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	<title>drones archivos - +COMUNIDAD</title>
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	<description>Periodismo de ciudades y soluciones. Una iniciativa impulsada por RIL (Red de Innovación Local).</description>
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		<title>Sandbox.Rio: da caixa de areia a políticas públicas com impacto econômico</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/sandboxe-rio-da-caixa-de-areia-a-politicas-publicas-com-impacto-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2024, contamos como o Rio de Janeiro implementou uma inovação regulatória para testar drones, robôs e carros elétricos em plena cidade. Quase dois anos depois, esses "experimentos" começaram a se transformar em normas, em infraestrutura e até em uma ferramenta para levar a inovação às favelas. A história de como uma autorização temporária se converte em desenvolvimento econômico.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandboxe-rio-da-caixa-de-areia-a-politicas-publicas-com-impacto-economico/">Sandbox.Rio: da caixa de areia a políticas públicas com impacto econômico</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Sandbox Rio</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Existe uma versão em espanhol deste artigo <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandbox-rio-de-la-caja-de-arena-a-politicas-publicas-con-impacto-economico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto de 2024, o +COMUNIDAD publicou pela primeira vez <a href="https://mascomunidad.org.ar/?s=sandbox" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um especial sobre sandboxes regulatórios</a>: aqueles ambientes em que um governo permite testar, por um tempo e sob supervisão, inovações que nenhuma norma ainda contempla. Entre os casos em destaque estava o do Rio de Janeiro, a primeira capital brasileira a montar um a escala municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele momento, o <a href="https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sandbox.Rio</a> era sobretudo uma promessa com bons primeiros resultados. A equipe nos contava que a cidade já abrigava estações de recarga para carros elétricos, robôs de entrega circulando pelas calçadas, drones distribuindo bebidas e até os primeiros passos de um carro voador. Tudo isso acontecia sem que o Rio tivesse que reescrever sua normativa de antemão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase dois anos depois, voltamos a bater à porta. A pergunta principal era o que havia acontecido com tudo aquilo: ficou em experimento ou se transformou em algo mais? E, sobretudo, uma pergunta que organiza esta edição do Boletim Ideias &amp; Inspiração:<strong> como se traduz um &#8220;laboratório regulatório&#8221; em desenvolvimento econômico concreto para uma cidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As respostas foram dadas, como naquela ocasião, por <strong>Carina de Castro Quirino</strong>. Ela é a subsecretária de Regulação e Ambiente de Negócios da Prefeitura do Rio (<a href="https://desenvolvimento.prefeitura.rio/subsecretaria-de-regulacao-e-ambiente-de-negocios-subran/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUBRAN</a>), cuja área conduz o programa. E deixam ver uma mudança de etapa: o sandbox deixou de ser uma vitrine de pilotos para começar a produzir aquilo que mais custa a qualquer governo gerar diante da inovação: normas com base em evidência.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="694" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2.jpeg" alt="Sandbox.Rio" class="wp-image-9581" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-300x203.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-768x521.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-2-48x33.jpeg 48w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Drones de entrega, um dos primeiros testes realizados com o Sandbox.Rio. Imagem: Sandbox.Rio.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma caixa de areia, para quem chega pela primeira vez</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A metáfora que lhe dá nome vem do mundo do software. Quando uma pessoa dedicada à programação quer testar um código novo, não o libera direto no sistema: roda-o em um ambiente isolado, uma &#8220;caixa de areia&#8221;, onde pode falhar sem contaminar o resto. Em 2015, reguladores financeiros do Reino Unido tomaram a ideia emprestada para deixar que as fintechs testassem seus produtos em um espaço delimitado, sem exigir-lhes de entrada todas as regras pensadas para os bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um sandbox regulatório é isso: uma autorização delimitada no tempo, no território e em seu alcance, para testar algo novo na vida real.</strong> Não suspende os controles de segurança nem as proteções ao cidadão. Suspende, de forma temporária, normas menores que bloqueiam uma inovação que ainda ninguém regulou. O que o Rio mudou foi a escala. Uma coisa é um sandbox financeiro, com dois reguladores e um punhado de empresas. <strong>Outra muito distinta é uma cidade inteira, com ruas, vizinhos, trânsito e comércios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Rio criou seu programa em 2022 por meio do Decreto Municipal 50.697. Qualquer empresa, startup ou instituto de pesquisa pode apresentar um projeto. Se a inovação não se encaixa na normativa vigente, o município a avalia e, se tiver mérito, lhe outorga uma autorização temporária para operar com usuários reais e sob monitoramento. Ao fechar o ciclo, a Prefeitura produz um relatório técnico. E aí começa o interessante.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-1024x683.jpg" alt="Sandbox.Rio" class="wp-image-9582" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-2000x1333.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Patinetes elétricos compartilhados estacionados em uma estação fixa no Rio. Imagem: Rio Scooter / Whoosh Project.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do experimento à norma: o caso das patinetes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se há um aprendizado que a equipe de Quirino resgata destes quase quatro anos, é que <strong>&#8220;uma regulação eficaz precisa de evidência, não de antecipação&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A subsecretária o apresenta como uma inversão da lógica habitual do Estado. &#8220;O poder público costuma regular novas tecnologias a partir de projeções e suposições&#8221;, explica. O sandbox propõe o caminho oposto: primeiro se testa em escala real, depois se regula a partir dos dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso que melhor completa essa trajetória é o do Projeto Patinete Rio, da empresa <a href="https://restofworld.org/2024/whoosh-escooter-russian-company-brazil/">Whoosh</a>. Ao longo de 19 meses de operação experimental, a Prefeitura mediu de forma contínua padrões de uso, perfil de usuários e impactos na mobilidade e no ambiente. <strong>Ao fechar o ciclo, os números eram contundentes: 2,9 milhões de viagens, 972 mil usuários ativos e cerca de 230 empregos diretos e indiretos gerados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse volume de dados foi decisivo para dois movimentos que tiveram que ocorrer em paralelo. Por um lado, a articulação com as áreas municipais, que passaram a conhecer os riscos reais —e não hipotéticos— das patinetes no espaço urbano. Por outro, o respaldo político para avançar rumo a uma regulação permanente. O resultado foi o Decreto Municipal 57.657, de 9 de março de 2026, que regula de forma definitiva as patinetes elétricas compartilhadas na cidade, após um processo que incluiu consulta pública, relatórios de monitoramento e diálogo com os órgãos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lição que Quirino deixa é direta: <strong>sem o sandbox, o debate regulatório teria travado em intuições e em comparações com outras cidades, sem prática própria. </strong>Com ele, discutiu-se sobre evidência recolhida em um ambiente controlado. &#8220;Dados que não deixavam margem para questionar a relevância do serviço para a cidade&#8221;, resume.</p>



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</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que se regula e o que não: o mecanismo por trás</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O caso das patinetes é o produto de um método. Ao final de cada ciclo, de cerca de doze meses, o Sandbox.Rio produz um relatório técnico consolidado que orienta a decisão entre três caminhos possíveis: regulação definitiva, continuidade experimental ou encerramento ordenado do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As patinetes já percorreram esse caminho completo. Outros estão em pleno trajeto. O mais avançado é o <a href="https://en.prefeitura.rio/noticias/rio-de-janeiro-e-a-primeira-cidade-do-brasil-a-inaugurar-eletroposto-em-area-publica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eletroposto Carioca</a>, a primeira estação de recarga de veículos elétricos do país, inaugurada em fevereiro de 2025 na Barra da Tijuca. Em seu primeiro ano registrou 21.179 sessões de recarga, consumiu 522.373 kWh e evitou 406 toneladas de dióxido de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dados, segundo a Prefeitura, já estão orientando uma decisão de política pública mais ampla. O Rio é a terceira cidade do Brasil em número de veículos elétricos emplacados, e a demanda cresce mais rápido que a oferta de infraestrutura: a frota eletrificada brasileira aumentou 28% somente no primeiro semestre de 2025, e as vendas cresceram 65,5% nos dois primeiros meses de 2026 frente ao mesmo período do ano anterior. O país tinha cerca de 21 mil estações de recarga em fevereiro de 2026, mas os condutores seguem apontando a falta de infraestrutura como o principal gargalo da eletromobilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso a cidade avança no desenho de um Plano Municipal de Eletromobilidade, que prevê somar 15 novas estações públicas de recarga até 2028. O sandbox foi o instrumento que permitiu acumular dados reais sobre demanda, perfis de uso, localização estratégica e viabilidade econômica. Dados que agora sustentam esse plano. Nas palavras de Quirino, &#8220;o programa não existe apenas para liberar inovação, mas para produzir o conhecimento que permite ao Estado agir com precisão&#8221;.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9583" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-2000x1333.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/50424489202_63a726fa1b_k.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Bicicleta movida a água recolhendo resíduos na Lagoa Rodrigo de Freitas. Imagem: Projeto Biclean.