materias que sean pertinentes. La flexibilidad regulatoria municipal no constituye un derecho adquirido del proponente seleccionado y ocurrirá previo análisis de factibilidad técnica y legal por parte de <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=426279">Subran</a>.</p>



<p>Es de destacar que el Sandbox Regulatorio municipal no tiene viabilidad legal para cambiar el marco regulatorio de órganos y entidades con competencia de regulación sectorial como la <a href="https://www.gov.br/anac/pt-br">Anac</a> o la <a href="https://www.gov.br/cvm/pt-br">CVM</a>, sin perjuicio de que la Subran establezca colaboración con dichas entidades para eliminar temporalmente la incidencia de normas que impedir o dificultar el desarrollo de un modelo de negocio innovador seleccionado en el sandbox municipal y, por tanto, contribuir a la mejora regulatoria aplicable a las actividades reguladas, tal como pretende el Decreto Municipal nº 50.697/2022, en su art. 2.º, punto I.</p>



<p>El desafío central consiste en el diálogo con los distintos actores – públicos y privados – involucrados en el proyecto. Al no haber restricciones temáticas, se recibieron propuestas de diferentes segmentos. Paralelamente, el decreto reglamentario del Sandbox determina que las posibles exenciones reglamentarias a conceder dependen de la aquiescencia del organismo con competencia para regular o supervisar la actividad. Así, la Secretaría responsable de la iniciativa (Smdue) tuvo – y aún tiene – el desafío de gestionar el contacto con diferentes instancias, realizar reuniones temáticas y redactar documentos técnicos más adecuados a cada área.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ <em>¿Cómo lograron lograr la aceptación y legitimación de esta herramienta por parte de la sociedad?</em></strong></h4>



<p>━ La aceptación y legitimación del Sandbox.Rio se construyó a través de un proceso participativo y transparente con amplia comunicación en las redes sociales, el <a href="https://www.sandboxrio.com.br/">sitio oficial del programa</a> y debates con los actores relacionados al proyecto sandbox regulatorio. Además, se preparó un estudio técnico basado en literatura de referencia sobre el tema. Sumado al carácter gratuito del instrumento, sin crear una carga financiera para el erario municipal, el proyecto obtuvo la aceptación pública por ser un medio eficaz para apoyar a los empresarios en la validación de sus soluciones innovadoras y la prueba de nuevas tecnologías en un entorno controlado, sin descuidar la ordenamiento jurídico, el medio ambiente urbano y la seguridad ciudadana.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-1024x682.png" alt="" class="wp-image-6145" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-1024x682.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2-48x32.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Recarga de autos eléctricos, uno de los proyectos implementados con sandbox. Imagen: Sandbox.Rio. </sup></em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>━  ¿Podría hablarnos de algún proyecto que esté utilizando Sandbox.Rio y haya generado un impacto positivo?</em></strong></h4>



<p><em>━</em> En el primer ciclo, que comenzó en julio de 2023, Sandbox.Rio recibió nueve propuestas, cuatro de las cuales fueron seleccionadas luego de la evaluación técnica de Subran. Los proyectos innovadores en marcha son, a modo de resumen:</p>



<p><strong>&nbsp;1) Proyecto Eletroposto Carioca &#8211; A Ezvolt</strong> instaló una electroestación para recarga de autos eléctricos, que busca promover la sostenibilidad en el transporte, la infraestructura necesaria para la electromovilidad y la generación de créditos de carbono.</p>



<p><strong>&nbsp;2) Robots D4 en Río:</strong> la empresa MyView realiza entregas con robots en las aceras, lo que permite al Ayuntamiento evaluar el impacto de la actividad en la ciudad y los ciudadanos.</p>



<p><strong>&nbsp;3) Proyecto Río de Janeiro &#8211; Ambev y Speedbird </strong>entregan bebidas mediante drones, lo que ha facilitado la validación de un medio de entrega sostenible y rápido, ayudando a mejorar la regulación federal con la ANAC;</p>



<p><strong>&nbsp;4) Proyecto eVTOL en RIO &#8211; Eve Air Mobility</strong>, una startup de Embraer, probará, de forma inédita, su proyecto de movilidad aérea urbana utilizando sus eVTOL.</p>



<p>Con 4 proyectos en marcha, el programa ya se encuentra en su segundo ciclo, habiendo recibido un total de 20 propuestas, de las cuales 6 fueron seleccionadas para su implementación y forman parte de segmentos importantes para el desarrollo de la ciudad como salud, agricultura urbana, micromovilidad y transformación digital.&nbsp;</p>