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>A inovação também para as periferias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o caminho houve, contudo, um ponto sensível que a própria equipe detectou. Os dois primeiros ciclos haviam dado resultados sólidos, mas concentrados em zonas com melhor acesso à infraestrutura urbana: a Zona Sul e a Barra da Tijuca. A inovação chegava onde já existia, de certo modo, e não onde mais fazia falta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro ciclo, lançado em agosto de 2025, buscou corrigir esse viés. <strong>Pela primeira vez, os projetos voltados a comunidades cariocas e a áreas fora desse eixo recebem até dez pontos adicionais na seleção.</strong> A mudança se notou: 58 projetos inscritos, segundo a Prefeitura, um recorde para um sandbox municipal no Brasil, com participação inédita de iniciativas pensadas para territórios periféricos e um júri integrado por instituições como a <a href="https://www.firjan.com.br/espanol/firjan/default.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Firjan</a> e a <a href="https://ufrj.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFRJ</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dez projetos do ciclo, dois mostram com clareza essa virada. Um é o <strong>Biclean</strong>, uma bicicleta aquática que se testa na Lagoa Rodrigo de Freitas como veículo de recreação e turismo sustentável, com a particularidade de recolher resíduos enquanto circula. O outro, de maior alcance social, é um CEP Digital —um sistema de endereços digitais— para as comunidades da Mangueira e do Caju, desenvolvido pela logtech de impacto social naPorta junto à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e à Secretaria Municipal de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é simples, mas nem por isso menos poderosa. Em territórios onde o sistema postal tradicional não funciona, criam-se endereços digitais precisos para cada moradia. Isso permite, por exemplo, que os agentes comunitários de saúde localizem os moradores com exatidão, melhora o acompanhamento de pacientes, a cobertura de vacinação e a eficácia dos programas de atenção básica.A tecnologia de endereços digitais já vinha sendo aplicada em favelas cariocas desde o fim de 2024; o que o sandbox aporta é articulá-la com os serviços públicos de saúde do município. É o tipo de resultado, assinala Quirino,<strong> que converte o programa em um instrumento de redução da desigualdade urbana, e não apenas de fomento ao empreendedorismo.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="632" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas.jpg" alt="" class="wp-image-9584" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas.jpg 1000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-300x190.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-768x485.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-24x15.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-36x23.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/laguna-rodrigo-freitas-48x30.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>A Biclean, uma bicicleta aquática que está sendo testada na Lagoa Rodrigo de Freitas como veículo para recreação e turismo sustentável, tem a característica única de coletar resíduos enquanto se move. Imagem: 10viajes.com</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Limites e diálogo com outros níveis do Estado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência carioca também deixa ver onde estão as tensões. Um sandbox municipal só pode mexer em normas municipais, e os limites aparecem quando uma inovação toca competências de outros níveis do Estado. A própria equipe reconhece: pode dialogar com reguladores federais, como a agência de aviação que intervém no caso dos drones ou dos eVTOL, mas não modificar suas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse atrito de competências ficou visível em abril de 2026, quando a Prefeitura publicou um decreto mais amplo —distinto do das patinetes compartilhadas— para ordenar a circulação de toda a micromobilidade elétrica na cidade. O Ministério Público do Estado do Rio questionou parte dessa norma e <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/16/mprj-decreto-ciclomotores-prefeitura-do-rio.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pediu sua suspensão</a>, ao considerar que o município não pode modificar classificações de veículos já definidas pela legislação federal de trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto afetado, o número 57.823, não tem relação com o programa Sandbox.Rio (o decreto dos patinetes compartilhados é o número 57.657 e segue em vigor). O episódio, ainda em aberto, ilustra um aprendizado que vai além do Rio: experimentar no âmbito local é possível e fértil, mas transformar esses aprendizados em uma regulação duradoura exige coordenação com os demais níveis do Estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que outra cidade da região pode aprender</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para os governos locais que leem este Boletim, a pergunta prática é se tudo isso pode ser replicado. A recomendação de Quirino é não esperar ter o modelo perfeito. <strong>&#8220;O maior erro que uma cidade pode cometer é achar que precisa regular o futuro antes de entendê-lo&#8221;</strong>, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa carioca, lembra, não demandou recursos do erário nem uma estrutura complexa: precisou de vontade política, um instrumento jurídico claro e uma equipe disposta a aprender junto com as empresas. Apoia-se, além disso, em uma base normativa nacional —o Marco Legal das Startups, a lei complementar 182 de 2021— que habilita expressamente estados e municípios a criar esses ambientes de teste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na região, cidades como Porto Alegre, Goiânia, Maceió, Criciúma, Teresópolis e Volta Redonda, além do estado de São Paulo, já montaram seus próprios sandboxes. Na Argentina, a Cidade de Buenos Aires conta com uma lei desde 2021, e municípios como Escobar começaram a trilhar caminhos regulatórios semelhantes, inspirados em parte pela experiência do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto que deu origem ao Sandbox.Rio está disponível como modelo adaptável para qualquer município que queira começar. Porque o problema que resolve, diz Quirino, é universal: <strong>&#8220;Se a sua cidade enfrenta tecnologias que chegam mais rápido que a capacidade de regulá-las —e todas enfrentam— o sandbox não é uma opção sofisticada reservada às grandes metrópoles. É a resposta prática a um problema comum&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase dois anos depois daquela primeira matéria, a caixa de areia do Rio demonstrou algo que vai além dos drones e dos carros voadores que a tornaram famosa: que uma autorização temporária, bem desenhada, pode se converter em infraestrutura, em emprego, em serviços de saúde que chegam a uma favela. E, sobretudo, em uma forma distinta de o Estado se relacionar com aquilo que ainda não sabe regular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contato com Sandbox.Rio:</strong> <a href="https://www.sandboxrio.com.br/">https://www.sandboxrio.com.br/ </a></p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta matéria faz parte do Boletim Ideias &amp; Inspiração da Rede de Inovação Local (RIL), no qual a cada mês se destacam casos inovadores de diferentes temáticas em cidades de todo o mundo. Gostaria de receber, uma vez por mês, soluções locais como as desta matéria no seu e-mail? Você pode </em></strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>se inscrever </em></strong></a><strong><em>gratuitamente!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Redação +COMUNIDAD</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Imagem de capa: ilustração de RIL e +COMUNIDAD.</p>
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		<title>Sandbox.Rio: de la caja de arena a políticas públicas con impacto económico</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/sandbox-rio-de-la-caja-de-arena-a-politicas-publicas-con-impacto-economico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desarrollo Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>En 2024 contamos cómo Río de Janeiro implementó una innovación regulatoria para probar drones, robots y autos eléctricos en plena ciudad. Casi dos años después, esos “experimentos” empezaron a transformarse en normas, en infraestructura e incluso en una herramienta para llevar la innovación a las favelas. La historia de cómo un permiso temporal se convierte en desarrollo económico.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Sandbox.Rio</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Existe una versión en portugués de este artículo <a href="https://mascomunidad.org.ar/sandboxe-rio-da-caixa-de-areia-a-politicas-publicas-com-impacto-economico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aquí</a>.&nbsp;</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">En agosto de 2024, +COMUNIDAD publicó por primera vez <a href="https://mascomunidad.org.ar/?s=sandbox" target="_blank" rel="noreferrer noopener">un especial sobre sandboxes regulatorios</a>: esos entornos donde un gobierno permite probar, durante un tiempo y bajo supervisión, innovaciones que ninguna norma todavía contempla. Entre los casos destacados estaba el de Río de Janeiro, la primera capital brasileña en montar uno a escala municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En aquel momento, el <a href="https://mascomunidad.org.ar/electromovilidad-descarbonizacion-impactos-sandbox-rio-de-janeiro/">Sandbox.Rio</a> era sobre todo una promesa con buenos primeros resultados. Su equipo nos contaba que la ciudad ya alojaba estaciones de recarga para autos eléctricos, robots de entrega circulando por las veredas, drones repartiendo bebidas y hasta los primeros pasos de un auto volador. Todo eso ocurría sin que la ciudad hubiera tenido que reescribir su normativa de antemano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casi dos años después, volvimos a tocar la puerta. La pregunta principal era qué había pasado con todo aquello: ¿quedó en experimento o se transformó en algo más? Y, sobre todo, una pregunta que ordena esta edición del Boletín Ideas &amp; Inspiración: <strong>¿cómo se traduce un “laboratorio regulatorio” en desarrollo económico concreto para una ciudad?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Las respuestas las dio, como aquella vez,<strong> Carina de Castro Quirino</strong>. Es la subsecretaria de Regulación y Ambiente de Negocios de la Prefeitura de Río (<a href="https://desenvolvimento.prefeitura.rio/subsecretaria-de-regulacao-e-ambiente-de-negocios-subran/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUBRAN</a>), cuya área conduce el programa. Y dejan ver un cambio de etapa: el sandbox dejó de ser una vitrina de pilotos para empezar a producir lo que más le cuesta generar a cualquier gobierno frente a la innovación: <strong>normas con base en evidencia.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="694" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1.jpeg" alt="" class="wp-image-9565" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-300x203.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-768x521.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/Sandbox-Rio-1024x694-1-48x33.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Drones de entrega, una de las primeras pruebas realizadas con Sandbox.Rio. Imagen: Sandbox.Rio.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Una caja de arena, para quien llega por primera vez</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La metáfora que le da nombre viene del mundo del software. Cuando una persona dedicada a la programación quiere probar un código nuevo, no lo libera directo al sistema: lo corre en un entorno aislado, una &#8220;caja de arena&#8221;, donde puede fallar sin contaminar al resto. En 2015, reguladores financieros del Reino Unido tomaron prestada la idea para dejar que las <em>fintech </em>probaran sus productos en un espacio acotado, sin exigirles de entrada todas las reglas pensadas para los bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Un sandbox regulatorio es eso: un permiso acotado en el tiempo, en el territorio y en su alcance, para probar algo nuevo en la vida real.</strong> No suspende los controles de seguridad ni las protecciones al ciudadano. Suspende, de forma temporal, normas menores que bloquean una innovación que todavía nadie reguló. Lo que cambió Río fue la escala. Una cosa es un sandbox financiero, con dos reguladores y un puñado de empresas. <strong>Otra muy distinta es una ciudad entera, con calles, vecinos, tránsito y comercios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Río creó su programa en 2022 mediante el Decreto Municipal 50.697. Cualquier empresa, startup o instituto de investigación puede presentar un proyecto. Si la innovación no encaja en la normativa vigente, el municipio la evalúa y, si tiene mérito, le otorga una autorización temporal para operar con usuarios reales y bajo monitoreo. Al cerrar el ciclo, la Prefeitura produce un informe técnico. Y ahí empieza lo interesante.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-9566" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1024x683.jpg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-300x200.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-768x512.jpg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-1536x1024.jpg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-2000x1333.jpg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-24x16.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-36x24.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2-48x32.jpg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/patinetes-whoosh-2.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Patinetes eléctricos compartidos aparcados en una estación fija en Río. Imagen: Patinete Rio / Proyecto Whoosh.</sup></em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Del experimento a la norma: el caso de los patinetes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Si hay un aprendizaje que el equipo de Quirino rescata de estos casi cuatro años es que <strong>“una regulación eficaz necesita evidencia, no anticipación”.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">La subsecretaria lo plantea como una inversión de la lógica habitual del Estado. &#8220;El poder público suele regular nuevas tecnologías a partir de proyecciones y suposiciones&#8221;, explica. El sandbox propone el camino opuesto: primero se prueba en escala real, después se regula a partir de los datos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El caso que mejor completa esa trayectoria es el del Proyecto Patinete Rio, de la empresa <a href="https://restofworld.org/2024/whoosh-escooter-russian-company-brazil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Whoosh</a>. Durante 19 meses de operación experimental, la Prefeitura midió de forma continua patrones de uso, perfil de usuarios e impactos en la movilidad y el ambiente. <strong>Al cerrar el ciclo, los números eran contundentes: 2,9 millones de viajes, 972.000 usuarios activos y unos 230 empleos directos e indirectos generados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ese volumen de datos resultó decisivo para dos movimientos que tuvieron que ocurrir en paralelo. Por un lado, la articulación con las áreas municipales, que pasaron a conocer los riesgos reales —y no hipotéticos— de los patinetes en el espacio urbano. Por el otro, el respaldo político para avanzar hacia una regulación permanente. El resultado fue el Decreto Municipal 57.657, del 9 de marzo de 2026, que regula de forma definitiva los patinetes eléctricos compartidos en la ciudad, tras un proceso que incluyó consulta pública, informes de monitoreo y diálogo con los organismos involucrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La lección que deja Quirino es directa:<strong> sin el sandbox, el debate regulatorio se habría trabado en intuiciones y en comparaciones con otras ciudades, sin práctica propia. </strong>Con él, se discutió sobre evidencia recogida en un entorno controlado. <em>&#8220;</em>Datos que no dejaban margen para cuestionar la relevancia del servicio para la ciudad&#8221;, resume.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qué se regula y qué no: el mecanismo detrás</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">El caso de los patinetes es el producto de un método. Al final de cada ciclo, de unos doce meses, el Sandbox.Rio produce un informe técnico consolidado que orienta la decisión entre tres caminos posibles: regulación definitiva, continuidad experimental o cierre ordenado del proyecto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Los patinetes ya recorrieron ese camino completo. Otros están en pleno trayecto. El más avanzado es el <a href="https://en.prefeitura.rio/noticias/rio-de-janeiro-e-a-primeira-cidade-do-brasil-a-inaugurar-eletroposto-em-area-publica/">Eletroposto Carioca</a>, la primera estación de recarga de vehículos eléctricos del país, inaugurada en febrero de 2025 en Barra da Tijuca. En su primer año registró 21.179 sesiones de recarga, consumió 522.373 kWh y evitó 406 toneladas de dióxido de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esos datos, según la Prefeitura, ya están orientando una decisión de política pública más amplia. Río es la tercera ciudad de Brasil en cantidad de vehículos eléctricos patentados, y la demanda crece más rápido que la oferta de infraestructura: la flota electrificada brasileña aumentó 28% solo en el primer semestre de 2025, y las ventas crecieron 65,5% en los dos primeros meses de 2026 frente al mismo período del año anterior. El país tenía unas 21.000 estaciones de recarga en febrero de 2026, pero los conductores siguen señalando la falta de infraestructura como el principal cuello de botella de la electromovilidad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por eso la ciudad avanza en el diseño de un Plan Municipal de Electromovilidad, que prevé sumar 15 nuevas estaciones públicas de recarga hasta 2028. El sandbox fue el instrumento que permitió acumular datos reales sobre demanda, perfiles de uso, localización estratégica y viabilidad económica. Datos que ahora sostienen ese plan. En palabras de Quirino, “el programa no existe solo para liberar innovación, sino para producir el conocimiento que permite al Estado actuar con precisión”.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-9567" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-1024x683.jpeg 1024w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-300x200.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-768x512.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-1536x1024.jpeg 1536w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-2000x1333.jpeg 2000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-24x16.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-36x24.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7-48x32.jpeg 48w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-7.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Bicicleta acuática recolectora de residuos en la Laguna Rodrigo de Freitas. Imagen: Proyectdo Biclean.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>La innovación también para las periferias</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">En todo el camino hubo, sin embargo, un punto sensible que el propio equipo detectó. Los dos primeros ciclos habían dado resultados sólidos, pero concentrados en zonas con mejor acceso a infraestructura urbana: la Zona Sur y Barra da Tijuca. La innovación llegaba donde ya existía en cierto modo, no donde más falta hacía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El tercer ciclo, lanzado en agosto de 2025, buscó corregir ese sesgo. <strong>Por primera vez, los proyectos orientados a comunidades cariocas y a áreas fuera de ese eje reciben hasta diez puntos adicionales en la selección.</strong> El cambio se notó: 58 proyectos inscriptos, según la Prefeitura, un récord para un sandbox municipal en Brasil, con participación inédita de iniciativas pensadas para territorios periféricos y un jurado integrado por instituciones como la <a href="https://www.firjan.com.br/espanol/firjan/default.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Firjan</a> y la <a href="https://ufrj.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFRJ</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre los diez proyectos del ciclo, dos muestran con claridad ese giro. Uno es <strong>Biclean</strong>, una bicicleta acuática que se prueba en la Laguna Rodrigo de Freitas como vehículo de recreación y turismo sustentable, con la particularidad de recolectar residuos mientras circula. El otro, de mayor alcance social, es un CEP Digital —un sistema de direcciones digitales— para las comunidades de Mangueira y Caju, desarrollado por la logtech de impacto social naPorta junto a la Secretaría de Desarrollo Económico y la Secretaría Municipal de Salud.