<p>Los 4 proyectos en marcha en el primer ciclo han contribuido, de forma inédita, a la electromovilidad, la descarbonización y la transición energética. La entrega de bebidas mediante drones, proporcionando, por ejemplo, una reducción de GEI y ahorrando más del 50% del tiempo de entrega, además a la primera central eléctrica del estado de Río de Janeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>━ <em>¿Qué recomendaría a un equipo de gobierno local de una ciudad que desee implementar un entorno de pruebas?</em></strong></h4>



<p><em>━</em>  La eficacia de un entorno regulatorio experimental depende de una estructura de gobernanza sólida, que incluya una definición clara de objetivos, criterios de selección y un seguimiento continuo. Es fundamental garantizar que los proyectos evaluados estén alineados con los intereses públicos y que la recopilación y el análisis de datos se gestionen bien para proporcionar información valiosa. La participación de diversas partes interesadas en el proceso también es esencial para garantizar que las políticas desarrolladas sean inclusivas y satisfagan eficazmente las necesidades de la sociedad.</p>



<p>Una vez completado el ciclo de prueba de las soluciones innovadoras, se recomienda la elaboración de un informe final que contenga información sobre la ejecución del proyecto. También los vacíos legislativos y reglamentarios que impidan su pleno desarrollo. Según el caso, la autoridad competente puede señalar a otros órganos y entidades competentes sugerencias para mejorar su marco legislativo y regulatorio que estimulen el desarrollo económico, tecnológico y social.</p>



<p>Por lo tanto, para maximizar los beneficios de los entornos regulatorios experimentales, es esencial que exista un compromiso continuo con la transparencia, la colaboración y la adaptación de las prácticas regulatorias. Con una gestión cuidadosa y un enfoque estratégico, estos entornos pueden convertirse en instrumentos relevantes para la innovación y mejora de las políticas públicas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="828" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-1024x828.png" alt="" class="wp-image-6146" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-1024x828.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-300x243.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-768x621.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-24x19.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-36x29.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3-48x39.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2024/08/image-3.png 1065w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Delivery automatizado con cero emisiones, uno de los proyectos implementados con sandbox. Imagen: Sandbox.Rio. </sup></em></figcaption></figure>



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<p><em><sub>Imagen principal: </sub></em><a href="https://www.sandboxrio.com.br/em-andamento.html"><sub><em>Prueba de un proyecto en el sandbox de Río de Janeiro</em></sub></a><em><sub>. Sandbox.Rio. </sub></em></p>
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		<title>“No podemos regular el futuro con reglas del pasado”: los sandboxes como oportunidades para el desarrollo</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 18:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análisis y opinión]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Transformación Digital]]></category>
		<category><![CDATA[buenos aires]]></category>
		<category><![CDATA[foro global de sandboxes]]></category>
		<category><![CDATA[innovacion]]></category>
		<category><![CDATA[regulaciones]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[sandbox]]></category>
		<category><![CDATA[sandboxes]]></category>
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		<category><![CDATA[valladolid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Los sandboxes regulatorios se presentan como una solución innovadora para los gobiernos locales que se ven desafiados por el rápido crecimiento de la Inteligencia Artificial (IA), el uso masivo de datos y el acelerado crecimiento de la digitalización.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandboxes-oportunidades-desarrollo-ciudad/">“No podemos regular el futuro con reglas del pasado”: los sandboxes como oportunidades para el desarrollo</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-5f22dc328d6a3cded0236581e70cd3d4" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:4px">sandboxes</p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Paula Espinosa, </strong><br><strong>coordinadora del Centro de Soluciones de RIL</strong></p>



<p>Un nuevo concepto irrumpe en el sector público e impulsa la innovación en los gobiernos. Se trata de los <em>sandboxes </em>o “cajas de arena”, una idea que busca agilizar las regulaciones, aportar datos y evidencia para el desarrollo de productos y permitir la entrada de innovaciones a una ciudad. La premisa es simple: “No podemos regular el futuro con reglas del pasado”.</p>



<p>La Autoridad Financiera del Reino Unido <a href="https://www.fca.org.uk/publication/research/regulatory-sandbox.pdf">define</a> a un sandbox regulatorio como un “espacio seguro en el que las empresas pueden probar productos, servicios, modelos de negocio y mecanismos de envío innovadores, sin incurrir inmediatamente en todas las consecuencias regulatorias normales de participar en la actividad correspondiente”.</p>



<p>En el sector público, los sandboxes regulatorios tienen origen en el ámbito financiero. Este está compuesto por un alto grado de regulaciones, pero a la vez experimenta innovaciones constantes como las billeteras virtuales y pagos con códigos QR.</p>



<p>A nivel local, las ciudades están implementando esta herramienta normativa para agilizar regulaciones. Así, procuran acompañar a startups y emprendimientos a testear productos y servicios que tendrán un impacto en la comunidad.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>¿Por qué una ciudad debería implementar un sandbox?</strong></h2>