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La idea es sencilla, pero no por eso&nbsp; menos potente. En territorios donde el sistema postal tradicional no funciona, se crean direcciones digitales precisas para cada vivienda. Eso permite, por ejemplo, que los agentes comunitarios de salud localicen a los vecinos con exactitud, mejora el seguimiento de pacientes, la cobertura de vacunación y la eficacia de los programas de atención primaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">La tecnología de direcciones digitales ya venía aplicándose en favelas cariocas desde fines de 2024; lo que aporta el sandbox es articularla con los servicios públicos de salud del municipio. Es el tipo de resultado, señala Quirino, <strong>que convierte al programa en un instrumento de reducción de desigualdad urbana, y no solo de fomento al emprendimiento.&nbsp;</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="632" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8.jpeg" alt="" class="wp-image-9570" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8.jpeg 1000w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-300x190.jpeg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-768x485.jpeg 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-24x15.jpeg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-36x23.jpeg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2026/05/image-8-48x30.jpeg 48w" sizes="auto, (max-width: 959px) 90vw, (max-width: 1279px) 63vw, 787px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Biclean, una bicicleta acuática que se prueba en la Laguna Rodrigo de Freitas como vehículo de recreación y turismo sustentable, con la particularidad de recolectar residuos mientras circula. Imagen: </sup></em><a href="http://10viajes.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><sup><em>10viajes.com</em></sup></a><em><sup>&nbsp;</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Límites y diálogo con otros niveles del Estado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">La experiencia carioca también deja ver dónde están las tensiones. Un sandbox municipal solamente puede mover normas municipales, y los límites aparecen cuando una innovación toca competencias de otros niveles del Estado. El propio equipo lo reconoce: puede dialogar con reguladores federales, como la agencia de aviación que interviene en el caso de los drones o los eVTOL, pero no modificar sus reglas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ese roce de competencias se hizo visible en abril de 2026, cuando la Prefeitura publicó un decreto más amplio —distinto del de los patinetes compartidos— para ordenar la circulación de toda la micromovilidad eléctrica en la ciudad. El Ministerio Público del Estado de Río cuestionó parte de esa norma y <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/16/mprj-decreto-ciclomotores-prefeitura-do-rio.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pidió su suspensión</a>, al considerar que el municipio no puede modificar clasificaciones de vehículos ya definidas por la legislación federal de tránsito.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El decreto afectado, el número 57.823, no tiene relación con el programa Sanbox.Rio (el de los patinetes compartidos es el número 57.657 y se encuentra vigente). El episodio, todavía abierto, ilustra un aprendizaje que excede a Río: experimentar en el ámbito local es posible y fértil, pero llevar esos aprendizajes a una regulación duradera exige coordinar con los demás niveles del Estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qué puede aprender otra ciudad de la región</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para los gobiernos locales que leen este Boletín, la pregunta práctica es si todo esto se puede replicar. La recomendación de Quirino es no esperar a tener el modelo perfecto.<strong> &#8220;El mayor error que puede cometer una ciudad es creer que necesita regular el futuro antes de entenderlo&#8221;</strong>, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El programa carioca, recuerda, no demandó recursos del erario ni una estructura compleja: necesitó voluntad política, un instrumento jurídico claro y un equipo dispuesto a aprender junto con las empresas. Se apoya, además, en una base normativa nacional —el Marco Legal de Startups, la ley complementaria 182 de 2021— que habilita expresamente a estados y municipios a crear estos entornos de prueba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En la región, ciudades como Porto Alegre, Goiânia, Maceió, Criciúma, Teresópolis y Volta Redonda, además del estado de São Paulo, ya armaron sus propios sandboxes. En la Argentina, la Ciudad de Buenos Aires cuenta con una ley desde 2021, y municipios como Escobar empezaron a transitar caminos regulatorios similares, inspirados en parte por la experiencia de Río.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El decreto que dio origen al Sandbox.Rio está disponible como modelo adaptable para cualquier municipio que quiera empezar. Porque el problema que resuelve, dice Quirino, es universal: <strong>&#8220;Si tu ciudad enfrenta tecnologías que llegan más rápido que la capacidad de regularlas —y todas las enfrentan— el sandbox no es una opción sofisticada reservada a las grandes metrópolis. Es la respuesta práctica a un problema común&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Casi dos años después de aquella primera nota, la caja de arena de Río demostró algo que va más allá de los drones y los autos voladores que la hicieron famosa: que un permiso temporal, bien diseñado, puede convertirse en infraestructura, en empleo, en servicios de salud que llegan a una favela. Y, sobre todo, en una forma distinta de que el Estado se relacione con lo que todavía no sabe regular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contacto con Sandbox.Rio:</strong> <a href="https://www.sandboxrio.com.br/">https://www.sandboxrio.com.br/ </a></p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Esta nota forma parte del Boletín Ideas &amp; Inspiración de la Red de Innovación Local (RIL), donde cada mes se destacan casos innovadores de diferentes temáticas en ciudades de todo el mundo. ¿Te gustaría recibir, una vez al mes, soluciones locales como las de esta nota en tu correo? ¡Puedes </em></strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIdBXi3WKRFDKYA8PyLSTGjQGyvZNcqr_TZ32ID22gTP52SA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>suscribirte</em></strong></a><strong><em> de forma gratuita!</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><strong>Redacción +COMUNIDAD</strong></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em>&nbsp;</p>
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		<title>Innovación local: el impulso para la región que queremos</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/innovacion-loca-el-impulso-para-la-region-que-queremos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 18:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análisis y opinión]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Un repaso por las soluciones que están marcando el camino hacia una América Latina más sostenible, equitativa y moderna, donde la innovación local se convierte en motor de transformación.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-color has-background has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Innovación</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><strong><em>Por Inés Reineke y Paula Espinosa,<br>Innovación Global en RIL (*)</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quienes trabajamos en RIL compartimos una característica: tenemos la convicción de que las cosas se pueden cambiar. Que el yugo de una América Latina desigual y con pocas oportunidades no es eterno ni un destino al que debamos resignarnos, sino una realidad que puede ser transformada. Y que nuestra región tiene el talento, los recursos y el <em>mindset </em>para dar vuelta la historia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde ese optimismo y entusiasmo es que salimos a buscar entre las ciudades de la región y el sur global cuáles son las políticas que están logrando transformar la realidad, quiénes son las personas detrás de esas iniciativas, y cuáles son los grandes aprendizajes de cada solución encontrada. Queremos compartir esas victorias, por pequeñas que sean, con toda nuestra red.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nuestra ambición es subir la vara de las respuestas públicas. Que una ciudad del corazón de la Amazonia, por ejemplo, no deba empezar de cero a responder a un desafío público complejo y titánico, sino comenzar varios pasos adelante. Así, la experiencia de una ciudad se transforma en el punto de partida de la siguiente. Una iteración constante de conocimiento compartido.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>El despertar de una nueva gestión pública</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Buscamos que estas ideas lleguen a&nbsp; las personas que, día a día, se esfuerzan por resolver los desafíos públicos de sus comunidades. Son quienes entienden que la gestión no es solo administrar, sino liderar el cambio. ¿Qué buscamos lograr en ellas? Queremos que se animen a creer también que las cosas pueden cambiarse, y que tengan todo lo que necesitan para implementar soluciones genuinamente efectivas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pero, ¿qué define una solución &#8220;efectiva&#8221; en este contexto? Para nosotras, una solución efectiva se caracteriza por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Resolver los problemas detectados. </strong>Logran abordar la raíz de la cuestión, sin quedarse en la superficialidad.</li>



<li><strong>Medir su impacto y basarse en evidencia. </strong>Pueden demostrar sus resultados con datos, que luego sirven para mejorar el curso de implementación.&nbsp;</li>



<li><strong>Considerar a todos los actores involucrados.</strong> Desde el diseño hasta la implementación, integran las voces y perspectivas de los protagonistas de cada desafío.</li>



<li><strong>Fomentar la co-creación y el impacto sistémico.</strong> Superan la visión de &#8220;silo&#8221; para adoptar la colaboración, comprendiendo que los desafíos complejos demandan soluciones conjuntas y transversales, dentro y fuera del gobierno local.</li>



<li><strong>Capitalizar el conocimiento existente. </strong>Evitan la duplicación de esfuerzos, aprovechando la trayectoria de quienes han actuado antes, fortaleciendo y adaptando respuestas que ya han demostrado su valor en contextos similares.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para impulsar estos cambios, nuestra estrategia es clara: construir una comunidad de <strong>quienes hacen en lo local</strong> <strong>conectada con el conocimiento estratégico</strong>. Una red donde las ideas fluyen, los aciertos se comparten (y más aún los fracasos), las herramientas se multiplican, y la experiencia sirve de apoyo y combustible para ir un poquito más lejos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En nuestro recorrido de más de 11 años, hemos identificado casi mil desafíos públicos que se manifiestan en nuestras ciudades, en las calles y en los barrios. Ante esta realidad, la figura del liderazgo local — intendentes,&nbsp; alcaldes o <em>prefeitos</em>— se consolida como la primera línea de respuesta: son quienes encienden la chispa del cambio, impulsan nuevas respuestas y, cuando convocan a los distintos actores clave, son capaces de lograr esa transformación deseada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Radiografía de la innovación local: lo que detectamos en 2025</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este año compartimos con nuestra red <strong>44 soluciones destacadas</strong> que resuelven <strong>12 desafíos públicos</strong>, implementadas en <strong>58 ciudades de 11 países</strong>. No son solo proyectos; son respuestas a los desafíos más urgentes de la región.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ciudades sostenibles, resilientes y saludables</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Para mitigar el calor extremo, las ciudades responden con medidas innovadoras: </strong>mientras Chile combate las islas de calor con <a href="https://mascomunidad.org.ar/plazas-de-agua-solucion-islas-calor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plazas de agua</a>, Brasil apuesta por la <a href="https://mascomunidad.org.ar/recreio-nas-ferias-vacaciones-seguras-y-divertidas-en-sao-paulo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recreación saludable durante el verano</a> en San Pablo y la creación de la primera <a href="https://mascomunidad.org.ar/ciudades-y-personas-que-conviven-con-el-calor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Secretaría del Clima en Niterói.</a></li>



<li><strong>Buscando un sistema energético más limpio y justo:</strong> <a href="https://mascomunidad.org.ar/manizales-convierte-los-datos-en-accion-contra-la-violencia-de-genero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cuenca</a> (Ecuador) transforma residuos en biogás y <a href="https://mascomunidad.org.ar/piramide-solar-transicion-energetica-desde-un-antiguo-vertedero-de-curitiba/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Curitiba</a>, en Brasil, reconvierte basurales en plantas solares, al tiempo que <a href="https://mascomunidad.org.ar/como-temuco-dejo-de-ser-una-de-las-diez-ciudades-mas-contaminadas-de-chile/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Temuco</a> (Chile) logra reducir su contaminación y <a href="https://mascomunidad.org.ar/instituto-de-transformacion-energetica-de-cordoba-una-experiencia-municipal-pionera-para-reducir-emisiones/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Córdoba</a>, en Argentina, potencia la innovación desde su Instituto de Transición Energética.</li>



<li><strong>En la gestión de riesgos, varias ciudades marcan el rumbo:</strong> <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6300" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Salvador</a> (Brasil) y otras nueve urbes lideran con <a href="https://uiif-resilience.org/es/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seguros climáticos</a>, <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6238" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Recife</a> innova con el primer parque inundable y <a href="https://portalril.org/inspirarme-caso.php?id_caso=6241" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guaymallén</a> destaca internacionalmente por la eficiencia de su sistema de drenaje.</li>



<li><strong>En materia de acción climática, las ciudades aceleran sus metas: </strong><a href="https://mascomunidad.org.ar/menu-escolar-sostenible-mas-nutricion-menos-emisiones-sao-paulo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">San Pablo</a> reduce su huella de carbono con comedores escolares saludables, <a href="https://mascomunidad.org.ar/renca-siembra-futuro-una-reforestacion-masiva-que-une-a-toda-una-comunidad/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Renca</a> suma más de 80.000 árboles, <a href="https://www.mascomunidad.org.ar/index.php/2025/10/30/como-san-salvador-combate-el-calor-y-las-inundaciones-con-la-estrategia-de-ciudad-esponja/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">San Salvador</a> combate el calor con infraestructura verde y <a href="https://www.mascomunidad.org.ar/index.php/2025/10/30/laboratorio-de-reciclaje-a-pequena-escala-la-apuesta-de-durazno-por-la-economia-circular-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Durazno</a> transforma sus residuos en recursos.</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="811" height="538" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-115955.png" alt="" class="wp-image-8783" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-115955.png 811w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-115955-300x199.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-115955-768x509.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-115955-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-115955-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-115955-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 811px) 90vw, 811px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Vecinos y vecinas participación de la Gran Reforestación Masiva. Imagen: <a href="https://www.latercera.com/nacional/noticia/autoridades-participan-en-reforestacion-masiva-en-renca-plantaron-mas-de-2000-arboles-nativos/HE3IFMCNVJAANG3WEUXDCXAW6I/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">La Tercera</a>.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Impulsando la movilidad sostenible, la región avanza con paso firme:</strong> <a href="https://mascomunidad.org.ar/niteroi-bicicleta-politica-sostenida-ciudad/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Niterói</a> consolida su gobernanza en transporte activo, mientras <a href="https://mascomunidad.org.ar/de-ciudad-del-sol-a-ciudad-solar-la-apuesta-de-hermosillo-por-la-electromovilidad/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hermosillo</a> lidera en electromovilidad en México. En paralelo, <a href="https://mascomunidad.org.ar/un-mapa-de-caminabilidad-para-transformar-la-movilidad-en-godoy-cruz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Godoy Cruz</a> optimiza sus rutas peatonales con un Mapa de Caminabilidad y <a href="https://mascomunidad.org.ar/sistema-integrado-de-transporte-publico-un-antes-y-despues-en-palmira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Palmira</a> renueva su transporte público hacia un modelo más sostenible.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Priorizando el bienestar, diversas urbes generan entornos saludables</strong>: <a href="https://mascomunidad.org.ar/fortaleza-ciudad-mejor-aire-respira-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fortaleza</a> lidera como la única ciudad brasileña en cumplir los estándares de aire de la OMS, mientras <a href="https://mascomunidad.org.ar/rede-bem-cuidar-la-politica-publica-de-pelotas-que-propone-cuidar-en-comunidad/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pelotas</a> integra a la comunidad en sus centros médicos. En paralelo, <a href="https://mascomunidad.org.ar/cantinas-saludables-la-ficha-de-cordoba-para-transformar-la-alimentacion-escolar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Córdoba</a> promueve la seguridad alimentaria en kioskos de escuelas y <a href="https://mascomunidad.org.ar/vitacuidados-un-modelo-de-salud-municipal-centrado-en-el-cuidado-y-el-bienestar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vitacura</a>, en Chile, implementa un programa pionero para el alivio de cuidadores y la autonomía de pacientes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ciudades que utilizan la </strong><strong>tecnología con propósito</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mediante gestión urbana inteligente, la tecnología transforma los servicios públicos: </strong><a href="https://mascomunidad.org.ar/sistema-gaia-como-sao-paulo-convierte-sus-trayectos-en-datos-para-mejorar-el-pavimento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">San Pablo</a> emplea IA e Internet de las Cosas para monitorear la calidad del asfalto, mientras <a href="https://mascomunidad.org.ar/cinco-politicas-que-reflejan-eficiencia-municipal-el-caso-de-lujan-de-cuyo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luján de Cuyo</a> optimiza la recolección de residuos con seguimiento ciudadano en tiempo real. En la misma línea, <a href="https://mascomunidad.org.ar/aeronaves-no-tripuladas-la-apuesta-de-quito-para-mejorar-la-gestion-del-riesgo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quito</a> vigila emergencias con drones y <a href="https://mascomunidad.org.ar/arbol-por-arbol-dato-por-dato-el-censo-forestal-que-transforma-el-verde-en-guatemala/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guatemala</a> utiliza IA para prevenir plagas y planificar su reforestación mediante el primer censo forestal tecnológico.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Impulsando la gobernanza y la transparencia, la inteligencia artificial redefine la gestión pública: </strong><a href="https://mascomunidad.org.ar/ia-generativa-para-acelerar-las-compras-publicas-que-marca-el-rumbo-en-chile/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Maipú y Las Condes</a> la utilizan para optimizar procesos administrativos, mientras <a href="https://mascomunidad.org.ar/la-receta-de-recife-para-transformar-el-acceso-a-la-salud-interoperabilidad-ia-y-participacion-ciudadana/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Recife</a> reduce el ausentismo médico y unifica sus sistemas de salud. Por su parte, <a href="https://mascomunidad.org.ar/chatico-el-canal-que-vuelve-cotidiana-la-participacion-eb-bogota/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bogotá</a> fortalece la participación ciudadana mediante su asistente &#8220;Chatico&#8221; y <a href="https://mascomunidad.org.ar/burocracia-iacracia-escobar-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Escobar</a> establece el primer marco normativo en Argentina para asegurar un uso ético de la IA.</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="817" height="539" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-151443.png" alt="" class="wp-image-8784" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-151443.png 817w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-151443-300x198.