<p>Los sandboxes son una oportunidad para la evolución del sector público local en materia de transformación digital, desarrollo económico y vinculación público privada. Con la certeza de que la resolución de los desafíos públicos no debe ser una competencia solo de lo público, esta herramienta hace posible el trabajo articulado entre un municipio, la academia y el sector privado.</p>



<p>Concretamente, un sandbox regulatorio brinda los siguientes beneficios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mayor competitividad porque fomenta la innovación y crea un ambiente competitivo para las nuevas tecnologías.&nbsp;</li>



<li>Ayuda a desarrollar nuevos enfoques normativos y revisar ordenanzas y leyes que obstaculizan el desarrollo de innovaciones.</li>



<li>Posiciona a la ciudad como un polo atractivo para inversionistas tecnológicos.</li>



<li>Genera una gobernanza compartida con los actores involucrados en el mismo ya que se necesita de una colaboración y ayuda técnica entre equipos de gobierno, universidades o academias y empresas.</li>



<li>Reduce los costos a la empresa porque permite crear y validar el impacto de una solución.</li>



<li>Genera y desarrolla aprendizajes para equipos de gobierno locales que deben regular su implementación.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXeaX1Ck2SU7QwNvpXF547E_UelYLIiFpFxiC6qN4eAJR4l3bFxcDoHXLjlOMZf70QVJbASh-Lh80UbNFdxdyek8lQGr7HXrZ7FU-aXnRtYmeRXi9PezH9TfRfXxXQi7SoP3KoFuMJHZN3uCv2VtbgR8uTwE?key=FmLNYAqoQIYghgTr-klWkw" alt="Sandboxes, startup Río." style="width:838px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>La startup Vibra instalará ocho estaciones de carga ultrarrápida en varios barrios de Río. Foto (<a href="https://brasilenergia.com.br/energia/ezvolt-e-selecionada-para-participar-do-programa-sandbox-rio/">https://brasilenergia.com.br/energia/ezvolt-e-selecionada-para-participar-do-programa-sandbox-rio/</a>)&nbsp;</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>¿Qué necesita un gobierno local para desarrollar un sandbox?</strong></h2>



<p>Lo primero que necesita un gobierno local que quiere implementar un sandbox es contar con un equipo a cargo que se encuentre altamente motivado y comprometido, pues probablemente se enfrentarán a una serie de barreras y desafíos complejos. Los equipos deben estar abiertos a conocer nuevos conceptos y metodologías.</p>



<p>También es importante definir las áreas temáticas que queremos trabajar con el sandbox, como movilidad urbana, innovación urbana, salud, entre otras. Además, se deben identificar a los actores que incidirán en el instrumento para que sean parte de la configuración y creación del sandbox, y ser consultados ante cualquier duda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Algunos ejemplos de sandboxes en ciudades</strong></h2>



<p>En Latinoamérica, un caso exitoso es el de <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=5683">Sandbox.Río</a>, liderado por Río de Janeiro. El objetivo principal de este instrumento es acompañar a startups y empresas a implementar nuevos productos y servicios con mayor seguridad regulatoria. Por ejemplo, se concede la autorización de manera temporal a una start up para testear un robot de reparto de comida y cómo sería su impacto en la vía pública.</p>



<p>En Argentina, en 2021, la Ciudad Autónoma de Buenos Aires sancionó la <a href="https://www.legislatura.gob.ar/posts/la-ciudad-tiene-una-ley-para-proyectos-piloto-de-tecnologia-e-innovacion2306.html">Ley Sandbox </a>que regula los procesos y el entorno controlado de pruebas para proyectos pilotos tecnológicos de innovación de prestación de bienes y servicios. Uno de los <a href="https://www.itba.edu.ar/blog/presentaron-el-proyecto-de-investigacion-de-movilidad-autonoma-que-estara-presente-en-el-parque-de-innovacion-de-caba/">casos</a> que se testearon es una Plataforma de Investigación de Movilidad Urbana en el Parque de Innovación, ubicado en la zona norte, con el fin de evaluar el sistema de movilidad autónoma y su viabilidad para aplicarlo en la ciudad en el futuro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXde8MxjhfNc61QTaQy90_YZKNjYvkYWQrez5NTQbvgUboFnaY1RM0LHlkHqgH6JdyKKRWUHdsaTasrZkN4gUxyMLq1RZ9eLBMWXO-QZHyeGvpdzec_Z0K7cA_bePAmk4fSBUcnD0bLvk49jP9vA27m9XJTD?key=FmLNYAqoQIYghgTr-klWkw" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Transporte autónomo aplicado al proyecto de investigación.</sup></em></figcaption></figure>



<p>En España, las ciudades de Valladolid y Valencia también cuentan con ejemplos de sandboxes. El Ayuntamiento de Valladolid publicó su ordenanza <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6041">“Valladolid como escenario demostrador” </a>para reglamentar su sandbox urbano. Esta iniciativa regula la utilización de bienes y servicios municipales para que la ciudad se convierta en un escenario de prueba de innovaciones. Con este instrumento, resuelve la necesidad de dotar de reglas y de un marco normativo la relación con universidades, empresas y otros sectores.&nbsp;</p>



<p>Valencia aprobó este año una <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6038">ordenanza municipal</a> reguladora del sandbox urbano. Tiene como objetivo impulsar los proyectos del sector innovador y tecnológico de la ciudad, y ofrecer a las empresas la posibilidad de probar sus productos en entornos reales para asegurar su éxito en el mercado.</p>



<p>A su vez, Zúrich, en Suiza, creó un<a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6042"> sandbox de innovación para la IA</a>. Además de proporcionar claridad regulatoria, también suministra datos para lograr la transferencia de <em>know-how</em> (“saber hacer”) y la habilitación de nuevos proyectos. Por ejemplo, uno de los proyectos que participó en el sandbox fue el de traducciones automáticas en la administración pública. Dado que implica el manejo de información sensible y el uso de terminología técnica específica, se plantea como cuestión si se pueden y se deben utilizar herramientas de traducción genéricas y de acceso público. Este proyecto se centra en elaborar recomendaciones para el uso de la traducción automática.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Construir comunidad para compartir experiencias y buenas prácticas</strong></h2>



<p>La Red de Innovación Local participó del lanzamiento del Foro Global de Sandboxes, organizado por <a href="https://www.thedatasphere.org/">Datasphere Initiative</a> el 22 y 23 de julio de 2024 en Río de Janeiro, Brasil. Este evento convocó a socios interesados para promover la agilidad regulatoria y la innovación responsable basada en datos en todo el mundo. El objetivo fue construir una comunidad para compartir evidencia y buenas prácticas sobre el uso de sandboxes regulatorios.&nbsp;</p>



<p>El Foro Global de Sandboxes es una comunidad que busca demostrar el potencial de los sandboxes y fomentar la adopción de un enfoque más colaborativo para abordar los desafíos locales y globales en la era digital. Su objetivo es empoderar a actores públicos y privados mediante el intercambio de experiencias y la creación de capacidades. A su vez, impulsa el desarrollo de orientación basada en evidencia sobre cómo implementar este instrumento y la catalización de iniciativas concretas a nivel local, nacional y regional.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXfda4j3iLk3VwfKVhnwDEnY8BOiB1_a0uYEDHpSTa_VgNP0Snce7TMhqTvkVHTnazYxEDCYZc4Py1lBBAkUeY1XN7KoqTOqHyu0uuQB8qlFVnP14NoBn4eiM6y-ndcnEpDiL5J1TV1aAcEvAl99ZKvf3BdY?key=FmLNYAqoQIYghgTr-klWkw" alt="sandboxes"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Imagen de Datasphere</sup></em></figcaption></figure>



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<p><em><sup>Imagen principal: IDEO</sup></em></p>
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		<title>Playas urbanas: entre el desarrollo turístico y la conservación ambiental</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/playas-urbanas-entre-el-desarrollo-turistico-y-la-conservacion-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2023 13:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Urbano y Hábitat]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Las construcciones tradicionales, entre otras intervenciones, han afectado durante décadas las franjas de arena en ciudades costeras del mundo. Algunas ya diseñaron planes ambientales para recuperar los frentes marítimos, sin dejar de lado las actividades económicas. </p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/playas-urbanas-entre-el-desarrollo-turistico-y-la-conservacion-ambiental/">Playas urbanas: entre el desarrollo turístico y la conservación ambiental</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>En la ciudad costera de Pinamar (Argentina) existía un problema que parecía irreversible: los balnearios de hormigón afectaban la calidad de las playas. El ancho de la costa era cada vez menor y, además, las construcciones desprotegían los médanos naturales. En consecuencia, aumentaba el peligro de que se salinice el acuífero de agua dulce que abastece a la población. También de que la franja de arena se redujera significativamente.</p>



<p>Ante esta situación, en 2009 el gobierno local definió el <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=5329" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de Renovación del Frente Marítimo</a>. ¿El objetivo? Que la conservación de las playas urbanas y el desarrollo turístico puedan ir de la mano. Finalmente, en 2016 la iniciativa se puso en marcha y comenzaron las demoliciones de las viejas estructuras. Iniciado el 2023, el proyecto está a punto de concluir de forma exitosa. </p>