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-151443-768x507.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-151443-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-151443-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-151443-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 817px) 90vw, 817px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Una trabajadora realiza el censo forestal digital del arbolado público. Imagen: Municipalidad de Guatemala.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Soluciones para la educación, la juventud y la equidad.</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>La innovación redefine el aprendizaje con herramientas modernas y entornos naturales: </strong>en Brasil, <a href="https://mascomunidad.org.ar/una-plataforma-que-revoluciona-la-alimentacion-escolar-en-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dourados</a> optimiza la nutrición escolar mediante plataformas inteligentes y <a href="https://mascomunidad.org.ar/programa-mente-innovadora-mind-lab-educacion/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marilia</a> potencia el aula con juegos educativos de excelencia. En paralelo, <a href="https://mascomunidad.org.ar/bosques-educativos-aulas-vivas-en-la-amazonia-boliviana/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">localidades bolivianas</a> trasladan la enseñanza a la naturaleza, mientras <a href="https://mascomunidad.org.ar/mova-medellin-cuando-la-innovacion-empieza-por-los-maestros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Medellín</a> consolida su Centro de Innovación para transformar la formación docente.</li>



<li><strong>Las ciudades impulsan el protagonismo y el cuidado de la juventud: </strong><a href="https://mascomunidad.org.ar/vivo-mi-calle-que-sucede-cuando-las-juventudes-redisenan-ciudades-en-colombia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cali y Palmira </a>involucran a los adolescentes en la transformación de sus barrios, mientras <a href="https://mascomunidad.org.ar/medellin-music-lab-juventud-y-creatividad-como-motor-de-cambio-y-desarrollo-local/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Medellín</a> potencia su talento mediante el arte y la cultura. En Argentina, <a href="https://mascomunidad.org.ar/datos-redes-y-comunidad-para-prevenir-el-suicidio-adolescente-en-san-miguel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">San Miguel</a> logró el hito de alcanzar tasa cero de suicidio juvenil en 2024 gracias a su red de acompañamiento, al tiempo que <a href="https://mascomunidad.org.ar/alza-tu-voz-la-sed-de-quevedo-y-riobamba-por-promover-juventudes-creativas-y-seguras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quevedo</a> integra a los jóvenes en la co-creación de sus planes de ciudad.</li>



<li><strong>Situando a las mujeres en el corazón de la gestión, las ciudades promueven su protección y autonomía con innovación y datos: </strong><a href="https://mascomunidad.org.ar/como-coroico-innova-en-la-prevencion-de-la-violencia-digital-de-genero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coroico</a> lidera en Bolivia con la primera ley contra el ciberacoso y guías de prevención escolar, mientras <a href="https://mascomunidad.org.ar/manizales-convierte-los-datos-en-accion-contra-la-violencia-de-genero/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manizales</a> monitorea las brechas de género para tomar decisiones basadas en evidencia. En Argentina, <a href="https://mascomunidad.org.ar/mujeres-resilientes-inclusion-financiera-y-empleo-verde/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Despeñaderos</a> fortalece este compromiso vinculando la independencia económica con la sostenibilidad mediante su programa de empleo verde.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Resolver la crisis de la vivienda</strong>: En Uruguay, <a href="https://mascomunidad.org.ar/fincas-abandonadas-programa-Montevideo-revitalizar-inmuebles/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Montevideo</a> reconvierte inmuebles abandonados en Centros de Estadía Transitoria; <a href="https://mascomunidad.org.ar/vivienda-prioritaria-apuesta-municipal-ciudad-guatemala/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guatemala</a> genera incentivos para facilitar el acceso a viviendas; <a href="https://mascomunidad.org.ar/hoy-alquilo-estrategia-integral-inquilinos-rosario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rosario</a> en Argentina y <a href="https://mascomunidad.org.ar/innova-recoleta-modelo-alquiler-social-pionero-chile/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Recoleta</a> en Chile diseñaron estrategias para promover el alquiler social.</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="805" height="588" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120029.png" alt="" class="wp-image-8785" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120029.png 805w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120029-300x219.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120029-768x561.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120029-24x18.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120029-36x26.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120029-48x35.png 48w" sizes="auto, (max-width: 805px) 90vw, 805px" /><figcaption class="wp-element-caption"><sup><em>Presentación del Centro de Monitoreo de las violencias basadas en género. Imagen: Alcaldía de Manizales.</em></sup></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Los cuatro pilares de una innovación genuina</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pero, ¿cómo identificamos estas soluciones que realmente marcan la diferencia? ¿Cómo distinguimos la verdadera innovación de un mero cambio superficial? Para nosotras, una solución innovadora a un problema público debe cumplir con cuatro condiciones fundamentales, que constituyen la brújula en nuestra búsqueda de las iniciativas más inspiradoras.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>1. Novedad y enfoque transformador</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Una innovación se distingue por su capacidad de romper con paradigmas establecidos. No se trata de optimizar lo existente, sino de abordar un desafío público desde una perspectiva inédita, generando soluciones que no solo son diferentes, sino que redefinen la forma en que se concibe y resuelve un problema. Esto puede manifestarse en el uso estratégico de nuevas herramientas, metodologías o la reconfiguración inteligente de recursos existentes para lograr un impacto superior. Es el catalizador de una nueva senda.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>2. Co-creación y participación activa</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">La innovación local es inherentemente colectiva. No emana de la genialidad individual, sino que se fortalece a través de la inteligencia compartida. Implica la involucración activa de la ciudadanía y de diversos actores clave –organizaciones de la sociedad civil, la academia, el sector privado y, por supuesto, los equipos municipales–. Este enfoque participativo, que se inicia con un diagnóstico colaborativo y se nutre de la consulta permanente, no solo enriquece la solución con múltiples perspectivas, sino que también construye legitimidad, corresponsabilidad y un sentido de pertenencia en la comunidad. Es la potencia de la acción conjunta.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>3. Viabilidad y sostenibilidad</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">La verdadera innovación trasciende la mera intención. Requiere una implementación efectiva y una proyección a largo plazo que garantice su impacto sostenido. Hablamos de <strong>viabilidad</strong> cuando una solución demuestra su pertinencia al encontrarse en ejecución, probando su factibilidad en el entorno real y generando resultados tangibles. Y hablamos de <strong>sostenibilidad</strong> cuando asegura su permanencia a través de la incorporación de una perspectiva integral –social, económica, política y/o ambiental– que le permite adaptarse, evolucionar y generar valor público de forma continua. Es la consolidación de un cambio perdurable.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>4. Impacto medible y evidente</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">El propósito último de la innovación pública es generar un cambio positivo y significativo. Este cambio debe ser concreto y medible, evidenciando una mejora tangible en la calidad de vida de la ciudadanía o en la eficiencia de la gestión pública. La capacidad de cuantificar y cualificar estos cambios es esencial para validar la innovación, aprender de su trayectoria y justificar la inversión de recursos. No se trata solo de actuar, sino de asegurar que la acción produce resultados transformadores. Es la evidencia del progreso.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="539" src="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120020.png" alt="" class="wp-image-8786" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120020.png 800w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120020-300x202.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120020-768x517.png 768w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120020-24x16.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120020-36x24.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-pantalla-2025-12-23-120020-48x32.png 48w" sizes="auto, (max-width: 800px) 90vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sup>Intervención en barrio Caimitos, Palmira. Imagen: Vivo Mi Calle / Despacio.</sup></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Un futuro co-construido</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estas cuatro condiciones son el ADN de las transformaciones que buscamos impulsar. Son la hoja de ruta para quienes, como nosotras, creemos en el poder de la acción local para cambiar el rumbo de nuestras comunidades. Cada solución innovadora que identificamos, cada conexión que generamos entre <strong>quienes hacen</strong>, es un paso más hacia la consolidación de un ecosistema donde el aprendizaje es constante y la réplica de buenas prácticas, una norma.Con cada esfuerzo, buscamos que la innovación se replique y se escale, que trascienda fronteras y se adapte a nuevas realidades. Porque estamos convencidas de que es a través de este trabajo colectivo, potenciado por nuestra expansión global, que nos acercaremos a la <strong>región que queremos</strong>: una América Latina con oportunidades equitativas para todas las personas, independientemente de su lugar de nacimiento. Una región donde el futuro no es un destino, sino una construcción activa, colaborativa y sostenible.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>(*) Inés del Rosario Reineke es directora de Innovación Global en la Red de Innovación Local (RIL) y Paula María Espinosa es coordinadora del Centro de Soluciones de RIL.&nbsp;</em></strong></h5>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Imagen principal: banco de imágenes <a href="http://freepik.es" target="_blank" rel="noreferrer noopener">freepik.es</a>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aeronaves no tripuladas, la apuesta de Quito para mejorar la gestión del riesgo</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/aeronaves-no-tripuladas-la-apuesta-de-quito-para-mejorar-la-gestion-del-riesgo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[Servicios Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[aeronaves no tripuladas]]></category>