<p>A lo largo de 22 kilómetros de costa, fueron 46 los balnearios que debieron pasar por la piqueta y renovarse. El municipio estableció que los nuevos paradores debían ser considerablemente menores (hasta 350 metros cuadrados, el 10% de los tamaños originales) para recuperar las superficies naturales perdidas. Además, debían construirse con materiales sustentables y erigirse sobre pilotes, a un metro y medio de altura sobre la arena, para no obstruir los movimientos naturales de la playa.&nbsp;</p>



<p>“Se ha recuperado una superficie de 110.000 metros cuadrados y 1.100 metros lineales de playa pública para que los disfruten pinamarenses y turistas. El plan permitió recuperar la esencia de lo que presentaba Pinamar, naturaleza con buena arquitectura y estructura de servicios que estuviera en equilibrio con el entorno natural”, sintetizó <strong>Martín Yeza</strong>, el intendente del municipio costero.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/ofYu9lVAh7zGYlj-gnjkUlwJtHguP9XOD23YRnUgxgcB1rAUQLX7SjgKk0Sd0luailUX0f8JQmDV02u4ALu9VPy3rsXVUhs_3odA6N4q_2k-EvOlfrgazMxrTxz1IMdNImJRpFAb7hMwaDoIoy2WpJ7pvOIQmpZY6Zm-My7Qy4QFwHkvRFLL3IQ7E2-fSg" alt="playas"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Demolición de un balneario en Pinamar. Foto de Diego Medina. </sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recuperar las playas, una tarea necesaria</strong></h2>



<p>Las playas urbanas son una parte integral de muchas ciudades costeras en todo el mundo. Además de ser un lugar de relax y diversión para residentes y visitantes, tienen un impacto económico y ambiental significativo.</p>



<p>A medida que el calentamiento global hace subir el nivel del mar –coinciden especialistas–, mantener y recuperar el ancho de las costas son tareas urgentes. Según <a href="http://www.alestuariodelplata.com.ar/OBRAS%20DE%20DEFENSA.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudios</a> de <strong>Rubén López, Silvia Marcomimni </strong>y <strong>María Bunicontro</strong>, expertos en Geología, en las playas argentinas se formó un cóctel explosivo que atenta contra de esa misión. Está formado principalmente por el avance descontrolado de las urbanizaciones, el trazado de avenidas costeras que afectan el escurrimiento superficial y el robo compulsivo de arena. </p>



<p>“La eliminación de las dunas costeras, que interactúan con el mar durante las tormentas y mareas extraordinarias, provocó un importante retroceso de la línea de costa sumado al descenso del nivel de la playa”, explicaron. Y, tras analizar el caso de la localidad de San Antonio (partido de La Costa), alertaron: “Entre 1935 y 2000, se degradó el 61% de las dunas costeras, a una velocidad de 650 metros por año. De mantenerse esta tendencia, para 2030 no existirían sectores relativamente importantes del cortón natural”.&nbsp;</p>



<p><strong>Federico Isla, </strong>también especialista en Geología de Costas, incluso <a href="https://www.tiempoar.com.ar/informacion-general/la-costa-atlantica-pierde-dos-metros-de-playa-por-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alertó</a> que las construcciones de cemento provocaron que en algunos sitios los médanos retrocedan de 2 a 7 metros por año. Y si bien el panorama no es igual en todas las playas atlánticas, la erosión sí es una constante en la mayoría de los cascos urbanos centenarios.  Así como en varios puntos de la costa bonaerense, en <a href="https://www.mardelplata.gob.ar/Noticias/comenzaron-los-trabajos-de-recuperacion-de-superficie-de-arena-en-playa-grande" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mar del Plata</a> (Playa Grande) deben realizarse todos los años trabajos para recuperar las superficies de arena. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/l9s-PbwSTimAYRT2DrP38RjUOo-t-5VYT0ARb8zugBiDEoqVMjXExOAuucz211ftFwz6tOg8V5A4RjyOSR7IxCNEq6nazi1TAj0HOX4noom6tGCRP7VgI75nEZl4itdAajIjk-UbxxzRFGsiyrPsUlu0LiIgePrTvcAuAHabOLCEYbgnZGNd7n2UvOPW6w" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Erosión en las playas argentinas. Foto de Jorge Codignotto.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Múltiples acciones locales para mejorar las playas</strong></h2>



<p>El panorama erosivo se repite en playas urbanas de todo el planeta. A pesar de su importancia económica y ambiental, muchas han sufrido daños debido a la construcción excesiva y los usos inadecuados. Sin embargo, en los últimos años, numerosas ciudades han llevado adelante proyectos para restaurar los frentes marítimos y protegerlos.&nbsp;</p>



<p>En Chile, las ciudades de Viña del Mar y Talcahuano son algunos de los casos de restauración. En la <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=5333" target="_blank" rel="noreferrer noopener">primera</a>, en 2015 una serie de marejadas afectó severamente la línea costera. Tras los daños, el gobierno local utilizó arena proveniente de excavaciones de proyectos inmobiliarios para recuperar parte de las playas. Se demolieron antiguas estructuras y se trabajó en la recuperación del paseo marítimo, que debió desplazarse 7 metros hacia el interior. </p>



<p>En la comuna de <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=5334" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Talcahuano</a>, en tanto, la playa de El Morro experimentó un proceso de rehabilitación después de décadas de abandono y pérdida de la línea costera. Además de colocar arena, la Municipalidad instaló equipamiento urbano y deportivo, como basureros y juegos infantiles. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/-kRksYxYe5l_zqTDdVYP3gV3C9Jg1cJ55Ue3lQDiYqFUr7ijMNJLyCpauyv5PbfTcM2WZhq3wat5Yw0ksWkqU4971YsMurXkIXBWwDzTszC95GxSpbEio2HwLe9bHEuRYd4A6O2gHAO21LlsD8Xz5uTs9iLKpj8SLndSKb48dUs7ZMBJ-4Gu8YZ5-g3yqg" alt="playas urbanas"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Trabajos sobre la playa de El Morro, Talcahuano, Chile. Fuente: Bío Bío. </sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El rol de las especies nativas</strong></h2>



<p>En 2009, España llevó a cabo un <a href="https://www.europapress.es/nacional/noticia-gobierno-central-destina-mas-millones-mejorar-litoral-region-20090827181658.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plan</a> de mejoras para un grupo de playas en el litoral de la región de Murcia. Desde la construcción de muelles de contención hasta la adición de arena, los proyectos buscaron aumentar la anchura de las costas y protegerlas de la erosión. Además, incluyeron criterios ambientales y obras pensadas para el aprovechamiento de habitantes y visitantes. </p>



<p>Para cumplir los objetivos, se previó la delimitación y demolición de edificios que estaban ubicados sobre las franjas de arena. En <a href="https://www.miteco.gob.es/es/costas/temas/proteccion-costa/actuaciones-proteccion-costa/murcia/30-1327-restauracion-paraiso.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Playa Paraíso</a>, por ejemplo, un proyecto ambiental trabajó en la restauración de 883 metros del frente marítimo. También estuvo enfocado en la eliminación de especies exóticas para sumar plantas autóctonas que estuvieran en armonía con el ecosistema costero. </p>



<p>Río de Janeiro (Brasil) es otra ciudad que utilizó las especias nativas para recuperar las dunas destruidas en sus playas urbanas. En 2018, una <a href="http://www.biovert.com.br/portfolio/recuperacao-das-dunas-nas-praias-de-ipanema-e-leblon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iniciativa</a> conjunta entre el gobierno local y organizaciones de la sociedad civil plantó ejemplares de restingas en las playas de Ipanema y Leblon. Fueron elegidas por ser resistentes a los vientos fuertes, permitir el retorno seguro de aves y fijar las arenas. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="480" data-id="2698" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/dunas-riojaneiro.jpg" alt="" class="wp-image-2698" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/dunas-riojaneiro.jpg 640w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/dunas-riojaneiro-300x225.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/dunas-riojaneiro-24x18.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/dunas-riojaneiro-36x27.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/dunas-riojaneiro-48x36.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 640px) 90vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption">Recuperación de dunas en las playas de Ipanema y Leblon, Río de Janeiro. Fuente: Biovert.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="340" height="510" data-id="2699" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/Dunas-riojaneiro-2.jpg" alt="" class="wp-image-2699" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/Dunas-riojaneiro-2.jpg 340w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/Dunas-riojaneiro-2-200x300.jpg 200w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/Dunas-riojaneiro-2-16x24.jpg 16w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/Dunas-riojaneiro-2-24x36.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2023/01/Dunas-riojaneiro-2-32x48.jpg 32w" sizes="auto, (max-width: 340px) 90vw, 340px" /></figure>
</figure>



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<p class="has-small-font-size"><sup>Foto principal: vista aérea de la playa en Pinamar. </sup></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Deslizamientos de tierra: qué pueden hacer los gobiernos locales</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/ciudades-deslizamientos-tierra-gobiernos-locales/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 15:46:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>En 2022 hubo eventos fatídicos en áreas escarpadas de Argentina, Perú, Colombia y Brasil. La planificación y la gestión del riesgo deben ocupar un rol especial en las agendas urbanas, coinciden especialistas. </p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-46.png" alt="" class="wp-image-1108" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-46.png 720w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-46-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-46-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-46-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-46-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 720px) 90vw, 720px" /><figcaption><em><sup>Vista aérea del deslizamiento de tierras sobre un hotel en Bariloche. Fuente: Clarín.&nbsp;</sup></em></figcaption></figure>