		<category><![CDATA[Boletín Ideas & Inspiración]]></category>
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		<category><![CDATA[reducción de tiempos de respuesta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2016, la capital de Ecuador cuenta con un Cuerpo de Bomberos especializado en drones que brinda apoyo aéreo en emergencias urbanas, forestales e institucionales. El sistema genera imágenes térmicas y georreferenciadas en tiempo real, optimiza la planificación táctica, reduce la exposición del personal y mejora la coordinación entre instituciones.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right has-text-color has-background has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph" style="color:#ffffff00;background-color:#ffffff00;font-size:1px">Aeronaves</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodeada por montañas y atravesada por quebradas, Quito se extiende a más de 2.800 metros de altura sobre el nivel del mar. Es un territorio en donde conviven una geografía imponente y una historia sociocultural marcada por la resiliencia. Terremotos, incendios y deslizamientos, entre otros fenómenos, también son parte del paisaje y han sido clave para que la ciudad, de unos 2,8 millones de habitantes, innove con herramientas capaces de gestionar el riesgo de forma eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre las estrategias y herramientas que la capital ecuatoriana ha incorporado en los últimos años, se destaca el sistema de vigilancia y monitoreo aéreo con drones para detectar amenazas, asistir operativos en tiempo real y tomar decisiones con mayor precisión.  Se trata de una iniciativa del <a href="https://www.bomberosquito.gob.ec/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cuerpo de Bomberos del Distrito Metropolitano de Quito</a> ━única en su tipo en la región━, que se convirtió en una aliada estratégica para proteger vidas, cuidar el territorio y fortalecer la gestión integral del riesgo urbano. </p>



<p class="wp-block-paragraph">La incorporación del sistema de vigilancia con drones surge como una necesidad institucional para responder de forma más eficiente, segura y oportuna ante la creciente complejidad de las emergencias urbanas, forestales e industriales. En esa línea<strong>, el Sistema de Aeronaves Pilotadas a Distancia (RPAS) se propone fortalecer la capacidad operativa, mejorar la vigilancia preventiva, reducir tiempos de respuesta y minimizar la exposición del personal a cargo de situaciones de riesgo.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aeronaves no tripuladas: oportunidades y desafíos&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">El sistema de vigilancia con drones combina computadores de vuelo, transmisores de comunicación y un software especializado que guía las aeronaves según planes de vuelo preestablecidos por el escuadrón de trabajo que está detrás de esta iniciativa. En diálogo con +COMUNIDAD, el Cuerpo de Bomberos del Distrito Metropolitano de Quito afirma que la <strong>operatividad mejoró porque el monitoreo aéreo en tiempo real —con cámaras térmicas y RGB— facilita el ingreso a zonas de difícil acceso</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta tecnología aporta información precisa y georreferenciada que optimiza la planificación táctica y la toma de decisiones y, a diferencia de los métodos tradicionales, disminuye la exposición directa del personal en situaciones de alto riesgo —explican—. Además, agiliza la localización de víctimas y la evaluación de daños, por lo que podemos afirmar que ha transformado la respuesta a emergencias, haciéndola más eficiente y segura”, agregan desde la institución.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uno de los principales retos fue la falta de normativa para operaciones públicas con RPAS. El obstáculo se superó luego de gestiones ante la <a href="https://www.aviacioncivil.gob.ec/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dirección General de Aviación Civil (DGAC)</a>, que reconoció al Cuerpo de Bomberos como operador público. Desde la entidad añaden: “Internamente se enfrentó resistencia al cambio y falta de conocimiento técnico, lo que se superó mediante capacitación continua, protocolos operativos y definición de roles para pilotos, observadores y personal logístico”. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXdIVhQUO-Bsu1MbuJV2JD_kfHBOpgEtxqrlhLlLMTCwZpJn2AYM2c47S15OlPOLdn8XYb6A2cxubCU3nEry4BzQJ1OSYYyNq4iJg_ND-f1U1Y7AhcvXTtHA7wiPZmiuAyEzlgE-nQ?key=_eNGDg4vWb5tMVdvFLmN3Q" alt="Aeronaves"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>                    Sistema de Aeronaves Pilotadas a Distancia (RPAS). Imagen: Cuerpo de Bombero de Quito.</sup></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">La comunidad también mostraba recelo hacia el uso de drones por su posible empleo con fines delictivos. Para revertir esa percepción, el cuerpo implementó estrategias de transparencia operativa y campañas informativas. Otro desafío fue asegurar la logística permanente de la flota: la reestructuración de turnos y un sistema de gestión documental para el mantenimiento permitieron institucionalizar el programa con un enfoque técnico, legal y socialmente aceptado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El desarrollo e implementación de la solución requirió coordinar al equipo técnico y operativo con otras áreas del gobierno local. Gracias a ello, el escuadrón RPAS brinda soporte en misiones conjuntas con el Municipio del Distrito Metropolitano de Quito, la Policía Nacional del Ecuador y la Fiscalía General del Estado, entre otras entidades. Esta cooperación –aseguran– ha sido clave para fortalecer las capacidades del escuadrón en materia de seguridad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoy,la Dirección de Aviación de Bomberos cuenta con una flota de once aeronaves,&nbsp; que suministran información aérea al Comando de Incidentes de Quito. La articulación entre áreas técnicas y operativas facilita su participación en búsqueda y localización de personas, monitoreo de incendios forestales, evaluaciones post-desastre y tareas diversas de prevención.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXdnBIV8d_F1bxJPXwq0jc6u2vETn_lfouGv9knqRFjWOVORMg0h4BXiDSois15ipTAYl6E-nj2NhrBsfzWsgz0wvnlZO3WsXOMcJJ4f6-Eauhq7m0Ce3Xuj-cAjqHsCFfOjeZvhNQ?key=_eNGDg4vWb5tMVdvFLmN3Q" alt="Aeronaves"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Gestión del riesgo en explosión de fuga. Imagen: Cuerpo de Bomberos del Distrito Metropolitano de Quito.</sup></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Medición e impacto del sistema</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">“El impacto operativo del sistema se evalúa mediante indicadores clave como la reducción en los tiempos de atención, el número de emergencias asistidas con apoyo aéreo, la identificación temprana de focos de calor y la generación de productos cartográficos y visuales en tiempo real”, detalla el Cuerpo de Bomberos de Quito. Durante la temporada de incendios de 2024, por ejemplo, se activaron hasta tres líneas de vuelo simultáneas para detectar focos térmicos y evitar que se transformaran en catástrofes mayores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En operaciones de búsqueda y localización, el uso de sensores especializados permitió la rápida identificación de objetivos, “posibilitando una atención oportuna, precisa y segura por parte del personal de respuesta”. De igual modo, en eventos de gran magnitud como el <a href="https://www.bbc.com/mundo/noticias/2016/04/160417_ecuador_terremoto_manta_correa_cronica_bm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">terremoto de Manta</a>, ocurrido en 2016, el despliegue del sistema RPAS permitió la sectorización detallada de zonas afectadas, generando productos visuales estratégicos que fueron fundamentales para la planificación de intervenciones y la toma de decisiones por parte de las autoridades en momentos críticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En un contexto donde los eventos climáticos extremos son cada vez más frecuentes y la expansión urbana plantea nuevos desafíos, contar con tecnología de vanguardia no es un lujo sino una necesidad que están experimentando muchas ciudades del mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Con esa premisa, el Escuadrón RPAS del Cuerpo de Bomberos del Distrito Metropolitano de Quito profesionaliza desde 2016 el uso de aeronaves no tripuladas para combatir incendios, atender deslaves y llevar a cabo rescates y búsquedas en zonas de difícil acceso.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-comunidad wp-block-embed-comunidad"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://v2.mascomunidad.org.ar/gestion-del-riesgo-que-pueden-hacer-las-ciudades-frente-a-eventos-extremos/