<p>En la primera semana de junio de 2022 ocurrió un alud de barro en <strong>Bariloche, Argentina</strong>. Tres turistas uruguayos fallecieron en un hotel a causa del desprendimiento de una pronunciada ladera en el cerro Otto, en donde avanzaba una construcción. La Municipalidad aseguró que la obra presentaba irregularidades y la Justicia investiga las responsabilidades.</p>



<p>Unos días antes, una serie de temporales dejó al menos 120 víctimas fatales en el área metropolitana de <strong>Recife, Brasil</strong>. Los deslizamientos de tierra y las inundaciones destruyeron barrios enteros ubicados en zonas escarpadas y de alta vulnerabilidad social.&nbsp;</p>



<p>También en Brasil, más de 200 personas murieron en febrero a causa del arrastre de lodo y rocas en <strong>Petrópolis, una región serrana de Río de Janeiro</strong>. El mismo mes, otro deslizamiento causó el fallecimiento de 16 personas en <strong>Pereira, al oeste de Colombia</strong>. Y en marzo, un alud de tierra destruyó varias viviendas ubicadas sobre una ladera en la localidad de <strong>Retamas, Perú</strong>, dejando un saldo de 8 víctimas mortales.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>La dimensión local de los fenómenos</strong></h3>



<p>&#8220;Los deslizamientos en todas las zonas urbanas y periurbanas son uno de los riesgos geológicos del siglo XXI que más tiene que ser puesto en foco por las autoridades&#8221;, sostiene <strong>Carlos Cónsole-Gonella</strong>, doctor en Geología e investigador. En una entrevista con la agencia Sputnik, el especialista advirtió que estos fenómenos antes “ocurrían en lapsos de 20 a 30 años en determinadas zonas”, pero que ahora son más frecuentes o incluso “endémicos”.&nbsp;</p>



<p>En el “<a href="https://repositorio.cepal.org/bitstream/handle/11362/35894/1/S2013806_es.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manual para la Evaluación de Desastres</a>”, elaborado por la Comisión Económica para América Latina y el Caribe de las Naciones Unidas (CEPAL), se advierte que fenómenos como los deslizamientos de tierra, los derrumbes y los aluviones “son amenazas que podrían evitarse y que con frecuencia van asociadas a las alteraciones que el hombre ha ejercido sobre el medio, como la deforestación en zonas de ladera o las excavaciones en zonas de pendiente para la localización de nuevas urbanizaciones”.&nbsp;<br>La misma publicación destaca que una de las características de estos desastres es que afectan a áreas muy delimitadas y que, en consecuencia, “se debe contar, en un sentido territorial, con instrumentos para hacer aproximaciones en términos de economías locales”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div><figcaption><em><sup>Deslizamiento en Retamas, Perú, en marzo de 2022. </sup></em></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>¿Qué pueden hacer los gobiernos locales?</strong></h3>



<p>La bibliografía especializada coincide en que resulta fundamental la <strong>planificación </strong>y le otorga un rol protagónico a las ciudades con respecto a la <strong>generación de información clave y la gestión de riesgos.</strong></p>



<p>En su publicación titulada <a href="http://revistas.bibdigital.uccor.edu.ar/index.php/SP/article/view/5186/5453" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“La gobernanza del riesgo de desastres a nivel organizacional: un análisis desde los gobiernos locales”</a>, las licenciadas <strong>Valeria Segalla </strong>y <strong>Virginia Escañuela</strong> destacan la importancia de la planificación urbana y afirman que “el municipio, por la cercanía con la población y el conocimiento sobre el territorio, es el actor ideal para gestionar los riesgos”. Sin embargo, también advierten que “muchas veces carecen de los medios para hacer frente a estas situaciones”.</p>



<p>“Para determinar la extensión del peligro de deslizamientos, se requiere identificar aquellas áreas que podrían ser afectadas y evaluar las probabilidades de ocurrencia en un determinado período de tiempo”, manifiesta la Organización de los Estados Americanos (OEA) en el “<a href="https://www.oas.org/DSD/publications/Unit/oea65s/ch15.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Manual Sobre el Manejo de Peligros Naturales en la Planificación para el Desarrollo Regional Integrado</strong></a><strong>”.&nbsp;</strong></p>



<p>A la hora de planificar el uso de los terrenos –destaca el libro– el primer paso que deben seguir las ciudades es la obtención de información sobre el riesgo de deslizamientos. En ese sentido, destaca la preparación de mapas que examinen los riesgos potenciales.&nbsp;</p>