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aprendizajes replicables</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A modo de cierre, se consultó al Cuerpo de Bomberos sobre los aprendizajes que deja esta experiencia y las recomendaciones para otras ciudades que estén considerando sumar sistemas similares a su gestión de emergencias. Desde su mirada comparten: <strong>“La experiencia con la implementación de aeronaves no tripuladas evidencia la importancia de contar con innovación tecnológica, con personal capacitado, procedimientos de gestión y coordinación interinstitucional efectiva”.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Explican, asimismo, que el punto de partida debe ser “un estudio técnico que considere las características operativas, geográficas y normativas del entorno local, así como una adecuada alineación con la misión institucional de la entidad responsable”. Para asegurar la sostenibilidad de un sistema como el RPAS —añaden— es necesario “un plan integral que contemple la capacitación continua del talento humano, junto con esquemas de mantenimiento preventivo y actualización tecnológica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">En esa línea, el cuerpo refuerza que la interoperabilidad entre agencias resulta clave para fortalecer la coordinación operativa y optimizar la respuesta ante emergencias. El objetivo final es incrementar la seguridad del personal, mejorar la eficiencia táctica y potenciar la toma de decisiones con información en tiempo real<strong>. Lo que comenzó como una pequeña unidad con un dron y dos pilotos hoy se ha convertido en una fuerza especializada: once aeronaves, software de planificación de vuelo, transmisión en directo y un equipo técnico entrenado bajo estándares internacionales, listo para seguir creciendo.</strong></p>



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<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em>Imagen de portada: ilustración de RIL y +COMUNIDAD.</em></p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><strong><em>Redacción +COMUNIDAD</em></strong></p>
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		<title>Drones e imágenes satelitales para mitigar los desastres naturales en una ciudad de África Oriental</title>
		<link>https://mascomunidad.org.ar/drones-imagenes-satelitales-blantyre-malawi-desastres-naturales/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mas Comunidad]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 15:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Humano]]></category>
		<category><![CDATA[Desarrollo Urbano y Hábitat]]></category>
		<category><![CDATA[Gestión y Gobernanza]]></category>
		<category><![CDATA[blantyre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se generarán mapas para evitar la destrucción de viviendas y la propagación de enfermedades por las inundaciones frecuentes. Tras una prueba piloto,  que incluye la identificación de factores de riesgo y el nivel de exposición de la población, buscarán replicar la política en la región.</p>
<p>La entrada <a href="https://mascomunidad.org.ar/drones-imagenes-satelitales-blantyre-malawi-desastres-naturales/">Drones e imágenes satelitales para mitigar los desastres naturales en una ciudad de África Oriental</a> se publicó primero en <a href="https://mascomunidad.org.ar">+COMUNIDAD</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Los ríos Mundi y Nancholi, en el sur de Malawi (África suroriental), causan inundaciones frecuentes en la ciudad de Blantyre y sus alrededores. Ante este problema, que en cada temporada de lluvias deja un rastro de destrucción tal que dificulta el desarrollo de la zona, un equipo interdisciplinario formado por referentes locales, con el apoyo de especialistas en la gestión de desastres, avanza en la implementación de una solución de impacto sobre el territorio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uno de los mayores desafíos es la existencia de asentamientos humanos expuestos a los deslizamientos de tierra y las crecientes de los ríos. Además, la carencia de un manejo adecuado de los residuos afecta la infraestructura necesaria para responder en caso de inundaciones y genera focos de vectores de enfermedades con riesgo de salud pública para esta área habitada por más de 800.000 personas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Más del 30% de la población del municipio de Ndirande, al este de Blantyre, vive en zonas de alta vulnerabilidad. Esto significa que, según cifras de los referentes locales, sólo en esta localidad más de 22.000 personas están expuestas a peligros relacionados con las inundaciones, las cuales han duplicado su ocurrencia en los últimos cinco años.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img loading="lazy" decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/iylGtZ7uPhptzLZexgCIO8GifIRXp0Eqf7QDs0iXyKLw6lbkh7KFhBByA9qTswFjVgE9T3M-0iJpa9UehZFTma736Mkr9CjC0qFr_5X2MUAPfpMCWpCNBtxTIm_cFWgnmDi4FS3zXwsqYfDjYw" width="583" height="418"></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>La cartografía como aliada</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">En el marco del <a href="https://www.redinnovacionlocal.org/ciudades/innovadoras/concurso-2021.php">Concurso de Innovadores Locales 2021</a>, organizado por la Red de Innovación Local (RIL) y otros organismos aliados, el equipo de Blantyre presentó una solución a sus dificultades que incluye la introducción de Sistemas de Información Geográfica (GIS) y otras herramientas que fusionan la tecnología de teledetección y recursos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mediante el uso de drones e imágenes satelitales, en 2022 se relevarán datos hidrológicos, geológicos y demográficos para analizar el uso del suelo y los riesgos a los que está expuesto. Se utilizarán registros históricos para entender el avance de las inundaciones a través del tiempo y los movimientos de masas. También, con la participación de la comunidad local, se construirán mapas sociales para identificar comportamientos y modos de vida que incidan sobre la situación.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">El objetivo es <strong>crear instrumentos cartográficos que ponderen los factores desencadenantes de los desastres y proporcionen medidas de mitigación viables para reducir sus impactos</strong>, evitando la destrucción de hogares y salvando miles de vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">El equipo de trabajo está conformado, entre numerosos actores involucrados, por <strong>Noel Band, Hestings Hatton</strong>, y <strong>Hassan Allison</strong>, estudiantes de la Universidad de Ciencia y Tecnología de Malawi; <strong>Mervis Nyirenda</strong>, licenciada en comunicación empresarial; <strong>MCLean Kumwenda</strong>, ingeniero biomédico; y <strong>Yusuf Chizonga</strong>, líder del gobierno local.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/inundacion-malawi.png" alt="" class="wp-image-866" width="498" height="374" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/inundacion-malawi.png 410w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/inundacion-malawi-300x225.png 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/inundacion-malawi-24x18.png 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/inundacion-malawi-36x27.png 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/inundacion-malawi-48x36.png 48w" sizes="auto, (max-width: 498px) 90vw, 498px" /><figcaption><em><sup>Disposición final de residuos en el Río Nasolo. Área del Mercado de Ndirande, enero de 2022.<br></sup></em></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Innovación con impacto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Según los especialistas del proyecto, la innovación de la propuesta consiste en introducir análisis geoespaciales integrales para la toma de decisiones en las políticas públicas, “lo cual no es una situación presente en el lugar”. Otro factor ponderado es la incorporación permanente de la participación ciudadana en el proceso “para tener lecturas completas de la realidad de la población”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En el marco del Concurso de Innovadores Locales 2021, la propuesta también generó una <strong>red permanente de interconexión con organizaciones que abordan problemáticas similares. </strong>“La solución une recursos tecnológicos con aspectos sociales para dar respuestas adecuadas a la realidad de los habitantes, interpretando su contexto sociopolítico y utilizando recursos locales para generar acciones efectivas”, sostiene la presentación del proyecto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tras la realización de los estudios históricos sobre el comportamiento de los ríos, durante 2022 se realizarán los sobrevuelos con drones para actualizar la información de los asentamientos poblacionales (cada vez hay más en el área metropolitana) y la disposición final de los residuos urbanos. Una vez que haya avances con la primera prueba piloto en la localidad de Ndirande, la intención es escalar la política a la región.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="602" height="417" src="https://v2.mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/asentamientos-malawi.jpg" alt="" class="wp-image-870" srcset="https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/asentamientos-malawi.jpg 602w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/asentamientos-malawi-300x208.jpg 300w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/asentamientos-malawi-24x17.jpg 24w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/asentamientos-malawi-36x25.jpg 36w, https://mascomunidad.org.ar/wp-content/uploads/2022/06/asentamientos-malawi-48x33.jpg 48w" sizes="auto, (max-width: 602px) 90vw, 602px" /><figcaption><em><sup>Asentamientos informales en zonas con riesgo de deslizamiento. Área de Hilly, ciudad de Blantyre, octubre 2021.<br></sup></em></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Misión colaborativa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">En busca de financiamiento, la propuesta del equipo malauí se encuentra en el <a href="https://i-marketplace.org/proyectos-int.php?proyecto=29" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marketplace de Soluciones Locales</a>. Esta plataforma une a innovadores locales con fondos de impacto para resolver de forma colaborativa los desafíos públicos más urgentes de las ciudades, poniendo en el centro a las personas. En <a href="https://datos.redinnovacionlocal.org/plataforma_marketplace" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esta nota </a>podés conocer más sobre su funcionamiento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">En 2021, los protagonistas expusieron su solución en un video titulado <strong>“Implementando herramientas tecnológicas para disminuir los peligros ambientales en la población de Blantyre mediante el mapeo de riesgos y así salvar vidas”</strong>. Lo podés ver en el siguiente enlace (en inglés, con subtítulos):</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>¿En tu ciudad se utilizan herramientas geoespaciales para mitigar los efectos de los desastres naturales? ¡</em></strong><a href="mailto:inspirarme@redinnovacionlocal.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><strong>Compartí</strong></em></a><strong><em> la experiencia con RIL!</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><sup>Imagen principal: Sobrevuelo de drones para el relevamiento de datos.</sup></em></p>
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