<p>Por ejemplo, en <a href="https://v2.mascomunidad.org.ar/drones-imagenes-satelitales-blantyre-malawi-desastres-naturales/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Blantyre, Malawi</a>, avanza en 2022 con la elaboración de instrumentos cartográficos que ponderen los factores desencadenantes de los aludes de tierra y proporcionen medidas de mitigación. En esta ciudad de África Oriental son frecuentes los desastres del tipo y, además, existen cada vez más asentamientos irregulares sobre laderas peligrosas en áreas urbanas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44-1024x683.png" alt="" class="wp-image-1104" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44-1024x683.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44-48x32.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-44.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption><sup><em>Deslizamiento en Ibura, Recife, el 30 de mayo de 2022. Fuente: REUTERS/Diego Nigro.&nbsp;</em></sup></figcaption></figure>



<span id="more-1098"></span>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>El caso de La Paz</strong></h3>



<p>Hasta el 70% del terreno en la capital de Bolivia es inestable por sus características geológicas y la presencia de más de 300 ríos. Por ello, son frecuentes los deslizamientos de tierra y la destrucción de decenas de viviendas ubicadas sobre las pendientes montañosas.</p>



<p>Ante el escenario de riesgo, el gobierno local ha intentado planificar el crecimiento de la ciudad en <a href="https://www.bbc.com/mundo/noticias/2011/03/110310_bolivia_lluvias_deslizamientos_la_paz_az" target="_blank" rel="noreferrer noopener">numerosas oportunidades</a>. Si un barrio nuevo surgía en un área vulnerable, por ejemplo,&nbsp; se efectuaban los trabajos necesarios para evitar nuevos desastres y <a href="https://journals.openedition.org/bifea/2426" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gestionar los riesgos</a>. Sin embargo, en La Paz ya no hay más lugar disponible entre las laderas.&nbsp;</p>



<p>Ante el desafío de la aglomeración urbana y el uso inadecuado del suelo, recientemente el gobierno paceño y el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD) impulsaron el proyecto <a href="https://gestionmunicipal.org/inspirarme-caso.php?id_caso=3870" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barrio Digital</a>. Mediante la plataforma, que estimula la participación ciudadana y la obtención de información en tiempo real, se procura obtener un mapeo de las necesidades de la población y de su espacio territorial.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45-1024x683.png" alt="" class="wp-image-1105" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45-1024x683.png 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45-300x200.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45-768x512.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45-48x32.png 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/image-45.png 1392w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption><sup><em>En La Paz y El Alto viven más de 2 millones de personas. Fuente: PNUD.&nbsp;</em></sup></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Otras acciones ante eventos climáticos</strong></h3>



<p>El gobierno de la provincia de Buenos Aires, Argentina, <a href="https://www.mseg.gba.gov.ar/areas/dirprovriesgos/marco/IF-2021-7542884-GDEBA-SSEMMSGP%20ANEXO%20LINEAMIENTOS%20PARA%20LA%20ELABORACI%C3%93N%20DEL%20PLAN%20INTEGRAL%20DEL%20RIESGO%20-%20copia.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">afirma</a> que “las gestiones locales tienen la responsabilidad de planificar y adoptar cursos de acción hacia la prevención y mitigación de riesgos, en articulación a la estrategia nacional y los lineamientos provinciales”.&nbsp;</p>



<p>En ese sentido, la ciudad de <a href="https://gestionmunicipal.org/inspirarme-caso.php?id_caso=3078" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pergamino </a>cuenta con una plataforma creada que brinda información meteorológica general y alertas sobre eventos severos que puedan devenir en inundaciones o derrumbes. La herramienta, desarrollada por expertos nucleados en el Polo de Innovación Tecnológica, cuenta con mapas y datos históricos, entre otros.&nbsp;</p>



<p>La Ciudad Autónoma de Buenos Aires, por su parte, también posee un <a href="https://gestionmunicipal.org/inspirarme-caso.php?id_caso=1380" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema de alertas de fenómenos atmosféricos</a> para anticipar en qué zonas va a llover con mayor intensidad, predecir en qué lugares hay más probabilidades de anegamientos y mejorar la respuesta operativa ante situaciones de emergencia.</p>



<p><strong><em>¿Cómo gestiona tu ciudad los riesgos causados por la naturaleza y las acciones humanas? Podés compartir tu caso en el </em></strong><a href="https://gestionmunicipal.org/inspirarme.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Mapa de Soluciones Locales</em></strong></a><strong><em> de RIL y comunicarte con </em></strong><a href="mailto:mascomunidad@redinnovacionlocal.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>+Comunidad.</em></strong></a></p>
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